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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Unhas de gel em crianças e adolescentes…. sejamos ponderados…

Agora a moda são as unhas de gel, gelinho e tantas outras ofertas de manicura… não sou nada entendida nesta área e, neste momento, os meus leitores habituais, já devem estar a pensar porque lhe deu para escrever sobre isto?!?!

A resposta é simples, porque cada vez mais vejo raparigas a usarem ou a querem usar estes produtos e, portanto, parece-me um tema para debater com vocês, já que educar é também definir o que estará, ou não, de acordo com a idade.

Já conheci meninas que, no 7º ano de escolaridade, usavam unhas de gel com alguma frequência, provavelmente o leitor/a até conhece casos de idades iguais ou inferiores.

Queria apenas deixar um pequeno alerta sobre este tema, não querendo debater muito os malefícios que isto pode causar a crianças/adolescentes, mas queria alertar para a necessidade de proteger a saúde destas meninas que, ainda em crescimento dificilmente entendem que os problemas poderão surgir anos mais tarde e que o melhor caminho é a prevenção…

Não me querendo pronunciar sobre a idade certa para usar estes e outros produtos estéticos, apenas quero alertar as famílias que, investiguem, mantenham-se alerta e expliquem os possíveis malefícios às crianças e, se permitirem este uso, que seja numa ocasião especial, para uma festa… e nada mais…

familia.jpg

 

O peso do conhecimento - a mochila!

Quando se inicia a escola ficamos ligados às mochilas para muitos e muitos anos, elas levam os livros, os cadernos, o material escolar, os lanches, a roupa de desporto e tanto quanto mais couber. Estes objetos andam sempre às costas de segunda da sexta a todas as horas e em todos os intervalos. Por isso deve ser motivo de reflexão e atenção.

Muitas escolas têm cacifos de apoio aos alunos, para guardarem os seus pertences e deixarem assim as mochilas mais leves. No entanto, todos os anos letivos ficamos preocupados com o peso que esses sacos têm de levar… Penso que isso é bastante visível no 7º ano de escolaridade, quando as disciplinas aumentam e por consequência livros e cadernos também.

Na procura de um alívio, neste sentido, alguns manuais estão divididos em dois ou três volumes, para que o aluno possa ter menos umas páginas para carregar. As famílias, às vezes, optam pelo formato trolley para que se tenha apenas de puxar, mas a postura continua a não ser a mais correta e as escadarias são sempre uma realidade.

Contudo, não podemos, simplesmente, deixar os estudantes terem falta de material porque não podem com todos os livros escolares às costas.

De forma a melhorar essa situação relembro alguns conselhos:

  • Junto dos professores assuntem quais os livros dispensáveis em alguns dias;
  • Utilizem um caderno para duas disciplinas;
  • Separem a roupa de desporto noutro saco;
  • Lembrem que os livros de fichas nem sempre são necessários;
  • Adquiram material leve;
  • Usem um porta-lápis extra para Educação Visual;
  • Arquivem fichas e testes, em casa, quando já não são necessários;
  • Revejam a mochila e pertences em cada período, retirando o que já não é necessário;
  • Recordem que é necessário uma limpeza e organização constante de mochilas, malas e estojos;

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(imagem retirada da internet)

Cuidados de utilização: O uso do telemóvel

No post anterior referi algumas situações em que o telemóvel, utilizado pelas crianças e jovens, poderá trazer complicações para os educadores, seja em casa, seja na escola ou em outros locais de ensino.

Neste sentido, para minorar tais situações, procure, no momento da entrega do aparelho, a negociação das regras de utilização não pode ser dispensada, delimitando-se horas e momentos de utilização,  interpretando-se o telemóvel como um objeto de responsabilização e cuidado na conservação e uso. Esta negociação deve ser prolongada no tempo, utilizando-se formas de punição ou privação sempre que forem quebradas as regras acordadas.

E não se esqueça que: embora seja considerado um objeto pessoal, pode ser utilizado de forma ilegal, ou pode apoiar uma comunicação com pessoas pouco aconselhadas a crianças e jovens, por estas razões, dentro dos parâmetros do bom senso, cabe a cada educador supervisionar e controlar regularmente este precioso objeto.

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