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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Autismo: que terapia?

Como o Autismo foi recentemente diagnosticado, ainda são poucas as ofertas terapêuticas e dispendiosas para os pais destas crianças. Contudo, em Portugal, começam a existir mais ofertas inovadoras e pertinentes que, em muito poderão ajudar estas crianças e encarregados de educação, através de orientação, apoio e formação para famílias e crianças.

Hoje, apresento A Cooperativa Focus que oferece uma terapia para Autistas completamente inovadora ao nível mundial e que pretende oferecer práticas de intervenção ao nível do desenvolvimento,  do comportamento e lúdicas, apresentando um grande nível sucesso.

 A Focus tem por base num novo Modelo de Intervenção: O Modelo de Denver de Intervenção Precoce (ESDM),  defende uma terapia concertada através de uma equipa multidisciplinar que articula todos os momentos da vida de uma criança, seja em casa, na escola, na terapia, etc.

Para conhecer melhor estas estratégias visite: www.cooperativafocus.pt, apresentam-se sediados em Macieira de Cambra.    

Todos os Centros de Apoio, nesta área, são de louvar e felicitar!

E assim, fica o meu contributo neste mês de sensibilização para o Autismo!!!

Resultado de imagem para cooperativa focus

(imagem retirada da internet) 

O Autismo: características que podem alertar!

«As pessoas confundem-me. (…) A primeira razão principal é que as pessoas falam muito sem usarem quaisquer palavras(…).

Não falei com ninguém e, durante toda a tarde fiquei sentado no canto da Biblioteca….» (Citação do Livro de Mark Haddon: O estranho Caso do Cão Morto, 2003).

 

Como já referi, quando mais precocemente for detetado, mais rapidamente se pode intervir para minorar os seus efeitos na criança que cresce. Por tal razão, os pais e educadores que detetem algumas características específicas ou comportamentos estranhos devem procurar um diagnóstico específico, realizado por um profissional da Pedopsiquiatria, que esclarecerá dúvidas e oferecerá as melhores orientações.

Como um apoio inicial, deixo aqui alguns sinais que podem ser características de uma criança com Autismo:

  • Resistência a falar e a aprender a mesma;
  • Não mantem o contacto ocular (não olha nos olhos);
  • Não responde quando o chamam;
  • Ausência de medos ou dor;
  • Dificuldade de relacionar-se com os outros;
  • Não aceita mimos ou carinhos,
  • Procura constante de isolamento;
  • Repetição das mesmas atitudes e brincadeiras;
  • Olha permanente na mesma direção;
  • Leva o braço de alguém para pegar o objeto que deseja;
  • Dificuldade de entender gestos e expressões faciais;
  • Atitudes de choro ou riso descontextualizado;

 

Alguns destes comportamentos podem ser observados em crianças antes dos 3 anos, devendo iniciar-se uma terapia adequada mesmo nessa idade e muito embora o autismo ainda deixe muitas questões à ciência, já se assumem grandes êxitos nas terapias conhecidas.

Imagem relacionada(imagem retirada da internet)

Hiperatividade: diagnóstico e encaminhamento…

A hiperatividade é mais habitualmente reconhecida nos primeiros anos escolares. Contudo, a angústia de alguns encarregados de educação levam-nos a dificuldades em reconhecer quando são apenas comportamentos irreverentes de criança, ou expressões de hiperativo. Neste sentido apresento aqui alguns comportamentos que podem demonstrar Hiperatividade:

  • Energia que parece inesgotável;
  • Dificuldade em finalizar tarefas;
  • Pouca capacidade de concentração;
  • Dificuldade em cumprir regras;
  • Grande inteligência mas com pouco aproveitamento escolar;
  • Dificuldade em seguir planos;
  • Ansiedade;
  • Impulsividade;
  • Criatividade elevada;
  • Movimentos repetitivos;
  • Dificuldade em adormecer;

 

Como já referi, grande parte dos diagnósticos são realizados nos primeiros anos de escola,  principalmente, através de alertas vindos dos professores. Em Portugal a hiperatividade é considerada uma necessidade educativa especial enquadrada na legislação, beneficiando de apoios especiais que promovam a igualdade de oportunidades educativas.

Estes estudantes devem também ser acompanhados por profissionais (psicólogos/pedopsiquiatras) que orientarão o auxílio necessário, seja através de terapias e/ou com recurso a medicação.

 

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