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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

A escola com/sem sentido?!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _Então, como vai a escola?

Estudante: _A escola veio estragar a minha vida…»

 

Escolhi este diálogo pois, basta esta curta frase, para nos fazer refletir sobre os sentidos da escola e os sentidos que os alunos, muitas vezes, atribuem à escola. Ou seja, torna-se difícil motivar para o contexto escolar de aprendizagem, se o aluno tiver dificuldades em entender os objetivos e as finalidades desta instituição.

Através da formação e do conhecimento podemos desenvolver mais competências, melhorar as nossas capacidades e, com isso, ser mais feliz, pessoalmente e socialmente. É este o papel primordial que deveríamos atribuir aos contextos formativos. No entanto, as crianças não nascem a entender tais complexidades da vida…. Cabe à sociedade e à família incutir estes valores, de forma a que não seja tão desmotivante estudar, aprender, ser avaliado e fazer TPC’s.

Com tudo isto, não quero dizer que, a escola atual seja perfeita e tenha em si todos as capacidades e motivações… apenas confirmo que esta instituição partilha aprendizagens de uma forma particular, difícil de superar de outra forma. Portanto, é necessário valorizá-la e ensinar a valorizá-la, diariamente! Para que não seja vista como um pesadelo, pois isso irá invalidar a vontade de aprender e de saber…

escola.jpg

 

Ambições escolares…

Diálogo entre dois estudantes de secundário:

«Estudante1: _Tens tempo, logo….

Estudante2: _ Não sei…ainda tenho de estudar matemática!

Estudante1: _Ainda vais estudar, hoje, matemática?

Estudante2: _ Claro, estou a estudar uma hora, todos os dias… a matemática tenho mesmo de subir a nota!»

 

Quantas vezes os estudantes só tomam decisões, mais claras quanto ao estudo, após o confronto direto com avaliações baixas ou negativas? Muitas vezes a motivação para o estudo fica no limiar entre aquilo que eles próprios consideram bons ou maus resultados…

Existem os estudantes que, a partir da avaliação positiva (3 ou 10) já assumem o esforço compensado e suficiente para resultados desejados, mantendo esse mesmo esforço e dedicação, até que os resultados baixem…

E, existem os estudantes que, definem como boas avaliações apenas aquelas que se aproximam da nota máxima (5 ou 20) realizando um esforço constante na conquista destes resultados, frustrando-se quando obtêm valores mais baixos do que esses, mesmo que, por vezes, mantenham notas positivas….

Até na formação, o conceito de ambição e satisfação pessoal é diferente de pessoa para pessoa, de aluno para aluno… esta posição na vida faz parte de uma personalidade individual, pode manter-se assim ao longo da vida, ou pode alterar-se radicalmente, se algo espoletar tal mudança. O que significa um sossego para muitas famílias e um desespero para tantas outras…

Para tal, o(s) Sentido(s) da Escola pode contribuir em muito para tal mudança… irei escrever sobre isso na próxima publicação!

futuro.jpg

 

Como funciona a memória?

Quantas vezes os estudantes ficam preocupados quando têm muita matéria escolar para compreender e memorizar. Acham que não conseguem decorar tudo, que se vão esquecer ou trocar informações. Contudo, é fascinante a forma como o nosso cérebro funciona e a sua capacidade para armazenar informação de uma forma bastante rápida. Para que a informação chegue ao cérebro e fique retida apresentam-se várias formas de memorização:

Memória Sensorial – esta memória recebe toda a informação advinda dos cinco sentidos:

Memória Visual: recebe informações advindas da Visão

Memória Auditiva: recebe informações advindas da audição

Memória Tátil: recebe informações advindas do tato

Memória Olfativa: recebe informações advindas do olfato

Memória Gustativa: recebe informações advindas do paladar

 

«O interessante é que a maioria das informações que são utilizadas através dos nossos sentidos são armazenadas no nosso cérebro por, pelo menos, dois segundos. Sendo necessário um tempo curto o suficiente para processar, analisar e interpretar a mensagem que chega até o nosso cérebro. Quando a informação é muito importante ela já chega para o próximo tipo de armazenamento, que é a Memória de Curto Prazo.» (In: www.portaleducacao.com.br).

Vários cientistas assumem que a memória não está centrada apenas numa parte do cérebro, ela implica todo o cérebro, para além disso, afirmam que a capacidade de memorização pode ser treinada e melhorada, aperfeiçoando-se assim técnicas.  

Seguindo estas perspetivas podemos assumir que os estudantes devem desenvolver as suas próprias técnicas de memorização sem receios nem pressas.

No próximo Post facultarei algumas técnicas de memorização que poderão ajudar no estudo diário.

aprender-a-estudar.jpg

 

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