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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

A Importância das Explicações, na Atualidade!

Nos dias que correm a educação tornou-se o melhor investimento que uma pessoa pode fazer para o seu futuro. No entanto, estudar e atingir os objetivos mínimos não é suficiente. Atualmente é necessário garantir que temos todo o conhecimento que nos foi passado bem consolidado.

Na última década verificou-se de forma generalizada uma descida do rendimento escolar dos alunos. Esta degradação não pode ser apenas atribuída aos professores, pois estes, na sua vasta maioria, fazem tudo o que podem para auxiliar os seus alunos. No entanto, podemos atribuir esta degradação ao facto de termos grandes turmas que acabam por sobrecarregar os professores e fazer com que estes não consigam auxiliar de forma individual e personalizada cada aluno que mostra dificuldades. No contexto de pandemia, com que nos deparámos nos dois últimos anos, e com a necessidade da reestruturação dos modelos de ensino para que os alunos conseguissem continuar a ter aulas à distância, verificou-se o agravar da degradação do desempenho dos alunos. Esta situação não pode ser atribuída diretamente ao facto das aulas serem online, mas sim novamente ao facto de existirem turmas muito grandes que levam a que exista pouco apoio individual e personalizado.

Para colmatar estas falhas no ensino podemos considerar as explicações individuais uma mais-valia, sejam estas em formato online ou em formato presencial. As explicações individuais visam a acompanhar o aluno e colmatar as dificuldades dele, numa primeira fase. De seguida, o objetivo do explicador é que o aluno melhore o seu rendimento e assim consiga consolidar todo o conhecimento e ainda aplicá-lo nos mais variados contextos. O facto de a explicação ser individual permite adaptar as sessões aos gostos e interesses do aluno, permitindo que este se sinta mais motivado a estudar e, futuramente, desenvolva capacidades de trabalho autónomo. 

As explicações, tanto online como em formato presencial, permitem ajudar os alunos a desenvolver as mais variadas capacidades. Desde capacidades sobre os conteúdos como o desenvolvimento de capacidades no que toca à utilização de novas tecnologias de forma pedagógica e didática. 

Deste modo, podemos concluir que nos dias de hoje uma fonte de apoio externo ao modelo de ensino comum é uma mais valia. Conseguindo colmatar algumas falhas existentes no ensino, no que diz respeito à pouca individualização do mesmo devido ao elevado número de alunos por turma. E ainda, ajudar os alunos a desenvolver várias capacidades que os permitirão ser mais autónomos e, como tal, ter um melhor desempenho académico no curto prazo e ainda prepará-los melhor para os desafios académicos e profissionais que mais tarde enfrentarão.  

Se estiverem à procura de um serviço capaz de resolver estas lacunas atuais, recomendo o LXMATH.

Criado em 2018, o LxMath surge com o objetivo de ajudar a Matemática a compreender os alunos.

Com uma metodologia ancorada no princípio de perceber as capacidades de cada aluno, e com essa informação adaptar os conteúdos programáticos, temos como missão inovar na área das explicações individuais, com uma oferta formativa de explicações presenciais, online e ao domicílio.

Hoje, vamos para além da Matemática, e contamos com profissionais especializados em diversas ciências exatas, nomeadamente Física, Química, Biologia e Geologia (ensino secundário), bem como diversas cadeiras de Engenharia (ensino superior).

Seguindo à regra o seu mote “Para que aprender não seja sinónimo de memorizar”, o LxMath  destaca-se pelo seu programa de Preparação para os Exames Nacionais. Este programa consiste num acompanhamento do aluno através de avaliações iniciais, aulas individuais, exames internos e um planeamento prévio, adaptado às necessidades de cada estudante.

Por sua vez, os alunos do ensino superior podem contar com o auxílio de várias ferramentas visuais, usadas pelos profissionais do LxMath, para compreender e resolver os exercícios sem recurso a estratégias de memorização e mecanização de resoluções.

 

 Escrito por Beatriz Ferreira, em Parceria com LxMath

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Fazer exames nacionais como aluno externo… isso é?

Aquando dos Exames Nacionais, alguns estudantes deparam-se com novos conceitos, para os quais devem estar alerta e atentos, para definirem a melhor forma de realizar os seus exames nacionais.

Um novo conceito é o de aluno interno/externo, de forma muito geral, tentarei aqui explicar, de forma muito simples o conceito, mas se pretenderem informações mais detalhadas sobre este tema pode procurar em alguns sites ofeiciais, como este: http://www.dges.gov.pt/guiaexames/

Quando o aluno está matriculado e a frequentar as disciplinas, para as quais vai a exame nacional, então, é considerado anulo interno e propõe-se a exame como tal.

Se o aluno já não se encontra a frequentar a disciplina, ou não obteve avaliação positiva necessária para a conclusão desta, terá de se propor ao exame como aluno externo, de forma a que a avaliação deste exame fique como nota final à disciplina:

 

Vamos a um exemplo prático:

 

O aluno está a frequentar o 11º ano de uma qualquer área, no 10º ano obteve a nota final de 7 à disciplina de Filosofia… segue para o 11º ano e, pelas avaliações do período/semestre só consegue tirar 8 nesta disciplina. Apercebendo-se que, pela média dos dois anos, não conseguirá terminar a disciplina, já que esta termina no 11º ano. Então, deve anular a sua matrícula a Filosofia (de acordo com a data limite imposta pela escola).

De seguida inscreve-se para fazer exame nacional a Filosofia como aluno externo (uma vez que cancelou a matrícula)… Supomos que o aluno consegue tirar 12 neste exame, então, ficará com a nota final de 12 a Filosofia.

 

Existem também outras situações mais específicas, portanto, informem-se corretamente: aqui.

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Datas de Exames e Provas de Aferição - 2022

Estamos nos últimos meses de aulas, portanto, é tempo de preparação para os Exames Nacionais e para as Provas de Aferição.

Para orientação de quem estuda e das suas famílias, aqui ficam as datas:

Provas de Aferiação _2022:

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Exames_3_2022.jpg

Exames Nacionais _2022:

Exames_4_2022.jpg

Exames_5_2022.jpg

Fonte: https://iave.pt

Como se estuda no ensino básico 2º e 3º ciclos… e no secundário?

No 2º ciclo, surgem duas opções, de acordo com as vivências do ciclo anterior, ou a criança já consegue distinguir competências e dificuldades, sabendo dar primazia ao que é mais necessário estudar, ou é ainda preciso fazer essa aprendizagem, que já deveria ter sido adquirida no 1º ciclo.

Neste ciclo, supõe-se muita adaptação a um novo conceito de escola, onde existem várias disciplinas e muitos professores. A maior exigência torna-se, assim, a organização de momentos de estudo e a capacidade de estudar para várias matérias em simultâneo.

 

No 3º ciclo, a inclusão de duas disciplinas complexas: a Físico-Química e uma nova Língua (Francês ou Espanhol), para além de uma maior exigências em todas as disciplinas, pode trazer resultados escolares mais baixos do que os habituais. O início deste ciclo sugere maior atenção familiar e mais apoio no estudo e na orientação deste pois, é necessário organizar muito bem um estudo diário… se, até aqui, para alguns “funcionava estudar apenas antes do teste”, esta realidade deixa de se aplicar a qualquer aluno… estudar de véspera não trará bons resultados, garantidamente.

 

No secundário, os professores exigem mais autonomia, seja no estudo, seja no momento de aprendizagem em contexto sala de aula. É urgente criar métodos de estudo bastante sólidos, pois agora ensaia-se para uma futura frequência universitária. Saber organizar o estudo diário, saber resumir matérias, saber tirar dúvidas e procurar informação fidedigna tem mesmo de ser uma realidade, ao longo destes três anos.  

ciclos (1).jpg

 

“Para essa disciplina nunca estudo!!!”

Diálogo entre mim e estudante de secundário:

 

“Eu: _ Já podes começar a estudar para esta disciplina?

Estudante: _ Sim, mas ainda tenho teste de inglês…

Eu: _ Tens de definir horas de estudo…

Estudante: _ Não, para inglês não vou estudar… não preciso!”

 

Pelo diálogo que aqui descrito, percebem um pouco sobre o que vou escrever, a primazia que alguns estudantes dão a uma disciplina em detrimento de outras.

Esta situação ocorre, com mais frequência quando os alunos têm vários exames e provas marcadas em dias muito próximos e ainda outras formas de avaliação (trabalhos escolares, apresentações, etc.) as quais têm de valorizar e obter bons resultados.

Quando tal acontece estuda-se mais tempo para as disciplinas que sentem ter mais dificuldades, que necessitam de melhorar resultados ou que consideram de maior exigência. Para a realização de uma mera revisão simples ficam outras disciplinas.

Certo é que, em alguns casos os estudantes interiorizam e memorizam tão bem os conteúdos de algumas disciplinas que, com pouco tempo de estudo, conseguem obter bons resultados e sentirem segurança aquando da realização das provas. Mas, outras são as situações em que o pouco tempo de estudo e revisão se reflete na dificuldade de resolução da avaliação e num consequente mau resultado.

Assim, cabe a cada estudante ter a capacidade de se autoavaliar e de definir horários e metas de estudo, de acordo com as suas capacidades e necessidades escolares, não o façam por hábito ou por exemplo de outro…

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