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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Quantas horas devemos dormir?

Como todos nós sabemos, dormir pouco ou dormir demais pode ser prejudicial para um harmonioso desenvolvimento de crianças e jovens.

As crianças que dormem menos que o necessário poderão apresentar distúrbios problemáticos, tal como o fraco desenvolvimento físico, problemas no desenvolvimento do sistema imunológico, na consolidação da memória e dificuldades no relaxamento muscular.

Assim sendo, relembro as horas de sono recomendadas pelo American Sleep Association (2015):

  • Recém-nascidos (0-3 meses): 14 a 17 horas
  • Bebés (4-11 meses): 12-15 horas
  • Crianças (1-2 anos): 11-14 horas
  • Crianças em idade pré-escolar (3-5 anos): 10-13 horas
  • Crianças em idade escolar (6-13 anos): 9-11 horas
  • Pré-adolescentes (14-17anos): 8-10 horas
  • Jovens (18-25anos): 7-9 horas
  • Adultos (26-64anos): 7-9 horas
  • Idosos (+65anos): 7-8 horas.

 

Para explorar melhor estes conselhos, poderá consultar a tabela abaixo:

tabela sono.jpg

 

Hábitos de vida saudável iniciam-se em criança!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Eu: _ Isso é uma chávena de chá.

Estudante: _ Eu adoro chá… de manhã bebo quase sempre chá…»

 

Inicio este Post por assumir claramente que, irei escrever um pouco sobre a alimentação em crianças de idade escolar. Quero, contudo, sublinhar que, esta não é, de todo a minha área profissional, portanto, o que aqui escreverei terá como objetivo ser apenas um mote de reflexão para pais e educadores, sensibilizando para uma questão primordial na saúde de quem cresce.

Cada vez mais, questões como obesidade infantil, má alimentação e vida sedentária se tornam motivo de reflexão e dedicação de toda a comunidade escolar. Isto porque, uma alimentação saudável é determinante para um bom desenvolvimento físico e intelectual, além de promover a saúde e o bem-estar geral.

Como nos dizem os especialistas, «os hábitos alimentares aprendidos durante a infância determinam os comportamentos alimentares na idade adulta. Os pais, a família e os educadores em geral desempenham um papel muito importante na aprendizagem do “saber comer” porque, à semelhança do que acontece noutras áreas do saber, as crianças não estão dotadas de conhecimentos para escolher os alimentos em função do seu benefício e valor nutricional. As crianças apreendem os hábitos alimentares através da observação dos adultos, vivenciando a escolha, preparação e confeção dos alimentos.» (Guia Educadores Alimentação: 2013).

Concordo em pleno com estas afirmações, porque pela minha experiência, já vi crianças a comerem, ao lanche, bolos e batatas fritas e crianças a comerem cenouras e fruta, com o mesmo prazer e gosto.

Quando as crianças têm, por hábito, gastar dinheiro em guloseimas, constantemente, devem ser controladas com brevidade. As conversas e reflexões sobre este tema deve também ser uma constante, seja em casa, seja na escola.

Devo recordar que uma criança que não se sinta bem com o seu próprio corpo corre mais riscos de sofrer rejeição por parte dos colegas, tornando-se mais frágil.

Portanto, não considere estes assuntos menores, sempre que for necessário recorra a especialistas (nutricionistas, psicólogos) para melhor apoiar o estudante!

 

 

Para escrever sobre este tema socorri-me do Guia para Educadores de Alimentação  em Idade Escolar, e que deixo em anexo, para quem estiver interessado em ler mais sobre o assunto, de forma profissionalmente fundamentada.

 

crianca-comendo.jpg

(imagem retirada da internet)

PORQUE GOSTAM AS CRIANÇAS DE CORRER…?! – a importância do desporto

Mais do que uma vez já pensamos o seguinte sobre as crianças: “_depois de um dia tão preenchido ainda tem tanta energia?!” … efetivamente as crianças mostram grande energia para brincar, principalmente aquelas brincadeiras que convidam ao esforço físico, as corridas, as escondidas, etc… aproveitar estas vontades/necessidades para incluir um desporto no quotidiano destas crianças pode ser um importante passo na sua educação e desenvolvimento.

A prática de um desporto na vida de uma criança ou jovem proporciona os seguintes benefícios:

 

- melhorias na saúde;

- promove o convívio com novos colegas e professores;

- desenvolve empatia pelo grupo de pertença;

- incentiva a valorização do desporto;

- aumenta a autoestima;

- proporciona uma competição saudável;

- apresenta a capacidade de evolução;

- desperta empenho e dedicação;

 

Mesmo quando falamos da adolescência, faixa etária que nem sempre demonstra vontade e energia para se aplicar no desporto, sendo-lhe proposto algo bastante próximo dos gostos pessoais e incentivada pelos encarregados de educação, ou até mesmo ‘levada’ pelo grupo de amigos, torna-se papel fundamental e benéfico num momento fulcral de crescimento físico e psicológico.

 

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 No proximo Post irei escrever sobre as idades mais adequadas, ao início, de cada modalidade... venham visitar!

 

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