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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Fevereiro: exige uma séria conversa!

Este mês de fevereiro exige uma conversa com o aluno, principalmente entre a família e o aluno. Pois, estamos a meio do ano letivo e isso deve trazer responsabilidades muito conscientes, tanto para os estudantes, como para as famílias e toda a comunidade escolar. Por norma já se sabem os resultados escolares, os alunos já estão adaptados à realidade educativa, com a experiência de uns meses de aulas, de uma avaliação e de descanso no Natal. Portanto, já sabem quais as dificuldades e que estratégias devem seguir para melhorar resultados e aprendizagens.

Assim sendo, no início deste mês de fevereiro, deve ser concretizada uma conversa séria, entre estudante e família, repensando-se os meses de estudo que se avizinham. É necessário avaliar o que foi proveitoso e o que deve se melhorado, deve ser exigida mais responsabilização e um esforço contínuo, porque alguns alunos acabam por se apropriar das avaliações anteriores e dedicar-se menos, nas avaliações seguintes.

Aos que pouco se dedicaram e empenharam anteriormente, se não são responsabilizados e orientados, será muito difícil atingirem os resultados esperados. Deve ser também o momento de ponderação, para os que ainda não têm explicações, se existe essa necessidade? Se acontecer devem ser definidas agora… mais tarde já não fará muito sentido, pois rapidamente se chega ao final do ano letivo… faltam quatro meses para as férias de verão!

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Educação financeira: recebes mesada?

– PARTE II

Dando continuidade à publicação anterior, sobre a educação financeira e a sua importância, venho deixar algumas orientações para que, mesmo em crianças, comecem a sua aprendizagem nestes conceitos. Pois, quanto mais cedo começarem esta aprendizagem, melhores gestores serão, das suas próprias finanças, ou até, quem sabe, de empresas ou projetos…

Assim sendo, aqui ficam algumas propostas:

  • Mesada/semanada: para começar a aprender a receber um salário que deve gerir com cuidados;
  • Objetivos de compra: aprender a poupar para adquirir objetos mais caros, com o seu próprio dinheiro;
  • Pague por alguns trabalhos: defina algumas tarefas mais difíceis e estabeleça um acordo financeiro;
  • Sensibilize para o não desperdício: explique que não se estraga comida, nem outros objetos, partilhando também, roupas e brinquedos;
  • Deixe ir às compras: sozinho e acompanhado, a partir dos 10 anos já podem ir à mercearia ao lado de casa, fazer pequenas compras sozinhos e receber troco;
  • Exija responsabilidade: é muito importante saber cuidar das roupas, dos materiais e equipamentos, tanto seus como dos outros;
  • O mealheiro: as crianças com três anos já o podem receber, para começarem a aprender a guardar pequeninas quantias;
  • O tempo: é mais importante que os bens materiais: ensine qua nada é mais valioso do que o tempo para os outros, nada poderá comprar isso e que, na sociedade atual: tempo é dinheiro.

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A família fiscalizadora

Alguns estudantes apresentam, desde os primeiros anos de escola, uma grande responsabilização pelas tarefas escolares, pela organização do estudo e do material escolar. Outros estudantes vão desenvolvendo estas competências, ao longo dos anos letivos, de acordo com o seu próprio crescimento e desenvolvimento e com algumas orientações familiares e escolares…

E ainda, outros estudantes, apresentam-se sempre algo mais descuidados, despreocupados com as solicitações escolares e com preguiça para tais responsabilidades. Para esses, a família terá sempre de ter um papel mais controlador e fiscalizador, procurando educar para uma responsabilidade pessoal necessário, não apenas em contexto escolar, como nos mais variados contextos sociais, presentes e futuros.

 Assim, esta forma de fiscalização, que mais não é do que uma orientação constante e ativa, para confirmar que um dos principais papeis, de quem cresce está a ser bem concretizado, deve passar por:

  • Rever os cadernos escolares a cada semana ou quinzenalmente, para que tenham as matérias em dia, sumários escritos, tudo organizados e cuidados;
  • Apoiar no agendamento das datas de avaliações e esquematizar tempos de estudo;
  • Verificar se foram realizados todos os TPC’s, recorrer aos cadernos, onde estes estão anotados, para confirmar a existência, ou não destes;
  • Controlar as horas de estudo efetivo, como sabemos, muitos estudantes estão sentados na secretária e apenas ‘fingem’ estudar;
  • Definir e corrigir exercícios de estudo, sempre que necessário;
  • Fazer perguntas sobre a matéria a estudar para o teste, confirmando a clareza do estudo;
  • Marcar, com o Diretor de Turma reuniões individuais para se inteirar do comportamento e empenho do estudante;
  • Controlar descanso, alimentação e hábitos de vida saudável que apoiem a crescimento e desenvolvimento…

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Promover uma autonomia escolar, desde cedo!

«A professora pediu o meu e-mail… socorro que tenho de tomar conta das minhas coisas e dos recados…»

Quando as crianças começam a estudar no 1º ciclo são os pais que têm de orientar e de saber quais as datas dos testes, quais os TPC’s e o que se deve estudar… no entanto, progressivamente, a criança deve tornar-se autónoma, sendo que, a partir do 5º ano deve ser estimulada a ter estas capacidades:

  • Saber as datas de testes e de entregas de trabalhos;
  • Saber definir com os colegas os trabalhos de grupo e as tarefas;
  • Saber que TPC’s estão marcados e apontar, sempre, no caderno diário;
  • Saber as notas e avaliações a cada disciplina;
  • Saber o que estudar e quando estudar;
  • Definir um plano de estudo quando existem muitas tarefas escolares diferentes;

A sua ajuda é importante, mas sempre neste sentido… para motivar o estudante, no início de cada ano letivo, ofereça-lhe uma agenda escolar…

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Educar para a Inclusão

Diálogo entre mim e uma criança do ensino Pré-escolar:

«_ Criança: Preciso do cor de pele.

_Eu: Podem ser muitas cores, todos nós temos cores de pele diferentes…»

A maioria da sociedade luta, diariamente, para combater a discriminação, a desigualdade e os estereótipos. Penso que, a melhor forma de alcançar este objetivo é educar as novas gerações para a inclusão, a solidariedade e para a liberdade com respeito pelos outros.

Assim sendo, desde a idade pré-escolar, as crianças devem ser confrontadas com a diferença numa educação e formação direcionada para um espírito crítico de respeito e aceitação do outro, como diferente na sua condição e opinião, mas igual no direito e na dignidade.

É imprescindível ensinar que a discriminação e a crítica racial ou social são erradas, é necessário explicar que existem crianças com tons de pele diferentes, com necessidades especiais e com ideias diferentes e, acima de tudo, que o normal é sermos todos diferentes logo, é preciso aceitar e respeitar o outro, tal como é!

Podemos realizar com estas crianças, mais pequenas, vários jogos de inclusão, para que melhor interiorizem e aprendam.

No próximo Post deixarei sugestões de alguns atividades que poderão ser trabalhadas com vista à educação para a Inclusão.

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