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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O vestuário, a escola e os jovens…

Antes de mais vou partilhar duas conversas entre mim e jovens estudantes:

Diálogo entre mim e estudante de 3º Ciclo:

«Estudante: _ Hoje um colega meu foi obrigado, pela professora, a tirar os calções e vestir calças.

Eu: _ Porquê?

Estudante: _ A professora disse que não era adequado estar na sala de calções…

Eu: _ Eram curtos?

Estudante: _ Não eram abaixo do joelho… »

               

Diálogo entre mim e estudante de secundário:

«Estudante: _ Parece que o meu colégio vai ter uniforme…

Eu: _ Nos colégios até é uma prática normal…

Estudante: _ Pois, mas tenho colegas que dizem que se acontecer mudam-se….»

 

Pronto, já perceberam que este Post será uma reflexão sobre a roupa que os jovens usam… com estes diálogos surgem-me várias questões sobre o tema que gostaria de partilhar e juntar à vossa opinião!

Uma forma de mostrar o nosso gosto e também a nossa identidade é a forma de vestir, será castrador o uniforme escolar??? No entanto, existem profissões  em que é imperativo e facilitador esta uniformização, também será castrador???…

No entanto, definir o que é mais ou menos adequado vestir é também uma aprendizagem para o futuro, é uma marca social que não podemos ignorar! Mas, muitas vezes, ouvimos as críticas, principalmente às raparigas, porque têm uma roupa mais ousada ou uma maquilhagem mais irreverente… ???? Ou aos rapazes com as calças a caírem e rasgos por todo o lado….

Eu, pessoalmente, assumo que respeito a forma de vestir de cada criança e jovem, mas também compreendo que alguma educação vinda da família, nesse sentido, seja essencial…

Por aí? Opiniões? Experiências? Agradeço o apoio e a partilha nesta reflexão…

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Inquietude: ‘Pensar ao Contrário’

Numa das minhas leituras sobre Educação, dei por mim a refletir sobre um texto, do qual partilho a citação final:

«podemos dizer hoje que a tarefa fundamental dos educadores e dos interventores sociais continua a ser a de fazer recuar as fronteiras do possível, recusando a resignação e o fatalismo. Para isso, como propõe Gorz, precisamos aprender a ‘pensar ao contrário’» (Rui Canário: 1999, Construir Uma Escola Inclusiva).

 

Para aprender a ‘pensar ao contrário’ é necessário ensinar a ‘pensar ao contrário’ ou como digo aos jovens, com que me cruzo, ‘é preciso pensar fora da caixa’, ou seja, libertarmo-nos dos estereótipos e das fronteiras de pensamento que fomos adquirindo…

Só levantando a reflexão e abrindo os nossos horizontes podemos realmente aprender e ensinar, em conceitos que nos fazem crescer, enquanto ser humanos e cidadãos, são eles a tolerância, a paz, o respeito, a ajuda, a solidariedade, ….

Só sentindo sem fronteiras ensinaremos para além dos horizontes!

inquietudes.jpg

 

Janeiro:

um ‘saltinho’ à escola!

O ano civil é novo, mas o ano escolar já começou há muito, por isso chega o momento de deixar o quentinho da lareira, para dar lugar às cadeiras da escola. Por esta altura já a família sabe os resultados escolares de quem estuda, assim, devem todos refletir, em conjunto, se são os valores desejados, se o empenho no estudo é o necessário e se os métodos de estudo estão a funcionar como desejado.

Para ajudar nesta reflexão e na tomada de decisão devem sempre reunir com o/a Diretor de Turma do/a aluno, no sentido de escutarem o feedback sobre o percurso escolar e ajustarem decisões. Agora é proibido adiar decisões!

 

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Aulas Presenciais e Online….

Um ano letivo repleto de incertezas!

Hoje, com este Post pretendo debater com o/a leitor/a o ponto de situação das escolas e do ensino, em Portugal, ainda em tempos de pandemia.

Pelo que vou experienciando, o ano letivo iniciou repleto de incertezas e assim continua… volta e meia um aluno está em quarentena, um professor está em quarentena… de tal forma que, muitas vezes, as turmas chegam a estar reduzidas a metade!

Algumas escolas promovem o acesso às aulas online, aos alunos que estão em isolamento, por terem uma situação de saúde específica e também aos que estão em quarentena… outras escolas apresentam imensas dificuldades em uma ou ambas as situações!

Os planos de Emergência do Governo adapta-se a cada quinze dias, com alterações diretas nas atividades letivas, logo, alunos e professores ajustam-se constantemente.

Muitos e muitos alunos entram em quarentena por duas semanas, desajustam-se das rotinas e desorganizam as suas avaliações…

Ao fazer o ponto de situação de tudo isto, só revejo incertezas, dúvidas e inseguranças! Os estudantes estão a procurar adaptar-se a esta nova realidade, com aulas presenciais, sempre na dúvida se terão de voltar a casa, uns dias, uns meses… e, com tudo isto desejam alguma paciência, facilidade e apoio dos professores. Mas, os professores sentem o quanto tudo isto está a fragilizar as aprendizagens e procuram incentivar e aprofundar o ensino das matérias.

Resumindo, denoto que os estudantes estão com grande dificuldade em se adaptarem e em organizarem o seu estudo e empenho. Enquanto que, as famílias desesperam porque sentem os seus estudantes desorientados e desmotivados!!!

E vocês, leitores/as? Partilham da minha opinião? Acrescentam?  

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