Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

18
Jan 19

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publicado por Maribel Maia às 10:16

09
Jan 19

Ainda mantendo a mesma temática, muito haveria para refletir e questionar, sendo que educar crianças e jovens em risco, é sem dúvida um desafio para toda a sociedade.

Em termos jurídicos, sempre que uma criança ou jovem se apresenta como estando em risco de cometer, ou ser vítima de crime(s), aponta-se para uma ‘carência educativa’, em que, no seu processo educativo familiar não tenha sido bem sucedido, pelo que deverá caber ao Estado tutelar esta educação, colmatando as falhas apresentadas.

No entanto, pouco sei sobre os resultados destas intervenção sociais, tornando-se para mim uma inquietude…. Será que os casos de sucesso se salientam sobre os casos de fracasso? Estudos indicam que talvez não…. As medidas serão sempre as mais adequadas a cada caso específico? Estará a sociedade preparada para receber estes jovens após a processo de internamento em centro educativo? Estará a criminalidade infantil a diminuir?

Temática tão inquietante esta, para toda a sociedade!!!! Não concordam?

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:09

07
Jan 19

Hoje apresento aqui um tema, sobre o qual, assumo, não tenho muito conhecimento prático, as medidas tutelares educativas. Contudo, venho aqui escrever sobre elas, de uma forma simples e pouco profunda, apenas para esclarecer-me melhor, e esclarecer melhor o leitor que tenha alguma curiosidade. Deixando, como sempre, o espaço aberto, para que se possa conversar sobre o assunto, se assim o entenderem!

 

As medidas tutelares educativas são executadas juridicamente sempre que um jovem, com idades entre os 12 e os 16 anos, realizem uma infração criminal, punida por lei, mas que não apresentem idade legalmente reconhecida para serem julgados como adultos imputáveis, incluindo-se aqui um novo conceito de delinquência juvenil.

«Num sentido amplo, a delinquência juvenil refere todo o tipo de infração criminal que ocorre durante a infância e a adolescência. Num sentido mais restrito, a delinquência envolve o conjunto de respostas e de intervenções institucionais e legais em relação a menores que cometem infrações criminais ou que se encontram em situações ou exibem comportamentos potencialmente delinquentes” . Para além do agente e do objeto de um crime, existem ainda os “fatores de risco” , e estes são, no fundo, todas as circunstâncias que rodeiam e marcam a vida de um jovem» (Flávia Nunes: 2012).

A resposta a esta delinquência juvenil deve ter em atenção o respeito e promoção dos Direitos Humanos e os Direitos da Criança, assim como, os interesses e necessidades educativas e de (re)inserção social e ainda, os interesses das vítimas e a proteção da sociedade.

Por todas estas razões, judicialmente, existem um conjunto de medidas que podem ser aplicadas a estes jovens, estas serão definidas pelos Juízes, de acordo com o(s) crime(s) cometidos.

Assim sendo, a Lei Tutelar Educativa , em Portugal, contempla as seguintes medidas:

 

«- A admoestação;

- A privação do direito de conduzir ciclomotores ou de obter permissão para conduzir ciclomotores;

- A reparação ao ofendido;

- A realização de prestações económicas ou de tarefas a favor da comunidade;

 - A imposição de regras de conduta;

- A imposição de obrigações;

- A frequência de programas formativos;

- O acompanhamento educativo;

- O internamento em centro educativo.

(Dec. lei nº166/99 art4º - Lei tutelar Educativa).

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Continuarei com este tema no próximo Post!

publicado por Maribel Maia às 11:08

03
Jan 19

Todos os encarregados de educação e todos os estudantes ouvem falar sobre o conceito de Rendimento Escolar muitas vezes e por razões, até, diferentes. Mas, quando nos referimos a rendimento escolar ou académico, estaremos todos conscientes do seu significado e definição? Claro está que, falar sobre este conceito implica reflexão, análise e discussão.

Nas escolas portuguesas o rendimento escolar espelha-se pelas avaliações dadas no final de cada período letivo, definem o aluno, implicam a passagem ou retenção de ano e limitam a entrada nas faculdades…

O Rendimento Escolar prende-se com a obtenção de resultados positivos na avaliação escolar de cada estudante, ao longo de um ano letivo. Assim, este conceito aponta para uma medida de análise sobre as capacidades do estudante, em adquirir e aprender os conteúdos escolares lecionados, medindo capacidades, competências, aptidões e estímulos educativos.

 

«São vários os fatores que incidem sobre o rendimento escolar. Desde a dificuldade própria de algumas disciplinas (ou cadeiras) até à grande quantidade de exames que podem coincidir nas mesmas datas, passando pela ampla extensão de certos programas educativos, são muitos os motivos que podem levar um aluno a apresentar um fraco rendimento escolar/académico». (In: http://conceito.de/rendimento-escolar: 2016).

 

São, por isso, múltiplos os fatores que podem desencadear alterações no rendimento escolar de crianças, jovens ou adultos e tornar difícil o apoio ao estudante!

Por estas variadas razões, os especialistas assumem que, para se manter um bom rendimento escolar, o estudante deve manter hábitos de estudo contínuos e uma elevada motivação na procura de novo conhecimento, mantendo o foco nos objetivos predefinidos.

 

E porque é bom refletir em conjunto, aqui fica o convite para escreverem o que entendem e como entendem este tema!!!???

Imagem relacionada

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 15:09

28
Dez 18

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publicado por Maribel Maia às 11:55

27
Dez 18

Viver é aprender, seja nos bancos da escola ou nos caminhos da vida, por essa razão o provérbio “Burro velho não aprende línguas” está completamente ultrapassado! Nunca devemos virar as costas ao saber, nem inibir a vontade de conhecer que todos temos.

Por isso devemos lembrar a importância do conceito: Aprender ao Longo da Vida… Assumir que a educação não se pauta apenas pelos primeiros anos de vida, e que a educação ao longo da vida é uma realidade, não apenas confinada à educação formal, mas também presente na educação não-formal e informal, sublinha-se a ideia de que todos os contextos da vida adulta, pessoal, social e profissional contribuem para desenvolvimento integral do ser humano. O proporcionar e refletir sobre momentos de educação e formação de adultos torna-se, por esta razão, cada vez mais, uma motivação para os entendidos na área da educação.

Na sociedade atual podemos assistir a mudanças aceleradas em vários sectores, principalmente ao nível das tecnologias, colocando os indivíduos perante uma grande diversidade de novos problemas e de novas complexidades que exigem, a jovens e adultos, novas competências e novos saberes para uma adaptação constante ao mundo, estas exigências e tantas outras, que a sociedade nos empele devem ser olhadas como desafiantes e motivadoras, das quais conseguiremos retirar-lhes o melhor partido, uma vez que cultivamos o nosso espírito crítico e uma análise reflexiva permanente.

Imagem relacionada(Imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:40

18
Dez 18

Diálogo com um/a jovem de secundário:

«Eu: _ Por vezes escolhemos os nossos amigos de acordo com o que a sociedade pensa, ou temos vergonha de ser amigo de alguém…

Estudante: _ Eu não me importo… o meu melhor amigo é homossexual e é o meu melhor amigo… não vou deixar de ser por causa disso…

Eu: _ Mas.. se calhar tens amigos que não são assim, como tu!?

Estudante: _ Tenho.. Há sempre quem critique e goze! Mas eu acho errado…»

 

Sei que este tema sobre o qual hoje escrevo, não é fácil…de escrever… de o deixar ao leitor… de propor reflexão!!! Vou escrever sobre a homossexualidade e a forma como se promove uma educação para a inclusão quando se fala sobre este tema…

Hoje o casamento homossexual é legal em Portugal e em vários países… hoje existem crianças nas escola que podem ter, por família, dois pais ou duas mães, hoje devem-se educar crianças e jovens para esta aceitação e convivência as crianças de hoje serão os adultos de amanhã… e devem: compreender-se na sua sexualidade, respeitar as opções sexuais de cada um, condenar atitudes homofóbicas…

Por várias vezes já conversei com crianças e jovens sobre este assunto, assumi sempre uma postura séria e pedagógica sempre que me apresentaram o tema, ou colocaram questões… e posso referir que esta forma de abordar o assunto desperta a curiosidade dos estudantes, uma curiosidade também séria e sincera, de quem realmente percebe que é um assunto do qual devem perceber e refletir.

Na minha opinião, de acordo com a idade de cada estudante, todos devem ser (in)formados sobre sexualidade, a heterossexualidade, a homossexualidade, a transexualidade…… ensinar, esclarecer, orientar, debater… pode e deve fazer-se sempre que a oportunidade surja. Por tal opinião questiono: onde? Quando? Com quem? Serão os pais os principais educadores para tal tema? Será na escola que tais conversas se devam ter, entre pares e/ou professores? Toda a sociedade deverá apoiar esta educação inclusiva?

 

Resultado de imagem para homossexualidade(Imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 12:07

14
Dez 18

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publicado por Maribel Maia às 10:02

06
Dez 18

E se antes escrevi sobre livros, agora torna-se imprescindível escrever sobre a nossa Biblioteca Nacional que, com «um património documental vasto e muito diversificado que alcança quase dez séculos de história e cultura da sociedade portuguesa e abrange todos os temas e géneros que cabem num acervo bibliográfico, em contínuo crescimento. Um património que consagra um futuro para o passado e que a cada dia se constrói num registo sistemático do presente, para as gerações vindouras.» (in: http://www.bnportugal.pt/).

A Biblioteca Nacional de Portugal tem mais de duzentos anos de história, criada inicialmente por D. Maria I, em 1796, e seguida por conturbados locais de permanência, encontra-se agora no sólido e imponente edifício no Campo Grande, construído na década de sessenta.

Ao longo dos vários anos tem expandido a sua intervenção, tendo tido novo impulso a partir dos anos 80 com a abertura da sala de periódicos, o início dos empréstimos interbibliotecas, a informatização e a criação do Serviço de Música.

«Com mais de 200 anos, a BNP iniciou, em 2007, um processo de reestruturação que visa contribuir para o enriquecimento e divulgação do património bibliográfico nacional, bem como para modernizar, racionalizar e incrementar o seu funcionamento com vista a servir o público, a comunidade profissional, e os editores e livreiros.» (in: http://www.bnportugal.pt/)

Vele a pena visitar… explorar… ler…. refletir…

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publicado por Maribel Maia às 14:02

30
Nov 18

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publicado por Maribel Maia às 10:24

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