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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

As pessoas (quase)invisíveis…na escola….

As pessoas que trabalham como auxiliares da ação educativa estão presentes em todas as escolas, têm papeis importantes e fazem parte desta comunidade escolar que educa. Mas, tais profissionais nem sempre são valorizados, as famílias esquecem-se da existência destes zeladores e os estudantes, muitas vezes, olham para estas pessoas, mais como inimigas, do que como amigas e isso não é o mais correto.

Por vezes até aconselho às famílias, cujos filhos estão prestes a mudar de escola, para irem ao novo estabelecimento de ensino com o estudante, conhecerem o espaço e conversar com as pessoas que lá trabalham, estes auxiliares de educação podem ser também um apoio à integração escolar, tão importante como outros profissionais.

Vamos ensinar as crianças e jovens a respeitar e a valorizar o trabalho de todas as pessoas pertencentes à escola, papeis que tantas vezes passam despercebidos aos nossos olhos, mas que muito sentimos quando faltam!

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Inquietude:

Lembrem aos vosso filhos!!!

Estamos sempre a perguntar às crianças e aos jovens “O que queres ser quando fores grande?” e dessa pergunta estamos apenas à espera de uma resposta simples: uma qualquer profissão… No entanto, nós adultos sabemos muito bem que a nossa vida não se resumo a uma profissão, temos tantas outras escolhas na nossa identidade… já tivemos mais que uma profissão, já fizemos muitas escolhas familiares, temos outros objetivos particulares que ultrapassam uma profissão e que nos deixam tão realizados, individualmente… Aprendemos tanto com a vida, em paralelo com a formação académica e profissional!

Pois bem… lembrem aos vossos filhos/educandos que a vida trará mais do que uma decisão profissional. Expliquem-lhe que existem valores imprescindíveis para qualquer ser humano! Que ser feliz é ter vários sonhos e conseguir concretizá-los… e que nem todos os sonhos se compram… Recordem-lhe que, quando ele pensar no que “quer ser quando for grande” tem de pensar com carinho nas imensas possibilidades, para escolher com a responsabilidade de ser proprietário da sua própria vida!

Hoje, é apenas isto…

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A Orientações Vocacional, ficou nas escolas?

Inquietude

Hoje trago um tema que para mim, é mais uma inquietude das que, por cá, tenho por hábito escrever.

Com todas as alterações atuais implícitas pelo Estado de Emergência e pelo facto de que os estudantes estão em casa, sem irem à escola, tudo está diferente… e, no meio disto tudo, não consegui perceber muito bem, como ficou a Orientação Vocacional facultada pela escola, através de sessões coletivas e individuais de apoio ao estudante, relativamente às opções de formação e às saídas profissionais.

Os alunos que têm mais apoio neste sentido são os de 9º ano de escolaridade que, no final do ano letivo, têm de optar por diferentes áreas de ensino regular ou profissional. Assim como, os alunos de nível secundário que devem ser orientados para um percurso académico ou profissional, após a conclusão do 12º ano.

Pelo que tenho assistido, todos os esforços foram realizados, pelo Governo e pelas escolas, para darem continuidade aos estudos e ao ensino das matérias escolares, no entanto, não tenho percebido quais são as medidas realizadas para que se continue a oferecer este apoio aos estudantes, no que se refere à Orientação Vocacional e a todos estes apoios fundamentais.

Considero que, tal oferta escolar não pode ser desvalorizado, já que os jovens necessitam de realizar escolhas importantes para a sua vida futura e que implicam, não apenas a vida académica e profissional, mas também, a vida pessoal e futura!

Por aí, continua a existir apoio nesta área? Que experiência têm relativamente a este tema?

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Decide o teu futuro!

Muitos jovens, estudantes, estão em momento de pensar sobre a sua vocação, as saídas profissionais e escolha futuras.

Nestes momentos, todas as ajudas são bem vindas, por isso, visitar estes locais poderá ser um apoio:

 FIL - LISBOA

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EXPONOR - PORTO

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16ª Mostra Universidade do Porto

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Inquietude: Cursos Profissionais: que conceito?

Atualmente, os Cursos Profissionais oferecidos a jovens, finalistas do 9ºano de escolaridade, não são difíceis de encontrar… apresentam-se nas escolas de Ensino Secundário, nos Centros de Formação financiados pelo fundo do POPH e nos Centros de Emprego (IEFP) espalhados por todo o país.
Estes Cursos Profissionais intitulam-se de Cursos de Educação e Formação (CEF), ou Sistemas de Aprendizagem que conferem a dupla certificação, ou seja, a certificação de 12º ano e uma certificação profissional na área de opção. Embora não limitem o acesso ao ensino superior, a maioria dos estudantes que optam por tais cursos não pretendem seguir estudos a esse nível… E é precisamente neste ponto que gostaria de partilhar algumas das reflexões e inquietudes com o leitor.
Será que a sociedade procura impelir os seus jovens a enveredarem por um curso profissional porque o estudante não é detentor de bons resultados escolares? Estarão, estes cursos, a serem ‘olhados’ como formação menor em comparação com o ensino geral de nível secundário? Prepararão estes cursos estudantes para a Universidade? Serão estes cursos a melhor opção para quem pretende enveredar por uma profissão, sem o caminho da formação académica?
Assumo a limitação da minha experiência, já que, ela se desvenda apenas por alguns discursos de estudantes que referem mais facilitismos nos cursos profissionais e a visão de um caminho para quem ‘não gosta de estudar’ e que oferece maior componente prática do que teórica.
Estarei eu a ver um estigma que não existe? Qual é a sua opinião?

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Todos os professores têm alcunhas?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:
«Estudante: Quase todos os meus profs têm alcunhas… a professora de História é a ‘Escadote’, o ‘Chouriço’ é de Ciências…
Eu: Originalidade não vos falta!
Estudante: Os nomes têm sempre uma razão…»

Ao descrever este diálogo pode parecer o quanto rebeldes e pouco educados são os atuais estudantes das nossas escolas. Contudo, pelo contacto que fui desenvolvendo com eles, a minha opinião não se prende por aí… vejo estes jovens (com mais ou menos idade) a repararem em cada jeito, em cada gesto e em cada atitude de quem educa, de quem com eles convive diariamente.
Para mim, parece-me, apenas, o exemplo do quanto eles observam, avaliam e refletem sobre as atitudes dos adultos, as quais procuram como exemplo a seguir ou a não seguir.
Não seriamos nós também assim? No meu tempo de estudante de liceu, os professores também tinham alcunhas, porque deles dependiam, os nossos resultados escolares… através deles chegava-nos a matéria, tantas vezes mais motivadora pelo empenho, dedicação e carinho com que lecionavam. E, se existiram os professores que não nos convenciam a gostar da disciplina, outros houveram que nos despertaram, por completo, pela paixão entregue em cada aula dada, que nos ‘agarrava’ à secretária até à hora do toque, desejosos de saber mais.
E quantos não foram aqueles diretores de turma que ouviram, atentamente, cada queixa dos alunos procurando apoiar e orientar, transmitindo a segurança precisa e preciosa, num mundo tantas vezes tão hostil e inseguro que é um parque escolar.
Com, ou sem alcunhas adequadas, deixo aqui o meu agradecimento a todos os professores que fizeram e fazem a diferença nas escolas do nosso país! Obrigada!

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