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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Os irmãos são exemplos, nos sucessos e nas dificuldades.

Mesmo que a educação seja a mesma, as personalidades são sempre diferentes, portanto teremos sempre irmãos bem diferentes, com gostos e características diferentes! O mesmo acontece na escola, um é mais extrovertido, o outro mais aplicado… muitas vezes têm, também, preferências escolares diferentes.

No entanto, os irmãos acabam sempre por serem influenciadores, seja nas dificuldades em algumas disciplinas, seja nos sucessos avaliativos. Em casa, não há como não comparar… eles comparam-se, os pais comparam-nos…. Pode até chegar a uma pequena rivalidade de quem tira melhores resultados… 

As famílias devem sempre ter o cuidado de não permitir que estas comparações tragam ansiedades e ciúmes desnecessários e aflitivos para quem cresce. Sempre que conversam sobre estas possíveis comparações acenem que os irmãos nunca são iguais, devem ter personalidades muito diferentes e isso é bastante saudável! Pode sempre utilizar exemplos na família de irmãos com vidas e profissões muito diferentes mas que, a seu jeito, vivem felizes e realizados…

Aí por casa, quem tem mais do que um filho, ou irmãos? Sente/sentiu esta pressão e comparação?

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Não se distinguem brinquedos, roupas ou cores.. nas crianças!

Apenas felicidades…

Ao longo do crescimento de uma criança, as distinções entre brinquedos, roupas e cores entre diferentes géneros (sexos) não fazem qualquer sentido… todas as crianças têm gostos próprios e particulares, influenciados pelo meio, mas também influenciados pelas suas particulares características e personalidade.

Portanto, não importa se brinca com um carrinho, ou com uma boneca, desde que, a criança consiga criar e imaginar brincadeiras felizes, e seja também capaz de partilhar e brincar em conjunto de forma alegre e empática.

Por isso, ao adulto cabe apenas um simples cuidado: avaliar se o brinquedo em questão está adequado à idade e à capacidade da criança e se, pode trazer alguma forma de perigo.

Na minha opinião, também não deve existir qualquer preocupação na escolha da roupa, por cores ou tendências, basta que a criança se sinta confortável com o que tem vestido e esteja adequado ao clima, para não ter frio ou calor em demasia. Os tecidos, os estampados, as cores, os padrões, podem também fazer parte do gosto da criança que, ao participar na seleção da mesma aprende a responsabilizar-se por escolhas e decisões, com naturalidade.

De forma geral, não me parece nada correto fazer e ensinar esta distinção de objetos por género … se a criança anda com uma bicicleta azul porque era a bicicleta do irmão, as famílias estão apenas e poupar recursos… se o menino adora ‘a cozinha da barbie’, certamente irá adorar receber esse presente e brincará bastante com ele…

Portanto, mais do que não fazer decisões por género, não ensine esses estereótipos, não diga que ‘…isso é de menino/a…’... quando ´…isso é apenas de criança…’ e se a faz feliz nada mais importa…  para além disso, está a ensinar a criança a respeitar os gostos dos outros, sem críticas ou condenações…

 

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Os manuais digitais…. Vamos trocar opiniões?

Inquietudes...

Proponho a troca de opiniões sobre este tema: manuais digitais, porque a minha opinião não é nada favorável, depois de alguns anos de experiência, em apoio ao estudo a alunos que utilizam esta versão!! Assim, a troca de ideias, talvez me motive um novo olhar…

Para contextualizar: algumas escolas optam por facultar um computador a cada um dos seus alunos, com senhas de acesso às duas plataformas de manuais escolares: a Leya e a Porto Editora. Assim, os alunos encontram os seus manuais em formato digital, ‘saltando’ de plataforma em plataforma, de acordo com o manual necessário… por exemplo, se o manual de matemática é da Porto Editora, o manual de História já poderá ser da Leya!

As plataformas são diferentes, nos programas adicionais de estudo que oferecem e na forma de utilização, por entre cliques e modos técnicos!

Confusos??? Na prática não é muito mais simples…

Seja qual for a plataforma, os alunos precisam de consultar os manuais para estudar e para fazer exercícios. Como é óbvio não pode haver um post’it a identificar nenhuma matéria, nenhuma nota escrita pessoalmente, muito menos um sublinhar… nem no manual, nem no caderno de atividades.

Eu pessoalmente, gosto de abrir vários livros em simultâneo, par ajudar ao estudo, por exemplo, se o aluno está a fazer um exercício do caderno de atividades, o manual deve estar aberto na mesma matéria, junto com o caderno diário, para consulta… mas, não é possível… ou se abre o manual, ou se abre o caderno de atividades…

E para resolver a situação? Ora fecha um, ora abre outro, ora clica páginas à frente/atrás, ora clica para descer/subir, ora já passou a página, sem querer… (quem usa diariamente, sabe bem do que falo)…

E isto, porquê? Pois bem… se vemos a página inteira do livro, não se consegue ler… se fazemos zoom  lemos a pergunta mas já não vemos a imagem a que corresponde… ora sobe, ora desce….ora já passou a página, sem querer…

Como a exemplificação já vai extensa, não me alongo mais nesta saga!!Já perceberem perfeitamente que não concordo com esta forma digital, porque não existe melhor forma de estudar do que com os manuais escolares físicos!!

Nem vou debater sobre o mal que faz às crianças e jovens passarem horas e horas em frente a ecrãs… andamos a pedir-lhes para moderarem esses tempos e colocamos todo o estudo ali… em frente a um computador!?!?

Opiniões???

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Ao Quadro de Mérito chegam os alunos de ‘excelência’….

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _Sempre ficaste no quadro de mérito!!… tínhamos falado que talvez não fosse possível…

Estudante:_ Pois… eu ia ter 4 a educação física e não dava… mas o professor deu uma ajuda e deu-me 5 de nota final e fui!»

                        

É um orgulho para o estudante e para a família estar incluído na lista de estudantes da escola no Quadro de Mérito, significa que o aluno foi dos melhores naquele ano, conseguiu avaliações muito elevadas e demonstrou empenho e dedicação, ao longo de todo o ano.

Ao analisarmos cuidadosamente este conceito, certamente que existem opiniões divergentes sobre a existência, ou não, de tal catalogação… se por um lado, laureamos e aplaudimos os alunos que se esforçam para obter excelentes resultados, por outro lado, levarmos isto a exigências stressantes e a competições desmedidas pode trazer várias ideias e conflitos de opiniões.

Na minha opinião, os bons resultados devem ser sempre encorajados e incentivados, pois o estudante deve ter orgulho do seu trabalho e ser reconhecido pelo seu esforço. No entanto, como em tudo na vida, deverá ser na medida certa, sem excesso de vanglória, ou podemos desenvolver adultos narcisistas, um competidor desmedido ou, pelo contrário, colocar tanta pressão que bloqueia o processo de aprendizagem ou desmotive a vontade de aprender.

Muito importante é, reconhecer o esforço de cada estudante, tenham obtido Suficiente, Bom ou Muito Bom, porque as capacidades e competências não são iguais para todos. Somos melhores numa área do que em outra e isso também deve ser reconhecido….

Dê os parabéns ao aluno que tira 5 a matemática e também ao que tira 5 a educação visual… reconheça sempre o esforço do aluno, mesmo que após tanto empenho só tenha conseguido chegar ao 3…

Esta é a minha opinião… e a vossa? Fica aberta a janela dos comentários, para as partilhas e reflexões!

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O que motiva os adolescentes de hoje?

Vivemos num mundo ligado em rede, uma rede informática que nos tornou dependentes, em tão poucos anos. Se alguns dos adultos ainda estão reticentes e controlam o seu acesso a este meio de comunicação, com peso e medida… os adolescentes e jovens de hoje, estão completamente rendidos a este espaço paralelo e pouco real.

As novas tecnologias, os jogos, os vídeos e as redes sociais dominam, de tal forma, a vida quotidiana desta gente que cresce que, não conseguem passar um dia, que seja, sem um destes ecrãs. A televisão, está até, um pouco ultrapassada!

Se tudo isto os motiva, a escola desmotiva… nos intervalos é vê-los de telemóvel na mão… usam-no enquanto conversam, como se fosse objeto fundamental… assumem facilmente a sua dependência… e algumas famílias parecem partilhar tal vício… basta sentarmo-nos numa mesa de café e olharmos em volta!

É verdade que torna-se difícil reduzir este consumo de internet, pelos nossos estudantes, mas também é verdade que toda a sociedade precisaria de ponderar e refletir sobre estes seus hábitos, também… a educação faz-se com o exemplo!

Então, o que motiva estes adolescentes e jovens, de hoje?

  • as redes sociais;
  • os vídeos;
  • os videojogos;
  • as modas;
  • os chats;
  • os fast food;
  • as séries;
  • as músicas;

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