Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

17
Abr 19

Ficamos indignados sempre que ouvimos notícias de alguma criança que trabalhava ilegalmente numa qualquer empresa nacional ou internacional, mas todos os dias deparamo-nos com o trabalho infantil enquadrado em termos legais, na TV, nas revistas, no desporto, na música, na publicidade… valorizamos, sorrimos, aceitamos sem questionar… Ou estarei errada… e… já se questionou!?

 Permitiria que o seu filho trabalhasse e tivesse de conciliar isso com os estudos, sendo ele ainda uma criança? Considera de valor que uma criança experiencie momentos de tensão e ansiedade, nos concursos televisivos ou publicitários? Compreende que o trabalho é uma experiência de vida que ajuda no desenvolvimento, independentemente da idade? …

Os nossos avós e os nossos pais começaram a trabalhar, em média, após a conclusão da quarta classe, a maioria afastou-se dos bancos da escola, para ajudar no sustento da família, de si mesmos, ou seja, aos doze anos, já se responsabilizavam pelas rotinas profissionais e pelo salário obtido, não será isso de valorizar?

Atualmente, alguns educadores consideram de bastante importância para o desenvolvimento da responsabilização e da valorização financeira, o trabalho em part-time, em tempo de férias escolares, ou em algumas horas semanais, em pequenos trabalhos de empresas familiares.

Outros há que, incentivam crianças a fazerem parte dos ecrãs de televisão, seja em publicidade, atores, concursos, etc., onde a visibilidade é considerada de fama, os valores financeiros mais elevados e parece trazer um caminho para uma carreira profissional promissora…

Vários são os sentido de reflexão, certo é que, cada criança precisa de tempo para ser criança, para brincar, para estudar, para aprender, experimentar… ausente das ansiedades e dos stresses da vida adulta… essa sim, pode esperar!

Gostaria de receber opiniões, comentários, sobre o tema, para mim, tão complexo! Obrigada…  

Resultado de imagem para trabalho infantil(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:20

11
Fev 19

E passa-se um mês após o período letivo e os estudantes começam a olhar para o calendário a contabilizar os dias que têm testes… ou os dias em que não têm testes, já que estes apresentam-se todos quase em simultâneo.

Depois são dias e noites de estudo em contagem decrescente, para mais umas semanas sem avaliações.

Na minha opinião, parece-me pouco produtivo quando existem mais de dois testes por semana. Compreendo que os professores têm as suas limitações nesta área, passando-se a exigência totalmente para o aluno que deve trabalhar arduamente em algumas semanas.

Para minimizar esses stresses, lembro que é muito importante organizar o estudo antecipadamente, utilizando uma agenda constantemente atualizada.

Para além disso, os resumos da matéria devem ser realizados ao longo das semanas de estudo, porque não se estuda apenas um a dois dias antes do teste!

Por aí, opiniões sobre este tema?

HPIM2135.JPG

 

publicado por Maribel Maia às 12:06

14
Nov 18

Fui desafiada para participar na rubrica do blogue Stone Art Books: Leituras Alheias. Optei por deixar a minha opinião sobre um livro que muito me motivou a leitura: O Silêncio.

Se quiserem saber mais visitem aqui.

Grata à Magda pelo convite!!!

 

publicado por Maribel Maia às 10:57

30
Abr 18

Quando pensamos em ditados escolares, reportámo-nos há anos atrás, no nosso tempo de escola, quando a professora decidia ditar-nos um texto e tínhamos de o escrever em um único erro, com uma letrinha cuidada e sem pularmos das linhas imaculadas. Ao escrever sobre o assunto, algumas questões podem surgir aos leitores:

  • Mas afinal, hoje ainda se fazem ditados nas escolas?

Já no primeiro ano se iniciam os primeiro ditados, para auxiliar a memorização da correta escrita das palavras, algumas trabalhos de casa são para que os pais, em casa, realizem o ditado para o seu estudante e o corrija com ele. Como nos refere a investigadora Otília Costa e Sousa, « o ditado é uma das tarefas que permitem observar as zonas de dificuldades dos alunos, no que ao registo diz respeito. Ao observar as hesitações, as dúvidas e os erros, aluno e professor podem ter uma visão mais próxima do que está a ocorrer no processo de aprendizagem e quais as áreas da língua e/ou da escrita que causam mais problemas.» (2014)

  • Os ditados não são apenas estratégias de aprendizagem realizadas no 1º ciclo?

Os ditados são comuns em contexto sala de aula, no 1º ciclo, contudo, existem estudantes com características especificas e que podem necessitar que se continue a desenvolver estratégias de aprendizagens na escrita e na compreensão dos fonemas, nesse sentido, pode ser utilizado o ditado, como estratégia continuada, por exemplo em estudantes com dislexia ou disgrafia…

  • Os ditados são um bom método de estudo?

Para a autora  o ditado «é transformar um texto ouvido num registo gráfico, o que implica conhecimentos linguísticos, ortográficos, caligráficos e de convenções de escrita» (Otília Costa e Sousa: 2014). No 1º ciclo, os ditados são realizados pelos professores como «uma prática corrente e que os tipos de ditado variavam bastante: o ditado tradicional, o ditado a pares, o autoditado, o ditado no quadro, o ditado escrito a pares.» (ibidem).

 

Que experiência têm, os leitores, sobre este tema?

 

ditado.jpg

 

 

publicado por Maribel Maia às 11:02

16
Abr 18

Há alguns anos atrás, quando criei o meu blogue, optei por alojá-lo no Sapo Blogs… entretanto, fui conversando com pessoas amigas e falava sobre esta minha iniciativa de ter um Blogue!

Algumas pessoas aconselharam um outro lugar de alojamento, ‘é mais profissional’’dá mais visibilidade’… ouvi os conselhos, fui analisando e fui ficando…

Fiquei no Sapo até hoje, já lá vão mais de três anos… mas agora posso escrever porque fiquei:

  • Porque nenhum comentário fica sem resposta;
  • Porque aqui os bloggers são acolhedores e respeitam a nossa escrita;
  • Porque, depois destes anos, constroem-se amizades e afetos, neste mundo virtual;
  • Porque existem os Destaques, os Mais lidos e uma equipa fantástica a apoiar o nosso trabalho;
  • Porque existem os Tag’s , os Desafios e os Follow Fridays;
  • Porque já não vos trocava, ponto…. E se me quiserem ler, venham ao Sapo Blogs pois serão bem acolhidos!

 

Sei que este não é um dos meus Post’s habituais… mas é importante reconhecermos e agradecermos…!

Por tudo isto, Muito Obrigada!

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publicado por Maribel Maia às 10:50

08
Nov 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3ºciclo:

«Estudante: Tenho de fazer uma composição sobre uma pessoa famosa… não conheço ninguém e não sei o que escrever….

Eu: Se gostas de tocar guitarra, também gostas de ouvir música, certo?

Estudante: Gosto… bastante…

Eu: O que gostas mais de ouvir?

Estudante: Nirvana…. Ah… posso escrever sobre kurt Cobain???

Eu: Sabes alguma coisa sobre ele?

Estudante: Sei algumas coisas….»

 

 

Por vezes, ao longo das explicações, desenvolvia conversas paralelas com o estudante, se alguém ouvisse certamente poderia achar uma perda de tempo este desvio de tema, que fica muito longe da disciplina de Ciências… de História… etc… Lamento, mas discordo! Se concretizo algumas destas ditas ‘conversas paralelas’ é porque me interesso por quem está à minha frente, esse estudante não é apenas importante porque vai tirar boas notas nos testes… para mim importa saber o que o torna ansioso, nervoso, desmotivado, inseguro… aquilo que o motiva, alenta, desperta curiosidade… nestas conversas percebo o estádio de desenvolvimento emocional, as capacidades de raciocínio, de abstração e de memória… reconheço as caraterísticas que fazem o João, o Pedro, a Mariana, único/a e diferente de tantos outros meninos e jovens da mesma idade…

Portanto assumo esta minha necessidade de conversar com as crianças e com os jovens… de aprender com eles tudo aquilo que, diariamente têm para me mostrar.

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publicado por Maribel Maia às 14:11

29
Mai 17

Atualmente, os Cursos Profissionais oferecidos a jovens, finalistas do 9ºano de escolaridade, não são difíceis de encontrar… apresentam-se nas escolas de Ensino Secundário, nos Centros de Formação financiados pelo fundo do POPH e nos Centros de Emprego (IEFP) espalhados por todo o país.
Estes Cursos Profissionais intitulam-se de Cursos de Educação e Formação (CEF), ou Sistemas de Aprendizagem que conferem a dupla certificação, ou seja, a certificação de 12º ano e uma certificação profissional na área de opção. Embora não limitem o acesso ao ensino superior, a maioria dos estudantes que optam por tais cursos não pretendem seguir estudos a esse nível… E é precisamente neste ponto que gostaria de partilhar algumas das reflexões e inquietudes com o leitor.
Será que a sociedade procura impelir os seus jovens a enveredarem por um curso profissional porque o estudante não é detentor de bons resultados escolares? Estarão, estes cursos, a serem ‘olhados’ como formação menor em comparação com o ensino geral de nível secundário? Prepararão estes cursos estudantes para a Universidade? Serão estes cursos a melhor opção para quem pretende enveredar por uma profissão, sem o caminho da formação académica?
Assumo a limitação da minha experiência, já que, ela se desvenda apenas por alguns discursos de estudantes que referem mais facilitismos nos cursos profissionais e a visão de um caminho para quem ‘não gosta de estudar’ e que oferece maior componente prática do que teórica.
Estarei eu a ver um estigma que não existe? Qual é a sua opinião?

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publicado por Maribel Maia às 13:32

27
Mar 17

Concordo inteiramente com o que li no site: www.apagina.pt/: «As atividades de enriquecimento curricular (AEC) no 1º Ciclo devem ser “eminentemente lúdicas” e sem avaliação. Estas foram as orientações enviadas pelo Ministério da Educação (ME) às entidades que promovem as AEC, de acordo com um comunicado da tutela.

“Pretende-se que as AEC não constituam mais horas de ensino formal, aliviando-se a carga horário de atividades letivas dos alunos no 1º ciclo, dando espaço a atividades que cumpram as expetativas das crianças e a da sua formação integral”, refere o ME, que pretende que as atividades não sejam “um prolongamento de atividades formais de ensino”.» (In: A página agosto de 2016).

 

 

Hoje, a minha inquietude não é uma reflexão, é uma pergunta: Concordam? Têm filhos a frequentar AEC’s? Conhecem a realidade? As AEC’s são efetivamente lúdicas ou muito ainda falta a fazer?

Agradeço a vossa partilha e opinião….

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publicado por Maribel Maia às 12:05

13
Out 16

Alguns estudantes, alguns meses ou anos, após o início da aprendizagem escolar, da Língua Inglesa, começam a assumir uma aversão à disciplina e ao estudo desta, referem ser difícil de aprender e portanto apresentam avaliações mais baixas ou mesmo negativas.

Na minha opinião, na maioria destes casos, esta aversão reflete a perda de um fio condutor de aprendizagem, no decorrer da aprendizagem inicial já que, o estudante, não consegue acompanhar o grau de complexidade crescente que o estudo de uma Língua requer. No primeiro ano de estudo da Língua Inglesa são ensinados grandes pilares que sustentam o entendimento e funcionamento da língua, seja através da quantidade de vocabulário seja na estruturação gramatical que, se não ficar bem assimilada, não poderá apoiar outras aprendizagens futuras.

O meu conselho para colmatar tais lacunas de aprendizagem passa por um estudo acompanhado (explicador/pais) que identifique, explique e desenvolva práticas de consolidação de aprendizagens, de acordo com as dificuldades de cada estudante, devendo, este apoio, ser sempre individualizado e adaptado.  

 

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publicado por Maribel Maia às 15:41

10
Out 16

O apoio individualizado ao estudo, realizado por Explicadores/as, é cada vez mais procurado pelos encarregados de educação que procuram potenciar as qualidades e competências dos seus estudantes, proporcionando-lhes um estudo mais individualizado, personalizado, que apoie o ensino massificador da escola atual. Neste sentido, o papel do Explicador passa, de forma geral, por:

 

  • Ensinar métodos e técnicas de estudo;
  • Desenvolver responsabilidades no estudo;
  • Propor metas adaptadas a cada estudante;
  • Consolidar aprendizagens pouco estruturadas;
  • Adaptar o ensino às especificidades de cada estudante;
  • Desenvolver a capacidade reflexiva;
  • Construir exercícios adaptados e individualizados;
  • Esclarecer dúvidas das matérias a estudar…

 

 

Através da minha experiência, gostaria de associar a todos estas referencias  os três fatores primordiais que os estudantes apresentam como alterações positivas no seu estudo diário, após um acompanhamento individual de um/a explicador/a, são eles: o aumento da segurança perante a(s) disciplina(s) e a avaliação, a  melhoria de resultados escolares e maior empenho e dedicação ao estudo.

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publicado por Maribel Maia às 13:37

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