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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O vestuário, a escola e os jovens…

Antes de mais vou partilhar duas conversas entre mim e jovens estudantes:

Diálogo entre mim e estudante de 3º Ciclo:

«Estudante: _ Hoje um colega meu foi obrigado, pela professora, a tirar os calções e vestir calças.

Eu: _ Porquê?

Estudante: _ A professora disse que não era adequado estar na sala de calções…

Eu: _ Eram curtos?

Estudante: _ Não eram abaixo do joelho… »

               

Diálogo entre mim e estudante de secundário:

«Estudante: _ Parece que o meu colégio vai ter uniforme…

Eu: _ Nos colégios até é uma prática normal…

Estudante: _ Pois, mas tenho colegas que dizem que se acontecer mudam-se….»

 

Pronto, já perceberam que este Post será uma reflexão sobre a roupa que os jovens usam… com estes diálogos surgem-me várias questões sobre o tema que gostaria de partilhar e juntar à vossa opinião!

Uma forma de mostrar o nosso gosto e também a nossa identidade é a forma de vestir, será castrador o uniforme escolar??? No entanto, existem profissões  em que é imperativo e facilitador esta uniformização, também será castrador???…

No entanto, definir o que é mais ou menos adequado vestir é também uma aprendizagem para o futuro, é uma marca social que não podemos ignorar! Mas, muitas vezes, ouvimos as críticas, principalmente às raparigas, porque têm uma roupa mais ousada ou uma maquilhagem mais irreverente… ???? Ou aos rapazes com as calças a caírem e rasgos por todo o lado….

Eu, pessoalmente, assumo que respeito a forma de vestir de cada criança e jovem, mas também compreendo que alguma educação vinda da família, nesse sentido, seja essencial…

Por aí? Opiniões? Experiências? Agradeço o apoio e a partilha nesta reflexão…

jovens adolescentes.jpg

 

Aulas Presenciais e Online….

Um ano letivo repleto de incertezas!

Hoje, com este Post pretendo debater com o/a leitor/a o ponto de situação das escolas e do ensino, em Portugal, ainda em tempos de pandemia.

Pelo que vou experienciando, o ano letivo iniciou repleto de incertezas e assim continua… volta e meia um aluno está em quarentena, um professor está em quarentena… de tal forma que, muitas vezes, as turmas chegam a estar reduzidas a metade!

Algumas escolas promovem o acesso às aulas online, aos alunos que estão em isolamento, por terem uma situação de saúde específica e também aos que estão em quarentena… outras escolas apresentam imensas dificuldades em uma ou ambas as situações!

Os planos de Emergência do Governo adapta-se a cada quinze dias, com alterações diretas nas atividades letivas, logo, alunos e professores ajustam-se constantemente.

Muitos e muitos alunos entram em quarentena por duas semanas, desajustam-se das rotinas e desorganizam as suas avaliações…

Ao fazer o ponto de situação de tudo isto, só revejo incertezas, dúvidas e inseguranças! Os estudantes estão a procurar adaptar-se a esta nova realidade, com aulas presenciais, sempre na dúvida se terão de voltar a casa, uns dias, uns meses… e, com tudo isto desejam alguma paciência, facilidade e apoio dos professores. Mas, os professores sentem o quanto tudo isto está a fragilizar as aprendizagens e procuram incentivar e aprofundar o ensino das matérias.

Resumindo, denoto que os estudantes estão com grande dificuldade em se adaptarem e em organizarem o seu estudo e empenho. Enquanto que, as famílias desesperam porque sentem os seus estudantes desorientados e desmotivados!!!

E vocês, leitores/as? Partilham da minha opinião? Acrescentam?  

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Uma partilha, em Blogue Alheio!

Foi com todo o gosto que aceitei mais um desafio proposto nesta blogosfera. Desta vez veio  a pedido da nossa querida Ana de Deus.

O desafio consistiu em escrever uma reflexão sobre a Paz. Portanto, se quiserem ler este meu texto, podem visitar o Busy Bee, aqui… Espero que gostem!!!

Muito obrigada, querida Ana!!!

Paz.jpg

 

Inquietude: Passar de ano com várias negativas.

De uma forma muito básica, pela legislação, alunos com três negativas, incluído nelas a disciplina de Português e Matemática, não deveriam concluir o ano escolar, ficariam retidos. No entanto, muitos são os comentários nas redes sociais e entre os alunos também, a referirem com protesto que existe quem tenha concluído o ano letivo com estas negativas ou mais ainda!

Assumo que, cada caso é especial e as facilidades têm, na maioria dos casos, um motivo e justificação específico e que, como desconheço, não posso opinar como válido ou não.

Mas, penso que, apesar disso… e num blogue pessoal… posso deixar a minha opinião sobre o tema e também ler a opinião dos meus leitores.

Este assunto torna-se, para mim, uma inquietude, por duas razões:

1º - Pelo que converso com os estudantes, eles assumem isto como um desrespeito e uma injustiça perante o esforço e empenho que tiveram, ao longo de todo o ano letivo;

2º - Porque deveriam existir outras formas de apoiarem estes alunos, que certamente precisam de ajuda, ao longo de todo o ano, como várias estratégias concertadas entre vários profissionais de ensino, facilitar nunca será o melhor caminho de desenvolvimento e aprendizagem…

 

Para mim, o facilitismo em nada permite que um estudante se desenvolva e se prepare para o mundo social e profissional que irá encontrar futuramente, quando se fizer jovem e adulto. 

 

Lerei as vossas opiniões, sobre este assunto, com a maior das atenções!

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Gosto de vir cá…

Já escrevo este Blog há alguns anos. Comecei a escrever com o objetivo de partilhar a minha experiência na área da educação, tentando ajudar os meus leitores com dicas e propostas. Agora, para além deste objetivo inicial, gosto de vir cá, ler outros Blogues, escritos por quem tem jeito natural para a escrita e para o pensamento reflexivo, gosto de ler vivencias quotidianas escritas de forma original e sem tabus… gosto das reflexões de pessoas mais anónimas na sociedade, mas com ideias claras e interessantes sobre os mais variados assuntos…

Por cá, gosto de aprender com vocês… gosto de escolher os meus favoritos do dia… gosto de comentar, carinhosamente, o pensamento partilhado de quem escreve… gosto de ler os comentários à minha escrita, sempre com tanto respeito… gosto deste Mundo dos Blogues…!!!

Quando comecei… nunca pensei que seria uma experiência tão enriquecedora para mim… Obrigada a todos os/as Bloggers, por tudo isto!  

blog.jpg

 

INQUIETUDES: Trabalho Infantil…concorda?

Ficamos indignados sempre que ouvimos notícias de alguma criança que trabalhava ilegalmente numa qualquer empresa nacional ou internacional, mas todos os dias deparamo-nos com o trabalho infantil enquadrado em termos legais, na TV, nas revistas, no desporto, na música, na publicidade… valorizamos, sorrimos, aceitamos sem questionar… Ou estarei errada… e… já se questionou!?

 Permitiria que o seu filho trabalhasse e tivesse de conciliar isso com os estudos, sendo ele ainda uma criança? Considera de valor que uma criança experiencie momentos de tensão e ansiedade, nos concursos televisivos ou publicitários? Compreende que o trabalho é uma experiência de vida que ajuda no desenvolvimento, independentemente da idade? …

Os nossos avós e os nossos pais começaram a trabalhar, em média, após a conclusão da quarta classe, a maioria afastou-se dos bancos da escola, para ajudar no sustento da família, de si mesmos, ou seja, aos doze anos, já se responsabilizavam pelas rotinas profissionais e pelo salário obtido, não será isso de valorizar?

Atualmente, alguns educadores consideram de bastante importância para o desenvolvimento da responsabilização e da valorização financeira, o trabalho em part-time, em tempo de férias escolares, ou em algumas horas semanais, em pequenos trabalhos de empresas familiares.

Outros há que, incentivam crianças a fazerem parte dos ecrãs de televisão, seja em publicidade, atores, concursos, etc., onde a visibilidade é considerada de fama, os valores financeiros mais elevados e parece trazer um caminho para uma carreira profissional promissora…

Vários são os sentido de reflexão, certo é que, cada criança precisa de tempo para ser criança, para brincar, para estudar, para aprender, experimentar… ausente das ansiedades e dos stresses da vida adulta… essa sim, pode esperar!

Gostaria de receber opiniões, comentários, sobre o tema, para mim, tão complexo! Obrigada…  

Resultado de imagem para trabalho infantil(imagem retirada da internet)

Quantos testes por semana?

E passa-se um mês após o período letivo e os estudantes começam a olhar para o calendário a contabilizar os dias que têm testes… ou os dias em que não têm testes, já que estes apresentam-se todos quase em simultâneo.

Depois são dias e noites de estudo em contagem decrescente, para mais umas semanas sem avaliações.

Na minha opinião, parece-me pouco produtivo quando existem mais de dois testes por semana. Compreendo que os professores têm as suas limitações nesta área, passando-se a exigência totalmente para o aluno que deve trabalhar arduamente em algumas semanas.

Para minimizar esses stresses, lembro que é muito importante organizar o estudo antecipadamente, utilizando uma agenda constantemente atualizada.

Para além disso, os resumos da matéria devem ser realizados ao longo das semanas de estudo, porque não se estuda apenas um a dois dias antes do teste!

Por aí, opiniões sobre este tema?

HPIM2135.JPG

 

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