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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Novos Incentivos para crianças!

Ao longo dos anos tenho vindo a partilhar pequenas vinhetas/etiquetas personalizadas, às quais intitulei de Incentivos. Este material é muito utilizado no 1º ciclo do ensino básico, entre professores, com o objetivo de motivar o aluno a dedicar-se às tarefas escolares.

Esta atitude pode ser também reproduzida em casa, em família. Sendo que o adulto oferece um dos Incentivos a quem cresce, seja como uma forma de gratificação e felicitação pelo empenho, ou bom comportamento, ou para baixar níveis de ansiedade e elevar níveis de autoestima.

Esta oferta do incentivo não precisa de ser direta, pode deixar de forma discreta, na lancheira da criança, no quarto, ou em algum objeto pessoal, para que a criança leia e sinta o quanto é importante e o quanto se preocupam!

Não se esqueça: simples gestos e atitudes, nas crianças e adolescentes, valem muito mais do que brinquedos e objetos caros!!!

E, como estas simples etiquetas são bastante procuradas aqui no blogue, decidi voltar a partilhar novas, para que não falte originalidade do momento de incentivar e motivar.

 

 

Incentivar quem merece!

Tantas e tantas vezes tenho escrito que, o reforço positivo e o incentivo são fundamentais para apoiar o desenvolvimento de quem cresce, seja a nível emocional, seja na formação e aprendizagem.

Esses incentivos podem ser simples, como palavras, gestos, presentes simbólicos. Nunca é necessário algo de muito sofisticado ou financeiramente dispendioso, para motivar e agradar crianças e jovens, que valorizam muito mais a atitude, a preocupação e a intenção de quem os apoia sempre.

Portanto, para que este incentivo seja criativo e diferente, podem imprimir os desenhos com as pequenas frases que aqui deixo e depois basta oferecer a quem merece, sempre que considerar pertinente!

incentivos.jpg

Imagens retiradas do Pinterest

 

O papel especial do/a Explicador/a

Conversa entre mim e um/a estudante de Secundário:

«Eu: _ A preparação para o Exame Nacional na escola, se for só com um aluno, é como se fossem explicações!

Estudante: _«Não, nada disso! A relação professor aluno é muito diferente da relação explicador aluno… Estamos muito mais à vontade, nem há comparação!»

 

O papel de um/a explicador/a é, de facto, muito particular e pode ser de enorme apoio para quem estuda. Não consegue, de todo substituir o papel dos professores e da escola, mas pode ser um complemento a todo este processo de aprendizagem e um facilitador de desenvolvimento na aquisição de conhecimentos.

Com este profissional o estudante sente-se mais à vontade para colocar as suas dúvidas, muitas vezes, repetir estas dúvidas até se sentir mais seguro.

Por vezes existe alguma dificuldade, por parte dos alunos, em organizar e definir um programa de estudo adequado e completo, tarefa que se torna mais fácil com o apoio constante do explicador.

Para além disso, não menos importante, volta e meia o explicador passa a ter um papel de confidente, com necessidade de oferecer um pouco de apoio psicológico/motivacional, apelando à responsabilidade e melhorando a autoestima de quem estuda.

Aproveito este artigo também para felicitar e incentivar todos os explicadores que fazem o seu trabalho com imenso amor e dedicação é um trabalho mais particular e menos visível, no entanto, tão importante e fundamental para quem estuda.

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Mais do que não saber Matemática… As inseguranças da disciplina…

Com o passar dos anos, para mim, tornou-se mais evidente a dificuldade em que se torna a disciplina de matemática, e mais claro que não é porque seja uma disciplina de enorme dificuldade, mas devido aos medos e inseguranças que esta desperta em quem estuda.

Este crescer de inseguranças, de ‘eu não percebo nada disto’ e do ‘isto é muito difícil para mim’ é o maior de todos os problemas. Esta constante negação torna os alunos desatentos, desmotivados e desistentes.

Depois, quando a situação se torna mais grave, porque as negativas surgem de forma constante e as famílias consideram que o melhor é recorrer a apoios e às explicações, o sentimento de incapacidade já se instalou de tal forma que, o estudante mostra muita resistência em assumir as suas capacidades e nenhuma vontade de querer desenvolver muito estudo na matéria.

Portanto, na minha opinião, não existe nenhum elixir para se ser bom a matemática, mas nunca se pode permitir o total desinteresse, ou o transformá-la num ‘monstro escolar’. É necessário agir antes de que isso aconteça e, muitas vezes, significa começar no 1º ciclo!

aprender.jpg

 

 

Caderno diário: organização e orientação eficaz

A motivação e responsabilidade do aluno pela escola reflete-se prontamente através de uma análise dos seus cadernos diários. Em simultâneo são presságio para melhores avaliações e melhores resultados.

Cada caderno diário deve estar organizado, com os sumários em dia, a matéria que os professores propõe ser anotada deve estar correta, legível, de preferência devem-se usar cores diferentes ou sublinhadores.

Os trabalhos de casa devem estar realizados logo após as anotações e os sumários… todos os exercícios realizados devem ter a anotação da página de onde foram retirados e o número do exercício. Os cadernos devem estar sempre legíveis, quer para o próprio aluno, quer para os professores, família, ou mesmo para qualquer colega que tenha a necessidade de pedir emprestado.

Haverá necessidade de pedir um caderno emprestado quando o aluno faltou à disciplina e, portanto, não tirou os apontamentos necessários, o mais rapidamente que possa deve fazê-lo: copiar tudo, de forma organizada e  procurar as dúvidas referentes a essa matéria.

Esquecer de levar o caderno não deve acontecer, no entanto, no início do ano letivo, enquanto os estudantes não se adaptam às rotinas, também poderá surgir uma exceção, nesse caso deve utilizar um caderno de outra disciplina (últimas páginas) e quando chegar a casa deve acrescentar a matéria em falta.

A meio de cada Período, as famílias podem solicitar os cadernos diários, no sentido de perceberem se estão organizados e atualizados, incentivando aos cuidados na letra e nos métodos usados. Esta atenção e cuidado familiar deve ser adaptada a cada estudante, de acordo com a sua responsabilidade para a tarefa!

Por fim, mas também muito importante são os TPC’s que são propostos em aula e que devem ser anotados no caderno diário, ou em folha própria, porque já sabemos que, se o aluno procura apenas memorizar os trabalhos de casa a fazer, quando chegar a casa não se vai lembrar-se, ou é bem possível que confunda páginas e exercícios….  

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