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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O material necessário para Matemática.

Algumas disciplinas exigem a aquisição de materiais específicos, como é o exemplo da educação visual, educação musical, educação física, físico-química ou matemática.

Hoje venho escrever sobre os materiais necessários à disciplina de matemática. No momento de os adquirir tenha em consideração que, nem sempre os alunos tomam grandes cuidados com os objetos, eles irão passar muitas horas em mochilas e facilmente se irão quebrar. Portanto, não opte por materiais caros, pois têm as mesmas funções e o tempo de duração será o mesmo.

Os materiais mais comuns a serem adquiridos para a disciplina de matemática, são:

Calculadora: não será necessário no 1º ciclo. No 2º ciclo basta uma calculadora dita normal. Só no 3º ciclo é que será necessário uma calculadora científica. Mais tarde, no secundário, poderá ser necessário uma calculadora gráfica esta, claramente, bastante cara, aconselhem-se com o professor da disciplina antes da compra.

Compasso: opte por um compasso simples, quanto mais complexo, mais difícil será para o aluno utilizar, para além disso muitos alunos adoram desmontá-lo e com isso reduzem-lhe o tempo de duração;

Régua: já solicitada no 1º ciclo, deve ser pequena, não é necessário mais do que 15cm, de preferência maleável, como andam muitas vezes soltas na mochila acabam por se partirem facilmente;

Esquadro: é apenas solicitado algumas vezes, dependendo dos anos letivos e dos professores, portanto não o compre sem que seja pedido, portanto, só deve ser levado para a aula quando é orientação do professor;

Transferidor: é utilizado praticamente todos os anos letivos, no entanto, apenas a dada altura da matéria e só nesse momento deve ir na mochila.

 

diciplinas.jpg

 

 

Expressões que orientam na resolução de problemas

No seguimento do post anterior, algumas palavras ou frases podem ajudar a perceber qual, ou quais, os cálculos que serão necessários fazer para chegar ao resultado pretendido.

Se o estudante conseguir ler com bastante atenção irá identificar essas ditas ‘palavras chave’ e poderá assim perceber se terá de fazer contas de: somar, subtrair, multiplicar ou dividir; sendo que, por vezes, são necessários vários cálculos para chegar ao resultado pretendido.

Partilho aqui uma tabela com algumas expressões comuns de orientação, mas claramente que existem outras mais:

matemática.jpg

 

O problema dos problemas!

Muitas vezes os estudantes até aprendem bem a matemática, mas quando se propõe a execução dos problemas matemáticos, acabam por falhar a maioria deles, principalmente, os de maior complexidade, que exigem vários cálculos.

Isto acontece porque apresentam grandes dificuldades em interpretar a exposição do problema e mais dificuldades ainda em perceber o que está a ser pedido como resultado final, ou seja, toda esta complexidade de abstração fica aquém do necessário.

Aqui, a maior dificuldade não está na matemática, mas na interpretação da língua portuguesa, é preciso recolher todas as informações dadas pelo texto e perceber qual é o objetivo do problema descrito. A capacidade de leitura e interpretação são fundamentais para a resolução de problemas matemáticos.

Se precisas de algumas dicas para resolver problemas, qui ficam:

  • Lê várias vezes o texto, com muita atenção;
  • Observa as imagens que apoiam o problema (quando existem);
  • Aponta a informação relevante;
  • Enumera quantas operações devem ser efetuadas;
  • Faz desenhos se sentires maior segurança;
  • Relembra a matéria que tens aprendido em aula, deverá estar relacionada;
  • Efetua todos os cálculos que consideres necessários;

Mais apoio sobre este assunto na próxima publicação…

aulas.jpg

 

Fichas de matemática, divertidas!

Hoje, trago mais uma partilha de documentos, retirados de vários sítios da internet, para serem realizados em tempo de férias.

Desta vez, a atividade é mais desafiante para os alunos de 1º ciclo, embora os alunos mais crescidos também o possam fazer, para recordar e treinar conceitos básicos de matemática!

Assim, nestas férias, estudas de forma divertida!

fichas_matemática.pdf

verao (1).jpg

 

Para cada disciplina uma diferente dificuldade

São uns estudantes que entendem bem a matemática, são outros que têm uma apetência natural para a aprendizagem de línguas… uns memorizam com facilidade outros há que preferem entender a matéria… são várias as especificidades de cada aluno que alteram a forma de aprendizagem, para além disso, cada disciplina tem as suas características e apresentam dificuldades diferentes.

Alguns estudantes apresentam as suas dificuldades no seguinte: 

 

Na matemática o difícil é resolver problemas! Os estudantes apreendem bem as regras e os cálculos, mas no momento de os colocar em prática, através do problemas matemáticos, tudo se torna mais difícil. Alguns não sabem como chegar ao resultado, outros não conseguem entender a questão…

 

Na língua portuguesa o difícil é a gramática, cada vez mais, as crianças e jovens escrevem sem cuidados ortográficos e, mesmo assim, nem sabemos como, entendem-se na escrita, logo, quando, na escola, lhes é pedido para utilizarem regras gramaticais tudo fica mais difícil… até compreendem os textos e sabem as respostas, mas as coordenadas e subordinadas, por exemplo, já se torna bem mais complexo…

 

Na língua estrangeira o difícil é decorar todo o vocabulário. Quando os alunos começam a aprender uma língua estrangeira, estudam-na durante um ano letivo e depois, nas férias, tudo fica esquecido… estudam o vocabulário para o teste mais próximo e, no dia seguinte ao teste, o que foi memorizado foi apagado… se isso não funcionaria com a nossa língua materna, como poderá funcionar com uma língua estrangeira?

 

Na História o difícil é entender a cronologia dos acontecimentos. “Se no ano letivo passado estudei as invasões Francesas a Portugal, porque só este ano é que estou a estudar os Homo Sapiens?” A pergunta é, de todo, pertinente… torna-se mais difícil para os estudantes entenderem a matéria de História se não a entenderem tal como o nome indica, como uma história repleta de emoção, acontecimentos importantes e romances que nos influenciam até aos dias de hoje… 

 

Na Geografia o difícil é entender o Globo Terrestre. Se os estudantes não têm curiosidade em saber mais sobre o planeta onde vivem, se não querem conhecer outros povos, outros países, outras realidades, torna-se difícil gostarem de Geografia. O estudante tem de ser desperto para estes gostos e para estas curiosidades, o planeta tem especificidades tão interessantes… viajar ajuda tanto a entender…

 

Nas Ciências Naturais o difícil é  memorizar conceitos de outras espécies de seres vivos e não vivos. Quando a matéria de ciências se relaciona com o corpo humano, parece ser mais fácil e interessante que um aluno goste e entenda a matéria, mas quando se estudam as plantas, ou alguns animais, tudo parece desinteressante e longínquo… os estudantes têm de ser humildes no estudo e respeitar a importância de tudo o que nos rodeia e que precisamos proteger! O isolamento da natureza que trazem as grandes cidades, também não ajuda…

 

Na Físico-química o difícil é memorizar as fórmulas e cálculos. Tal como aparece no nome, esta disciplina inclui dois conhecimentos diferentes, mas que se relacionam entre si, a física e a química, por norma os estudantes têm preferências por um destes conhecimentos. No entanto, tudo se complexifica quando, aliado aos conhecimentos é necessário memorizar fórmulas e saber realizar os cálculos associados… uns dizem até que não gostam de matemática… só para esclarecer…

 

Nas Artes e no Desporto muitos estudantes têm avaliações baixas porque não apresentam tanto empenho como em outras disciplinas, quando questionados sobre a situação dizem simplesmente que não gostam e que não têm jeito para a disciplina, raramente assumem a falta de empenho e de dedicação à disciplina em causa!

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