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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Pode ajudar ao estudo: material de apoio

Nesta altura do ano muito material escolar e de escritório se adquire, como forma de apoiar mais um ano letivo, algumas famílias optaram já por comprar muita coisa, aproveitando até algumas promoções, outras preferem aguardar pelas orientações dos professores, para comprarem o que, efetivamente, é necessário.

 Para ajudar nesta escolha, posso deixar aqui uma pequena lista de material de apoio ao estudo, que poderá ser uma mais valia, no dia a dia do estudante.

  • Gramática de língua portuguesa
  • Gramáticas das outras línguas estrangeiras (de acordo com os anos)
  • Dicionários de Português
  • Dicionário das outras línguas estrangeiras (alguns professores podem sugerir marcas específicas)
  • Livros de fichas que acompanham os manuais
  • Livros de preparação para exames nacionais (para alunos que este ano realizarão exames)
  • Um caderno de estudo para resumos, exercícios e estudo diário
  • Uma agenda
  • Livrinhos tipo ‘sabiçhão’ para os alunos de 1º ciclo
  • Livros de fichas extra às disciplinas com mais dificuldades

Bem sabemos que o orçamento familiar, neste mês, grita por socorro, e é uma ginástica imensa para as famílias dos estudantes, porque têm imenso para comprar nesta preparação de um novo ano letivo. Façam a melhor gestão possível, até porque algumas destas propostas podem ser adquiridas nos próximos meses.

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Livros para as férias dos estudantes

Algumas famílias têm de motivar muito o seu estudante a ler um livro, durante as férias.... outras têm de arranjar muitos livros para as férias… Seja qual for o caso, ler é fundamental e nestas longas férias é algo imprescindível.

Para ajudar na escolha dos livros, deixo aqui algumas propostas, por autores, que escrevem para um público infantil – juvenil… Na minha opinião, são livros de leitura fácil e leve, o que pode cativar e aumentar o gosto pela leitura.

 

Propostas, por autores:

  • Maria Teresa Maia Goanzalez, autora do livro A Lua de Joana e outros bastante motivantes para adolescentes;
  • Jeff Kinney, autor dos famosos: Diário de Um Banana, bem divertidos e abrangentes em termos etários;
  • Sophia de Mello Breyner Andresen, com imensas pequenas histórias, mas bem emocionantes animam os leitores mais pequenos;
  • António Mota, tem livros bastante diferentes, basta procurar a trama com que o leitor mais se identifica;
  • Ana Magalhães e Isabel Alçada, com os famosos livros Uma Aventura…, ainda hoje motivam o público jovem, com cativantes mistérios…

Por aí, mais alguns autores que possam aconselhar aos estudantes que estão de férias escolares????

férias.jpg

 

‘Direitos essenciais do Leitor’

Numa das minhas contínuas pesquisas para refletir e escrever neste Blog, encontrei estes dez ‘Direitos essenciais do Leitor’, apresentados na Obra de Daniel Pennac: Como um romance.

  1. Direito de não ler
  2. Direito de saltar páginas
  3. Direito de reler
  4. Direito a não acabar um livro
  5. Direito de ler seja o que for
  6. Direito à emoção (doença textualmente transmissível)
  7. Direito a ler onde quer que seja
  8. Direito a ler apenas algumas passagens dos livros
  9. Direito a ler em voz alta
  10. Direito a ficar em silêncio após a leitura

 

 

Estes ‘Direitos’ devem ser apresentados e refletidos com os jovens leitores, de forma a motivá-los para uma leitura recreativa, de prazer e gosto. Só assim se estimulam novos leitores assíduos!

Resultado de imagem para direitos do leitor

Fazer anotações na margem

Quantos dos meus livros escolares têm anotações nas suas margens realizadas por mim, com letrinha miudinha e escrito a lápis, com imensas abreviaturas e chamadas de atenção? A partir do ensino básico, praticamente, todos…

Esta prática habitual dos estudantes apoiam a memorização e a compreensão da matéria, tanto no momento da aula como posteriormente, em casa, no estudo.

Com a prática esta competência melhora e torna-se apoio fundamental. Por isso, cá ficam algumas dicas para realizar anotações:

  • Escrever palavras ou conceitos que resumam o conteúdo do parágrafo;
  • Usar abreviaturas como códigos para pequenas observações;
  • Usar sinais de pontuação para exprimir desacordo ou dúvidas;
  • Cruzar informações com outras matérias ou autores, fazendo referência a nomes ou páginas;
  • Utilizar post-its e sublinhadores para marcar páginas e temas importantes;
  • Não escrever em material que não nos pertence…

 

É de notar que, no momento de estudo, estas anotações sejam percetíveis e façam sentido ao estudante, só assim serão apoio concreto!

HPIM2053.JPG

 

A Biblioteca Nacional de Portugal

E se antes escrevi sobre livros, agora torna-se imprescindível escrever sobre a nossa Biblioteca Nacional que, com «um património documental vasto e muito diversificado que alcança quase dez séculos de história e cultura da sociedade portuguesa e abrange todos os temas e géneros que cabem num acervo bibliográfico, em contínuo crescimento. Um património que consagra um futuro para o passado e que a cada dia se constrói num registo sistemático do presente, para as gerações vindouras.» (in: http://www.bnportugal.pt/).

A Biblioteca Nacional de Portugal tem mais de duzentos anos de história, criada inicialmente por D. Maria I, em 1796, e seguida por conturbados locais de permanência, encontra-se agora no sólido e imponente edifício no Campo Grande, construído na década de sessenta.

Ao longo dos vários anos tem expandido a sua intervenção, tendo tido novo impulso a partir dos anos 80 com a abertura da sala de periódicos, o início dos empréstimos interbibliotecas, a informatização e a criação do Serviço de Música.

«Com mais de 200 anos, a BNP iniciou, em 2007, um processo de reestruturação que visa contribuir para o enriquecimento e divulgação do património bibliográfico nacional, bem como para modernizar, racionalizar e incrementar o seu funcionamento com vista a servir o público, a comunidade profissional, e os editores e livreiros.» (in: http://www.bnportugal.pt/)

Vele a pena visitar… explorar… ler…. refletir…

Biblioteca_Nacional_de_Portugal.jpg

 

O que contém um livro?

Quantos jovens ou adultos gostariam de realizar um sonho de escrever o seu próprio livro. Para além do especial jeito para a escrita, de um conhecimento sobre gramática e uma grande  imaginação, é necessário saber também que um livro, normalmente, contém:

 

  • Dedicatória: o autor dedica a sua obra a outra(s) pessoa(s), por razões afetivas ou intelectuais;
  • Prefácio: apresentação do livro onde inclui esclarecimentos prévios sobre a obra. Pode ser feito pelo próprio autor (prefácio autorial) ou por outra pessoa (prefácio alógrafo).
  • Posfácio: Palavra de esclarecimento ou de justificação colocadas no final da obra;
  • Epígrafe: citação breve, geralmente de outro autor, colocada antes do texto da obra ou à cabeça de partes ou de capítulos;
  • Notas: observações ao texto, da responsabilidade do autor, do tradutor, ou do editor; aparecem na margem inferior ou no rodapé, no fim da página, do capítulo ou da obra;
  • Índices: listas ordenadas de termos referentes ao livro, colocadas no início ou no fim da obra. Podem ser: alfabéticos; remissivos (ideográficos ou onomásticos); de gravuras; de extratextos; ou de locais referenciados;
  • Errata: índice que surge apenas quando a obra contém erros ou gralhas não detetadas antes da impressão. Aparece numa folha avulsa.

 

Agora… já se sente mais preparado para escrever o livro da sua vida? Ou mesmo pequenos textos repletos de ti?

Boa escrita!

book.jpg

(imagem retirada da internet)

 

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