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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

‘Direitos essenciais do Leitor’

Numa das minhas contínuas pesquisas para refletir e escrever neste Blog, encontrei estes dez ‘Direitos essenciais do Leitor’, apresentados na Obra de Daniel Pennac: Como um romance.

  1. Direito de não ler
  2. Direito de saltar páginas
  3. Direito de reler
  4. Direito a não acabar um livro
  5. Direito de ler seja o que for
  6. Direito à emoção (doença textualmente transmissível)
  7. Direito a ler onde quer que seja
  8. Direito a ler apenas algumas passagens dos livros
  9. Direito a ler em voz alta
  10. Direito a ficar em silêncio após a leitura

 

 

Estes ‘Direitos’ devem ser apresentados e refletidos com os jovens leitores, de forma a motivá-los para uma leitura recreativa, de prazer e gosto. Só assim se estimulam novos leitores assíduos!

Resultado de imagem para direitos do leitor

Fazer anotações na margem

Quantos dos meus livros escolares têm anotações nas suas margens realizadas por mim, com letrinha miudinha e escrito a lápis, com imensas abreviaturas e chamadas de atenção? A partir do ensino básico, praticamente, todos…

Esta prática habitual dos estudantes apoiam a memorização e a compreensão da matéria, tanto no momento da aula como posteriormente, em casa, no estudo.

Com a prática esta competência melhora e torna-se apoio fundamental. Por isso, cá ficam algumas dicas para realizar anotações:

  • Escrever palavras ou conceitos que resumam o conteúdo do parágrafo;
  • Usar abreviaturas como códigos para pequenas observações;
  • Usar sinais de pontuação para exprimir desacordo ou dúvidas;
  • Cruzar informações com outras matérias ou autores, fazendo referência a nomes ou páginas;
  • Utilizar post-its e sublinhadores para marcar páginas e temas importantes;
  • Não escrever em material que não nos pertence…

 

É de notar que, no momento de estudo, estas anotações sejam percetíveis e façam sentido ao estudante, só assim serão apoio concreto!

HPIM2053.JPG

 

A Biblioteca Nacional de Portugal

E se antes escrevi sobre livros, agora torna-se imprescindível escrever sobre a nossa Biblioteca Nacional que, com «um património documental vasto e muito diversificado que alcança quase dez séculos de história e cultura da sociedade portuguesa e abrange todos os temas e géneros que cabem num acervo bibliográfico, em contínuo crescimento. Um património que consagra um futuro para o passado e que a cada dia se constrói num registo sistemático do presente, para as gerações vindouras.» (in: http://www.bnportugal.pt/).

A Biblioteca Nacional de Portugal tem mais de duzentos anos de história, criada inicialmente por D. Maria I, em 1796, e seguida por conturbados locais de permanência, encontra-se agora no sólido e imponente edifício no Campo Grande, construído na década de sessenta.

Ao longo dos vários anos tem expandido a sua intervenção, tendo tido novo impulso a partir dos anos 80 com a abertura da sala de periódicos, o início dos empréstimos interbibliotecas, a informatização e a criação do Serviço de Música.

«Com mais de 200 anos, a BNP iniciou, em 2007, um processo de reestruturação que visa contribuir para o enriquecimento e divulgação do património bibliográfico nacional, bem como para modernizar, racionalizar e incrementar o seu funcionamento com vista a servir o público, a comunidade profissional, e os editores e livreiros.» (in: http://www.bnportugal.pt/)

Vele a pena visitar… explorar… ler…. refletir…

Biblioteca_Nacional_de_Portugal.jpg

 

O que contém um livro?

Quantos jovens ou adultos gostariam de realizar um sonho de escrever o seu próprio livro. Para além do especial jeito para a escrita, de um conhecimento sobre gramática e uma grande  imaginação, é necessário saber também que um livro, normalmente, contém:

 

  • Dedicatória: o autor dedica a sua obra a outra(s) pessoa(s), por razões afetivas ou intelectuais;
  • Prefácio: apresentação do livro onde inclui esclarecimentos prévios sobre a obra. Pode ser feito pelo próprio autor (prefácio autorial) ou por outra pessoa (prefácio alógrafo).
  • Posfácio: Palavra de esclarecimento ou de justificação colocadas no final da obra;
  • Epígrafe: citação breve, geralmente de outro autor, colocada antes do texto da obra ou à cabeça de partes ou de capítulos;
  • Notas: observações ao texto, da responsabilidade do autor, do tradutor, ou do editor; aparecem na margem inferior ou no rodapé, no fim da página, do capítulo ou da obra;
  • Índices: listas ordenadas de termos referentes ao livro, colocadas no início ou no fim da obra. Podem ser: alfabéticos; remissivos (ideográficos ou onomásticos); de gravuras; de extratextos; ou de locais referenciados;
  • Errata: índice que surge apenas quando a obra contém erros ou gralhas não detetadas antes da impressão. Aparece numa folha avulsa.

 

Agora… já se sente mais preparado para escrever o livro da sua vida? Ou mesmo pequenos textos repletos de ti?

Boa escrita!

book.jpg

(imagem retirada da internet)

 

Estudar é: FAZER ESQUEMAS

Muitas vezes, mais importantes do que os resumos e também, mais difíceis de produzir, são os Esquemas. A competência de elaborar um bom esquema demonstra grande capacidade organizativa, criativa e de síntese e estes são ótimos apoios, no momento de preparação para a avaliação, pois ajudam a organizar e sintetizar a matéria. O esquema pode também auxiliar um plano de estudo futuro.

 

Vantagens dos esquemas:

  • Podem receber reformulações e acrescentos constantemente;
  • Apresentam as ideias centrais a reter;
  • Definem as ideias principais e as ideias secundárias;
  • Recordam facilmente a matéria;
  • Economizam palavras;
  • São ótima base para um bom resumo;
  • Incluídos em ‘Trabalhos escritos’ organizam de forma sintética a informação exposta.

esquema1.gif

 

Estudar é: FAZER RESUMOS

A minha proposta para se estudar melhor algumas disciplinas, como por exemplo a História o as Ciências da Natureza, é começar por realizar um bom resumo sobre a matéria a estudar. A construção de resumos facilita na compreensão e assimilação de novas aprendizagens, permite o treino na escrita e na capacidade de síntese e exercita a capacidade de explicação com mais rigor e utilizando os conceitos associados ao tema em estudo.

 

 OS RESUMOS AJUDAM QUANDO:

Utilizas as tuas próprias palavras;

Estás bastante concentrado na sua concretização;

És fiel às ideias expostas;

Entendeste toda a matéria a resumir;

Organizas os resumos com cores, tópicos e palavras-chave;

Voltas a reler várias vezes até apreenderes toda a matéria;

Fazes uma seleção de temas principais e secundários;

Respeitas a ordem cronológica dos acontecimentos;

Defines conceitos e palavras-chave.

 

OS RESUMOS NÃO AJUDAM QUANDO:

Transcreves na integra o que está no livro;

      Estás distraído na sua concretização;

      Contradizes o que leste;

      Não entendeste parte da matéria a resumir;

      Constróis um resumo desorganizado e pouco legível;

      Não voltas mais a reler;

      Não fazes distinção de temas ou ideias;

      Não ordenas situações ou acontecimentos;

      Não sintetizas os conceitos presentes na matéria.

 

 

  

 

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