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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Para cada disciplina uma diferente dificuldade

São uns estudantes que entendem bem a matemática, são outros que têm uma apetência natural para a aprendizagem de línguas… uns memorizam com facilidade outros há que preferem entender a matéria… são várias as especificidades de cada aluno que alteram a forma de aprendizagem, para além disso, cada disciplina tem as suas características e apresentam dificuldades diferentes.

Alguns estudantes apresentam as suas dificuldades no seguinte: 

 

Na matemática o difícil é resolver problemas! Os estudantes apreendem bem as regras e os cálculos, mas no momento de os colocar em prática, através do problemas matemáticos, tudo se torna mais difícil. Alguns não sabem como chegar ao resultado, outros não conseguem entender a questão…

 

Na língua portuguesa o difícil é a gramática, cada vez mais, as crianças e jovens escrevem sem cuidados ortográficos e, mesmo assim, nem sabemos como, entendem-se na escrita, logo, quando, na escola, lhes é pedido para utilizarem regras gramaticais tudo fica mais difícil… até compreendem os textos e sabem as respostas, mas as coordenadas e subordinadas, por exemplo, já se torna bem mais complexo…

 

Na língua estrangeira o difícil é decorar todo o vocabulário. Quando os alunos começam a aprender uma língua estrangeira, estudam-na durante um ano letivo e depois, nas férias, tudo fica esquecido… estudam o vocabulário para o teste mais próximo e, no dia seguinte ao teste, o que foi memorizado foi apagado… se isso não funcionaria com a nossa língua materna, como poderá funcionar com uma língua estrangeira?

 

Na História o difícil é entender a cronologia dos acontecimentos. “Se no ano letivo passado estudei as invasões Francesas a Portugal, porque só este ano é que estou a estudar os Homo Sapiens?” A pergunta é, de todo, pertinente… torna-se mais difícil para os estudantes entenderem a matéria de História se não a entenderem tal como o nome indica, como uma história repleta de emoção, acontecimentos importantes e romances que nos influenciam até aos dias de hoje… 

 

Na Geografia o difícil é entender o Globo Terrestre. Se os estudantes não têm curiosidade em saber mais sobre o planeta onde vivem, se não querem conhecer outros povos, outros países, outras realidades, torna-se difícil gostarem de Geografia. O estudante tem de ser desperto para estes gostos e para estas curiosidades, o planeta tem especificidades tão interessantes… viajar ajuda tanto a entender…

 

Nas Ciências Naturais o difícil é  memorizar conceitos de outras espécies de seres vivos e não vivos. Quando a matéria de ciências se relaciona com o corpo humano, parece ser mais fácil e interessante que um aluno goste e entenda a matéria, mas quando se estudam as plantas, ou alguns animais, tudo parece desinteressante e longínquo… os estudantes têm de ser humildes no estudo e respeitar a importância de tudo o que nos rodeia e que precisamos proteger! O isolamento da natureza que trazem as grandes cidades, também não ajuda…

 

Na Físico-química o difícil é memorizar as fórmulas e cálculos. Tal como aparece no nome, esta disciplina inclui dois conhecimentos diferentes, mas que se relacionam entre si, a física e a química, por norma os estudantes têm preferências por um destes conhecimentos. No entanto, tudo se complexifica quando, aliado aos conhecimentos é necessário memorizar fórmulas e saber realizar os cálculos associados… uns dizem até que não gostam de matemática… só para esclarecer…

 

Nas Artes e no Desporto muitos estudantes têm avaliações baixas porque não apresentam tanto empenho como em outras disciplinas, quando questionados sobre a situação dizem simplesmente que não gostam e que não têm jeito para a disciplina, raramente assumem a falta de empenho e de dedicação à disciplina em causa!

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“Não gosto de línguas e não gosto de matemática”

As escolhas para o nível secundário.

Quando o estudante está próximo do 9º ano de escolaridade deve começar a pensar qual a área que pretende escolher, de acordo com aquilo que poderá desejar seguir a nível profissional.

De uma forma muito geral, existe a área mais direcionada para as humanidades, as quais os alunos entendem como línguas e a área das ciências e tecnologias, que os estudantes assumem como as disciplinas de matemática e a físico-química.

Esta definição muito básica leva muitos estudantes a limitarem as suas opções e muitos referem não saber pelo que optar porque, “não gosto de línguas nem gosto de matemática” e querem realizar escolhas procurando apenas ‘fugir’ de algumas disciplinas, das quais tiveram dificuldades no ensino básico.

Tentar ‘fugir’ a uma disciplina específica não deve limitar escolhas futuras, visto que poderá condicionar, proximamente, um acesso ao ensino superior, ou dificuldades profissionais futuras pela falta de aprendizagem em determinada área de formação.

Quando o estudante apresenta mais dificuldades em determinada disciplina existirão vários motivos para tal e formas de procurar resolver esta situação, para que não impeça o aluno de avançar nos seus objetivos profissionais.

A aptidão e vocação para uma determinada área deve ser aquilo que mais apoia uma escolha vocacional e formativa!

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O que sai no teste de Português?

As fichas de avaliação de línguas, procuram avaliar a capacidade de interpretação, a gramática e o desenvolvimento da escrita. Por esta razão, as fichas de avaliação são sempre semelhantes, na sua estrutura. Portanto, posso assinalar umas pequenas dicas globais para o momento de realizares o teu teste:

Perguntas de interpretação:

Deves ler o texto, na integra, de forma bastante atenta. De seguida lê as perguntas associadas ao texto. Agora, volta a ler o texto, parágrafo a parágrafo, sublinhando o que te parece mais importante para responder às questões. Por fim, inicia a resposta às perguntas, tendo sempre em atenção que deves fazer respostas completas.

Exercícios de gramática:

Os exercícios que saem no teste, certamente, já os fizeste parecidos em sala de aula, portanto, só estarás preparado para os resolver se tiveres exercitado muito bem, em casa. Esta parte do teste revela muito o teu estudo e dedicação à disciplina.

Poderás ter exercícios de gramática com:

  • Sintaxe;
  • Classes e subclasses de palavras;
  • Tempos verbais;
  • Recursos Expressivos;
  • Tipos de Texto;

Escrita:

Escrever é algo que se aprimora com o treino, deves escrever textos livres sobre assuntos que gostes, de forma a melhorar essa capacidade. A leitura diária também te ajudará muito no aumento do vocabulário.

Nas fichas de avaliação o tema é sempre direcionado, portanto, fugir ao tema desconta valores. Utiliza frases curtas, tendo em atenção a pontuação e os tempos verbais. Tem sempre o cuidado de não repetir palavras.

Como é solicitado um número médio de palavras, para teres uma pequena orientação, considera  dez palavras por cada linha, depois, no final contas as palavras com mais calma.

Deixa uma linha em branco e no final da escrita colocas o título mais adequado ao teu texto.

Se tens dificuldade em ter ideias para a construção do texto, escreve primeiro, numa folha de rascunho, vários tópicos com o que deve ser dito e pela ordem de ideias, vai ajudar-te muito a elaborares o texto final.

aulas.jpg

 

Pequenas fichas em Inglês!

Para os estudantes que estão a aprender agora uma nova língua, o Inglês, deixo em anexo, umas fichas muito simples, com atividades também bastante simples, para apoiar o estudo e, simultaneamente, desenvolver a criatividade de quem se diverte a aprender….

Espero que seja proveitoso! Bom trabalho!!!

Fichas Inglês.pdf

partilhar.jpg

 

Dia 6: Como estudar Línguas Estrangeiras?

Etapa 1: memorizar vocabulário

Etapa 2: ler e escrever regularmente

Etapa 3: compreender as regras gramaticais

 

Ao longo do percurso escolar, os estudantes têm várias línguas estrangeiras disponíveis como opções de escolha, as mais comuns são Inglês, Francês, Espanhol, sendo que o Inglês é aquela que, por norma, está presente em mais anos letivos. O início do estudo uma nova língua realiza-se sempre por um mesmo caminho, adquirir novo vocabulário que deve ser memorizado rapidamente e por temas e de seguida, porque cada Língua tem as suas regras gramaticas específicas, umas mais fáceis de aprender do que outras, têm de ser relembradas e consolidadas com contínuos exercícios de escrita  e interpretação.

Como aprender uma nova língua exige grande exercício de memorização, apelar para apoios audiovisuais (vídeos, imagens, recortes) tornam-se estimulantes deste processo, por vezes interpretado como aborrecido.  

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