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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Ai…ai…. Os verbos!!!

Parece-me que, as maiores dificuldades no estudo da língua portuguesa prendem-se com a exigência da gramática. Sendo os verbos algo difícil de entender e memorizar, nos primeiros momentos de estudo. Mas, é de lembrar que estes conhecimentos serão necessários para todos os anos letivos escolares, desde o 1º ano ao 12ºano. Para além disso, saber escrever e falar corretamente é uma excelente competência que todos nós deveríamos procurar adquirir.

Hoje, para ajudar nesta tarefa, trago uma pequenina explicação sobre os verbos no indicativo, pois alguns estudantes confundem-nos facilmente.

Presente do Indicativo: refere-se a um facto atual, algo que indique situações permanentes ou habituais.

Pretérito Imperfeito: exprime uma ação passada mas habitual ou repetida, ou seja, é um passado que permaneceu algum tempo.

Pretérito Perfeito (simples): indica uma ação passada mas não habitual, ação momentânea no tempo.

Pretérito Mais-que-perfeito (simples): refere-se a uma ação que ocorreu antes de outra ação já passada.

Futuro (simples): algo que irá ou poderá acontecer mais tarde, que consideramos ser possível acontecer.

verbos.jpg

 

O que mudou com o Novo Acordo Ortográfico?

Um dos meus primeiros Post’s aqui no blogue foi sobre a importância do Novo Acordo Ortográfico, para os estudantes que são obrigados a cumprir as novas regras de escrita. Sublinhei também que, a gramática sofreu várias alterações aquando da entrada do Novo Acordo, portanto, esses devem ser pontos importantes de atenção.

Não tendo por objetivo, neste artigo, refletir sobre a opinião desta nova forma de escrita, gostaria apenas de lembrar o que, de mais básico mudou:

 

  • Maiúsculas e minúsculas. Os nomes dos meses, dos dias da semana e das estações do ano passam a ser escritos com minúscula (p. ex. janeiro, domingo, outono)
  • As consoantes mudas. As consoantes mudas desaparecem sempre que não são pronunciadas na variante culta do português europeu. Assim, desaparecem, por exemplo, em palavras como “ato”, “ação”, “detetive”, “Egito”, “eletricidade”, “ótimo” ou “rececionista” mas mantêm-se em palavras como “facto”, “subtil”, “egípcio”, “opcional” ou “repto”.
  • Suprime-se o acento nos seguintes casos: As formas verbais da 2ª conjugação, 3ª pessoa do plural, presente do indicativo, com a terminação em “ -êem”, passam a escrever-se sem o acento circunflexo. Por exemplo, creem, veem, leem, descreem, reveem, deem …
  • Acentos. Suprime-se o acento nos seguintes casos: Na terceira pessoa do singular do verbo “parar”, que se passa a escrever “para”, tal como a preposição, apesar de se pronunciarem de forma diferente.  O acento circunflexo desaparece em palavras homógrafas, que mantêm, no entanto, a heterofonia. Por exemplo: pela [verbo] = pela [contração de preposição e artigo] pelo [verbo] = pelo [nome] polo [nome] = polo [contração de preposição e artigo] coa [verbo] = coa [contração de preposição e artigo] = Coa [topónimo] pera [nome] = pera [preposição arcaica] pero [nome] = pero [conjunção arcaica]
  • Ditongos. Deixa de ser acentuado o ditongo “oi”, exceto quando se encontra na última sílaba da palavra. Por exemplo: “asteroide”, “joia”, “jiboia”.
  • Hífen. Suprime-se o hífen nos seguintes casos: quando o prefixo é co-: coautor. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por “r” ou “s”, duplicando-se essas consoantes: antirrugas, autorretrato. Quando o prefixo termina em vogal e o segundo elemento começa por vogal diferente: autoestrada, extraescolar. Na ligação da preposição “de” com as formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo “haver”: hei de, hás de, há de, heis de, hão de.   

 

Estas são as regras que eu considero mais importantes nesta nova forma de escrever, se tiver dúvidas ou quiser saber mais, visite o Portal da Língua Portuguesa.

 

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