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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Inquietude: ‘Pensar ao Contrário’

Numa das minhas leituras sobre Educação, dei por mim a refletir sobre um texto, do qual partilho a citação final:

«podemos dizer hoje que a tarefa fundamental dos educadores e dos interventores sociais continua a ser a de fazer recuar as fronteiras do possível, recusando a resignação e o fatalismo. Para isso, como propõe Gorz, precisamos aprender a ‘pensar ao contrário’» (Rui Canário: 1999, Construir Uma Escola Inclusiva).

 

Para aprender a ‘pensar ao contrário’ é necessário ensinar a ‘pensar ao contrário’ ou como digo aos jovens, com que me cruzo, ‘é preciso pensar fora da caixa’, ou seja, libertarmo-nos dos estereótipos e das fronteiras de pensamento que fomos adquirindo…

Só levantando a reflexão e abrindo os nossos horizontes podemos realmente aprender e ensinar, em conceitos que nos fazem crescer, enquanto ser humanos e cidadãos, são eles a tolerância, a paz, o respeito, a ajuda, a solidariedade, ….

Só sentindo sem fronteiras ensinaremos para além dos horizontes!

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Inquietude:

Lembrem aos vosso filhos!!!

Estamos sempre a perguntar às crianças e aos jovens “O que queres ser quando fores grande?” e dessa pergunta estamos apenas à espera de uma resposta simples: uma qualquer profissão… No entanto, nós adultos sabemos muito bem que a nossa vida não se resumo a uma profissão, temos tantas outras escolhas na nossa identidade… já tivemos mais que uma profissão, já fizemos muitas escolhas familiares, temos outros objetivos particulares que ultrapassam uma profissão e que nos deixam tão realizados, individualmente… Aprendemos tanto com a vida, em paralelo com a formação académica e profissional!

Pois bem… lembrem aos vossos filhos/educandos que a vida trará mais do que uma decisão profissional. Expliquem-lhe que existem valores imprescindíveis para qualquer ser humano! Que ser feliz é ter vários sonhos e conseguir concretizá-los… e que nem todos os sonhos se compram… Recordem-lhe que, quando ele pensar no que “quer ser quando for grande” tem de pensar com carinho nas imensas possibilidades, para escolher com a responsabilidade de ser proprietário da sua própria vida!

Hoje, é apenas isto…

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Inquietude: Passar de ano com várias negativas.

De uma forma muito básica, pela legislação, alunos com três negativas, incluído nelas a disciplina de Português e Matemática, não deveriam concluir o ano escolar, ficariam retidos. No entanto, muitos são os comentários nas redes sociais e entre os alunos também, a referirem com protesto que existe quem tenha concluído o ano letivo com estas negativas ou mais ainda!

Assumo que, cada caso é especial e as facilidades têm, na maioria dos casos, um motivo e justificação específico e que, como desconheço, não posso opinar como válido ou não.

Mas, penso que, apesar disso… e num blogue pessoal… posso deixar a minha opinião sobre o tema e também ler a opinião dos meus leitores.

Este assunto torna-se, para mim, uma inquietude, por duas razões:

1º - Pelo que converso com os estudantes, eles assumem isto como um desrespeito e uma injustiça perante o esforço e empenho que tiveram, ao longo de todo o ano letivo;

2º - Porque deveriam existir outras formas de apoiarem estes alunos, que certamente precisam de ajuda, ao longo de todo o ano, como várias estratégias concertadas entre vários profissionais de ensino, facilitar nunca será o melhor caminho de desenvolvimento e aprendizagem…

 

Para mim, o facilitismo em nada permite que um estudante se desenvolva e se prepare para o mundo social e profissional que irá encontrar futuramente, quando se fizer jovem e adulto. 

 

Lerei as vossas opiniões, sobre este assunto, com a maior das atenções!

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A Orientações Vocacional, ficou nas escolas?

Inquietude

Hoje trago um tema que para mim, é mais uma inquietude das que, por cá, tenho por hábito escrever.

Com todas as alterações atuais implícitas pelo Estado de Emergência e pelo facto de que os estudantes estão em casa, sem irem à escola, tudo está diferente… e, no meio disto tudo, não consegui perceber muito bem, como ficou a Orientação Vocacional facultada pela escola, através de sessões coletivas e individuais de apoio ao estudante, relativamente às opções de formação e às saídas profissionais.

Os alunos que têm mais apoio neste sentido são os de 9º ano de escolaridade que, no final do ano letivo, têm de optar por diferentes áreas de ensino regular ou profissional. Assim como, os alunos de nível secundário que devem ser orientados para um percurso académico ou profissional, após a conclusão do 12º ano.

Pelo que tenho assistido, todos os esforços foram realizados, pelo Governo e pelas escolas, para darem continuidade aos estudos e ao ensino das matérias escolares, no entanto, não tenho percebido quais são as medidas realizadas para que se continue a oferecer este apoio aos estudantes, no que se refere à Orientação Vocacional e a todos estes apoios fundamentais.

Considero que, tal oferta escolar não pode ser desvalorizado, já que os jovens necessitam de realizar escolhas importantes para a sua vida futura e que implicam, não apenas a vida académica e profissional, mas também, a vida pessoal e futura!

Por aí, continua a existir apoio nesta área? Que experiência têm relativamente a este tema?

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Inquietudes: Os Famosos e a Educação…

Num destes dias dei por mim a refletir sobre as pessoas bastante conhecidas nos meios de comunicação social, os ditos ‘famosos’ e o esforço que será para estas pessoas tentarem realizar uma educação dita ‘normal’ nas suas crianças e jovens.

Certo é que, todo este meu misticismo vem de uma falha experimental minha, confesso… pois teria certamente opinião formada sobre tal assunto… poderia até assumir esta realidade como não assunto… se durante estes meus anos de experiência educativa me tivesse cruzado com estudantes e/ou pais de grande fama na comunicação social…. o que ainda não aconteceu!!!

 

Como tal ainda não me coube em experiência, ficam aqui algumas questões que me inquietam o pensamento e que gostaria de partilhar com os leitores:

Será que a visibilidade pública implica novas e adaptadas formas de educação?

Como se prepara uma criança para o mediatismo da família?

Conseguirá esse estudante viver o seu quotidiano anonimamente?

As vidas diferenciadas da família terão implicações no desempenho escolar individual?

 E quando são as próprias crianças/jovens os ‘famosos’, haverá implicações escolares, ou alterações no decorrer do desenvolvimento educativo?

A dificuldade estará sempre apenas no Educar e esta é já tarefa difícil por si só, que nenhuma questão mais se apraz?...     

…quem sabe alguns leitores sejam, até, personalidades mediáticas e que possam realizar/partilhar em ‘primeira pessoa’ para, aqui, me ajudarem na reflexão…

Seja como for, todos os comentários e ideias são passiveis de nos fazerem aprender algo, portanto agradeço a partilha de comentário e reflexões!!!

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INQUIETUDES: Trabalho Infantil…concorda?

Ficamos indignados sempre que ouvimos notícias de alguma criança que trabalhava ilegalmente numa qualquer empresa nacional ou internacional, mas todos os dias deparamo-nos com o trabalho infantil enquadrado em termos legais, na TV, nas revistas, no desporto, na música, na publicidade… valorizamos, sorrimos, aceitamos sem questionar… Ou estarei errada… e… já se questionou!?

 Permitiria que o seu filho trabalhasse e tivesse de conciliar isso com os estudos, sendo ele ainda uma criança? Considera de valor que uma criança experiencie momentos de tensão e ansiedade, nos concursos televisivos ou publicitários? Compreende que o trabalho é uma experiência de vida que ajuda no desenvolvimento, independentemente da idade? …

Os nossos avós e os nossos pais começaram a trabalhar, em média, após a conclusão da quarta classe, a maioria afastou-se dos bancos da escola, para ajudar no sustento da família, de si mesmos, ou seja, aos doze anos, já se responsabilizavam pelas rotinas profissionais e pelo salário obtido, não será isso de valorizar?

Atualmente, alguns educadores consideram de bastante importância para o desenvolvimento da responsabilização e da valorização financeira, o trabalho em part-time, em tempo de férias escolares, ou em algumas horas semanais, em pequenos trabalhos de empresas familiares.

Outros há que, incentivam crianças a fazerem parte dos ecrãs de televisão, seja em publicidade, atores, concursos, etc., onde a visibilidade é considerada de fama, os valores financeiros mais elevados e parece trazer um caminho para uma carreira profissional promissora…

Vários são os sentido de reflexão, certo é que, cada criança precisa de tempo para ser criança, para brincar, para estudar, para aprender, experimentar… ausente das ansiedades e dos stresses da vida adulta… essa sim, pode esperar!

Gostaria de receber opiniões, comentários, sobre o tema, para mim, tão complexo! Obrigada…  

Resultado de imagem para trabalho infantil(imagem retirada da internet)

O meu primeiro melhor amigo… o meu segundo melhor amigo….!

Certamente já existe há muito tempo, mas só a alguns meses atrás me começou a inquietar e hoje optei por partilhar… as crianças e adolescentes categorizam e ordenam as amizades…. “o meu primeiro melhor amigo…o meu segundo melhor amigo…” seguindo-se, não sei quantos mais números!

Claramente que a maioria das crianças e jovens tem o seu melhor amigo/a, aquele com quem mais facilmente partilha confidências e que mais tempo lhe dedica, mas haverá a necessidade dos segundos, terceiros, quartos, etc… melhores amigos!!?!? 

Na vossa adolescência faziam esta hierarquia? Essa definição era uma necessidade?

Não é que considere algo de grave ou errado com esta situação, mas não vejo esta obrigação de elevação numérica de uma pessoa pela qual se tem grande estima e carinho. O importante é que tenhamos um núcleo de amizades em quem confiamos e que preservamos… e é importante explicar a quem cresce a importância destas relações que devemos cuidar e preservar, apenas isso!!!

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(imagem retirada da internet)

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