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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

A Orientações Vocacional, ficou nas escolas?

Inquietude

Hoje trago um tema que para mim, é mais uma inquietude das que, por cá, tenho por hábito escrever.

Com todas as alterações atuais implícitas pelo Estado de Emergência e pelo facto de que os estudantes estão em casa, sem irem à escola, tudo está diferente… e, no meio disto tudo, não consegui perceber muito bem, como ficou a Orientação Vocacional facultada pela escola, através de sessões coletivas e individuais de apoio ao estudante, relativamente às opções de formação e às saídas profissionais.

Os alunos que têm mais apoio neste sentido são os de 9º ano de escolaridade que, no final do ano letivo, têm de optar por diferentes áreas de ensino regular ou profissional. Assim como, os alunos de nível secundário que devem ser orientados para um percurso académico ou profissional, após a conclusão do 12º ano.

Pelo que tenho assistido, todos os esforços foram realizados, pelo Governo e pelas escolas, para darem continuidade aos estudos e ao ensino das matérias escolares, no entanto, não tenho percebido quais são as medidas realizadas para que se continue a oferecer este apoio aos estudantes, no que se refere à Orientação Vocacional e a todos estes apoios fundamentais.

Considero que, tal oferta escolar não pode ser desvalorizado, já que os jovens necessitam de realizar escolhas importantes para a sua vida futura e que implicam, não apenas a vida académica e profissional, mas também, a vida pessoal e futura!

Por aí, continua a existir apoio nesta área? Que experiência têm relativamente a este tema?

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Inquietudes: Os Famosos e a Educação…

Num destes dias dei por mim a refletir sobre as pessoas bastante conhecidas nos meios de comunicação social, os ditos ‘famosos’ e o esforço que será para estas pessoas tentarem realizar uma educação dita ‘normal’ nas suas crianças e jovens.

Certo é que, todo este meu misticismo vem de uma falha experimental minha, confesso… pois teria certamente opinião formada sobre tal assunto… poderia até assumir esta realidade como não assunto… se durante estes meus anos de experiência educativa me tivesse cruzado com estudantes e/ou pais de grande fama na comunicação social…. o que ainda não aconteceu!!!

 

Como tal ainda não me coube em experiência, ficam aqui algumas questões que me inquietam o pensamento e que gostaria de partilhar com os leitores:

Será que a visibilidade pública implica novas e adaptadas formas de educação?

Como se prepara uma criança para o mediatismo da família?

Conseguirá esse estudante viver o seu quotidiano anonimamente?

As vidas diferenciadas da família terão implicações no desempenho escolar individual?

 E quando são as próprias crianças/jovens os ‘famosos’, haverá implicações escolares, ou alterações no decorrer do desenvolvimento educativo?

A dificuldade estará sempre apenas no Educar e esta é já tarefa difícil por si só, que nenhuma questão mais se apraz?...     

…quem sabe alguns leitores sejam, até, personalidades mediáticas e que possam realizar/partilhar em ‘primeira pessoa’ para, aqui, me ajudarem na reflexão…

Seja como for, todos os comentários e ideias são passiveis de nos fazerem aprender algo, portanto agradeço a partilha de comentário e reflexões!!!

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Um desabafo… ou uma inquietude…

Este é um Post que, durante muito tempo, me fez ponderar sobre a possibilidade de o escrever, ou de o guardar apenas no pensamento… mas acabou por acontecer, sem muitos alongamentos! Assumam-no como uma das minhas inquietudes….

 

Existem famílias que têm dificuldade em assumir que o/a seu filho/a pode apresentar algum problema de desenvolvimento e seguem a vida ignorando essa possibilidade…

Pois!!! Quem por cá lê pode ter dificuldade em acreditar que isso seja uma realidade, se ainda não conheceu nenhum exemplo mas, na minha opinião/experiência, existem casos assim…serão poucos… mas não deveria ser nenhum…

Com este texto, não quero criticar ninguém, quero apenas alertar todos os encarregados de educação e famílias para a necessidade que as crianças têm em serem devidamente acompanhadas, nas suas especificidades ou dificuldades.

O apoio e os profissionais adequados são o caminho mais rápido para o sucesso da criança, enquanto ser humano. Portanto, se têm alguma desconfiança sobre o desenvolvimento cognitivo, físico ou emocional de uma criança ou jovem, procurem apoio, procurem diagnósticos e profissionais competentes… por vezes, uma simples ajuda faz uma grande diferença!

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INQUIETUDE: O que acha dos horários escolares?

No início de cada ano letivo pergunto aos estudantes sempre uma mesma questão: Já tens o teu horário? Gostas? E obtenho sempre respostas diferentes, de ano para ano, de estudante para estudante… existem aqueles que me dizem estarem contentes por terem algumas tardes livres, alguns não lhes agrada terem muitas horas para almoçar… etc…

Portanto, para mim este é um tema de importante reflexão, as rotinas dos estudantes podem trazer melhor qualidade de vida e mais tempo para estudarem, porque não me parece que com grande carga horária se consiga desenvolver uma melhoria da memória e do raciocínio… porque as crianças precisam de tempo para brincar e os jovens de tempo para conviver, é uma forma de desenvolvimento tão importante como o tempo dos ‘bancos da escola’.

Assim sendo, escrevo esta inquietude para questionar, pais, educadores, etc… Estão de acordo relativamente a este assunto, por exemplo, os alunos de 1ºciclo saírem das escolas apenas às 17h30? Concordam com a distribuição dos horários semanalmente? Existem formas de melhorar estas rotinas escolares?

Como sempre, agradeço as conversas, a partilha e os comentários… 

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Inquietude: O ensino é gratuito em Portugal?

De acordo com a legislação Portuguesa o ensino em Portugal é gratuito:

 «No âmbito da escolaridade obrigatória o ensino é universal e gratuito. » (Diário da República, 1.ª série — N.º 166 — 27 de Agosto de 2009, Artigo 3º)

No entanto, a maioria das família gasta mais de um salário mínimo nacional, no início do ano letivo, com o estudante e, claramente, quanto mais elevado é o ano escolar mais altas são as despesas diretas.

Neste momento, as famílias de estudantes até ao 12º ano irão receber os manuais escolares de forma gratuita, no entanto, não podem escrever neles, o que para o 1º ciclo é praticamente impossível… no final do ano letivo leva a que as famílias passem horas a apagar tudo…ou pagam tudo...

Depois é necessário comprar todo o material escolar restante, os livros de fichas, os cadernos, as mochilas…. As roupas são também compradas aquando do início das aulas, como reforço do tempo frio, já que eles crescem muito…

 

Algumas famílias carenciadas recebem um apoio extra para as refeições/material escolar, em conjunto com mais algum subsídio.

Será tudo isto apoio suficiente? De forma geral, a legislação não estará bem longe do preconizado?

Que experiências, vocês famílias, têm sobre este assunto? Já começam a pensar nos gastos financeiros dos próximos meses?

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Inquietude: ‘Mas ele não quer…’

Por vezes deparo-me com conversas de encarregados de educação que me deixam inquieta, quando me respondem que a criança não quis, não escolheu, ou optou por.. tendo sido elas a tomarem decisões com as quais a família não concorda, mas aceitou por ser decisão da criança… com isto não quero dizer que, as crianças não possam tomar decisões e fazer escolhas… isso é saudável e faz parte do desenvolvimento integral de qualquer ser humano.

 Contudo, em muitas e determinadas situações não me parece que se deva ceder às escolhas de quem é ainda pequeno e não tem capacidade de escolher o que é melhor para si mesmo… essa responsabilidade e decisão cabe inteiramente a quem educa, a quem protege e orienta.

Portanto, a minha inquietação de hoje é um pedido de reflexão… diga ‘_Não!’ sempre que necessário ou, ‘_Sou eu que decido!’… sem muitas explicações ou definições, quando é importante…

Ou corremos o risco de não educar da melhor forma possível!

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(imagem retirada da internet)
 

INQUIETUDE: Legislação Tutelar Educativa

Ainda mantendo a mesma temática, muito haveria para refletir e questionar, sendo que educar crianças e jovens em risco, é sem dúvida um desafio para toda a sociedade.

Em termos jurídicos, sempre que uma criança ou jovem se apresenta como estando em risco de cometer, ou ser vítima de crime(s), aponta-se para uma ‘carência educativa’, em que, no seu processo educativo familiar não tenha sido bem sucedido, pelo que deverá caber ao Estado tutelar esta educação, colmatando as falhas apresentadas.

No entanto, pouco sei sobre os resultados destas intervenção sociais, tornando-se para mim uma inquietude…. Será que os casos de sucesso se salientam sobre os casos de fracasso? Estudos indicam que talvez não…. As medidas serão sempre as mais adequadas a cada caso específico? Estará a sociedade preparada para receber estes jovens após a processo de internamento em centro educativo? Estará a criminalidade infantil a diminuir?

Temática tão inquietante esta, para toda a sociedade!!!! Não concordam?

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(imagem retirada da internet)

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