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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Inquietude: As turmas de nível…

No meu tempo era assim, as turmas A e B eram sempre as que obtinham os melhores resultados e as que beneficiavam dos professores com mais anos de escola. Parecia que os alunos eram escolhidos a dedo, de forma a ficarem os melhores todos juntos… para o final do alfabeto ficavam os que apresentavam mais dificuldades de aprendizagem, os que reprovavam, também… Com isto, alguns, defendiam que era uma promoção de condições de aprendizagem, onde uns incentivavam os outros na obtenção de melhores resultados…

Agora coloco-vos a questão:

Isto ainda acontece nas vossas realidades, nas vossas escolas, nas escolas dos vossos filhos? Parece-vos a melhor opção, fazer esta seleção de competências? Será que existe uma efetiva promoção das melhores condições para aprender? Será esta a melhor estratégia? Existirão outras estratégias mais adequadas?

É algo que me inquieta, desde dos meus tempos de 3º ciclo, quando percebi que tal situação estava presente, no meu quotidiano escolar… Inquieta-vos hoje? 

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A autoestima pode influenciar resultados escolares…

Quando as crianças ou jovens sentem que não são capazes de superar determinado desafio, nem tentam faze-lo com grande empenho, logo, se isto se direcionar para os resultados escolares, o mais provável é que, se um estudante sente não conseguir melhorar resultados numa ou mais disciplinas, também não acontecerá o esforço e empenho necessários para que tal aconteça, pois a sensação de poder falhar e o sentimento de frustração inibirá maior empenho… sem confiança tudo se torna mais difícil!

Melhorar a autoestima de um estudante pode ser passo fundamental para um caminho de bons resultados escolares e melhor qualidade de vida pessoal e social. Portanto, lembro às famílias o quanto este conceito é importante para quem cresce, estejam atentos a esta situação, apoiem e fomentem este processo, tendo em linha de conta que, em casos especiais pode ser necessário recorrer a um profissional especializado que apoie tal desenvolvimento.

Como podem ajudar a melhorar a autoestima de um estudante:

 

  • Utilize palavras de incentivo e de motivação, bem mais que palavras de crítica e reprovação;
  • Relembre as competências e as boas capacidades em algumas áreas;
  • Explique que ninguém é perfeito em tudo o que diz e faz, errar faz parte de quem aprende;
  • Demonstre que acredita, que confia e também que reconhece o esforço;
  • Respeite as situações de angústia e tristeza, tentando torna-las menos relevantes;
  • Conte histórias, apresente exemplos (filmes/livros) de superação e de conquista.

 

Mais algumas propostas de ajuda? Ou testemunhos sobre este tema?

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INQUIETUDE: Classes Sociais VS Sucesso Escolar

Muitos e muitos foram os estudos realizados na procura de uma resposta para esta pergunta tão complexa: _Será a classe social dos pais é influência direta no acesso e sucesso escolar dos filhos?

Poderia nomear vários estudos, mais ou menos recentes, que afirmam que as classes sociais, os estatutos económicos e os estudos académicos familiares assumem um grande peso em todo o processo de aprendizagem de um estudante. Múltiplos são os fatores que apoiam tal situação, ora senão, vejamos: os colégios privados, o acesso à cultura, as sessões de Explicações, o acesso informal ao conhecimento, etc, etc…. tudo situações que poderão facilitar o acesso e sucesso à aprendizagem e à construção académica!

Contudo, investigadores, apontam também a escola como um grande facilitador de ascensão social e económica, já que, a baixa escolaridade dos pais, nem sempre é sentença de insucesso escolar, ou de desinteresse pela formação!

Na minha opinião, algumas situações poderiam ser mudadas de forma a que condicionantes como esta se tornassem mais longe da realidade Portuguesa…

 

Que reflexões fazem sobre este assunto, tão sensível?

Deixem as vossas opiniões e testemunhos aqui nos comentário, para enriquecimento coletivo… Obrigada!

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