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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

A importância das reuniões de encarregados de educação

Sempre que converso com encarregados de educação sobre as ‘reuniões de pais’, é difícil encontrar pessoas com rostos animados. Alguns entendem estas reuniões como uma certa perda de tempo, ou porque não ouvem nada de significativo, ou porque são reuniões pouco produtivas. Lembro, desde já, que estas reuniões são sempre diferentes de escola para escola, de professores para professores e de famílias para famílias.

A grande maioria das famílias afirmam que, estas reuniões deveriam ter momentos mais individualizados, para terem a oportunidade de exporem as suas dúvidas e situações de forma mais intima, numa conversa de maior proximidade…

No entanto, aconselho sempre a que as famílias façam o esforço e tenham alguma motivação para comparecerem a estas reuniões, para mostrarem interesse na educação de quem cresce, seja perante professores e escola, seja perante as vossas crianças e jovens que querem sentir esse apoio constante!

Sempre que surgir uma situação mais específica com o seu estudante deve marcar uma reunião com o diretor de turma, para colocá-lo a par da situação, para definirem juntos ações e para que o apoio ao estudante seja contínuo, dentro e fora da escola. Com respeito por todos, tudo pode ser melhorado e conseguido, chegando-se a uma efetiva aprendizagem!

escola2.jpg

 

A caderneta escolar: objeto tantas vezes desvalorizado…

Diálogo entre mim e estudante de 3º ciclo:

«Estudante: _ …a professora ameaçou-nos com falta disciplinar para toda a turma…

Eu: _ E tiveram falta?

Estudante: _Acho que não porque ninguém nos pediu a caderneta para apontar a falta…»

 

Os alunos andam sempre acompanhados por uma caderneta escolar, no entanto, pouca atenção lhe oferecem, nem mesmo as famílias se lembram de a consultar com regularidade. Por isso, hoje, relembro como esta é muito importante, com um meio de comunicação primordial entre a escola e a casa, entre professores e famílias.

Sempre que um professor pretende agendar algo, pode deixar escrito na caderneta do aluno, assim como, as chamadas de atenção ou situações pontuais em sala de aula, tudo pode ficar registado para informação familiar.

A comunicação também poderá ser realizada pela família à escola, confirmando uma informação levada pelo aluno, um pedido especial, ou orientação específica, em que a escola e os professores devem ter conhecimento, de forma a melhor apoiar o aluno.

Assim, na caderneta do aluno está adaptada a cada ciclo de ensino e poderá encontrar espaços para preencher com a seguinte informação:

 

  • Informações pessoais sobre o aluno;
  • Horário escolar;
  • Informação sobre a escola e professores;
  • Espaço de correspondência (escola/casa);
  • Faltas;

Dia Internacional do Brincar!

Mas que dia tão belo de comemoração…. dia internacional do brincar… só de pensarmos neste conceito, lembramo-nos de tantas coisas boas: da nossa brincadeira preferida… dos nossos tempos de criança…. do sorriso de uma criança a brincar… da magia que a brincadeira nos traz…

Neste dia, vamos lembrar a importância de brincar para as crianças de hoje, é preciso ter tempo para brincar, para aprender no brincar com o outro, para aprender a brincar sozinho/a…

Queridas famílias hoje lembrem-se do quanto é importante a vossa criança Brincar!!! Feliz dia!

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O Plano Nacional de Leitura é…

Certamente, já ouviu falar do Plano Nacional de Leitura das mais variadas formas, seja porque encontrou alguns livros à venda com esse logótipo, seja porque tem uma lista escolar com os livros recomendados, etc.

Pois bem, é sempre bom lembrar o primordial objetivo deste projeto lançado em 2006 e que tem vindo a procurar responder à preocupação nacional referente aos «níveis de literacia da população em geral e, em particular, dos jovens (…) o Plano Nacional de Leitura (PNL) concretizou um conjunto de estratégias destinadas a desenvolver as competências nos domínios da leitura e da escrita, bem como a alargar e a aprofundar os hábitos de leitura da sociedade portuguesa, designadamente da população escolar. » (In: www.planonacionaldeleitura.gov.pt: 2017)

Em concreto, este PNL propõe livros para serem lidos em idade escolar ou em adultos, desenvolve concursos literários, trabalha em parceria com várias instituições e oferece livros em formato digital. Pode saber mais em http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt.

O mais importante em tudo isto é lembrar que, seja ou não um livro proposto pelo PNL, o importante é ter por hábito ler e, nestes tempos de ficar em casa, passar o tempo a ler é uma excelente forma de incentivar à criatividade e à imaginação e, também, uma forma muito interessante de aprender!

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A importância de ir para a pré-escola.

Há anos atrás as crianças pequenas de 4 e 5 anos mantinham-se em casa até entrarem para a escola, ou com a mãe ou com os avós, por exemplo. Mais tarde assumiu-se que, se frequentasse o pré-escolar a criança teria mais facilidade de adaptação à escola.

Atualmente, estudos indicam que existem ainda mais vantagens para as crianças se integrarem no ensino pré-escolar, pois facilita os processos de sociabilização e apresenta vários efeitos positivos a maior longo prazo, como por exemplo, a prevenção no abandono escolar e na exclusão social.

Assim, no pré-escolar as crianças começam por desenvolver uma nova capacidade intitulada de Aprender a Aprender, ou seja, vontade e curiosidade pelo saber, gosto pelo conhecimento e predisposição para a aprendizagem. Em simultâneo surge o desenvolvimento de novas competências sociais de cooperação e interação com crianças das mesmas idades.

No pré-escolar as crianças aprender a brincar em conjunto, a fazerem amizades e a executarem tarefas em conjunto, aprendizagens que se apresentarão de muito valor nos próximos anos.

Qual a vossa opinião sobre o assunto?

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Educação: a base… o âmago… a resposta…

Cada vez mais tornamo-nos pessoas extremamente direcionadas devido à nossa educação, formação e profissão… pelo menos eu ‘olho-me’ cada vez mais assim… compreendo a Educação como um caminho novo para velhos problemas, uma base sólida para melhorar atitudes e pensamentos, um caminho seguro para a evolução do Indivíduo e da sociedade.

Através da Educação conseguimos aceitar a diferença, sensibilizar para o apoio, julgar com justiça, compreender o sentido da seriedade e da humildade… a Educação fornece-nos os valores fundamentais, os direitos humanos, a justiça social, a inteligência cognitiva e emocional, apoia um desenvolvimento tecnológico, não apenas num Saber Fazer como também num Saber Ser… e se a sociedade, a família, a escola, a religião, a cultura, não nos ofereceu tudo isto, então, o caminho ainda está por completar e a felicidade ainda é uma utopia…

Imagem relacionada

 

 

Visitas ‘em’ estudo!

Talvez seja devido aos cortes orçamentais que os estudantes de hoje têm poucas visitas de estudo, proporcionadas pelas escolas. Contudo, mantenho a opinião de que estas são elemento importante na aprendizagem, pois «constituem uma situação de aprendizagem que favorece a aquisição de conhecimentos, proporciona o desenvolvimento de técnicas de trabalho, facilita a sociabilidade.» (in www.netprof.pt/).

Assim, e para os educadores que têm essa possibilidade, deixo o desafio de refletirem mais sobre possíveis lugares a visitar, dentro e fora do país, que permitam a aquisição de mais cultura, contato multicultural, conhecimento histórico, artístico e geográfico…

Viajar, visitar, contemplar, escutar, enriquecem o ser humano de forma profunda e transformadora, desenvolvem novos saberes, despertam curiosidades, aguçam sentidos, constroem competências.

Visitar museus, espetáculos, novas cidades, galerias, bibliotecas, e tantas outras formas de arte, contribuem para o desenvolvimento e crescimento educativo, facilitando a aquisição de conhecimento de forma mais natural e interessada…pois, alia-se o conhecimento teórico recebido em contexto sala de aula com o conhecimento prático de quem sente e vive o que leu.    

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