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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

SÃO VALENTIM: dicas para passar o dia em família

Diálogo entre mim e quatro estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _Ela sabe lá o que é o Amor?!!!?

Eu: _ Existem várias formas de Amor, por exemplo, o Amor pelos vossos pais…

Estudantes (todos): _Ah! Esse sei muito bem!

Eu: _ Essa é uma forma de Amor!

Estudante: _ Existe o Amor dos pais e o Amor dos namorados… é diferente…»

 

O Dia de São Valentim, conhecido pelo Dia dos Namorados (de acordo com a Lenda) é, intensamente, celebrado pelos namorados contudo, praticamente, esquecido pelos casais e pouco vivido pelas crianças.

Este ano, o dia 14 de fevereiro, celebra-se a um domingo, portanto é ideal para passar em família, com momentos especiais dedicado aos grandes e aos pequenos….

Aproveite o dia para lembrar aos pequenos e aos crescidos que, o Amor é universal e transversal, deve ser expressado quando é sentido, independentemente da idade e, as manifestações de amor são sempre bem vindas, especialmente nesta data… seja com momentos especiais, com carinhos redobrados ou com palavras expressas.

Para as famílias que passarão o Dia de São Valentim com os mais pequenos, aqui ficam algumas ideias para colocar em prática, no próximo domingo:

 

  • Pesquisem sobre a Lenda de São Valentim e sobre o Cúpido;
  • Contem a história do início do namoro do casal, como se conheceram, quando decidiram viver juntos e, se puderem reúnam objetos que identifiquem esses momentos;
  • Troquem mensagens entre todos… cada um escreve/desenha uma mensagem de amor ao(s) outro(s)… como se fossem prendas de Natal;
  • Preparem um jantar romântico, onde todos participam nos afazeres, em interajuda, os mais pequenos podem fazer decorações com corações e outros desenhos;

 

E, o mais importante, não deixem de conversar com os mais novos sobre o que é o Amor, como lidar com este sentimento, a importância dele para a felicidade e as mais variadas formas de Amor para com as pessoas e para com a natureza…

Gostaria de ler também as vossas experiências… agradeço a partilha!

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As composições de Português: ‘Não tenho ideias…’

Principalmente na disciplina de Língua Portuguesa, os estudantes são confrontados com a necessidade de, em cada ficha de avaliação, realizarem uma composição sobre um tema pré-definido, tendo de escrever uma média de 90 a 120 palavras. Se para alguns estudantes a imaginação é o ponto de partida para a escrita, para a maioria é a primeira dificuldade… imaginarem o início e o desenlace da história, de forma criativa e bem estruturada torna-se tarefa difícil.

Antes de referir alguns tópicos de apoio a esta temática, afirmo o princípio fundamental para desenvolver tais competências: escrever….escrever…(re)escrever…e ler…ler….muito! O treino constante de leitura e de escrita é imprescindível para melhorar, significativamente, esta capacidade!

Para além desta primeira orientação, proponho:

- Usar o dicionário sempre que, na leitura, não se entenda determinada palavra;

- Usar as palavras novas sempre que possível, quando se descobrem novas palavras deve-se tentar utiliza-las nas conversas e na escrita, de forma a memoriza-las;

- Não é obrigatório escrever verdades… nos livros de histórias existem fadas, duendes, dragões e feiticeiros, portanto, quando escrevemos as nossas composições podemos criar a nossa história encantada de príncipes e princesas;

- Ter em conta o que é pedido no enunciado da composição, se solicita a escrita de uma carta, de um poema, de uma notícia… todas elas obedecem a regras de base que devem ser seguidas;

- Deixar a escrita do título para o final para que este concorde do todo o texto;

- Procurar não fugir ao tema solicitado no decorrer da escrita e manter a lógica de: introdução/desenvolvimento/conclusão;

- Podem recorrer primeiro ao desenho, como organização mental da construção histórica e de seguida, com o apoio do desenho, escrever…

 

Acredito que, para os leitores que gostem de escrever e ler, seja muito mais fácil produzir os seus próprios textos e incentivar, os mais pequenos, a fazê-lo também… contem-me as vossas experiências!

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