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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Quais os melhores brinquedos?

Porque estamos próximos do Dia da Criança, a escolha de brinquedos para as crianças deve ser algo importante e reflexivo. Os brinquedos devem levar as crianças a desenvolverem capacidades imaginativas, criativas e de grande fantasia.   Para ajudar a comprar os brinquedos adaptados a cada idade, pode seguir por esta proposta padronizada, como orientação:

0 - 5 anos: o brinquedo deve ser um calmante. Pode optar por objetos coloridos com sons ou músicas.

6 meses - 1 ano: brinquedos que estimulam a curiosidade sobre o meio envolvente. Pode optar por brinquedos de encaixar, de empilhar, flutuantes, ou com sons.

1 - 2 anos: os brinquedos devem auxiliar no desenvolvimento da concentração e da motricidade fina. Brinquedos com diferentes texturas, ilustrações, puzzles, com botões para pressionar, ou com rodas.

2 - 3 anos: os brinquedos devem estimular a imaginação e a criatividade.  Pode optar pelas pinturas, réplicas de objetos ou animais, bolas, baloiços.

3 - 4 anos: os brinquedos mais próximos dos desejos das crianças são os que representam o dia a dia das crianças. Para além das réplicas de objetos quotidianos, pessoas e animais, pode incluir triciclos, bicicletas, casas de bonecas, oficinas de ferramentas, jogos simples, plasticina e livros ilustrados.

4 - 6 anos: aumenta o estimulo da fantasia e da imaginação, que pode ser auxiliado com os brinquedos corretos. Os brinquedos podem ser, dinheiro de brincar, meios de transporte, caixa registadora, cidades de brincar, instrumentos musicais, jogos, etc.

6 - 9 anos: já em idade escolar, as crianças estão ainda muito dedicadas à brincadeiras de faz-de-conta e do imaginário. Pode optar por livros, jogos de tabuleiro, corda, patins, bicicleta, equipamentos desportivos, meios de transporte em peças para montar e legos.

9 – 12 anos: nesta idade as crianças entram na fase da adolescência e preferem ser elas a escolher as diversões, deve haver uma continuidade no despertar do raciocínio e da criatividade. Pode escolher entre livros, jogos de mesa, caixas científicas, equipamentos desportivos ou material eletrónico.

brincar e aprender.jpg

 

Mãe, posso cozinhar?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _ Hoje sou eu que vou fazer a sobremesa.

Eu: _Já sabes cozinhar?

Estudante: _Pouca coisa… mas já está na hora de eu começar a aprender mais alguma coisinha…»

 

Há alguns tempos atrás, a televisão portuguesa, mostrou-nos programas de grande audiência em que as crianças apresentavam os seus dotes culinários, na confeção de pratos e sobremesas, bastante elaboradas. Tenho a certeza que, aí por casa de muitas famílias se perguntavam como era possível crianças tão novas mexerem assim nas facas afiadas, nos fogões a altas temperaturas e em tantos perigos, tudo em simultâneo!?

Com isto, não quero dizer quais as atitudes mais certas ou erradas nas cozinhas dos portugueses, pretendo apenas, ajudar na indecisão de algumas famílias para definirem onde as crianças podem ajudar na cozinha, de acordo com a sua idade. Esta forma de educação é tão preciosa como todas as outras e portanto, não deve ser descurada!!

Aqui fica uma pequena orientação:

crianças_cozinha.jpg

 

O pré-escolar em reflexão!

Por cá tenho escrito sobre a escola, referindo vários anos letivos, no entanto, o ensino pré-escolar ainda não foi tema muito explorado neste blogue, por isso, com os próximos Post’s fica inaugurado mais um tema em reflexão contínua.

Tudo isto porque, muitas áreas da educação devem ser preparadas já nos primeiros anos de vida,  mesmo que ainda não tenham idade para frequentar a escola.

Aqui fica o convite, esta semana, venha visitar o blogue, ler os artigos e comentar, de acordo com a sua experiência! Será a semana dos mais pequeninos!!!

brincar e aprender.jpg

 

Porque não somos apenas seres pensantes: A Motricidade…

Ao longo do crescimento, desde bebé até jovem, vamos aprendendo novas capacidades motoras, vamos melhorando a coordenação, o equilíbrio, a forma de manuseamento de objetos, etc. Estas capacidades são parte integrante de um desenvolvimento saudável e não devem ser esquecidas ou descuradas pelos educadores.

Para melhor introduzir este tema, aqui ficam umas globais características do desenvolvimento físico, de acordo do as faixas etárias:

 

Dos 0 aos 6 meses

  • Processo de fortalecimento gradual dos músculos e do sistema nervoso,
  • Controle completo da cabeça por volta dos 4 meses,
  • Pelos 4 meses o controle das mãos é mais fino, sendo capaz de segurar num brinquedo, 

 

Dos 6 aos 12 meses

  • Capaz de se sentar direito sem apoio e de fazer as primeiras tentativas de se pôr de pé,
  • A partir dos 8 meses, consegue arrastar-se ou gatinhar,
    • A partir dos 9 meses poderá começar a dar os primeiros passos,

 

Do 1 aos 2 anos

  • Começa a andar, sobe e desce escadas, sobe os móveis, mas com o equilíbrio bastante instável,
  • Melhoria da motricidade fina devido à prática - capacidade de manipular um objeto,

 

Dos 2 aos 3 anos

  • Capaz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar,
    • É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha; 

 

Dos 3 aos 4 anos

  • Grande atividade motora: corre, salta, começa a subir escadas, pode começar a andar de triciclo;
  • É capaz de comer sozinho, 

 

Dos 4 aos 5 anos

  • Grande atividade motora, com maior controle dos movimentos; 
    • Consegue escovar os dentes, pentear-se e vestir-se com pouca ajuda; 

 

Dos 5 aos 6 anos

  • A preferência manual está estabelecida; 
    • É capaz de se vestir e despir sozinho; 
    • Assegura sua higiene com autonomia;

 

Nos próximos artigos iremos continuar a refletir sobre este tema: a motricidade.

moticidade global.jpg

(imegem retirada da net)

 

O desenvolvimento infantil, segundo Piaget!

Segundo Piaget, as crianças apresentam um desenvolvimento cognitivo contínuo, de acordo com cada idade. Assim sendo, de segundo o autor, podemos perceber melhor atitudes e comportamentos de cada criança, de acordo com a etapa do desenvolvimento em que se encontra.

Ao delimitar etapas de crescimento e desenvolvimento por fases, poderá ajudar-se os educadores a apoiarem o desenvolvimento de cada criança de forma mais individualizada, podendo adaptar estratégias que melhorem as capacidades apresentadas em cada fase.

Mas, é necessário lembrar que, existem algumas nuances no que concerne às etapas pré-estabelecidas, até porque nem todos os autores concordam plenamente com Piaget e nem todas as crianças se desenvolvem de forma tão linear. No entanto, deixo-vos aqui a tabela das etapas para analisarem, poderá ser algum apoio em determinado momento, seja em delinear tarefas e atividades, sensibilizar para situações, alertas para possíveis problemas de desenvolvimento.…

Piaget_ Fases do desenvolvimento cognitivo (2).jpg

(imagem retirada da internet)

Desporto: com que idade?

Pode existir algum receio, por parte dos encarregados de educação, aquando da escolha do desporto mais adequado a cada criança, de acordo com a sua fase de crescimento. É, claramente, necessário uma especial atenção ao desenvolvimento de cada criança, contudo ficam aqui algumas propostas dos ‘entendidos’ nesta matéria:

  • Crianças em idade pré-escolar: precisam de atividades próprias ao seu potencial para o desenvolvimento da motricidade, sendo fundamental que em todos os momentos as atividades sejam lúdicas.
  • 4 aos 6 anos: Os joguinhos começam a ficar interessantes. As atividades deverão ser realizadas com jogos e brincadeiras.
  • 7 anos em diante: Serão trabalhadas atividades com diferentes exercícios de recreação e competição, o que estimula muito a criança. Já poderão ser introduzidos também o atletismo (corridas, saltos e lançamentos – de forma simplificada), a natação, pequenos jogos, etc.
  • 11 aos 14 anos: A proposta aplicada já inclui, além de muita recreação, os jogos desportivos, não sendo aconselhado, no entanto, determinado tipo de desporto por faixa etária mas sim, seguindo o desejo da criança. Estimulando sempre um gosto pelo desporto que permaneça na vida adulta.

Com base em: Marcia Cristiane Perretto  In: www.gazetanews.com

desporto.png

 

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