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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Férias, sim! Mas com limites…

Agora que a escola terminou, os estudantes sentem uma liberdade tal que, nestes primeiros dias de férias, os transformam… querem fazer tudo o que lhes apetece, teimam em não querer respeitar horários ou obrigações. No entanto, as famílias terão de ser ponderadas e exigir algumas regras e responsabilidades, para que as férias de uns não interfiram com o bem estar e o respeito por todos os outros elementos familiares.

Assim, em tempo de férias estabeleça alguns limites:

Limite os tempos de utilização em frente a ecrãs;

Estabeleça horários para dormir e acordar;

Estabeleça horários de refeições;

Proporcione momentos de qualidade, em família;

Exija momentos de estudo e de leitura;

Permita momentos de diversão com amigos, com regras definidas;

Exija responsabilidade e respeito pelas regras;

Defina tarefas domésticas a cumprir diariamente;

Ofereça momentos culturais sempre que possível.

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‘A minha mãe vasculha tudo no meu telemóvel…’

Nos dias de hoje, para adolescentes e jovens, os locais mais íntimos e sagrados são, de facto, os telemóveis. Lá eles e elas guardam as fotografias mais pessoais, as conversas mais intimas, as redes sociais que não partilham com a família, ‘conta dos friends’, fazem pesquisas pessoais e guardam muita informação particular.

Sem dúvida que as famílias que queiram descobrir segredos e informações privadas, irão vasculhar os telemóveis, tablets e computadores. E muitos são os pais que o fazem com regularidade… alguns jovens sabem-no perfeitamente e tratam de arranjar estratégias para manter algumas informações escondidas… e/ou… simplesmente: apagam-nas. Outros são ‘apanhados’ um pouco de surpresa e aí revelam-se alguns segredos, sendo que os estudantes sentem a sua intimidade exposta e sentem-se desrespeitados.

Ora, este é o grande dilema: até que ponto a intimidade e o respeito pode e deve ser salvaguardado, num telemóvel, com acesso ao mundo exterior e repleto de perigos, o respeito pela privacidade… onde o objeto, em si, pouco tem de privado?

Acredito que seja o dilema e a constante mediação de muitas famílias que se preocupam com as redes sociais e a exposição dos seus educandos, em relação ao respeito e à privacidade de cada um.

É, sem dúvida um tema difícil, onde não existem respostas corretas, onde é necessário uma gestão coerente e sensata de cada atitude. Existem sempre famílias mais condescendentes que não avaliam os telemóveis dos seus educandos e existem aquelas que controlam o máximo que conseguem, tal objeto.

Algo é necessário e importante assumir, o acesso à internet é o acesso a um mundo real, onde existe muito de bom e muito de mau… é necessário que, quem cresce tenha essa noção e não é estando distante desse mundo, que irá aprender a conhece-lo e a defender-se… no entanto, sem apoio e orientação é possível que, facilmente, entre em problemas difíceis e desnecessário.

Assim, cabe às famílias aprenderem a lidar muito bem com este mundo chamado de internet, precavendo-se a si e precavendo quem cresce. Para além disso, a Polícia da Escola Segura tem promovido muitas ações de esclarecimento neste sentido, em escolas e noutras instituições… não considere que já sabe tudo… vá, aprenda, discuta, leia… para conseguir, depois, ensinar e orientar!

 

jovens adolescentes.jpg

 

Os trabalhos escolares, por vezes, podem ser caros!

Ao longo do ano, os professores propõe alguns trabalhos escolares que podem exigir mais originalidade e imaginação, permitindo o uso de alguns materiais, mais ou menos comuns, para serem base de trabalhos escolares, aplicando-se, simultaneamente, conhecimentos teóricos e práticos (informação, criatividade e trabalho manual).

Estes trabalhos podem tornar-se um gasto de dinheiro acrescido para o orçamento familiar porque, muitas vezes, precisam de comprar objetos e materiais que não têm em casa. Por exemplo:

  • Cartolinas;
  • Cartão;
  • Colas;
  • Gesso/argila;
  • Madeira;
  • Esferovite;
  • Elementos químicos;
  • Telas, pinceis, tintas;

Mesmo que não seja uma orientação direta do professor, muitas vezes, os alunos têm ideias originais que gostariam muito de colocar em prática, para determinado trabalho. Logo, incentivam os pais a comprarem todo o material necessário.

Se o trabalho for realizado em grupo, os valores a gastar tornam-se mais baixos porque se podem dividir por várias famílias, se o trabalho for individual, acontece, volta e meia, a família acaba por comprar alguns objetos/materiais bem dispendiosos.

Têm experiências destas? Já precisaram de controlar estes trabalhos, para que não se tornassem um gasto maior?

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