Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Não se está a adaptar à escola!

Já se passaram várias semanas de aulas, no entanto, sente que o seu estudante não se adaptou à nova escola. Esta situação, acontece com alguma frequência, deixando toda a família em preocupação. Por vezes, os pais optam por deixar decorrer uns dias mais antes de procurem apoio.

Nem sempre esta é a melhor solução, se lhe parecer que já era tempo suficiente para o estudante se ter adaptado, então procure encontrar a origem do problema. Pode começar por uma consulta ao Pediatra, fazer o despiste de algum problema físico e procurar, também, orientações profissionais.

Para além disso, tome especiais atenções, para descobrir a origem do problema, pode ser uma zanga, um medo que, para a criança, justifique a situação! Converse com o estudante o tempo que for necessário para que ele se sinta confiante na conversa.

Procure a ajuda do professor ou do diretor de turma, de forma a realizarem um trabalho de apoio e parceria nesta evolução necessária e, se for necessário, procure outro(s) profissionais que aconselhem uma boa orientação nesta tarefa.

Ao longo dos anos testemunhei situações pontuais de desinteresse pela escola e momentos mais complexos de fobias escolares ou bullying… o que leva ao desespero de muitas famílias! Mantenha-se atento/a!

mundo.jpg

 

Fobia escolar: como gerir?

Como já referi anteriormente, as situações de stress e ansiedade numa criança que se está a integrar num novo ambiente escolar pode despertar medos e fobias de difícil gestão para ela e para a família… deixo algumas orientações que poderão apoiar os encarregados de educação nestes momentos de ansiedade mútua:  

Em primeiro lugar deve continuar a gerar incentivos positivos e assertivos, não permitindo que a criança falte às aulas, nem alterar as rotinas familiares devido a esta situação.  Para além disso deve:

  • respeitar os sentimentos da criança;
  • demonstrar segurança;
  • conversar com a criança sempre que seja necessário, mostrando tranquilidade;
  • preparar a criança e as coisas com tempo para não iniciar a manhã de ida para a escola em correrias;
  • deixa-la levar um objeto especial que lhe proporcione familiaridade e segurança;
  • aguardar um pouco até a criança se sentir segura quando chega à escola;
  • aproxima-la da presença de outros colegas de quem ela gosta;
  • não se atrasar nas horas de a ir buscar;
  • conversar sobre as conquistas e dificuldades após o dia de escola, com incentivos positivos.

Por fim, se sentir necessidade deve contatar um psicólogo ou pedopsiquiatra para que avalie e oriente na resolução desta fobia. Refiro também que, alguns destes profissionais alertam para o facto de que muitas crianças apresentam-se em consulta já numa situação bastante agravada que deu origem a outros medos de necessário tratamento.

cartoonACT-300x300.jpg

 

Fobia escolar: esteja atento...

Normalmente acontece nos primeiros anos de escola… devido a uma situação particular, com a escola ou com os colegas… as crianças passam a detestar a escola. Apresentam elevado valor de ansiedade, de repulsa e desespero no momento de sair de casa para ir para a escola, lá chegadas, não querem entrar no parque escolar, muito menos deixar quem os leva. Estes sentimentos têm um nome: Fobia Escolar… deixam os pais em pleno estado de desespero, pensam e repensam nas mais variadas formas de agir, de motivar e de criar segurança… mas o caminho para melhorar esta situação nem sempre é de todo fácil, requer da família, dos professores grande dedicação e esforço para que esta fobia seja ultrapassada positivamente. Muitas das vezes torna-se necessário recorrer a outros profissionais de saúde que ajudem a superar tais sentimentos, como por exemplo: apoio psicológico.

 

Ao escrever sobre este tema gostaria de referir, ao encarregado de educação, que não deve ficar alarmado se, nos primeiros dias de escola a criança apresenta esta ansiedade de ficar nela, sem a presença de familiares… esta ansiedade gerada nos primeiros dias é normal e singular de criança para criança… pois nem todas reagem ou sentem da mesma forma! Esta situação deve ser gerida com toda a calma, através de incentivos positivos, uma atitude firme e a procura de um apoio por parte do professor e dos colegas de escola, que muitas vezes são a melhor resposta a tal situação.

Contudo, se esta situação se prolongar por muitos dias e se forem manifestados alguns destes sintomas deve aumentar o nível de alerta:

  • dores de barriga e/ou cabeça;
  • vómitos, diarreias;
  • presença constante de vários medos;
  • suores;
  • pesadelos/ insónias;
  • perdas de apetite.

302059_492353784151052_1617505396_n-300x160.jpg

 

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Vencedor:

Arquivo

  1. 2021
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2020
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2019
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2018
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2017
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2016
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2015
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D