Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Já percebi que, nem sempre se torna explicito, para quem visita este blogue, que não estou a trabalhar em nenhuma escola. Embora o Educar(Com)Vida ofereça muita informação para os momentos escolares, não tem apenas esse objetivo, este espaço pretende refletir a educação de forma muito ampla: educação formal, informal e não formal.
A minha formação de licenciatura é em Ciências da Educação, no decorrer do curso não apreendemos propriamente a ensinar sobre uma disciplina única; aprendemos a refletir e a investigar sobre educação, exploramos diversos contextos pedagógicas e ferramentas de aprendizagem… desenvolvemos competências em áreas muito variadas como a Psicologia, a Sociologia, o Currículo educativo, a Antropologia, as Políticas Educativas, etc, etc.
Anos mais tarde, concretizei o Mestrado em Educação e Formação de Adultos, tenho também vários anos de experiência profissional na formação de adultos, foi aqui que percebi o quanto somos diferentes na forma de aprender e de aprofundar os nossos conhecimentos.
Embora as Ciências da Educação possam estar presentes nas escolas e noutras instituições de ensino, não estão presentes o quanto deveriam. Enquanto Educóloga considero que estes profissionais têm muito a acrescentar a tais instituições públicas e privadas de ensino… e lamento que isso não aconteça tanto quanto faria sentido!
Aquilo que mais me fascina, no dia a dia, é a forma como o cérebro aprende, quais as melhores formas e técnicas de ensino, quais as melhores estratégias deste processo de ensino aprendizagem, adaptadas a estudantes tão diferentes e únicos!
Portanto, quando aqui escrevo, relato a minha visão sobre a escola, mas com um olhar específico, diferente de um aluno e diferente de um pais, diferente de um professor… é um olhar reflexivo e particular de quem vê este processo de ensino através de outras lentes, de diferentes prismas… não quero com isto dizer que seja melhor, nem pior, é apenas diferente…
Para os mais distraídos recordo que, este ano letivo, alguns alunos irão ter as suas Provas de Final de Ano em formato digital. Isto acontecerá para os alunos de 4º, 6º e 9º anos.
Como será uma nova experiência, já que nos anos anteriores estas Provas foram concretizadas em papel, o Governo decidiu que, no decorrer deste fevereiro, os alunos irão realizar uma Prova Ensaio para se familiarizarem com esta forma de avaliação.
Em termos concretos, as Provas- Ensaio terão a duração de 45 minutos, os alunos devem executá-la no computador disponibilizado pela escola e caberá à escola decidir se contará, ou não, para a avaliação contínua dos alunos.
Ao conversar com alguns alunos reconheço nervosismo, ansiedade e dificuldades em utilizar os computadores… «não sei como vou fazer em matemática… como faço áreas, volumes e raízes…!?» (estudante 9º ano). Parece-me também que existem dificuldades na escrita, na colocação de acentuação, etc…
Ainda não consegui reconhecer a mais valia que esta mudança trará, já que será sempre necessário a avaliação profissional em cada prova…
Car@s leitores/as passem e deixem as vossas experiências…várias provas ensaio já foram concretizadas...como correu?
Para quem aqui vem assiduamente, sabe que a minha licenciatura não é de uma área específica, via ensino… a minha licenciatura é em Ciências da Educação, aquilo em que mais me sinto preparada para ensinar não é uma disciplina, ou uma matéria. Aquilo que sei ensinar é como se estuda, a minha sensibilidade é para encontrar o caminho mais fácil entre o estudante e o conhecimento, mostrar estratégias de aprendizagem, explicar aquilo que não foi compreendido em sala de aula, de forma simples e individualizada.
O que mais me motiva a aprender são temas como a pedagogia e neurologia, ferramentas que poderão auxiliar o cérebro humano a adquirir competências e saberes, num mundo em constante evolução.
Por isso afirmo que, este blogue existe… porque mostra a experiência de quem conhece métodos de ensino, mas não trabalha dentro de uma escola… conhece as dificuldades e anseios de quem aprende de uma forma extremamente específica. Por isso desenvolvi uma sensibilidade única para pensar e refletir sobre a Educação de forma pluridisciplinar, com a ajuda dos olhos de quem está na escola para aprender e não para ensinar.
Portanto, sempre que por aqui passam poderão ler orientações, propostas e opiniões de alguém fora dos contextos habituais escolares, mas que tem o privilégio de olhar para todo o processo de educação formal com diferentes análises e que apoia todo este processo numa outra perspetiva analítica própria. Talvez tudo isto se espelhe na nesta escrita?!?!…. Espero que sim!!!
Fui monitora no primeiro ano deste belo Projeto – Universidade Júnior!
Desde então, ano após ano, o Projeto tem aumentado a sua projeção e o seu interesse, são imensos os adolescentes e jovens que desejam participar, experimentar estar dentro de uma faculdade, e perceber o que por lá acontece!
Este ano (2024) as inscrições acontecem a partir de 17 de maio e esgotam num abrir e fechar de olhos, portanto, aproveitem e agendem já a data da vossa inscrição. Tudo acontece durante as tuas férias escolares de verão e é, para ser inesquecível!
«A Universidade Júnior (U.Jr.) é o mais amplo programa nacional de aproximação ao ambiente universitário para alunos do ensino básico (2.º e 3.º ciclos) e secundário. Aqui poderás conhecer as catorze faculdades da U.Porto, uma escola de negócios (Porto Business School) e várias unidades de investigação.
Por isso, convidamos-te a passar uma ou mais semanas na universidade mais procurada do país, onde poderás ter um vislumbre da vida académica e, quem sabe, encontrar o teu futuro curso, além de socializar com outros jovens de todo o país, tal como tu.
Para quem gosta de trabalhos manuais e pretende fazer uma atividade diferente, em família ou convidar amigos, uma proposta original, económica e de proteção ambiental pode ser fazer os próprios sabonetes, em casa… que podem ser para utilizar em família, ou para oferecer, em ocasiões especiais.
Partilho aqui, uma receita que me parece simples, no entanto, podem procurar na internet, outras receitas, mais ou menos elaboradas, de acordo com os vossos desejos.
Bom trabalho!
Deve adquirir:
glicerina
Corantes para sabonetes
Aromas a gosto
Moldes à escolha
Modo de elaboração:
Derreter a glicerina em lume brando;
Misturar a glicerina derretida com o corante e os aromas a gosto;
Verter para os moldes e aguardar várias horas até que arrefeça e solidifique.