Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

04
Jun 18

Estamos próximos dos Exames Nacionais, os dias que se seguirão são de constantes horas em estudo, revendo matérias, realizando leituras e exercícios… e o stress vai-se acumulando, dia após dia, com o aproximar no momento, trazendo aquele friozinho no estômago e o medo de falhar. Assim, cá ficam dicas muito simples para aliviar esta pressão desorientadora:

 

  • Agendar de forma clara e organizada as horas de estudo e descanso;
  • Planear metodicamente o estudo a realizar;
  • Escolher e preparar o lugar de estudo;
  • Ouvir música nos intervalos de estudo;
  • Fazer uma caminhada ou praticar desporto no final do dia;
  • Cumprir os horário das refeições;
  • Dormir as oito horas diárias;
  • Desligar telemóveis e redes sociais aquando do estudo…

 

Agora é só manter grandes índices de concentração e motivação para adquirir mais conhecimento… Boa sorte!

 

Imagem relacionada

 

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:10

07
Mai 18

As dúvidas de muitas crianças e jovens na escola, passa por perceberem se são realmente inteligentes para responderem aos desafios que as várias disciplinas impõem.

A inteligência deve ser constantemente estimulada e desenvolvida, assim se melhoram capacidades e resultados, limitando, cada vez mais, esses medos diários de quem estuda e utiliza a inteligência como ferramenta imprescindível!

Por esta razão, aqui ficam umas pequenas dicas para melhorar a memória do estudante:

  1. Mantém um vida saudável, com uma boa alimentação, bom descanso e pratica desporto;
  2. Lê muito, tudo o que te agrade e desperte curiosidade, sejam livros, revistas ou jornais para aumentares o teu vocabulário;
  3. Conversa, dialoga e debate bastante, para dominares melhor as tuas capacidades linguísticas;
  4. Procura momentos de cultura, em viagens, exposições, museus, visitas de estudo, para aumentares os teus conhecimentos gerais;
  5. Participa em atividades extra curriculares como arte, desporto, música… que te motive e aumente as tuas capacidades;
  6. Faz amigos para aprenderes a partilhar ideias e a aceitar ideias e gostos diferentes;
  7. Mantém sempre um espírito positivo, mesmo em momentos que não correm bem, continua com o otimismo de que tudo vai melhorar;
  8. Sê persistente nos teus sonhos e objetivos, porque nada se alcança rapidamente e sem esforço;
  9. Estuda diariamente, para manteres e memorizares a matéria de forma mais fácil e organizada;
  10. Pensa sempre pela tua cabeça, formula as tuas próprias reflexões e pontos de vista, construindo sempre a tua própria opinião e fundamentando-a.

 

E bom trabalho!!!

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publicado por Maribel Maia às 11:29

02
Mai 18

Como já aqui referi, os métodos de estudo são vários e nem sempre eficazes para todos os estudantes do mesmo modo. Se alguns estudantes preferem realizar resumos, outros há que, percebem melhor a matéria realizando vários exercícios.

Se o segundo caminho for o melhor, aqui ficam algumas sugestões para realizar um estudo com base em exercícios:

  • Começar sempre pelos exercícios mais fáceis, procurando realiza-los corretamente, o mais rapidamente possível;
  • Realizar os mesmos exercícios concretizados em sala de aula que pareceram difíceis e que criaram algumas dúvidas;
  • Recorrer a outros exercícios retirados de livros de fichas ou da internet;
  • Realizar o máximo de exercícios apresentados no Manual Escolar;
  • Para cada matéria nova devem ser realizados, em média, uma hora de exercícios, desde os mais simples aos mais complexos;

 

Cada exercícios deve ser corrigido, no final, para tal deve recorrer às soluções, ao Explicador/a, ou ao professor da disciplina, tendo certeza de que, não se está a cometer erros de execução.

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publicado por Maribel Maia às 10:54

30
Abr 18

Quando pensamos em ditados escolares, reportámo-nos há anos atrás, no nosso tempo de escola, quando a professora decidia ditar-nos um texto e tínhamos de o escrever em um único erro, com uma letrinha cuidada e sem pularmos das linhas imaculadas. Ao escrever sobre o assunto, algumas questões podem surgir aos leitores:

  • Mas afinal, hoje ainda se fazem ditados nas escolas?

Já no primeiro ano se iniciam os primeiro ditados, para auxiliar a memorização da correta escrita das palavras, algumas trabalhos de casa são para que os pais, em casa, realizem o ditado para o seu estudante e o corrija com ele. Como nos refere a investigadora Otília Costa e Sousa, « o ditado é uma das tarefas que permitem observar as zonas de dificuldades dos alunos, no que ao registo diz respeito. Ao observar as hesitações, as dúvidas e os erros, aluno e professor podem ter uma visão mais próxima do que está a ocorrer no processo de aprendizagem e quais as áreas da língua e/ou da escrita que causam mais problemas.» (2014)

  • Os ditados não são apenas estratégias de aprendizagem realizadas no 1º ciclo?

Os ditados são comuns em contexto sala de aula, no 1º ciclo, contudo, existem estudantes com características especificas e que podem necessitar que se continue a desenvolver estratégias de aprendizagens na escrita e na compreensão dos fonemas, nesse sentido, pode ser utilizado o ditado, como estratégia continuada, por exemplo em estudantes com dislexia ou disgrafia…

  • Os ditados são um bom método de estudo?

Para a autora  o ditado «é transformar um texto ouvido num registo gráfico, o que implica conhecimentos linguísticos, ortográficos, caligráficos e de convenções de escrita» (Otília Costa e Sousa: 2014). No 1º ciclo, os ditados são realizados pelos professores como «uma prática corrente e que os tipos de ditado variavam bastante: o ditado tradicional, o ditado a pares, o autoditado, o ditado no quadro, o ditado escrito a pares.» (ibidem).

 

Que experiência têm, os leitores, sobre este tema?

 

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publicado por Maribel Maia às 11:02

06
Abr 18

Cada vez mais, os adultos são confrontados com a necessidade de seguirem o caminho da formação contínua, seja por desejo de saber mais, seja também, pelas exigências profissionais. Por esta razão, jovens e adultos frequentam de quando em vez, uma pequena formação, de algumas horas por dia, em determinada área específica.

Para estudar para uma formação, assim, bastante limitada no tempo e nos conteúdos, aqui ficam algumas sugestões, que poderão orientar para o estudo.

  • No final do dia da formação ou logo no dia seguinte, guarde uma hora para rever o que aprendeu, tentando memorizar e resumindo a informação mais relevante. Repita o procedimento em todos os dias da formação;
  • Em momento de formação, coloque sempre as dúvidas e esclareça reflexões, de forma a conseguir evoluir, no conhecimento, ao ritmo de ensino estipulado;
  • Em momento de formação, realize o máximo de apontamentos que conseguir, de forma a poder relembrar mais tarde;
  • Em casa, procure mais algumas informações sobre o tema, que lhe despertem mais interesse e curiosidade, utilize literatura e internet como fontes de pesquisa;
  • A grande maioria destas formações apresenta uma, ou mais, formas de avaliação. Se esta for um teste, alguns dias antes prepare-se, recorrendo aos resumos e apontamentos realizados de forma a memorizar e adquirir toda a informação.

Mesmo para aqueles que se sentem mais inseguros, porque já abandonaram os bancos de escola há vários anos, não se esqueçam que aprender é um processo contínuo, do qual todos somos capazes, em qualquer momento da vida….

Estudar exige apenas concentração, gosto e dedicação…

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publicado por Maribel Maia às 10:04

15
Mar 18

Dialogo entre mim e um/a estudante de secundário:

«Eu: _ A resposta está incompleta, porque faltam aqui alguns itens de resposta, nomeadamente, a referência e fundamentação do texto apresentado na pergunta…

Estudante: _ Pois… nem achei importante…»

 

Quantas vezes os estudantes, crianças ou jovens apresentam dificuldades em realizar um interpretação correta da pergunta proposta, ou demonstram algumas falhas na correta interpretação de textos.

Como tenho, por cá escrito, vezes sem conta, o primeiro passo para melhorar esta capacidade é a leitura e a escrita contínua, de forma dedicada e atenta.

Para além disso, poderão cá ficar outras pequenas sugestões, que opõem a melhoria desta importante competência escolar e pessoal, a interpretação de textos:

  • O título explica grande parte do assunto que irá ser desenvolvido;
  • O primeiro parágrafo, normalmente, apresenta todo o contexto da ação/situação;
  • Nos parágrafos seguintes encontram-se a defesa de ideias e explicação dos acontecimentos;
  • O último parágrafo, encerra a ação/situação, resumindo e finalizando o tema desenvolvido, anteriormente.

Tenha em linha de conta, também que, realizar a leitura adequada, estando atento à pontuação, portanto devem-se realizar várias leituras do texto, sublinhando os conceitos chave e as ideias principais.

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publicado por Maribel Maia às 13:58

12
Mar 18

Ensinar, tirar dúvidas e orientar para testes, trabalhos e exames, não necessitam de cumprir regras iguais de apoio… se existem estudantes que procuram as explicações para retirar dúvidas, outros precisam de apoio contínuo na matéria, …!

Para além disso, os gostos e hábitos de estudo são muito diferentes, de estudante para estudante, embora não signifique que a apresentação seguinte seja regra, parece-me existir proximidades de formas e estratégias de estudo, de acordo com as áreas de interesse e cursos a frequentar.

De um modo geral, parece-me que quem frequenta:

 

Curso de Línguas e Humanidades: prefere realizar desenvolvidos resumos da matéria, procurando decorar e entender muito do que recolheu em resumos: textos e mais textos são as palavras de ordem…

 

Curso de Ciências e Tecnologias: aprecia a realização contínua de vários exercícios e fichas, para melhor se preparar para as avaliações: respostas e exercícios textos são as palavras de ordem…

 

Curso de Artes Visuais: constrói vários esquemas e tabelas de forma a sintetizar matérias e temas a estudar: cores e setas são as palavras de ordem…

 

Curso de Ciências Socioeconómicas: aposta em resumos curtos, realizados ao longo da matéria lecionada, que reorganiza constantemente ao estudar para exames: reestruturação é a palavra de ordem….  

 

Curso de Desporto: os exemplos concretos e bem compreendidos é o que mais ajuda na compreensão da matéria: estudar situações concretas, e textos são as palavras de ordem…

 

Como já referi esta é a minha visão particular…identificam-se? Acrescentariam algo mais???

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publicado por Maribel Maia às 11:06

05
Mar 18

Quantas vezes os estudantes ficam preocupados quando têm muita matéria escolar para compreender e memorizar. Acham que não conseguem decorar tudo, que se vão esquecer ou trocar informações. Contudo, é fascinante a forma como o nosso cérebro funciona e a sua capacidade para armazenar informação de uma forma bastante rápida. Para que a informação chegue ao cérebro e fique retida apresentam-se várias formas de memorização:

Memória Sensorial – esta memória recebe toda a informação advinda dos cinco sentidos:

Memória Visual: recebe informações advindas da Visão

Memória Auditiva: recebe informações advindas da audição

Memória Tátil: recebe informações advindas do tato

Memória Olfativa: recebe informações advindas do olfato

Memória Gustativa: recebe informações advindas do paladar

 

«O interessante é que a maioria das informações que são utilizadas através dos nossos sentidos são armazenadas no nosso cérebro por, pelo menos, dois segundos. Sendo necessário um tempo curto o suficiente para processar, analisar e interpretar a mensagem que chega até o nosso cérebro. Quando a informação é muito importante ela já chega para o próximo tipo de armazenamento, que é a Memória de Curto Prazo.» (In: www.portaleducacao.com.br).

Vários cientistas assumem que a memória não está centrada apenas numa parte do cérebro, ela implica todo o cérebro, para além disso, afirmam que a capacidade de memorização pode ser treinada e melhorada, aperfeiçoando-se assim técnicas.  

Seguindo estas perspetivas podemos assumir que os estudantes devem desenvolver as suas próprias técnicas de memorização sem receios nem pressas.

No próximo Post facultarei algumas técnicas de memorização que poderão ajudar no estudo diário.

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publicado por Maribel Maia às 10:53

26
Fev 18

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«Eu: _ Já está na altura de vocês começarem a pensar na viagem de finalistas?!

Estudante: _As escolas públicas normalmente têm… mas o meu colégio não faz….»

 

Quantas são as notícias reveladas pelos mass media, sobre as viagens de finalistas do ensino básico e secundário e nem sempre boas??? Quantos são os pais preocupados com estes dias de pura diversão??? Quantos os alunos que planeiam ansiosamente as suas férias em colegas, repletas de novas experiências e vivências???

Pois bem, sobre este tema não posso falar em experiência própria, nunca fiz uma viagem de finalistas, nem mesmo na faculdade…

Mesmo assim, e pelo meu contacto com estudantes que vivenciaram e vivenciam tais experiências, gostaria de escrever um pouco da minha opinião e partilhar com vocês reflexões sobre este tema pois, seja como for é parte integrante da educação de muitos estudantes.

Parece-me que a melhor forma de direcionar esta reflexão será definir pontos positivos e negativos destas Viagens de Finalistas, como em tudo na vida, existem sempre várias perspetivas de um mesmo tema. Assim, sendo: 

 

Aspetos positivos:

  • Momentos de experiências longe de casa, com elementos da mesma idade oferece várias oportunidades de crescimento e aprendizagem quer seja, social, emocional, prático, financeiro, etc;
  • A planificação e responsabilização destas férias contribuem para outras aprendizagens pouco desenvolvidas em contexto escolar;
  • As férias e o descanso, são merecidos para quem muito lutou pelos bons resultados escolares e muito se dedicou ao estudo, ao longo de vários anos;
  • Quem vai para um país onde exista necessidade de usar uma língua estrangeira é uma boa forma de a praticar;

 

Aspetos negativos:

  • Parece-me que o primeiro pensamento de todos os leitores, nos aspetos negativos, serão os excessos cometidos pelos jovens, alheios a pouco controlo dos adultos;
  • Não me parece que estas viagens, normalmente, antes da Páscoa pareçam de finalistas, já que ainda faltam muitas aulas e muitas horas de estudo;
  • Não será justo que um estudante que não passe de ano letivo tenha o direito a usufruir destas férias, por inúmeras razões;
  • Muitas vezes fica apenas planeado diversão (noturna e diurna) nada que inclua o aspecto educativo ou cultural.

Como sempre, fica o tema aberto a partilha de opiniões e a comentários!???!!!!

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publicado por Maribel Maia às 13:29

22
Jan 18

Hoje muito se rotulam as crianças e jovens de mais ou menos inteligentes. Contudo, pensarmos no conceito de inteligência é pensarmos em muitas variantes e variadas formas de avaliação.

Hoje trago-vos  uma a Teoria das Sete Inteligências, defendida pelo psicólogo  Howard Gardner e que auxiliaram a reflexão sobre este assunto:

  1. Inteligência Linguística: É a inteligência das palavras. Esta inteligência oferece maior capacidade de uma boa articulação oral, grande facilidade em aprender línguas, bom desenvolvimento da retórica e uma facilidade na compreensão gramatical. Inclusive em MNEMÔNICA.

 

  1. Inteligência Lógico-Matemática: É a inteligência dos números. Esta inteligência oferece facilidades para o processamento de contas, classificação, padrões e resolução de problemas. Boa memorização de números e cálculos.

 

  1. Inteligência Espacial Visual: É a inteligência da forma. Esta inteligência facilita a perceção do mundo exterior e tendo-se a facilidade em transformar essa informação, em arte, ou arquitetura. Tem grande sensibilidade para a cor, linhas e formas. Além disso, conseguem ótimas representações espaciais.

 

  1. Inteligência corporal sinestésica: É a inteligência do movimento. Esta inteligência é caracterizada pela capacidade de conseguir expressar ideias e sentimentos através do corpo, como um ator ou acrobata. Facilita também a capacidade de trabalhos manuais.

 

  1. Inteligência Musical Auditiva: É a inteligência da Música. Esta inteligência está ligada à capacidade musical, facilitando a perceção, e expressão nas mais variadas formas musicais. Possui grande sensibilidade ao ritmo, tom, melodia e timbre. Existe grande sensibilidade para reconstruir arranjos melódicos com facilidade.

 

  1. Inteligência Interpessoal: É a inteligência social. Esta inteligência facilita uma boa capacidade para reconhecer, gestos, expressões faciais, tom de voz e ainda conseguir responder a esses sinais de forma a influenciar pessoas. É a inteligência da sociedade, pois permite que indivíduos com essa capacidade tenham maior facilidade em interagir com os outros.

 

  1. Inteligência Intrapessoal: É a inteligência interna. Esta inteligência facilita desenvolvimento da inteligência pessoal, conhecendo-se a si mesmos, analisando os seus erros e caminhos com grande facilidade.

 

Ao ler estas várias inteligências, facilmente se reconheceu, ou reconheceu várias delas no seu educando, sendo que umas complementam as outras. Assim sendo, através desta Teoria é difícil assumir que somos menos inteligentes que os outros, mas sim, que cada pessoas é detentor de capacidades diferentes, sendo mais perspicaz em algumas situações e ações.

Esta perspetiva deve ser explicada às crianças, de forma a que não se sintam inferiores ou superiores aos colegas, apenas diferentes!

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publicado por Maribel Maia às 11:16

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