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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O Plano Nacional de Leitura é…

Certamente, já ouviu falar do Plano Nacional de Leitura das mais variadas formas, seja porque encontrou alguns livros à venda com esse logótipo, seja porque tem uma lista escolar com os livros recomendados, etc.

Pois bem, é sempre bom lembrar o primordial objetivo deste projeto lançado em 2006 e que tem vindo a procurar responder à preocupação nacional referente aos «níveis de literacia da população em geral e, em particular, dos jovens (…) o Plano Nacional de Leitura (PNL) concretizou um conjunto de estratégias destinadas a desenvolver as competências nos domínios da leitura e da escrita, bem como a alargar e a aprofundar os hábitos de leitura da sociedade portuguesa, designadamente da população escolar. » (In: www.planonacionaldeleitura.gov.pt: 2017)

Em concreto, este PNL propõe livros para serem lidos em idade escolar ou em adultos, desenvolve concursos literários, trabalha em parceria com várias instituições e oferece livros em formato digital. Pode saber mais em http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt.

O mais importante em tudo isto é lembrar que, seja ou não um livro proposto pelo PNL, o importante é ter por hábito ler e, nestes tempos de ficar em casa, passar o tempo a ler é uma excelente forma de incentivar à criatividade e à imaginação e, também, uma forma muito interessante de aprender!

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Os Trabalhos de Grupo: começam no 5º ano e terminam na Universidade!

 A partir do 5º ano de escolaridade, os estudantes são confrontados com a solicitação dos professores para a execução de alguns trabalhos em grupo, sendo que a maioria destes não poderá ser realizada, na totalidade, em contexto de sala de aula. Assim, os estudantes têm de se organizar para, fora do horário letivo se encontrarem e produzirem trabalho.

Estes trabalhos de grupo irão repetir-se nos anos letivos futuros, por isso considero que, quanto mais rápido as crianças começarem a desenvolver estas capacidades, melhor.

Muitas vezes, os encarregados de educação ficam mais reticentes que as crianças nestas situações, porque os elementos do grupo moram longe, porque os horários extra escolares são complexos, porque juntos brincam mais do que trabalham. No entanto, estas contradições acabam por desaparecer e o trabalho lá se apresenta, com mais ou menos imperfeições.

Para este tema, gostaria de começar por referir que o trabalho de grupo deve ser estruturado em reunião, ao que pode acrescer alguma divisão tarefas mais individuais, ou então, o grupo não aprende na plenitude a matéria a desenvolver, não desenvolvem a capacidade de trabalhar em conjunto, discutindo e aceitando ideias  e, não raras vezes, uns trabalham mais do que os outros.

Quando as dificuldades se prendem com questões logísticas, o melhor é reunirem numa tarde/manhã sem aulas, na biblioteca da escola, têm todas as condições de trabalho, podem adquirir algum material necessário na papelaria e não necessitam de tanto apoio familiar.

Sobre este vasto tema, deixarei mais algumas sugestões, nos próximos dias… venham visitar!

trabalhos grupo.jpg

 

Quando as notas baixam!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

Eu: _ Como andam as tuas notas neste período?

Estudante: _ Desci a quase tudo… de Bons passei para Suficientes…

Eu: _Porquê?

Estudante: Hummm… Não sei…»

 

Esta situação pode acontecer a qualquer estudante, a meio do ano letivo, as avaliações apresentam-se mais baixas, mas o estudante sente que continua a trabalhar com a mesma dedicação e empenho de sempre… No entanto, algumas explicações podemos sugerir como resposta às avaliações mais baixas:

 

  • O estudante pode estar a acusar algum cansaço;
  • Em anos de maior exigência, o estudante continua a estudar apenas no dia anterior às avaliações;
  • Pode estar com dificuldades em perceber a matéria atual, num momento em que estas se tornam mais complexas e aprofundadas, o que irá refletir-se na avaliação;
  • Acontecimentos fora da escola que influenciam a motivação e a concentração, mais direcionados a situações emocionais;
  • O processo de adolescência que acarreta imensas mudanças físicas e psicológicas;
  • A dificuldade em entender a importância da aprendizagem e conhecimentos escolares;
  • Desorientação relativamente ao futuro profissional/académico;

 

Quando estas situações acontecem, a família deve elevar um pouco mais a atenção, procurando perceber as causas da situação e desenvolver um diálogo sério e responsável com o estudante. Se, nos próximos testes, as avaliações se mantiverem mais baixas do que o habitual, o melhor é definir um plano de apoio ao estudante e redefinir metas e estratégias de estudo.

Muitas vezes, o desenvolver de novas estratégias e apoios ao estudante poderá passar por procurar outros profissionais: psicologia, explicações, orientação vocacional, … Cabe às famílias tomarem decisões atentas e concertadas!

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Pequenas fichas em Inglês!

Para os estudantes que estão a aprender agora uma nova língua, o Inglês, deixo em anexo, umas fichas muito simples, com atividades também bastante simples, para apoiar o estudo e, simultaneamente, desenvolver a criatividade de quem se diverte a aprender….

Espero que seja proveitoso! Bom trabalho!!!

Fichas Inglês.pdf

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Estudar com o irmão… rotina ou impossibilidade?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _A tua irmã é mais nova do que tu! Já anda na escola?

Estudante: _Sim….

Eu: E tu ajudas a tua irmã a fazer os TPC’s?

Estudante: _Não, como ela não anda em Explicações/ATL e eu ando… ela quando chega a casa vai fazer os trabalhos de casa e eu vou brincar, porque já os fiz e também preciso de brincar…»

 

Deste diálogo posso retirar duas informações muito importantes para reflexão:

1ª – muitos são os irmão que ajudam os mais novos a realizarem os trabalhos da escola, ou a tirarem dúvidas, mas penso que, a maioria não tem muita disponibilidade e paciência para fazer os seus trabalhos e, ainda, dedicar tempo aos trabalhos do(s) irmão(s)… ficando esse apoio para outros elementos da família ou para os Explicadores/ATL’s.

2ª – a necessidade das crianças e a ansia pelos momentos de brincadeira e pelo tempo livre é sempre muito grande, principalmente, depois de um longo dia de escola, aos quais se acrescentam outras atividades extracurriculares e que, em muito, ocupam o tempo diário da criança… claramente, é de lembrar que brincar também é saudável e importante para o desenvolvimento. Destas brincadeiras não estou a incluir jogos de consolas, nem horas em frente aos ecrãs.

 

3ª – explicar a matéria e orientar nos TPC’s, de forma geral, são planos difíceis para toda a família (pais, irmãos)… todos já estão cansados das suas rotinas diárias e, no final de um dia atarefado, o à vontade com o familiar, pode despoletar zangas e birras. Por norma, ou são rotinas muito bem estruturadas em família, ou nem sempre decorre da melhor forma.

Com qual das três reflexões mais se identificam? Por aí, os irmãos ajudam ao estudo?

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O Plano Nacional de Cinema

Fui alertada, por uma leitora deste blogue de que, para além do Plano Nacional de Leitura, conhecido pela maioria da população portuguesa, existe também o Plano Nacional de Cinema, do qual poucas pessoas ouviram falar, mas que pode ser de grande ajuda, no momento de escolher um filme adequado a determinadas aprendizagens e idades. Portanto, para os que pouco ou nada conhecem este projeto, aqui fica uma primeira explicação, para que acorde o vosso desejo de saber mais.

O Plano Nacional de Cinema (PNC) «(…)é um programa de literacia para o cinema e de divulgação de obras cinematográficas nacionais junto do público escolar, garantindo instrumentos essenciais e leitura e interpretação de obras cinematográficas junto dos alunos das escolas abrangidas pelo programa.» (in: http://www.dge.mec.pt/).

Pode, facilmente, encontrar a lista de filmes e documentários propostos, com a orientação escolar definida, de forma a melhor escolher o cinema adequado ao seu estudante.

Este Plano poderá ser aproveitado por educadores, professores, famílias e estudantes que pretendam utilizar o cinema como forma de aprendizagem e reflexão.

Bons filmes e boa aprendizagem!

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Para a disciplina de Português…

Os Recursos Estilísticos, ou as Figuras de Estilo, são conceitos constantemente aprendidos na disciplina de língua Portuguesa. Ao longo dos anos letivos vão-se acrescentando à lista novas Figuras de Estilo, com base nas obras estudadas. 

Os Recursos Estilísticos/Figuras de Estilo são estratégias de escrita que apoiam o escritor no momento de realçar o seu texto para uma melhor interpretação, motivando quem lê. Quantas vezes ouvimos um estudante a dizer: ‘(...)matei-me a estudar…’ esta frase utiliza um Recurso Estilístico.

Para os alunos estudarem estas e outras propostas gramaticais podem consultar o seu manual escolar, normalmente no final, existe uma parte gramatical de consulta e apoio ao estudo. Para quem pretender investir um pouco mais, pode adquirir uma gramática em concordância com o ciclo de estudo e com as metas curriculares.

Em anexo, deixo um documento retirado da internet, com várias destas Figuras/Recursos, exemplos e exercícios, que poderão, também, ajudar estudantes das mais diversas idades. 

recursosexpressivos.pdf

estudo.jpg

 

 

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