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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

A luta pelas médias, no secundário…

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

«Eu: _Como estão as tuas médias?

Estudante: _ Não muito bem… o meu erro foi não ter repetido o 10º ano…

Eu: _Porquê?

Estudante: _ Devia ter ficado a fazer melhoria, porque a minha média de 10ºano estraga-me a média do secundário…»

                                             

Optar por repetir um ano para melhorar as médias, no nível secundário é, cada vez mais, prática recorrente entre os estudantes que pretendem entrar nas universidades públicas.

Muitas vezes a falha está no 10º ano, em que os estudantes não tomaram plena consciência de que as médias dos três anos são bastante importes para o futuro académicos, outras vezes, os estudantes demoram algum tempo a definirem a área profissional que querem e depois necessitam de mudar de disciplinas e de exames nacionais.

Portanto, hoje escrevo em modo de alerta, para os jovens que estão a frequentar o 9º ano ou o secundário, para estarem bem conscientes das suas escolhas e opções formativas.

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Inquietude: Passar de ano com várias negativas.

De uma forma muito básica, pela legislação, alunos com três negativas, incluído nelas a disciplina de Português e Matemática, não deveriam concluir o ano escolar, ficariam retidos. No entanto, muitos são os comentários nas redes sociais e entre os alunos também, a referirem com protesto que existe quem tenha concluído o ano letivo com estas negativas ou mais ainda!

Assumo que, cada caso é especial e as facilidades têm, na maioria dos casos, um motivo e justificação específico e que, como desconheço, não posso opinar como válido ou não.

Mas, penso que, apesar disso… e num blogue pessoal… posso deixar a minha opinião sobre o tema e também ler a opinião dos meus leitores.

Este assunto torna-se, para mim, uma inquietude, por duas razões:

1º - Pelo que converso com os estudantes, eles assumem isto como um desrespeito e uma injustiça perante o esforço e empenho que tiveram, ao longo de todo o ano letivo;

2º - Porque deveriam existir outras formas de apoiarem estes alunos, que certamente precisam de ajuda, ao longo de todo o ano, como várias estratégias concertadas entre vários profissionais de ensino, facilitar nunca será o melhor caminho de desenvolvimento e aprendizagem…

 

Para mim, o facilitismo em nada permite que um estudante se desenvolva e se prepare para o mundo social e profissional que irá encontrar futuramente, quando se fizer jovem e adulto. 

 

Lerei as vossas opiniões, sobre este assunto, com a maior das atenções!

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Escola em casa, que avaliação?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

Eu: _Então, como estão a decorrer as aulas? Tens feito os trabalhos?

Estudantes: _Sim, mas ninguém está preocupado… já toda a gente sabe que é para passar e é, portanto!»

Logo no início do 3º período escolar, das situações que penso ter mais preocupado os professores foi como irão avaliar os seus alunos, neste período, sendo que eles estão em casa a receber formação através dos meios de comunicação e com isso os constrangimentos que irá acarretar são reais.

A avaliação, em situação normal escolar, quer-se contínua e, desde a atenção em sala, a realização dos trabalhos e as fichas de avaliação, muito havia para analisar e avaliar.

Agora, que os estudantes estão em casa, a sua participação na telescola não é visível, perceber se o aluno está atento em vídeo aulas é tarefa extremamente difícil, verificar se os trabalhos realizados foram feitos pelo próprio, ou em conjunto, requer muita sensatez… ou seja, a pergunta torna-se imperativa, até que ponto esta avaliação será ajustada e realista?

Quando converso com os alunos, sinto que eles consideram que têm o direito a algum facilitismo, devido a tantos constrangimentos, dos quais não têm a culpa e consideram que todo o esforço realizado de adaptação a estes métodos de ensino devem ser recompensados.

Os professores têm por base um período e meio de aulas presenciais onde conseguiram conhecer um pouco os alunos e retirar daí alguns traços principais de avaliação que, certamente, não serão suficientes… e agora terão de adaptar as suas próprias estratégias de análise.

Muitas dúvidas e incertezas surgem no momento de assumir se as aprendizagens escolares, este ano letivo, foram efetivamente conseguidas…

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Como organizar uma Bibliografia?

A grande maioria dos estudantes, ao longo dos anos escolares, deparou-se com os problemas práticos da construção de um Trabalho Escrito, para várias disciplinas.

Já por cá escrevi algumas dicas sobre a construção destes Trabalhos. Hoje, venho escrever sobre a última página desses Trabalhos, a Bibliografia.

A Bibliografia é algo imprescindível nestes Trabalhos, pois é importante realizarmos pesquisas sobre a informação que queremos apresentar, discutir e/ ou refletir.

Embora alguns estudantes procurem ignora-la ou simplesmente esquecem-se do quanto ela é importante, não o devem fazer. Torna-se necessário apresentar citações entre aspas, com o nome, mencionar lugares de onde foram retiradas informações importantes.

Assim, a Bibliografia deve:

  • Organizar-se por ordem alfabética;
  • Ter o último nome do Autor em primeiro lugar, em maiúsculas;
  • Ter o título da Obra (em itálico)
  • Local da publicação;
  • Editor;
  • Data;

Por exemplo:

ROSNAY, J. (1977) As Origens da Vida. Do Átomo à Cédula, Coimbra: Livraria Almedina.

 

Para os Trabalhos Universitários, a Bibliografia deve seguir os requisitos de forma rigorosa, para tal, podem consultar, por exemplo, as Normas da APA (American Psycological Association), como orientação.

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Estudar com a escola na TV

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

Eu:_ Gostaste das aulas da telescola?

Estudante: _ A de Português quase era para dormir, mas a de Matemática até gostei…»

 

Alguns pais das crianças e jovens de hoje foram alunos da telescola, mas essa forma de ensino em nada se comparava à telescola dos dias de hoje.

A telescola dos dias de hoje, entra na casa de cada aluno, oferece um conjunto de matérias para dois anos letivos simultâneos, por vezes até mais e esta é a resposta do Governo para que os estudantes continuem a aprender tendo de ficar em casa.

Esta não é a única forma de aprendizagem, cada escola adotou outras medidas complementares de ensino, todas continuam a enviar trabalhos para o email e outras incluem vídeo aulas através da internet, para além disso, os alunos são convidados a realizarem trabalhos como complemento à avaliação.

No entanto, as matérias dadas através desta telescola não está em consonância com a matéria lecionada pelas escolas, o que traz um grande desfasamento entre esta formação e está a levar algumas escolas ao não incentivo da atual telescola.

Para todos os alunos que assistem diariamente à telescola, aqui ficam algumas orientações:

 

  • Assiste às aulas de preferência sozinho;
  • Retira toda a distração das proximidades, como por exemplo o telemóvel;
  • Responde às perguntas em voz alta;
  • Não te preocupes em escrever tudo, algumas propostas de TPC’s passam muito rápido... Para os que têm tv cabo, voltam atrás no final;
  • Anota as dúvidas no caderno e depois retira-as com a família ou com o teu professor;
  • Nos intervalos não fiques sentado, faz alongamentos e caminha um pouco;
  • Procura concentrar-te e estar atento, o melhor que conseguires…

 

E aí em casa, já desenvolveram novas estratégias para esta telescola?

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Alunos de 11º e 12º voltam às salas de aula!

É já nesta segunda feira que os alunos de 11º e 12º anos voltam a sentar nas cadeiras das salas de aula, para iniciarem o 3º Período, de forma presencial. Até agora os seus estudos foram realizados em casa, através de vídeo aulas, estudo individual e trabalhos de pesquisa.

Mas, ainda falta mais de um mês para acabarem as aulas e estes alunos têm de estar preparados para realizarem os Exames Nacionais, estes Exames são de grande influência para quem pretende dar continuidade aos estudos no ensino superior, o que exige muito estudo e concentração.

Assim, neste período curto de tempo, estes estudantes terão de aproveitar as aulas presenciais para tirarem dúvidas sobre as matérias, deste ano letivo e dos anos letivos anteriores, para além disso têm de ter todos os cuidados de saúde necessários, pois a possibilidade de contágio por COVID – 19 ainda é uma realidade. Tudo isto pode despertar uma maior ansiedade e nervosismo a alunos, famílias e professores e que deve ser gerida da melhor forma possível.

Portanto, para os estudantes que hoje voltam às aulas e para as suas famílias, aqui ficam mais algumas dicas:

  • Escolhe muito bem os Exames Nacionais a que te propões e de acordo com o que pretendes no futuro, eles podem permitir ou impedir o acesso a determinados cursos universitários;
  • Faz uma tabela com toda a matéria já estudada e define a que mais precisa de revisão;
  • Elabora uma lista de dúvidas e questões para serem esclarecidas nas aulas;
  • Mantém-te atento nas aulas, como serão poucas, aproveita-as ao máximo;
  • Adquire os livros de preparação para exame, se sentires necessidade de mais resumos ou de mais exercícios;
  • Elabora um plano de estudos para realizares em casa e cumpre-o sempre;
  • Recorre a explicações individuais se sentires dificuldades no estudo.
  • Respeita as regras de distanciamento físico, para te protegeres e protegeres os teus colegas;
  • Presta atenção às novas orientações/regras que terás de seguir e mostra-te responsável;
  • Quando chegares a casa deixa o calçado à porta, coloca a tua roupa para lavar e toma um banho;
  • Cuida da tua alimentação, exercício físico e horários de sono, é fundamental para aprenderes e memorizares com facilidade;

Votos de um Bom Regresso, para todos/as!!! Sempre em segurança!!!

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O que devo saber sobre a gramática portuguesa?

Em todos os anos letivos aprende-se um pouco mais sobre a gramática da língua portuguesa, portanto, quanto mais rapidamente os estudantes e começarem a entender a gramática melhor, ajudá-los-á em todos os anos letivos.

O que se deve aprender sobre a gramática:

  • Palavras: relação entre palavras; neologismos; arcaísmos; formação de palavras; expressões idiomáticas.
  • Subclasses de palavras: nomes; determinantes; quantificadores; pronomes; adjetivos; verbos; advérbios; preposições; conjunções; interjeições.
  • Sintaxe: constituintes da frase; funções sintáticas; concordância; forma ativa e passiva; frases simples e frases complexas (coordenação e subordinação).
  • Língua e Comunicação: grafia; registo formal e informal; discurso direto e indireto;
  • Recursos Expressivos: onomatopeia; repetição; comparação, metáfora, etc…
  • Tipos de Texto: textos literários e não literários; géneros literários.

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