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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

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Apresentações orais em Francês/Espanhol… Temas & Dicas. Parte 2

No Post anterior escrevi sobre os diferentes temas que se aprendem numa língua estrangeira e os temas que poderão ser propostos em avaliações/apresentações orais. Tal como prometido, darei continuidade a esse Post, hoje, com as Dicas para melhor realizar estas propostas de oralidade, quando se aprende uma nova língua:

  • Quando a apresentação for a pares e te for proposto escolher a parceria, procura alguém próximo do teu nível de conhecimento… se te consideras aluno com algumas dificuldades procura alguém que te possa ajudar e com quem te sintas à vontade, para diminuíres os níveis de ansiedade;
  • Escreve o texto sobre o tema que é proposto com base noutros textos que já estudaste, adaptando ao que pretendes;
  • Não escrevas um texto complexo e com palavras que sintas ter muitas dificuldades em memorizar, ou vais ter imensas dificuldades;
  • Com antecedência pede ao professor que o corrija e te proponha melhorias, antes de começares a memorizá-lo;
  • Este processo de memorização deve ser treinado, para te ajudar utiliza objetos que recolheste anteriormente, faz um powerpoint com imagens, leva comida se for esse o tema, usa um pequenino vídeo como introdução ou conclusão;
  • Faz vários ensaios, solicita a alguém que assista e analise a tua apresentação;
  • Não deixes que a ansiedade tome conta de ti: o professor ajuda sempre e os colegas percebem bem pelo que estás a passar, pois vão passar pelo mesmo…

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Descrição Oral sobre um Objeto Sentimental

No estudo das línguas, é necessário ensinar e avaliar a oralidade, a forma como se expressa na língua, como comunica, como pronuncia… Portanto, na escola, ser oralmente avaliado a uma das disciplinas de Português, Inglês, Espanhol,… é algo a que os alunos estão habituados.

As propostas de avaliação são diferentes e tornam-se mais complexas conforme os anos de aprendizagem da língua vão aumentando.

A apresentação à turma de um objeto sentimental, através da sua descrição e enquadramento pessoal pode ser uma das propostas, muitas vezes, vinda do professor de Português.

Para ajudar e orientar esta apresentação, deixo algumas dicas:

 

  • Escolha do objeto:

Não procures um objeto comum a muitos dos teus colegas, como o telemóvel… perde muito em originalidade. Seleciona algo bem pessoal, por exemplo, um objeto usado num desporto que pratiques, numa arte que aprendes; um objeto que te acompanhe desde a infância; um prémio recebido; algo oferecido por alguém especial….

  • Responde às seguintes perguntas:

 

Onde compraste, recebeste?

Tua idade quando adquiriste?

Idade do objeto?

Características os objeto?

Qual o valor sentimental e porquê?

Onde está guardado?

O que significa quando o usas, ou observas?

Algum sonho (futuro) que o objeto te traga?

 

  • No momento da apresentação:

As perguntas anteriores já devem estar todas organizadas num texto simples e coerente, previamente memorizado. Como vais falar sobre algo pessoal, não será difícil esta memorização. Nesta apresentação não te demores mais de 5 minutos.

De acordo com as orientações do professor, podes fazer um powerpoint para te orientar, com mais fotografias e títulos, nunca com todo o texto que irás dizer.

Leva o objeto contigo e mostra-o aos colegas e ao professor, assim que comeces a apresentação, volta a pegar nele se precisares de mostrar alguma característica específica, deixa-o sempre em lugar de destaque enquanto decorre a tua apresentação. Procura usar as tuas palavras e não somente ler o que escreveste.

No final, pergunta se entenderam e se querem fazer alguma pergunta… por fim agradece! 

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Como responder a perguntas de desenvolvimento?

Em 7 etapas!

Com o passar dos anos, os estudantes são confrontados com a necessidade de redigir perguntas mais abertas, que sugerem a articulação de vários conceitos e conhecimentos, muitas vezes acompanhados de textos introdutórios que orientam para respostas abertas, de contextualização, ou de opinião.

Estas formas de resposta devem ser aperfeiçoadas pois, no nível secundário e superior são muito comuns, têm cotações de avaliação elevadas, exigem bastante organização mental e uma boa capacidade de escrita, fluida e organizada.

Segue os seguintes passos:

1º - identifica o(s) conceito(s) que são abordados na pergunta e explica-o(s);

2º - contextualiza a explicação, através das tuas próprias palavras, de forma simples e com exemplos, se for necessário;

3º - se são apresentados vários conceitos, relaciona-os entre si, define o que têm em comum ou o que os distingue, em termos de perspetiva ou opinião;

4º - se existe um texto de apoio à pergunta, baseia-te nele, como apoio à tua resposta, e sempre que necessário faz uma ou mais citações, usando as «…»;

5º quando for pedida a tua opinião, faz uma introdução adequada, referindo ser a tua opinião e confronta com algum autor, se for apropriado…

6º - nunca te esqueças de utilizar as referências básicas de introdução; desenvolvimento e conclusão… em resposta longas (que te exijam tal desenvolvimento) faz todo o sentir existir esta forma de encadeamento. 

7º - se sentires que te vais esquecer de mencionar muita informação o melhor, antes de começares a resposta é colocares todos os tópicos, numa folha de rascunho, vai seguindo os tópicos e, no final, acrescenta o que for necessário.

Antes de entregares o documento, e se tiveres tempo, lê com atenção, corrige possíveis erros ortográficos, gralhas ou vírgulas…

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Caderno diário: organização e orientação eficaz

A motivação e responsabilidade do aluno pela escola reflete-se prontamente através de uma análise dos seus cadernos diários. Em simultâneo são presságio para melhores avaliações e melhores resultados.

Cada caderno diário deve estar organizado, com os sumários em dia, a matéria que os professores propõe ser anotada deve estar correta, legível, de preferência devem-se usar cores diferentes ou sublinhadores.

Os trabalhos de casa devem estar realizados logo após as anotações e os sumários… todos os exercícios realizados devem ter a anotação da página de onde foram retirados e o número do exercício. Os cadernos devem estar sempre legíveis, quer para o próprio aluno, quer para os professores, família, ou mesmo para qualquer colega que tenha a necessidade de pedir emprestado.

Haverá necessidade de pedir um caderno emprestado quando o aluno faltou à disciplina e, portanto, não tirou os apontamentos necessários, o mais rapidamente que possa deve fazê-lo: copiar tudo, de forma organizada e  procurar as dúvidas referentes a essa matéria.

Esquecer de levar o caderno não deve acontecer, no entanto, no início do ano letivo, enquanto os estudantes não se adaptam às rotinas, também poderá surgir uma exceção, nesse caso deve utilizar um caderno de outra disciplina (últimas páginas) e quando chegar a casa deve acrescentar a matéria em falta.

A meio de cada Período, as famílias podem solicitar os cadernos diários, no sentido de perceberem se estão organizados e atualizados, incentivando aos cuidados na letra e nos métodos usados. Esta atenção e cuidado familiar deve ser adaptada a cada estudante, de acordo com a sua responsabilidade para a tarefa!

Por fim, mas também muito importante são os TPC’s que são propostos em aula e que devem ser anotados no caderno diário, ou em folha própria, porque já sabemos que, se o aluno procura apenas memorizar os trabalhos de casa a fazer, quando chegar a casa não se vai lembrar-se, ou é bem possível que confunda páginas e exercícios….  

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As perguntas que não fiz no teste… afinal sabia…

Já, por cá, referi que é muito importante rever a ficha de avaliação com o estudante, após a correção do professor, analisar o que falhou, o que pode ser melhorado e sentir a motivação dos bons resultados e das respostas corretas.

Para quem apoia, de forma mais próxima, o aluno no estudo irá perceber que, em algumas questões e exercícios onde ele falhou, até se sabia a matéria e, muitas vezes, já se tinha realizado exercícios semelhantes. No entanto, o aluno ou errou, ou nem sequer tentou responder, considerando logo que não ser capaz…

A vergonha de estar a escrever algum ‘disparate’ a insegurança própria pode trazer falhas como esta, às quais é necessário estar-se atento.

Quando o aluno começa a demonstrar situações semelhantes a esta, muitas vezes, quando é confrontado com a situação, resposta dele é semelhante a esta: “ lá, pareceu-me difícil…achei que não sabia…”

Não sendo algo alarmante, convém aumentar um pouco a atenção e a autoestima… situações de insegurança e falta de autoestima podem se espelhar aqui, é importante voltar a realizar a questão falhada, demonstrar a facilidade com que a conseguiriam ter executado, apaziguando receios e inseguranças individuais.

É necessário um cuidado especial nesta análise, relativamente às questões não realizadas, terá sido falta de tempo, pouco empenho, não saber a matéria, insegurança….?????

Só depois desta análise cuidada, com o estudante, se podem definir ações e soluções…

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