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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Partilha de fichas para férias

Agora que os mais pequenos estão de férias... umas longas férias... é necessário mantê-los ocupados, numa ocupação divertida e educativa.

Para ajudar a juntar tudo isto, partilho aqui um conjunto de fichas diferentes:

Espero que seja um apoio aos dias de férias, deste verão, ou de outras ocasiões!

 

 

Trabalho Infantil… é (i)legal?!?!?

Quando se fala sobre Trabalho Infantil, associamos mais rapidamente a um flagelo existente, principalmente, em países mais pobres, subdesenvolvidos, com muitas carências sociais e financeiras. Contudo, o trabalho infantil afeta praticamente o mundo inteiro, até mesmo o nosso país, de forma ilegal, com baixos salários e muitas vezes em atividades perigosas, crianças pequenas submetem-se a trabalhar incentivadas pela família e pelos baixos recursos.

Atualmente, em Portugal, o Código de Trabalho, legislação n.º 07/2009, de 12 de fevereiro, assume expressamente que, para prestar trabalho o jovem terá de completar 16 anos e finalizar a escolaridade obrigatória, para além disso, deve apresentar capacidades físicas e psíquicas adequadas ao exercício da função.

Certo é que, diariamente vemos crianças bem pequenas a trabalhar, passam-nos em frente aos olhos, nas televisões… ouvem-se nas rádios… encontramo-las em cartazes, em concursos… e em tantas formas de publicidade. Este é um trabalho legal, que nos últimos anos, tem vindo a apresentar grande expressão, tem também legislação específica e a função exercida pela criança deve enquadrar-se no Trabalho Infantil Artístico, Cultural ou Publicitário.

A entidade competente que faculta esta autorização é a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) que solicita os documentos e contratos devidamente esclarecedores sobre o número de horas de trabalho e a função a desempenhar, de forma a que esta não prejudique o desenvolvimento integral da criança.

Na minha opinião este tema torna-se de imperativa reflexão, não é de todo unanime nem consensual… se encontramos vantagens, encontraremos também desvantagens… proponho-me a enveredar por esta reflexão, em jeito de Inquietude, no Post seguinte! Vamos conversando sobre este tema...

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(imagem retirada da internet)

 

Horas e horas de estudo… será que resultam?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2ºciclo:

«Estudante: _ Podemos fazer um jogo sobre a matéria, ou assim?

Eu: _Porquê?

Estudante: _Foram testes a semana toda, estou cansado/a! Já não quero estudar mais… na segunda foi teste de ciências, na terça tive de me preparar para o teste de matemática, na quinta foi teste de inglês…. Já não consigo mais…»

 

Quando converso com os pais sobre as horas de estudo diárias que complementam os estudos na escola, seja em explicações ou em apoio a uma ou mais disciplinas, eu sublinho sempre que, na minha opinião, mais de duas horas diárias torna-se demasiado saturante para qualquer estudante, seja do 1º ciclo ou do nível secundário.

Na minha opinião, não podemos exigir um elevado grau de concentração e memorização durante mais de duas horas seguidas e, em termos práticos, quem desenvolve este trabalho com os estudantes percebe o aumento da saturação, das dificuldades e do cansaço ao longo deste período de tempo, mesmo para um estudante que não tenha tido um dia de aulas longo e/ou cansativo, a produtividade vai diminuindo muito naturalmente.

Percebo perfeitamente quando os pais, após uma manhã de aulas, deixam os estudantes uma tarde inteira no ATL, para que ele faça os TPC’s e depois estude… muitas vezes tudo isso perfaz mais de 4horas em frente aos livros escolares, com um pequeno intervalo pelo meio… considero esta situação demasiado cansativa e pouco proveitosa, que torna os estudantes desmotivados e aborrecidos quando isto permanece semana a semana.

Compreendo o desejo das boas avaliações e o interesse em se obter bons resultados escolares, contudo se as rotinas forem, efetivamente, bem geridas e estruturadas, talvez não tenhamos necessidade de estudantes tão desinteressados pelo estudo e com tão pouco tempo para serem crianças e jovens!

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Fazer anotações na margem

Quantos dos meus livros escolares têm anotações nas suas margens realizadas por mim, com letrinha miudinha e escrito a lápis, com imensas abreviaturas e chamadas de atenção? A partir do ensino básico, praticamente, todos…

Esta prática habitual dos estudantes apoiam a memorização e a compreensão da matéria, tanto no momento da aula como posteriormente, em casa, no estudo.

Com a prática esta competência melhora e torna-se apoio fundamental. Por isso, cá ficam algumas dicas para realizar anotações:

  • Escrever palavras ou conceitos que resumam o conteúdo do parágrafo;
  • Usar abreviaturas como códigos para pequenas observações;
  • Usar sinais de pontuação para exprimir desacordo ou dúvidas;
  • Cruzar informações com outras matérias ou autores, fazendo referência a nomes ou páginas;
  • Utilizar post-its e sublinhadores para marcar páginas e temas importantes;
  • Não escrever em material que não nos pertence…

 

É de notar que, no momento de estudo, estas anotações sejam percetíveis e façam sentido ao estudante, só assim serão apoio concreto!

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Dicas de Gramática, simples...

Uma das primeiras aprendizagens gramaticas lecionadas na escola, já no 1º ciclo são as representações gráficas, como por exemplo a pontuação.

Esta aprendizagem deve ser bem assimilada, pois precisaremos dela ao longo de toda a vida académica e ao longo de toda a vida pessoal e social…. para escrevermos estes Blogues, nada como utilizar a pontuação correta e adequada…

Para ensinar ou relembrar:

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Quantas horas devemos dormir?

Como todos nós sabemos, dormir pouco ou dormir demais pode ser prejudicial para um harmonioso desenvolvimento de crianças e jovens.

As crianças que dormem menos que o necessário poderão apresentar distúrbios problemáticos, tal como o fraco desenvolvimento físico, problemas no desenvolvimento do sistema imunológico, na consolidação da memória e dificuldades no relaxamento muscular.

Assim sendo, relembro as horas de sono recomendadas pelo American Sleep Association (2015):

  • Recém-nascidos (0-3 meses): 14 a 17 horas
  • Bebés (4-11 meses): 12-15 horas
  • Crianças (1-2 anos): 11-14 horas
  • Crianças em idade pré-escolar (3-5 anos): 10-13 horas
  • Crianças em idade escolar (6-13 anos): 9-11 horas
  • Pré-adolescentes (14-17anos): 8-10 horas
  • Jovens (18-25anos): 7-9 horas
  • Adultos (26-64anos): 7-9 horas
  • Idosos (+65anos): 7-8 horas.

 

Para explorar melhor estes conselhos, poderá consultar a tabela abaixo:

tabela sono.jpg

 

Etiquetas de identificação, para material escolar.

Para os encarregados de educação que sentem a necessidade de identificar o material escolar dos seus estudantes, porque facilmente se perde ou se confunde com o material de outro(s) colega(s), deixo aqui algumas etiquetas para diferentes gostos. Basta imprimir as etiquetas e escrever o nome do estudante, ou a disciplina, ou qualquer outra informação importante.

Estas etiquetas podem ser utilizadas para muitas finalidades e podem conter a mais variada informação, desde que curta!

Espero que gostem!!! Ahhh!!! Continuamos com muitos emojis vindos da internet….ehehehe…

 

etiquetas_animais.jpg

 

etiquetas_molang.png

 

etiquetas_unicornios.jpg

 

(imagens retiradas da internet)

 

 

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