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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Livros que podem ajudar a organizar o estudo

Para além dos materiais que devem fazer parte de uma secretária de estudo, como referi no Post anterior, alguns livros devem também estar presentes no momento de estudo. Estes livros devem estar arrumados, mas prontos a serem consultados. Entre eles, é de destacar:

Dicionário de Língua Portuguesa: adaptado ao novo Acordo Ortográfico, deve ser um dicionário mais completo, para que o estudante encontre sinónimos e antónimos;

Dicionário de Língua Estrangeira: de acordo com as línguas estrangeiras que o estudante está a aprender, este poderá ser pequeno, mas com dupla tradução (ex.: Português-Inglês e Inglês-Português);

Gramáticas: é indispensável uma gramática de Língua Portuguesa com as novas regras gramaticais e, se conseguirem assumir financeiramente, das línguas estrangeiras também (à venda por ciclos de estudo);

Livros Complementares de Estudo: existem livros complementares, com resumos de matérias e exercícios, basta adquirir aquele(s) da(s) disciplina(s) com maiores dificuldades;

Livro de Preparação para Exames: para os estudantes que, neste ano letivo, tenham de realizar exame nacional, estes livros devem ser adquiridos, no máximo, no início do 2º Período, para começarem a preparação;

Livros do Plano Nacional de Leitura: para os estudantes que necessitam de realizar uma, ou várias, Apresentações de Obras Literárias em Português. Assim como, os livros obrigatórios no Plano de Estudos da disciplina. E porque ler é imprescindível!

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FlashCards: memoriza a brincar!

Já os dias de estudo vão longos e os estudantes continuam a necessitar de memorizar vários conceitos e definições.

Para que esta forma de memorização se torne mais divertida e eficaz, podem optar pela técnica do FlashCards, em termos educativos significa aprendizagem rápida, que se baseia na repetição e na associação.

Quem pretender optar por esta estratégia, basta cortar pedaços de cartolina do mesmo tamanho, tipo Cartas de Uno, de seguida escrever uma pergunta de um lado e no inverso a resposta, podendo-se associar imagens, desenhos, cálculos, etc…

Agora com este jogo simples já preparado, basta começar a jogar: o estudante irá procurar responder às perguntas corretamente, vai eliminando as cartas às quais consegue responder e mantendo as que tem errado, até que tudo fique memorizado… pode treinar vários dias até sentir a assimilação completa.

Outros jogos didáticos podem ser utilizados com estes simples cartões de cartolina, basta imaginação!

Por vezes, tornar o estudo mais divertido pode ajudar o estudante a sentir-se mais capaz e mais motivado para o estudo!

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Aplicações para Estudantes

Porque a grande maioria dos estudantes já têm um telemóvel de última geração e utilizam-no constantemente, para jogar e para estar nas redes sociais, também podem utilizá-lo como um apoio ao estudo.

Para isso, estão disponíveis no mercado as mais variadas aplicações, pagas e não pagas para quem pretende utilizar o telemóvel como um auxiliar de aprendizagem.

Hoje, deixo-vos algumas propostas de aplicações gratuitas que podem instalar, como um apoio diário ao estudo, sem citar nomes ou marcas, aqui ficam:

 

  • Uma agenda escolar, que deve estar sempre atualizada e que ajudará a lembrar momentos de estudo e datas importantes;
  • Dicionários, de acordo com as línguas que estão a estudar, existem muitas ofertas de aplicações de dicionários offline;
  • Aplicações que abrem PDF ou programas de office, para que o estudante possa, rapidamente, receber documentos/fichas no seu telemóvel;
  • Aplicações com programas de treino das várias disciplinas escolares, com diferentes graus de dificuldade;
  • Aplicações com exercícios de matemática;
  • Horário Escolar, basta preencher com o teu horário e assim podes consultar rapidamente;
  • Aplicações com música tranquila para ajudar na concentração;

 

Por aí, mais propostas????

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Quando uma atividade ocupa muito tempo?

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

Eu: _ O desporto ocupa muito do teu tempo?

Estudante: _ Sim, tenho treino quase todos os dias e jogos aos fins-de-semana…

Eu: _ Isso não te prejudica nos estudos?

Estudante: _Um pouco… fico com pouco tempo e não consigo fazer diretas para estudar…»

 

O desporto ou qualquer outra atividade extracurricular é uma forma de desenvolvimento e aprendizagem bastante importante e saudável. No entanto, por vezes é levado muito a sério pelos estudantes, o que os faz dispensar muitas horas por dia nessa atividade. Mais tarde ou mais cedo, os receios de que a atividade retire tempo ao estudo surgirá!

Pela minha visão, se existir muita motivação e boa capacidade de gestão, tudo se consegue com esforço, dedicação e imensa responsabilidade, não havendo a necessidade de abandonar algo tão prazeroso e importante para o estudante.

O apoio da família equilibrado com a exigência de bons resultados escolares é também uma mais valia para os momentos de grande exigência e também uma constante necessidade.

Como se diz: ‘é difícil, mas não é impossível…’

Existem, por aí, leitores com experiência nesta situação que queiram partilhar a sua opinião?

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Tens de mudar de escola!

Podem ser pelas mais variadas razões mas, por vezes, as crianças ou jovens têm de se adaptar a uma mudança de escola e isso, implica perderem os colegas de vários anos, os professores e muito do que o fazia sentir seguro.

Em algumas situações nada há a preocupar, porque o estudante já é crescido, foi a opção dele e adapta-se com facilidade. Como existem casos muito variados, deixo aqui pequenas orientações, que poderão sempre ajudar:

  • Façam um primeiro (re)conhecimento da escola, com poucas pessoas e com tempo antes de começarem as aulas;
  • Se necessário, reúna com o diretor de turma e esclareça as suas inseguranças, as vezes que considerar necessário;
  • Crie momentos de convívio fora da escola para os novos colegas, como um lanche ou uma festinha;
  • Converse com o estudante, para perceber se tudo corre bem;
  • Inscreva-o numa atividade extracurricular oferecida pela escola e da qual ele goste;
  • Não tenha a tentação de estar sempre a ligar para saber se está tudo a correr bem;
  • Esteja atento/a nos primeiros dias às mudanças e às conversas, para aferir se tudo está a correr bem…

Boas aulas!

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Convenção dos direitos das crianças

Como sabem, para escrever os meus Post’s semanais realizo muitas pesquisas, se a base de toda a minha escrita é a experiência, a minha necessidade de a fundamentar e refletir obriga-me a pesquisas e leituras constantes. Numa dessas pesquisas li sobre a Convenção dos Direitos das Crianças, a seguinte frase, que queria partilhar convosco, leitores:

 

«Lazer, atividades recreativas e culturais: A criança tem direito ao repouso, a tempos livres e a participar em atividades culturais e artísticas.» (Artigo 31)

 

Será que nestes países ditos desenvolvidos, não se estará a esquecer desta importância primordial: repouso e tempos livres? Se os adultos pouco usufruem destes tempos de lazer e de cultura, pouco também se transmite às crianças e jovens sobre tal importância… Não serão horas a mais na escola? Não serão horas a mais de estudo? Deverão as crianças e jovens estudar diariamente mais de oito horas? Que momentos têm as famílias para brincar, descansar e passear?

Aos que aceitarem o desafio de comentarem algo sobre este tema e estas minhas inquietações e assim partilharmos ideias.... agradeço!!!

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Retenção Escolar

Os dados da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento), adiantam que um em cada três estudantes portugueses com 15 anos repetiu, pelo menos um ano. Portugal é, assim, um dos países da OCDE com uma das taxas de retenção mais elevadas. 

Se esta fosse uma introdução a um dos meus textos com o título ’Inquietudes’, poderia ser a manifestação da minha reflexão crítica sobre este tema, pois nele surgem muitos prós e contras. Contudo, não será por esse caminho que segue este Post, terá como objetivo realizar algumas propostas de intervenção, sempre que tal aconteça:

 

  • Não desenvolva a imagem de que o estudante não tem as mesmas capacidades do que os outros;
  • Não espere que o repetir do ano traga, por si só, os bons resultados escolares;
  • Exija mais estudo e mais responsabilidade;
  • Converse muito sobre o assunto;
  • Construa maior proximidade com a escola, através das reuniões constantes;
  • Demonstre que o estudante tem muitas capacidades desvalorizadas;
  • Procure apoio profissional nas áreas necessárias, (Explicações/Psicologia/Terapia da Fala, etc.);
  • Elabore planos de estudos e objetivos concretos para o novo ano letivo.

 

A retenção escolar pode apresentar-se no estudante como um ‘alerta’ de que algo não está a decorrer dentro da normalidade quotidiana, portanto, deverá ser encarado como um cuidado especial, individual, a exigir atenção e medidas! 

Claro que, não sendo ‘um texto inquieto’, pode levar a que muitos leitores sintam estas inquietudes e a queiram partilhar, aqui nos comentários… como sempre, sintam essa liberdade...

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