Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

10
Mai 18

Para rirmos um pouco… e porque a vida de educadores e estudantes precisa de muitos momentos de humor… cá ficam os grandes mandamentos do estudante….

 

  1. “O estudante sabe sempre a matéria; se não responde é para não inferiorizar o professor.
  2. O estudante será sempre um exemplo; para a sociedade.
  3. O estudante nunca se deixa dormir; o despertador é que não toca.
  4. O estudante nunca é posto fora da aula; é que a sua presença é necessária noutro local.
  5. O estudante nunca diz mal de um professor; faz uma crítica construtiva salientando os seus defeitos.
  6. O estudante nunca copia; recolhe dados.
  7. O estudante nunca reprova; renova a sua experiência.
  8. O estudante nunca conspira contra os professores; estes é que têm espírito de conspiração.
  9. O estudante nunca falsifica uma assinatura do encarregado de educação; apenas economiza a sua tinta.
  10. O estudante nunca bebe; saboreia.
  11. O estudante nunca fuma; estuda os efeitos nocivos do tabaco.
  12. O estudante nunca falta; não comparece por motivos de força maior.
  13. O estudante nunca chega atrasado à aula; perde o transporte.
  14. O estudante nunca apalpa as colegas; estuda as suas anatomias.
  15. O estudante nunca estraga o material escolar; testa sua resistência.”

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publicado por Maribel Maia às 10:54

23
Mar 18

Caro/a estudante,

São os testes, são as apresentações orais, são os trabalhos… os problemas entre amigos nos intervalos e os professores que embirram sempre contigo 

É o teu dia! Estás de Parabéns porque te esforças para estudar para os testes, mesmo que tenhas de abdicar da tua série favorita…. Porque levas os cadernos para o quarto e decoras até adormecer…. Porque ficas horas e horas a fazer os TPC’s  até ao último exercício, mesmo com o estômago a ‘reclamar’…

Parabéns pelo empenho: mesmo que a nota não seja tão boa como esperavas… mesmo que a apresentação tenha sido uma atrapalhação, mesmo que ‘desta matéria não percebas nada’… Porque mesmo assim, voltas a tentar…voltas a rever… voltas a estudar…

Por tudo isso, nunca duvidei de ti e tenho em ti muito orgulho… sei que consegues… sei que te esforças… e sei que vencerás cada avaliação!

Não é fácil, mas valerá o teu futuro! Porque estudar sempre te abrirá horizontes, conhecimentos e vontades!

Parabéns Estudante 

DIA 24 DE MARÇO - DIA NACIONAL DO ESTUDANTE

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publicado por Maribel Maia às 11:56

03
Nov 17

Ser sobredotado significa ter características específicas, contudo, algumas atitudes ou situações podem ser identificadas como alertas para pais e educadores, para assim solicitarem um posterior diagnóstico. Neste sentido, aqui ficam algumas características que poderão ajudar como um alerta primário:

  1. Dorme pouco;
  2.  Precoce na fala
  3. Aprende a ler rapidamente;
  4. Utiliza vocabulário muito elevado para a sua faixa etária;
  5. Aprende o alfabeto e o contar pelos 2 anos;
  6. Realiza perguntas muito exploratórias e coerentes;
  7. Muita criatividade;
  8. Apresenta grande sensibilidade para com os outros;
  9. Questiona sobre moral e justiça;
  10. Extremamente observador;
  11. Espírito crítico elevado;
  12. Elevada capacidade de atenção e concentração;
  13. Vontade de se relacionar com crianças de maior idade;
  14. Baixa auto-estima;
  15. Pouco motivação durante as aulas;
  16. Interesse pela construção de objetos;
  17. Sentem-se por vezes incompreendidos;

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publicado por Maribel Maia às 09:32

07
Nov 16

A minha proposta para se estudar melhor algumas disciplinas, como por exemplo a História o as Ciências da Natureza, é começar por realizar um bom resumo sobre a matéria a estudar. A construção de resumos facilita na compreensão e assimilação de novas aprendizagens, permite o treino na escrita e na capacidade de síntese e exercita a capacidade de explicação com mais rigor e utilizando os conceitos associados ao tema em estudo.

 

 OS RESUMOS AJUDAM QUANDO:

Utilizas as tuas próprias palavras;

Estás bastante concentrado na sua concretização;

És fiel às ideias expostas;

Entendeste toda a matéria a resumir;

Organizas os resumos com cores, tópicos e palavras-chave;

Voltas a reler várias vezes até apreenderes toda a matéria;

Fazes uma seleção de temas principais e secundários;

Respeitas a ordem cronológica dos acontecimentos;

Defines conceitos e palavras-chave.

 

OS RESUMOS NÃO AJUDAM QUANDO:

Transcreves na integra o que está no livro;

      Estás distraído na sua concretização;

      Contradizes o que leste;

      Não entendeste parte da matéria a resumir;

      Constróis um resumo desorganizado e pouco legível;

      Não voltas mais a reler;

      Não fazes distinção de temas ou ideias;

      Não ordenas situações ou acontecimentos;

      Não sintetizas os conceitos presentes na matéria.

 

 

  

 

publicado por Maribel Maia às 15:00

24
Out 16

Sendo a dislexia uma dificuldade de aprendizagem, trará, ao estudante, dificuldade em manter boas avaliações. Por vezes  estes baixam os resultados escolares em várias disciplinas devido aos erros ortográficos e demonstram mais dificuldades em compreender questões e interpretar problemas.

Tal como já referi, torna-se imprescindível que a comunidade escolar se apresente cada vez mais disponível e sensível para este tema.

Para além disto,  aos educadores/pais/explicadores cabe oferecer um apoio maior e individualizado a estes estudantes, que deverá passar por:

  • Conversar com o estudante sobre o tema e desmistificar receios;
  • Corrigir todos os erros ortográficos de todo o caderno diário e de todos os escritos produzidos pelo estudante;
  • Promover momentos de treino da escrita, constantemente;
  • Incentivar à leitura e interpretação de textos e obras literárias;
  • Reler perguntas e problemas em alta voz para apoiar a compreensão destas;
  • Dedicar momentos especiais ao estudo ortográfico;
  • Utilização de métodos multissensoriais;
  • Incentivos positivos;

 

Para além de todas estas particularidades, não nos podemos esquecer que, um estudante disléxico necessita de um maior esforço para estudar e melhorar a sua escrita, portanto é desejável o incentivo e a constante motivação para tal.

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publicado por Maribel Maia às 10:43

17
Out 16

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«Eu:_ Tiras boas notas?

Estudante: _ Podia ser melhor se não fosse esta coisa chamada dislexia.»

Eu: _ Achas que esse problema interfere muito com o estudo?

Estudante: _ Pois?…»

 

Já aqui falei, em publicações anteriores, de Necessidades Educativas Especiais e a dislexia insere-se neste contexto, pois interfere com a capacidade de aprendizagem, dos estudantes ao longo de toda a vida.

A dislexia define-se como «(…) uma incapacidade específica de aprendizagem, de origem neurobiológica. É caraterizada por dificuldades na correção e/ou fluência na leitura de palavras e por baixa competência leitora e ortográfica (…) que pode impedir o desenvolvimento do vocabulário e dos conhecimentos gerais» (Associação Internacional de Dislexia).

Ao longo do meu percurso apoiei alguns estudantes com este diagnóstico, contudo nem sempre senti o apoio necessário, por parte das suas escolas, na sensibilização de uma avaliação adaptada a esta situação, esta inquietação também é refletida pela Especialista em Dislexia Drª Paula Teles que afirma: «no nosso país o Decreto-lei 3/2008, aplica-se às crianças com necessidades educativas especiais, mas não faz qualquer referência em relação à metodologia reeducativa a adotar. Na grande maioria dos casos os alunos dependem da “benevolência” dos professores, desculpando a falta de correção, a fluência leitora, a limitação vocabular, os erros ortográficos...» (In Revista Portuguesa de Clínica Geral: 2004). Fica portanto, aqui, um alerta a toda a comunidade escolar para se pensar em novos métodos de apoio e intervenção.

Por toda esta complexidade, pretendo dar continuidade a este tema, nos próximos artigos…

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publicado por Maribel Maia às 14:26

13
Out 16

Alguns estudantes, alguns meses ou anos, após o início da aprendizagem escolar, da Língua Inglesa, começam a assumir uma aversão à disciplina e ao estudo desta, referem ser difícil de aprender e portanto apresentam avaliações mais baixas ou mesmo negativas.

Na minha opinião, na maioria destes casos, esta aversão reflete a perda de um fio condutor de aprendizagem, no decorrer da aprendizagem inicial já que, o estudante, não consegue acompanhar o grau de complexidade crescente que o estudo de uma Língua requer. No primeiro ano de estudo da Língua Inglesa são ensinados grandes pilares que sustentam o entendimento e funcionamento da língua, seja através da quantidade de vocabulário seja na estruturação gramatical que, se não ficar bem assimilada, não poderá apoiar outras aprendizagens futuras.

O meu conselho para colmatar tais lacunas de aprendizagem passa por um estudo acompanhado (explicador/pais) que identifique, explique e desenvolva práticas de consolidação de aprendizagens, de acordo com as dificuldades de cada estudante, devendo, este apoio, ser sempre individualizado e adaptado.  

 

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publicado por Maribel Maia às 15:41

10
Out 16

O apoio individualizado ao estudo, realizado por Explicadores/as, é cada vez mais procurado pelos encarregados de educação que procuram potenciar as qualidades e competências dos seus estudantes, proporcionando-lhes um estudo mais individualizado, personalizado, que apoie o ensino massificador da escola atual. Neste sentido, o papel do Explicador passa, de forma geral, por:

 

  • Ensinar métodos e técnicas de estudo;
  • Desenvolver responsabilidades no estudo;
  • Propor metas adaptadas a cada estudante;
  • Consolidar aprendizagens pouco estruturadas;
  • Adaptar o ensino às especificidades de cada estudante;
  • Desenvolver a capacidade reflexiva;
  • Construir exercícios adaptados e individualizados;
  • Esclarecer dúvidas das matérias a estudar…

 

 

Através da minha experiência, gostaria de associar a todos estas referencias  os três fatores primordiais que os estudantes apresentam como alterações positivas no seu estudo diário, após um acompanhamento individual de um/a explicador/a, são eles: o aumento da segurança perante a(s) disciplina(s) e a avaliação, a  melhoria de resultados escolares e maior empenho e dedicação ao estudo.

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publicado por Maribel Maia às 13:37

03
Out 16

 Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _ Ontem tive um dia mau!

Eu: _Porquê?

Estudante: _ Parti a minha caneca preferida… era mesmo a minha caneca preferida!!!

Eu: _Devemo-nos importar com as pessoas, não com os objetos!

Estudante: _ Mas era a minha caneca preferida porque me fazia lembrar a minha avó.

Eu: _ Ficas com essa memória na mesma… só que os objetos não duram para sempre…

Estudante: _Pois não… é pena!»

 

Pretendo refletir sobre a Inteligência Emocional, pois não sendo ainda um assunto muito considerado em contextos formais de educação, deve ser tido em conta como conceito fundamental no desenvolvimento humano. Portanto, a Inteligência Emocional (QE) é tão importante como o Coeficiente de Inteligência  (QI), ambos sustentarão um estudante capaz de aprender e de crescer.

 

Contudo, uma criança emocionalmente inteligente não é uma criança que não chora, não faz birras ou não demonstra frustração, é sim uma criança capaz de lidar e compreender tais emoções, conseguindo interpreta-las e explica-las, melhorando estas capacidades ao longo da vida.

 

Neste sentido, assume-se que o desenvolvimento destas capacidades influenciam diretamente a aprendizagem em contexto escolar, pois, tanto melhor será o rendimento escolar quanto melhor estiver a autoconfiança do estudante,  a sua motivação para aprender e a sua boa capacidade de comunicar com os outros (pares/professores/educadores). 

 

Em termos gerais, a Inteligência Emocional promove no estudante:

  • Confiança em si e na sua conduta;
  • Mantém a curiosidade como sensação positiva;
  • Detém uma intenção de se superar;
  • Controla as suas ações perante si e perante os outros;
  • Aumenta a capacidade de cooperar com outros;
  • Apresenta maior motivação para comunicar e se exprimir.

 

Inteligência Emocional também se ensina????? Veja no próximo Post!!!!

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publicado por Maribel Maia às 13:52

05
Mai 16

Este Post advém de uma questão colocada por uma leitora e que poderá espelhar dúvidas parecidas de outros visitantes.

Na aula, por vezes, os professores solicitam a resolução de um ou mais exercício(s) de matéria ainda não explicada, parcial, ou totalmente. Similar a este assunto, pode também ocorrer que, porque o estudante faltou a uma ou mais aulas, necessite de estudar a matéria sem que lhe tenha sido explicado em contexto sala de aula.

Esta situação exigirá ao estudante concretizar um trabalho muito mais autónomo, solicitando-se um esforço redobrado, seja para pesquisar a matéria a estudar, seja para compreender sozinho a informação encontrada.

Para apoiar este estudo autónomo, apresento, aqui, algumas propostas gerais:

  • Em casa solicitar o apoio do encarregado de educação ou do explicador para apoiar no estudo autónomo;
  • Utilizar duas a três fontes diferentes de informação, como por exemplo, livros escolares e sites pedagógicos, completando a informação;
  • Realizar exercícios, iniciando pelos mais simples, até aos mais complexos;
  • Se não encontrarem a matéria no livro escolar do ano lecionado, podem recorrer a livros escolares de um ano letivo anterior ou seguinte, mesmo que o grau de complexidade seja diferente, poderá ser uma boa base de apoio;
  • Alguns estudantes optam por comprar livros de preparação para exames como forma de estudo, os melhores livros apresentam sempre bons resumos e explicações da matéria, que poderão ser, também, um bom recurso;
  • Na internet podem pesquisar em páginas de Slideshare ou Powerpoint, pois apresentam uma tutoria muito próxima do contexto sala de aula, tornando o estudo mais familiar e reconhecido.
  • Na aula de revisões para o teste, solicitar ao professor um exercício sobre a matéria, aferindo se a assimilação da matéria foi estruturada corretamente, se não pedir apoio ao professor;

Para apoiar nestas e noutras dificuldades deixo aqui, algumas propostas de sítios na internet, aos quais poderão recorrer para recolher resumos da matéria escolar, fichas e testes de avaliação. Todos estes sites apresentam grande diversidade de material e encontram-se organizados por ano escolar, disciplina e matérias. Sendo material partilhado, nem todas as matérias se encontram, ainda, disponíveis, em alguns dos sites aqui apresentados.

http://www.obichinhodosaber.com/ encontram-se resumos das matérias escolares, exercícios, fichas para o ensino básico (desde o 5º ano ao 9º ano) e muitos outros artigos sobre educação.

 

http://www.ensinobasico.com/ apresenta orientações para o ensino pré escolar, exercícios e apontamentos das várias disciplinas escolares desde o 1º ao 3º ciclo.

 

http://www.bemexplicado.pt/ a secção dos Recursos Didáticos, apresenta resumos das matérias e fichas com soluções, de todas as etapas de ensino, desde o 1º ano ao nível secundário.

 

http://fichasprimeirociclo.no.sapo.pt/ Direcionado apenas para o 1º ciclo, oferece fichas de trabalho para as várias matérias do 1º ao 4º ano.

 

http://www.resumos.net/ partilha de resumos entre estudantes, de todos os níveis de ensino, incluindo ensino universitário. Os visitantes podem pesquisar resumos da matéria, como podem também partilhar os seus próprios resumos.

 

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publicado por Maribel Maia às 14:05

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