Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Já não se fala sobre outro assunto, o COVID-19 preocupa famílias em todos os países. Uma das medidas de precaução e prevenção tem passado pelo fecho de escolas e universidades.
No entanto, reter os estudantes em casa, não é tarefa fácil, nem motivadora, quer para eles, quer para a família. Neste sentido, é importante manter algumas rotinas de horários e de estudo, para além disso, é necessário criar momentos prazerosos num ambiente muito caseiro.
Para apoiar estas opções e decisões diárias, deixo em anexo, uma proposta de organização da rotina diária e que poderá ser repetida, semana após semana, conforme seja a necessidade de permanência em casa, sem atividades coletivas.
Este horário é apenas uma sugestão, pode e deve ser adaptado às especificidades de cada família e às originalidades das mesmas.
Relembro que, ao cuidarmos de nós e dos nossos, estamos a cuidar de todos/as, sempre com a esperança que tudo fique melhor!
Para o próximo ano letivo, serão introduzidas nova medidas educativas propostas pelo atual Governo, no que diz respeito à Educação Inclusiva, través do Decreto de Lei nº 54/2018 de 6 julho - O Programa do XXI Governo Constitucional.
Estas medidas propõe novas formas de apoio aos estudantes com necessidades especiais, muitas são as propostas de ação que se aconselham nesta nova legislação, assumem-se novas técnicas, apoios multidisciplinares e várias estratégias para toda a comunidade educativa!
Para já está apenas decretado, ainda não está em execução, as escolas estão de férias… não tarda esperamos que passe da teoria à prática, neste próximo ano letivo… esperemos que se traduza em resultados positivos!
Ficamos a aguardar…
Se pretender ler toda a legislação pode consultar o site da Direção Geral de Educação, pode também ler o Manual de Apoio à Prática, que aqui deixo, em anexo!
«Eu: _ Já está na altura de vocês começarem a pensar na viagem de finalistas?!
Estudante: _As escolas públicas normalmente têm… mas o meu colégio não faz….»
Quantas são as notícias reveladas pelos mass media, sobre as viagens de finalistas do ensino básico e secundário e nem sempre boas??? Quantos são os pais preocupados com estes dias de pura diversão??? Quantos os alunos que planeiam ansiosamente as suas férias em colegas, repletas de novas experiências e vivências???
Pois bem, sobre este tema não posso falar em experiência própria, nunca fiz uma viagem de finalistas, nem mesmo na faculdade…
Mesmo assim, e pelo meu contacto com estudantes que vivenciaram e vivenciam tais experiências, gostaria de escrever um pouco da minha opinião e partilhar com vocês reflexões sobre este tema pois, seja como for é parte integrante da educação de muitos estudantes.
Parece-me que a melhor forma de direcionar esta reflexão será definir pontos positivos e negativos destas Viagens de Finalistas, como em tudo na vida, existem sempre várias perspetivas de um mesmo tema. Assim, sendo:
Aspetos positivos:
Momentos de experiências longe de casa, com elementos da mesma idade oferece várias oportunidades de crescimento e aprendizagem quer seja, social, emocional, prático, financeiro, etc;
A planificação e responsabilização destas férias contribuem para outras aprendizagens pouco desenvolvidas em contexto escolar;
As férias e o descanso, são merecidos para quem muito lutou pelos bons resultados escolares e muito se dedicou ao estudo, ao longo de vários anos;
Quem vai para um país onde exista necessidade de usar uma língua estrangeira é uma boa forma de a praticar;
Aspetos negativos:
Parece-me que o primeiro pensamento de todos os leitores, nos aspetos negativos, serão os excessos cometidos pelos jovens, alheios a pouco controlo dos adultos;
Não me parece que estas viagens, normalmente, antes da Páscoa pareçam de finalistas, já que ainda faltam muitas aulas e muitas horas de estudo;
Não será justo que um estudante que não passe de ano letivo tenha o direito a usufruir destas férias, por inúmeras razões;
Muitas vezes fica apenas planeado diversão (noturna e diurna) nada que inclua o aspecto educativo ou cultural.
Como sempre, fica o tema aberto a partilha de opiniões e a comentários!???!!!!