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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Inquietude: As turmas de nível…

No meu tempo era assim, as turmas A e B eram sempre as que obtinham os melhores resultados e as que beneficiavam dos professores com mais anos de escola. Parecia que os alunos eram escolhidos a dedo, de forma a ficarem os melhores todos juntos… para o final do alfabeto ficavam os que apresentavam mais dificuldades de aprendizagem, os que reprovavam, também… Com isto, alguns, defendiam que era uma promoção de condições de aprendizagem, onde uns incentivavam os outros na obtenção de melhores resultados…

Agora coloco-vos a questão:

Isto ainda acontece nas vossas realidades, nas vossas escolas, nas escolas dos vossos filhos? Parece-vos a melhor opção, fazer esta seleção de competências? Será que existe uma efetiva promoção das melhores condições para aprender? Será esta a melhor estratégia? Existirão outras estratégias mais adequadas?

É algo que me inquieta, desde dos meus tempos de 3º ciclo, quando percebi que tal situação estava presente, no meu quotidiano escolar… Inquieta-vos hoje? 

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A escolha da escola!

Em vários momentos da vida das famílias, estas serão confrontadas com a mesma decisão, por várias vezes. A seleção da escola para onde irá o estudante… desde o 1º ano, até à faculdade, esta tomada de decisão apresenta-se sempre muito complexa e difícil.

Aqui, não podemos encarar estas escolhas como iguais para todas as famílias e nem todas seguem os mesmos critérios de seleção. Muitas vezes, as crianças vão para uma determinada escola, apenas para seguir a mesma turma dos anos anteriores e manter os mesmos colegas.

No entanto, se precisa de refletir sobre várias opções, pode sempre procurar responder a tais questões, de forma a procurar a resposta que melhor se adapte às necessidades familiares:

  • Qual é a escola que mais facilidade lhe traz em relação a transportes e proximidade?
  • Existem irmãos ou familiares nessa escola?
  • Tem um contexto de acolhimento e respeito?
  • É uma escola reconhecida por exigência e rigor?
  • Conhece outros encarregados de educação que lhe facultam boas recomendações?
  • As instalações são boas?
  • Existem alternativas melhores?
  • É uma escola que lhe inspira segurança?

 

É claro que, não existirão escolhas perfeitas e, muitas vezes, a escola ideal para um estudante não será a ideal para outro…. para além disso, em todas as instituições existem sempre bons e menos bons profissionais… Mas, neste caso, aprender a lidar com tais situações faz, também, parte do crescimento! 

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Provas de Aferição: alerta – novas datas e novos métodos!

Inquietude...

As datas das Provas de Aferição para os 2º, 5º e 8º anos foram alteradas, com o objetivo de tornar mais fácil a sua realização no formato digital, ou seja, todos os alunos irão realizar estas Provas num computador, supostamente cedido pelo seu Agrupamento Escolar.

Pela primeira vez, no sistema escolar Português, trabalha-se para um novo conceito de ‘desmaterialização da avaliação externa’, pondo-se fim às folhas de exame e às canetas.

Com este artigo, não venho apenas alertar para a alteração do calendário. Venho também partilhar a reflexão que nasce em torno deste assunto: estamos a propor que crianças de 2º ano utilizem um computador, escrevam nele, de forma correta… com, ou sem, apoio do corretor de texto do equipamento??!!! Foi a primeira dúvida que me ‘assaltou’ a mente, confesso!

Com esta alteração, torna-se imperativo que as crianças saibam das matérias que serão avaliadas e também de TIC (Tecnologias de Informação e Comunicação), para conseguirem ser avaliados de forma correta.

Será que esta é mesmo uma medida importante e necessária? A minha opinião e experiência acerca dos manuais digitais não é boa, o que me deixa muito reticente quanto a tudo isto…

Portanto, são imensas as dúvidas que surgem, é facto… mas não querendo mostrar-me já, completamente avessa à mudança, terei de esperar pela concretização das mesmas, para conseguir realizar uma análise mais ponderada!

Irei também aguardar as vossas partilhas e perceber na prática como tudo irá funcionar! Certamente, voltarei a contar novidades sobre este assunto, lá para o final do ano letivo!

Prova aferição 2023.jpg

 

 

Avaliar não é só fazer testes!

Na escola os estudantes valorizam as fichas formativas como único método de avaliação em sala de aula, no entanto, esquecem que diariamente estão a ser avaliados pelos professores das mais variadas formas e que, essa avaliação terá um peso nas notas de final de período/semestre e de final de ano.

Para relembrar que a avaliação tem muito mais que um teste, aqui ficam algumas informações vindas de um Documento Orientador de Avaliação de Escola:

«O conceito de avaliação contínua prevê que a mesma represente a evolução dos conhecimentos adquiridos pelos alunos (…). A sua operacionalização só se consegue com a utilização diversificada de instrumentos de avaliação, (…) Fichas sumativas individuais, em grupo, comunicações escritas e orais de trabalhos, trabalhos individuais e de grupo, respetivos debates, e (…) grelhas de registo de atitudes e comportamento na sala de aula, entre outras.»

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Nunca se esqueçam disso em todas as aulas, todos os dias!!!

 

Dias de confinamento… numa espécie de férias escolares…

As escolas fecharam e, por ordem do Governo, as aulas online não se mantiveram, portanto, tornam-se umas férias forçadas, a meio de um período letivo… onde já se avizinhavam várias avaliações!

Nesta espécie de férias escolares, assumo que deve existir tempo para brincar e para serem crianças/adolescentes/jovens… Mas, estes estudantes já foram prejudicados no ano letivo anterior… mesmo sendo ‘alguns dias’… isto trará consequências de ensino/aprendizagem escolares no futuro…

Mas, por cá, gosto mais de procurar soluções do que evidenciar problemas… Portanto, quero apenas sugerir algumas propostas para não deixarem os estudantes completamente alheios ao processo interrompido:

  • Defina uma a duas horas de estudo, por dia, durante os dias de semana, para que as matérias não fiquem esquecidas;
  • As disciplinas com maior dificuldade devem ser revistas e pode aproveitar-se para rever matérias que não foram adquiridas em anos anteriores;
  • A leitura de livros deve ser incluída nas rotinas do estudante;
  • Quem tiver a possibilidade, deve manter as explicações online;
  • Procurar alternativas ao exercício físico, parece algo supérfluo, mas é imprescindível para manter a mente ativa;
  • Aproveitem os livros de fichas como material de estudo;

Como estão a decorrer estas ‘férias’ para os vossos estudantes? Querem partilhar?

 

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