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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Estratégias para um bom Trabalho de Grupo

Parte II

Para finalizar este tema sobre trabalhos de grupo escolares, deixo aqui uma breve orientação de como os planear e desenvolver:

Assim, sigam os seguintes passos:

  1. Estruturar o trabalho, seguindo as orientações do professor;
  2. Planear todo o trabalho de acordo com o tempo disponível;
  3. Agendar reuniões e definir locais;
  4. Escolher material necessário e formas de apresentação;
  5. Adaptar o tempo disponível e os objetivos às possibilidades reais;
  6. Recolher todas as informações sobre os temas e as fontes;
  7. Organizar a informação e reinterpretar com palavras próprias;
  8. Seguir os parâmetros de qualquer trabalho: introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia;
  9. Usar constantemente aa imaginação e criatividade;
  10. Sempre que necessário solicitar orientação do professor;

trabalhos grupo (2).jpg

 

 

Bom trabalho!

Estratégias para um bom Trabalho de Grupo

Parte I

Como já referi no Post anterior, os trabalhos de grupo podem apresentar inúmeras vantagens para os estudantes, se forem elaborados de forma correta. Enumero algumas das vantagens:

  1. Desenvolve a capacidade de trabalhar em equipa;
  2. Melhora a capacidade de discutir e aceitar ideias diferentes;
  3. Proporciona o gosto pela imaginação e pela criatividade;
  4. Desperta um interesse e curiosidade específica pela matéria a estudar;
  5. Favorece a organização de ideias e métodos;

No entanto, algumas dificuldades na elaboração e no desenvolvimento dos trabalhos de grupo estão sempre presentes, como o gerir capacidades e tempos e o definir métodos e estratégias. Por esta razão, para famílias e estudantes, cá deixo algumas sugestões:

  • Escolham bem os elementos de grupo com quem irão realizar o trabalho e se não se identificam com os elementos, no próximo trabalho alterem os elementos que compõem o grupo;
  • Estudantes até 2º ciclo, devem ter alguma orientação de um adulto, ao longo da execução do trabalho, contudo a partir do 3º ciclo, tal não será muito necessário;
  • As reuniões de grupo, fora da sala de aula devem ser na biblioteca da escola ou da cidade, se optarem por outro lugar deve ser bastante calmo e sem muitas distrações;
  • O trabalho não deve ser subdividido, para que cada um leve para casa e faça a sua parte, porque nunca irão perceber a matéria na totalidade e irá ficar claro numa possível apresentação oral;
  • Não estendam o trabalho para os últimos dias da entrega, pois algo tende sempre a correr mal, a faltar tempo para a sua execução completa;
  • Terminem o trabalho de grupo dois ou três dias antes do prazo de entrega, para haver tempo de retificação, se necessário;
  • Apresentem o ponto de situação ao professor que solicitou o trabalho e peçam ajuda/orientação sempre que necessário;
  • Se algum elemento não participou no trabalho, deve ser referido ao professor da disciplina, esclarecendo claramente a situação;

Mais algumas sugestões a acrescentar?

trabalhos grupo (1).jpg

 

Os Trabalhos de Grupo: começam no 5º ano e terminam na Universidade!

 A partir do 5º ano de escolaridade, os estudantes são confrontados com a solicitação dos professores para a execução de alguns trabalhos em grupo, sendo que a maioria destes não poderá ser realizada, na totalidade, em contexto de sala de aula. Assim, os estudantes têm de se organizar para, fora do horário letivo se encontrarem e produzirem trabalho.

Estes trabalhos de grupo irão repetir-se nos anos letivos futuros, por isso considero que, quanto mais rápido as crianças começarem a desenvolver estas capacidades, melhor.

Muitas vezes, os encarregados de educação ficam mais reticentes que as crianças nestas situações, porque os elementos do grupo moram longe, porque os horários extra escolares são complexos, porque juntos brincam mais do que trabalham. No entanto, estas contradições acabam por desaparecer e o trabalho lá se apresenta, com mais ou menos imperfeições.

Para este tema, gostaria de começar por referir que o trabalho de grupo deve ser estruturado em reunião, ao que pode acrescer alguma divisão tarefas mais individuais, ou então, o grupo não aprende na plenitude a matéria a desenvolver, não desenvolvem a capacidade de trabalhar em conjunto, discutindo e aceitando ideias  e, não raras vezes, uns trabalham mais do que os outros.

Quando as dificuldades se prendem com questões logísticas, o melhor é reunirem numa tarde/manhã sem aulas, na biblioteca da escola, têm todas as condições de trabalho, podem adquirir algum material necessário na papelaria e não necessitam de tanto apoio familiar.

Sobre este vasto tema, deixarei mais algumas sugestões, nos próximos dias… venham visitar!

trabalhos grupo.jpg

 

Fugir à matemática, é seguir Humanidades…

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

_Eu: Qual é a tua área de estudos?

_Estudante: É humanidades?

_Eu: Porque escolheste essa área? O que queres seguir?

_Estudante: Eu não tirava boas notas a matemática e por isso, no secundário, fugi da matemática, por isso é que escolhi as humanidades, não tem matemática…»

(continua…)

 

Nota introdutória: Este diálogo está dividido entre este Post e o que irei publicar futuramente. Este tem origem numa conversa entre um/a estudante de secundário e da conversa surgiram-me duas reflexões, quando o transcrevia dos meus apontamento para aqui, poderão ler a sua continuação brevemente…

 

A primeira reflexão espelha-se nesta parte do diálogo, pois reflete a realidade de muitos alunos atualmente quando, no 9ºano, são confrontados com a obrigatoriedade de escolherem uma área de estudo, nem pensam muito nas saídas profissionais, ou nas suas ambições, decidem apenas pelo: ‘fugir da matemática’ ou ‘fugir das línguas’… e assim, optam pelas humanidades ou pelas ciências.

Esta decisão mostra a procura do facilitismo académico e a indecisão pessoal do estudante. Muito embora estas decisões possam ser sempre alteradas, no secundário, é necessário ter objetivos de cursos, formações, profissões e vocações, ou os estudantes irão esquecer da importância das médias ou desmotivarem-se pelos estudos.

Se a situação for similar ao caso que apresento, as explicações em tempo de férias e depois ao longo das aulas, para além do empenho do estudante, podem ajudar a superar dificuldades e não se tornar impeditivo de uma determinada saída profissional. Desistir nunca será solução… sobre tal assunto, virá o próximo Post

Certamente conhecem situações semelhantes a estas!? Querem partilhar situações e opiniões?

ensino.jpg

 

A janela para o isolamento: as novas tecnologias.

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

«Eu: Se passares a vida a ver TV os teus pais desligam-na.

Estudante: Já fizeram pior…

Eu: Então?

Estudante: Tiraram-me a ficha de alimentação do PC, porque eu estava a passar as minhas férias de verão todas em frente ao computador a jogar e minha mãe chateou-se…»

 

Cada vez mais, as férias de verão, ou as férias mais curtas, são mote para os estudantes deixarem um pouco os livros e dedicarem-se ao que mais gostam de fazer. O problema acontece quando aquilo que eles mais gostam de fazer é apenas uma coisa e remete-se simplesmente ao uso do computador ou tablet/telemóvel, para jogar, ver vídeos, redes sociais...

Os investigadores, entendidos nestas matérias, afirmam que um estudante deveria passar, apenas, duas horas por dia frente a estes ecrãs. No entanto, esta média está muito longe de ser cumprida e, cabe às família e a todos os educadores orientarem e limitarem a utilização destes equipamentos, de forma tão descontrolada e desregrada.

Cada vez mais é necessário:

  • Limitar os jogos tecnológicos apenas algumas horas, no final de semana;
  • Limitar o uso dos telemóveis e tablet diariamente;
  • controlar o acesso a páginas e sites;
  • Controlar a utilização das redes sociais;
  • Controlar a partilha de imagens e fotos;
  • Incentivar a comunicação interpessoal entre grupos e pares;
  • Incentivar a opção por variados jogos de mesa e ao ar livre;
  • Incentivar a leitura de livros e revistas e jornais…

propostas.jpg

 

Feliz Carnaval

Para os mais pequenos, são uns dias de descanso e momentos de alegria, nestas férias de Carnaval.

Ao vestirem-se para o Carnaval têm oportunidade de fantasiar, experimentar outros papeis e desenvolver novas brincadeiras, portanto, que sejam momentos vividos intensamente!

Um feliz Carnaval para pequenos e graúdos, que a alegria vos acompanhe!

carnaval.jpg

(imagem retirada da internet)

 

 

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