Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

11
Dez 18

Para facilitar os apontamentos, as notas e os esquemas realizados em aula, ou em casa, no momento de estudo, as abreviaturas são uma mais valia para uma escrita rápida e fluída que acompanhe o pensamento e a reflexão.

Algumas destas abreviaturas são criações particulares e pessoais de quem escreve diariamente, outras são técnicas e associam-se a áreas específicas do conhecimento… no entanto, podemos encontrar um grupo de Abreviaturas mais usadas no meio escolar.

Cá ficam algumas, em anexo:

abreviaturas.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 13:59

10
Dez 18

Parece uma arte, esta capacidade de resumir informação recebida em sala de aula, ou em qualquer outra palestra, com uma rapidez e subtileza na escrita, guardando-se informações preciosas para mais tarde recordar.

Assumo que, ao longo dos meus anos de estudante, aprimorei muito esta técnica e as minhas notas e apontamentos são, para mim, documentos preciosos de informação e apoio à memória.

Sendo uma mais valia para o estudo, aqui deixo algumas sugestões de: Como tirar notas?

  • O mais importante é saber selecionar o essencial
  • Na aula, basta fazer anotações no caderno e no manual a lápis
  • Usar abreviaturas e omitir artigos faz poupar tempo no estudo
  • Copiar formular, esquemas e sínteses
  • Escrever de forma rápida mas legível
  • Setas, balões e sublinhados apoiam estas notas

Não devem esquecer que, estas notas pouco irão apoiar o estudo da matéria se não forem várias vezes lidas, entendidas e memorizadas, antes das habituais avaliações!

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publicado por Maribel Maia às 13:31

05
Dez 18

Quantos jovens ou adultos gostariam de realizar um sonho de escrever o seu próprio livro. Para além do especial jeito para a escrita, de um conhecimento sobre gramática e uma grande  imaginação, é necessário saber também que um livro, normalmente, contém:

 

  • Dedicatória: o autor dedica a sua obra a outra(s) pessoa(s), por razões afetivas ou intelectuais;
  • Prefácio: apresentação do livro onde inclui esclarecimentos prévios sobre a obra. Pode ser feito pelo próprio autor (prefácio autorial) ou por outra pessoa (prefácio alógrafo).
  • Posfácio: Palavra de esclarecimento ou de justificação colocadas no final da obra;
  • Epígrafe: citação breve, geralmente de outro autor, colocada antes do texto da obra ou à cabeça de partes ou de capítulos;
  • Notas: observações ao texto, da responsabilidade do autor, do tradutor, ou do editor; aparecem na margem inferior ou no rodapé, no fim da página, do capítulo ou da obra;
  • Índices: listas ordenadas de termos referentes ao livro, colocadas no início ou no fim da obra. Podem ser: alfabéticos; remissivos (ideográficos ou onomásticos); de gravuras; de extratextos; ou de locais referenciados;
  • Errata: índice que surge apenas quando a obra contém erros ou gralhas não detetadas antes da impressão. Aparece numa folha avulsa.

 

Agora… já se sente mais preparado para escrever o livro da sua vida? Ou mesmo pequenos textos repletos de ti?

Boa escrita!

book.jpg

(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 10:52

03
Dez 18

Se analisarmos os dados fornecidos pelo ministério da educação, segundo as provas de aferição de 2016, os alunos apresentam elevadas dificuldades gramaticais, esta situação apresenta-se cada mais elevada quanto maior é o grau de ensino.

De forma geral, os estudantes das nossas escolas devem desenvolver um conhecimento gramatical nos seguintes temas:

  • Representação gráfica: ortografia e pontuação;
  • Sintaxe: frases simples e complexas e função sintática;
  • Classes e subclasses de palavras: análise morfológica (verbos, adjetivos, pronomes, etc);
  • Palavras e formação de palavras;
  • Recursos expressivos;
  • Técnicas de Expressão e Comunicação;

Nem todos estes temas são parte integrante da matéria de língua portuguesa do 1º ciclo, contudo a partir do 2º ciclo em diante todos eles são lecionados, em cada ciclo, de forma mais aprofundada.

Assim, proponho que os estudantes realizem uma revisão da gramática e a realização de exercícios sempre que estudam esta disciplina. Para além disso, os encarregados de educação que puderem adquirir uma gramática, já com o novo Acordo Ortográfico, de forma a apoiar este estudo, devem fazê-lo.

gramática.jpg

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:36

29
Nov 18

Quantas vezes os estudantes assumem não participarem nas aulas porque têm vergonha de responder erradamente, de serem criticados pelos colegas, ou de demonstrarem conhecimento.

Mas, sabemos também que, uma das formas de avaliação escolar é a participação e a tenção na sala de aula, portanto, alguns estudantes sentem-se traídos pela sua própria timidez escolar, que os pode prejudicar no momento em que os professores ponderam resultados e avaliações.

Assim sendo, muitas vezes os educadores questionam se será possível alterar este estado psicológico. Eu considero que sim, porque as crianças vão mudando muito com a idade e porque já assisti à superação desta timidez.

Penso que a maior força que desencadeia a mudança é a vontade do estudante de querer superar e as tentativas diárias para que aconteça… perdendo assim receios e anseios.

Para ajudar a tal mudança, deixo algumas propostas:

 

  • Nunca as cataloguem como estudantes tímidos, isso pode ficar como rótulo ou acomodação;
  • Brincar e conviver mais com estudantes da mesma idade;
  • Incentivar à conversa de circunstância com pessoas menos próximas;
  • Converse com o estudante incentivando sempre a pequenas atitudes de mudança;
  • Frequentar outros ambientes sociais que propiciem o contato direto com várias pessoas.

Por fim, não se esqueça que a timidez não é doença nem se mantém ao longo de toda a vida, contudo se sentir que esse estado prejudica bastante a vida do estudante procure a ajuda de um profissional.

timidez.gif

(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 09:28

27
Nov 18

A escola é, sem dúvida, um ambiente educativo por excelência, não apenas porque compreende em si a educação formal, mas também, porque todo o seu meio frequentado por crianças, jovens e adultos, durante longas horas, proporciona nos alunos momentos de experiências e aprendizagens únicas e basilares para toda a vida. Assim sendo, os encarregados de educação devem relembrar quais as regras e valores a serem cumpridos e defendidos em ambiente escolar e, que mais tarde, se prolongarão pelos vários lugares sociais.

Hoje, deixo por cá o Decálogo da Educação em Valores (retirado da internet), como regras a seguir por cada estudante, na sua escola. O encarregado de educação pode ler com ele(s) estes Valores explicando e exemplificando cada um deles… podem deixar uma cópia em lugar central de estudo para ser frequentemente relembrado.

Vamos educar para o Respeito, para a Tolerência, para a Solidariedade.... na escola....

Decálogo da educação em Valores.pdf

 

publicado por Maribel Maia às 11:06

21
Nov 18

Quantas vezes os pais se preocupam porque a criança apresenta mais dificuldades de aprendizagem do que os outros colegas de escola?!… Enquanto outras crianças facilmente aprendem com o mínimo esforço… será isso medido pelos testes de QI? Será preciso um nível de QI elevado para se conseguir boas notas?

Pois bem, para começar é necessário lembrar o que significa QI - Quociente de inteligência, apresenta-se como uma medida padronizada, quantificada através de testes e que avalia as capacidades cognitivas, ou seja, a inteligência racional de cada indivíduo.

 

A classificação proposta por Lewis Terman seria a seguinte:

121 - 130 Superdotado

110 - 120: Inteligência acima da média

90 - 109: Inteligência normal (ou média)

80 - 89: Embotamento (dificuldades em expressar emoções e sentimentos)

70 - 79: Limítrofe

50 - 69: Raciocínio Lento

20 - 49: Raciocínio muito abaixo da média

Assim sendo, quanto maior o QI do estudante, mais facilmente e rapidamente será realizada uma aprendizagem ou solucionado um problema, isso sugere que os resultados escolares poderão refletir estas capacidades intelectuais.

Quer isto dizer que é importante saber-se que, para um estudante ser bom terá de ter um bom QI, pois esse fator influenciará diretamente os resultados académicos. Ora,  pode acontecer que um estudante brilhante poderá tirar boas notas com um esforço moderado, enquanto que um estudante menos brilhante precisará de um esforço muito maior para chegar aos mesmos resultados. 

Para além disso, é de sublinhar que crianças com QI abaixo de 85 necessitam de uma atenção especial, pois poderão ser candidatos a apresentarem fortes dificuldades de aprendizagem de matérias escolares e, certamente, precisarão de mais tempo e empregar maior esforço.

Perante estas especificidades, estará a escola preparada e disponível para receber cérebros tão diferentes? Será o QI um método de orientação ou descriminação? Será que o nosso QI o único fator importante para o sistema escolar?

Penso que não devemos catalogar pessoas pelas suas capacidades intelectuais… muito menos crianças…

Fico a aguardar partilhas e comentário sobre o tema!

qi test.jpeg

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:27

12
Nov 18

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _Então, essas notas?

Estudante: _Sinto que foi injusto… tirei Bom e Muito Bom e a professora deu-me um 4. Eu acho que merecia um 5…»

 

Uma das minhas ações constantes, com os estudantes é rever com eles as fichas de avaliação realizadas, perceber qual a matéria consolidada, quais os erros efetuados e dialogar com o estudante de forma a perceber as razões das respostas erradas. Podendo, desta forma, direcionar melhor a intervenção e perceber qual a evolução que está a ocorrer.

Assim sendo, hoje é esta a minha dica:

  • Não se limitem a assinar as fichas de avaliação;
  • Revejam as respostas erradas e corrijam-nas;
  • Questionem sobre as dificuldades do teste;
  • Perguntem se era a avaliação esperada;
  • Conversem sobre o que poderia ser melhorado;
  • Felicitem pelos bons resultados obtidos;
  • Proponham novas metas e resultados;

 

Para os estudantes as fichas de avaliação são do mais assustador e precioso que têm, ao longo do ano, são elas que ditam conquistas e fracassos e que exigem a maior responsabilidade e concentração, portanto, devem ser valorizados pelo encarregado de educação.

ficha_ava.jpg

(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 11:24

07
Nov 18

No final da leitura de uma Obra, o estudante deve ser capaz de se pronunciar sobre dois pontos chave:

  1. O sentido global do livro, o assunto que ele versa, a intenção do autor e o público a que se destina;
  2. O que pensa e o que sentiu ao ler a obra, se gostou ou não e porquê, o que mais agradou, o que mais impressionou quanto nos assuntos abordados, como a forma de escrita do autor.

 

Se o estudante conseguir dialogar e expressar-se desta forma sobre a Obra, então, será extremamente fácil realizar a sua apresentação oral perante a turma… basta deixar a vergonha, por um pouco, fora da sala de aula.

Para ajudar, em anexo, deixo a minha proposta para as Apresentações Orais.

 

APRESENTAÇÃO ORAL OBRA (1).pdf

 

apresentação livro.jpg

 

 

publicado por Maribel Maia às 10:49

05
Nov 18

A partir do 2º ou 3º ciclo, a grande maioria dos professores de Português propõem, aos seus estudantes, a leitura de um livro à escolha, por período.

Para além dessa leitura, o aluno, é convidado a realizar uma Ficha de Leitura e/ou uma apresentações Oral perante os colegas sobre esta.

Estas iniciativas procuram motivar os jovens para a leitura recreativa, ou seja, para uma leitura constante direcionada de  acordo com os gostos e interesses particulares. Uma vez que, é oferecido aos estudantes uma enorme liberdade de opção literária.

Sobre este assunto, é importante lembrar que estas apresentações, escritas e orais tornam-se alvo de avaliação, portanto o esforço e dedicação nesta tarefa será recompensado nas notas finais.

Para ajudar ao trabalho hoje deixarei, em anexo, uma proposta de Ficha de Leitura para ser preenchida com os dados da Obra.

 

No meu próximo Post trarei orientações para as Apresentações Orais de um Obra Literária, venham visitar…

ficha de leitura.doc

 

Sem Título.jpg

 

publicado por Maribel Maia às 11:37

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