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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O ensino público e/ou o ensino privado...

Este é, realmente um tema de enorme controvérsia… a rivalidade entre ensino público e privado mantem-se há já muitos anos. Ambos procuram educar, mas utilizam formas e técnicas diferentes. Todos procuram rankings elevados, mas convivem com realidades diferentes.

Com esta publicação não pretendo tomar partido de nenhum dos lados desta barricada, porque sei perfeitamente que existem excelentes profissionais a trabalharem no ensino, seja ele público ou privado. Para além disso, esta nem é uma questão que se coloca para milhares de famílias, que nunca teriam possibilidades económicas de inscreverem os seus filhos no ensino privado.

Claramente que, o ensino privado procura oferecer um ensino diferenciado, de forma a manter-se como uma opção muito válida, apresenta outras ofertas formativas diferentes, procura maior exigência no estudo e detém materiais e instalações que poderão ser melhores, para além disso, a maioria, exige o uso de uniforme.

Por outro lado, as escolas públicas não se apresentam tão elitistas, têm mais diversidade e muita experiência no ensino, existem muitas escolas de construção recente, com boas infraestruturas. A grande maioria das escolas procura o rigor e a exigência no ensino e preserva excelentes profissionais.

Assim sendo, ambas as opções são muito válidas e coerentes, basta que cada família faça a melhor escolha, de acordo com as suas capacidades e objetivos.

Como escrevi no início, este é um tema complexo, por isso, caro/a leitor/a, se quiser deixar o seu contributo sobre tal assunto, aproveite o espaço dos comentários para a partilha… ajudará a reflexão de todos/as!

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Os professores transformam a disciplina e despertam mentes!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 3º ciclo:

«Eu: _Não tens bom comportamento na sala?

Estudante: _Tenho… Só me porto mal na disciplina de Português, porque não gosto da stora.»

 

Os professores têm o dom de transformar as disciplinas em incríveis ou horríveis… a forma como preparam e transmitem a matéria, a forma como cativam e motivam os alunos, o quanto conseguem ser comunicativos, conciliando o comportamento, a atenção e curiosidade é um dom de muitos professores.

Quantas vezes já me contaram situações em que, até os alunos menos bem comportados se transformam naquela disciplina, porque o professor conseguiu cativar a todos, com o seu jeito de ser e estar em sala de aula…

Quantas vezes já me contaram situações de professores que não conseguem manter a turma atenta e motivada para a aprendizagem, porque o método de ensino pelo qual optaram, não desperta o interesse dos estudantes…

 

É claro que, os estudantes irão conhecer imensos professores, com características diferentes e formas de ensino também bastante diferentes e, por esta razão, têm mesmo de se adaptar e procurar auto motivar-se à aprendizagem, independentemente de quem ensina e de como ensina.

No entanto, é maravilhosos quando temos professores que conseguem marcar uma diferença tão positiva, no ensino!

“O aluno pode não se lembrar do que lhe foi ensinado, mas lembra-se, certamente, de como lhe foi ensinado.”

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Precisamos abrandar o ritmo da vida e ensinar as crianças a fazê-lo

Vivemos num mundo repleto de horários e tarefas a cumprir, o stress e o que temos para fazer invade-nos a mente o dia inteiro… se vivemos assim como adultos, as crianças vivem assim com os adultos! Partilham estas ansiedades das rotinas repletas de atividades e acontecimentos, onde o ‘não ter nada para fazer’ parece um conceito malfadado que prejudica as pessoas de bem…

Com isto temos dificuldade em colocar as crianças em momentos de tranquilidade, silêncio, reflexão e meditação… assim, quando chegam às escolas e precisam de atenção, silêncio e concentração, não o conseguem fazer, não foram educadas nem sensibilizadas para tal tarefa e para tal importância.

É necessário que as crianças vivam com famílias que tenham tempo para ser família… para conversar, para brincar, para discutir sobre temas importantes e também para estar em silêncio, numa análise e avaliação pessoal.

Quando as crianças têm medo do escuro, que traz o silêncio e a tranquilidade, é porque não conseguem apreciar este momento de paz e tranquilidade, então, provavelmente, esta criança não está tranquila, nem aprendeu a tranquilizar-se e tirar partido desses momentos.

O desenvolver de tais capacidades e o proporcionar de tais momentos deve começar nos primeiros anos de vida, encontrando alguns momentos para controlar a respiração, o pensamento, a mente… o acalmar, fazer silêncio, relaxar…

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Na escola não se guardam segredos…

As escolas de 1º ciclo, são pequenas, facilmente todos se conhecem… mas as escolas de 2º, 3º ciclos e secundários são gigantes construções que albergam centenas de alunos e profissionais educativos.

No entanto, num espaço tão amplo e com tantas pessoas, as novidades e as notícias correm a grandes velocidades… o que acontece na turma Y, em contexto sala de aula, já é do conhecimento da maioria das turmas nos próximos 90 minutos, sendo que, no final do dia já todas as pessoas sabem, mesmo que a verdade já esteja bem deturpada.

Isto traz animação diária ao espaço escolar, mas traz também muita ansiedade, quando a notícia/novidade é o próprio aluno, que se sente desrespeitado e envergonhado… numa situação muito próxima do bullying, porque enquanto as novidades não forem outras aquele aluno será apontado e criticado.

Claro está que, entretanto novas situações aconteceram e o centro das atenções transforma-se rapidamente, mas é necessário que toda a comunidade escolar esteja atenta a tais situações, de forma a controlar e respeitar, o melhor possível, situações de descriminação ou bullying.

   Em casa, também é importante explicar ao estudante a realidade destas situações, sendo que tudo tem os seus limites e o respeito deve imperar sempre… ‘porque o que aconteceu ao outro, pode acontecer contigo’!

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