Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

05
Out 18

Uma profissão nem sempre valorizada, nem sempre acarinhada… mas são os professores que, um dia, ensinaram médicos, políticos, empregados de limpeza…. tantas e tantas outras profissões…todas elas com a mesma nobreza!

Hoje o Dia é para aqueles/as que têm o ensino na alma e que partilham o seu saber sem reservas nem fronteiras… Parabéns aos Professores/as!

O Dia do Professor é uma bela homenagem todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade.

Obrigada professores/as!!!!

 

Imagem relacionada

 

Imagem: pinterest.com

 

publicado por Maribel Maia às 09:35

24
Set 18

Os documentos que hoje partilho direcionam-se, principalmente, para os educadores, professores e famílias que pretendam trabalhar o comportamento social (dentro e fora da escola), neste início de ano letivo, ou pretendam fazê-lo mais tarde!

Estas são imagens com regras de comportamento que podem ajudar a identificar e orientar crianças mais pequenas, individualmente, em grupo ou em turma.

 

Bom trabalho!!!

 

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(in: https://www.educacaoetransformacao.com.br  e  http://ivango.info)

publicado por Maribel Maia às 10:36

11
Jun 18

Hoje em dia muito se conversa e reflete sobre ter acesso a boas escolas e bons professores, assumindo-se isso como pilar para uma boa educação formal. Todos nós, através das nossas experiências práticas enquanto estudantes que somos ou fomos, identificamos aspetos que muito apoiaram a nossa aprendizagens e nomeamos situações que deveriam ser melhoradas e ajustadas.

Este meu Post, hoje, chega como um desafio a cada leitor, gostaria que me respondessem à pergunta: o que consideram ser um bom professor/a?

Todos nós temos a recordação do(s) professor(es) que mais marcou o nosso percurso escolar, que nos fez apaixonar por uma disciplina, que nos orientou no momento mais importante, que nos olhou, carinhosamente, como pessoa, que nos motivou e nos incentivou….

Ler as vossas opiniões refletidas, será, para mim, refletir e aprender… reconhecer e melhorar a minha prática, portanto, desde já  meu obrigada pela partilha!

 

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publicado por Maribel Maia às 12:48

29
Jan 18

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Eu: _ tens aulas com quem?

Estudante: _Com a minha mãe.

Eu_ E não andas na escola?

Estudante: _ Não, eu vivo no circo,….»

 

Existem, em Portugal e noutros países, encarregados de educação que optam por concretizar um ensino individualizado à sua criança, optando por realizar o ensino escolar em casa, ou seja, na modalidade de Ensino Doméstico salvaguardado, nos termos da alínea a) do nº 4 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 553/80, de 21 de Novembro, que aprova o Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo – “aquele que é lecionado no domicílio do aluno, por um familiar ou por pessoa que com ele habite”.

«Os encarregados de educação que manifestam a intenção de integrar os seus filhos na modalidade de Ensino Doméstico estão a proceder de acordo com os direitos que lhe são conferidos, nomeadamente o da escolha de uma modalidade de ensino.» (in: educacaolivre.pt). Para tal, deve realizar todos os procedimentos legais exigidos e orientar todo o processo de ensino tendo como referência os programas nacionais e as Metas Curriculares de cada área curricular disciplinar e não disciplinar.

No final de cada ano letivo, o encarregado de educação deve ter em linha de conta que, os estudantes em regime de Ensino Doméstico estão sujeitos a avaliação no final de cada ciclo (de acordo com a legislação em vigor).

Sobre este tema surge-me apenas referir uma ressalva pessoal, lembrando que, é muito importante para quem cresce a interação contínua com crianças e jovens da mesma idade, promovendo-se assim um desenvolvimento emocional e social imprescindível a um crescimento saudável. Portanto, quando o estudante se encontra em regime de ensino doméstico, estas situações devem ser promovidas e geridas com especial cuidado. 

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publicado por Maribel Maia às 11:14

30
Nov 17

Quando refletimos sobre as infinitas características e possibilidades cerebrais, apercebemo-nos do quanto a aprendizagem se torna um método complexo e diferente de pessoa para pessoa.

Atualmente, uma nova disciplina chamada Neuroeducação, procura na neurociência apoio para fundamentar e adaptar novas formas de ensino/aprendizagem dentro e fora das salas de aula.

A neuroeducação tenta usar os novos conhecimentos sobre aprendizagem, memória, linguagem e outras áreas da neurociência cognitiva para produzir  as melhores estratégias de ensino e aprendizagem. Cada vez mais, reconhecer o que é necessário  para que os estudantes aprendem e memorizam as informações ensinadas é um grande desafio e motivação para os Educadores.

Para além disso, o cérebro não se desenvolve em cada ser humano, no mesmo momento de vida, logo, algumas crianças apresentam capacidades diferentes ao longo do seu percurso escolar, situação que toda a comunidade educativa também deve ter em linha de conta.

Assim sendo, todos nós apresentamos capacidades e competências diferentes, que devem ser desenvolvidas e estimuladas como sendo dons especiais, que nos tornam pessoas únicas e especiais.

neuroeducação (1).jpg

 

publicado por Maribel Maia às 14:11

04
Out 17

Para além de todas estas especificidades, o ensino finlandês apresentas metodologias bastante específicas, em sala de aula. São usadas as metodologias chamadas de "problem-based learning" e "project-based learning", ensino baseado em problemas ou projetos, esses problemas poderão ser de origem fictícia ou real e tornam-se o ponto de partida da aprendizagem, em que o objetivo é que os estudantes aprendam através, da prática, a procurarem soluções e respostas.

Nestas metodologias os professores assumem um papel de mediador, entre os objetivos pretendidos e alcançados.

Nestas escolas a avaliação é realizada através do aluno, que se autoavalia e avalia os colegas de turma e o professor que avalia os resultados dos projetos, das atividades em grupo e de outros trabalhos contínuos, sendo os testes de relativo valor.

As novas tecnologias e o material pedagógico está adaptado às necessidades atuais destas metodologias, sendo permitido e incentivado o uso da internet e outros meios de informação, sendo incentivado a leitura de livros extraescolares e, até mesmo, a disposição das mesas é bastante particular.

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publicado por Maribel Maia às 11:12

02
Out 17

Já muito tenho falado sobre a Educação Formal realizada nas escolas portuguesas e muito tenho debatido com os leitores, sobre as melhorias urgentes que deveriam ser implementadas no quotidiano de professores e estudantes, desde o 1º ano ao ensino Universitário.

Hoje venho apresentar um país que eu considero um dos melhores da Educação Escolar, tanto pelo seu baixo nível de aliteracia, como pelas práticas utilizadas diariamente neste imprescindível conceito chamado de Educação. Não pretendo comparar ambos os países, já que, populações diferentes devem ser entendidas com características únicas e diferentes, sendo que o melhor para uns, nem sempre, será o melhor para outros.

O meu objetivo com estes Post’s é apenas apresentar uma pesquisa que realizei que me parece muito boa.

De uma forma geral, as características particulares e motivadoras desse Sistema Nacional de Ensino:

  • A escolaridade obrigatória estabelecesse entre os os 7 e os 16 anos, sendo gratuito, todo esse longo caminho;
  • Praticamente toda a população frequenta escolas públicas, existindo poucas escolas privadas;
  • O número de estudante em sala de aula não ultrapassa os vinte;
  • As aulas têm duração de 45 minutos com intervalos de 15 minutos;
  • No ensino básico, cada estudante aprende duas línguas oficiais, o Finlandês e o Sueco, e mais duas línguas estrangeiras, dando-se muita importância à língua Inglesa;
  • No ensino secundário o sistema orienta os estudantes para o vocacional ou académico, com vista a um curso profissional ou ensino universitário, no entanto esse caminho não é, de todo, rígido, podendo ser alterado ao longo do percurso. O secundário termina sempre com um exame;
  • Todos os professores são Mestres e na sala de aula podem estar um ou dois professores, se um deles tiver menos experiência profissional e são referidos como a chave para o sucesso deste ensino.

 

De forma muito geral, são estas as particularidades que, acabam por merecer o meu destaque, considerando-as como positivas, contudo as metodologias de ensino são também motivo de referência e que irei resumir no próximo Post.

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publicado por Maribel Maia às 13:36

04
Mai 17

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:
«Eu: É para escreveres os dias da semana em Inglês.
Estudante: Mas eu não sei!
Eu: Claro que sabes, aprendeste isso no período passado!
Estudante: Já não me lembro…»

Quantas e quantas vezes os estudantes nos respondem prontamente: ‘eu ainda não dei isso…’, para esta resposta deve imperar o completo ceticismo. Na verdade, a matéria pode ter sido lecionada e até estudada para o teste anterior, contudo, na semana seguinte já foi totalmente esquecida, como se já não fosse conhecimento importante ou necessário.
Hoje em dia, muitos estudantes pensam desta forma: ‘essa matéria já foi dada, já não preciso de saber porque não vai sair no teste’… eu não concordo, totalmente, com esta reflexão. Praticamente todas as disciplinas utilizam a construção de saberes como sendo patamares de conhecimento que se apoiam mutuamente para evoluírem.
Posso deixar alguns exemplos concretos: como se consegue evoluir na aprendizagem de uma língua estrangeira, estando constantemente a esquecer vocabulário e regras gramaticais? Se o estudante não compreendeu as regras básicas de cálculos de frações, no 5ºano, como poderá evoluir para cálculos mais complexos?
Considero que esta mudança de perspetiva sobre oc conteúdos curriculares e os conhecimentos adquiridos deve ser alterada, olhando-se para eles como informação permanentemente útil, que desencadeará um caminho para novos saberes.

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publicado por Maribel Maia às 15:04

13
Jun 16

Já ouvi em vários debates televisivos a referência à escola como promotora de ensino sobre igualdade, solidariedade, inclusão, etc… concordo em pleno com tais informações, pois a escola é lugar de permanência de crianças e jovens em crescimento e desenvolvimento integral, um lugar que deve propiciar tais momentos e aprendizagens…

Muito embora, deva assumir que, analisando de forma mais prática e concreta me surjam várias dúvidas e questões que gostaria de partilhar com o leitor… se em cada disciplina existe um plano de estudos que o professor deve seguir escrupulosamente, ao longo do ano, e neste plano em nada se fala sobre temas como inclusão/exclusão, tolerância/discriminação…. Passarão para onde estes momentos de ensino/aprendizagem?

Mesmo com professores sensibilizados para tal educação, serão alguns minutos, dentro de uma sala de aula, entre o ensino de uma Equação e da Formação de Rochas, que se sensibilizam estudantes para tais questões?

Será nos meandros dos intervalos, entre pares e com a supervisão de poucos Auxiliares de Ação Educativa que se proporcionam tais momentos? Ou será necessário estruturar novos horários, novas equipas e novos métodos de Educação para o Saber Ser?

 

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publicado por Maribel Maia às 17:16

09
Jun 16

Em Portugal apresentar negativas, no final do ano letivo, às disciplinas de Português, Matemática e outra, aponta para uma retenção escolar!

 

Na minha opinião, repetir o ano, nem sempre será sinónimo de sucesso escolar garantido no ano(s) seguinte(s).

Eu concordo que, um estudante que apresente dificuldades em várias disciplinas, que levem à retenção escolar, deve ser acompanhado num apoio ao estudo, paralelo à escola, onde se desenvolva planos de estudo adequados à necessidades apresentadas, de preferência de forma individualizada.

Para além disso, a vontade de melhorar resultados deve estar, também, muito presente e consciente no estudante, portanto os encarregados de educação devem conversar e discutir esta situação com a criança ou jovem, de forma a construir uma consciência positiva, relativamente à escola e ao conhecimento académico.

Para além disso, nas férias escolares de verão, devem-se já incutir objetivos de estudo, não como castigo, mas sim como motivação e interesse na autossuperação. Nesse sentido, não serão necessárias muitas horas de estudo diárias, basta uma hora diária a cada disciplina, por semana, desde que, o estudo seja realizado com altos níveis de concentração e empenho. Este estudo pode ser realizado autonomamente ou acompanhado, de acordo com as necessidades apresentadas.

Finalmente, lembrar que, um estudante retido é um estudante que necessita de um apoio especial, por parte de toda a comunidade educativa.

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publicado por Maribel Maia às 15:20

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