Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Educar para a Sustentabilidade: pequenas dicas…

Cada vez mais encontramos estudantes sensíveis às questões ecológicas e de proteção da natureza… demonstram isso nas suas conversas e mesmo nas suas atitudes… contudo o trabalho, o exemplo, a formação e a educação, não deve terminar por aqui. Torna-se necessário uma educação ambiental transversal, no quotidiano do estudante.. seja na escola… em casa… nos lugares de passagem e de presença.

Por esta razão, e como não é demais lembrar, aqui ficam algumas dicas para os educadores trabalharem este assunto com quem aprende:

 

  • Sempre que forem passear para a natureza, recolham lixo encontrado e coloquem-no no contentor correto;
  • Converse sobre questões como: escassez da água potável, necessidade de reciclagem, e os problemas do consumismo;
  • Motive para os encantos do contato com a natureza, seja fauna ou flora (animais e plantas);
  • Apoie na separação do lixo;
  • Incentive ao reaproveitamento de produtos;
  • Troque, venda, ou doe objetos que já não utilizam;
  • Sensibilize para a importância dos consertos;
  • Converse sobre a origem da alimentação e a sua qualidade (animal e vegetal);
  • Supervisione desperdícios de água, luz e papel;
  • Responsabilize pelos danos aos objetos e materiais;
  • Procure soluções sobre este tema com o estudante;
  • Esteja informado para poder (in)formar…

 

Não se esqueça que este Planeta será habitado por muitas gerações seguintes.. sejam eles seus bisnetos ou tetranetos…

 

1002135_725407190891189_738892675_n.jpg

(imagem retirada da internet)

9º ano: novas escolhas

Com a maioria dos estudantes de 9ºano, com quem tenho conversado apresentam-se com algumas dificuldades na escolha das áreas que terão de realizar para frequentarem o ensino secundário.

As opção em escolha são:

  • Cursos Cientifico-Humanísticos
  • Ciências e Tecnologias
  • Ciências Socioeconómicas
  • Línguas e Humanidades
  • Artes Visuais

Estas áreas apresentam-se mais direcionadas para estudantes que pretendam seguir um ensino universitário, de acordo com a profissão pretendida, no futuro.

 

  • Cursos Profissionais

Estes Cursos Profissionais são caracterizados por uma forte ligação com o mundo profissional. Tendo em conta o seu perfil pessoal, a aprendizagem realizada nestes cursos valoriza o desenvolvimento de competências para o exercício de uma profissão, em articulação com o sector empresarial local. Cada escola secundária oferece um leque variado de cursos profissionais. 

 

Aos 15 ou 16 anos parece demasiado complexo tomar esta decisão, contudo estes estudantes devem ter a consciência dos seus gostos e capacidades, para além disso qualquer que seja a escolha, esta não será ‘caminho sem retorno’ pois, ao longo dos anos, cada jovem poderá adaptar e moldar, o melhor possível, o seu percurso escolar aos desejos futuros.

Boas escolhas!

Resultado de imagem para escolhas(imagem retirada da internet)

O Dia do Professor: 5 de Outubro

Uma profissão nem sempre valorizada, nem sempre acarinhada… mas são os professores que, um dia, ensinaram médicos, políticos, empregados de limpeza…. tantas e tantas outras profissões…todas elas com a mesma nobreza!

Hoje o Dia é para aqueles/as que têm o ensino na alma e que partilham o seu saber sem reservas nem fronteiras… Parabéns aos Professores/as!

O Dia do Professor é uma bela homenagem todos os que contribuem para o ensino e para a educação da sociedade.

Obrigada professores/as!!!!

 

Imagem relacionada

 

Imagem: pinterest.com

 

Ensinar regras..dentro e fora da escola…

Os documentos que hoje partilho direcionam-se, principalmente, para os educadores, professores e famílias que pretendam trabalhar o comportamento social (dentro e fora da escola), neste início de ano letivo, ou pretendam fazê-lo mais tarde!

Estas são imagens com regras de comportamento que podem ajudar a identificar e orientar crianças mais pequenas, individualmente, em grupo ou em turma.

 

Bom trabalho!!!

 

comportamento_2_emoji-2.jpg

comportamento_emoji-3.jpg

comportamento_emojis.jpg

comportamentos e regras (1).jpg

 

 

 

(in: https://www.educacaoetransformacao.com.br  e  http://ivango.info)

O que consideram ser um bom professor/a?

Hoje em dia muito se conversa e reflete sobre ter acesso a boas escolas e bons professores, assumindo-se isso como pilar para uma boa educação formal. Todos nós, através das nossas experiências práticas enquanto estudantes que somos ou fomos, identificamos aspetos que muito apoiaram a nossa aprendizagens e nomeamos situações que deveriam ser melhoradas e ajustadas.

Este meu Post, hoje, chega como um desafio a cada leitor, gostaria que me respondessem à pergunta: o que consideram ser um bom professor/a?

Todos nós temos a recordação do(s) professor(es) que mais marcou o nosso percurso escolar, que nos fez apaixonar por uma disciplina, que nos orientou no momento mais importante, que nos olhou, carinhosamente, como pessoa, que nos motivou e nos incentivou….

Ler as vossas opiniões refletidas, será, para mim, refletir e aprender… reconhecer e melhorar a minha prática, portanto, desde já  meu obrigada pela partilha!

 

paulo freire facebook.jpg

 

Ensino Doméstico em Portugal

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Eu: _ tens aulas com quem?

Estudante: _Com a minha mãe.

Eu_ E não andas na escola?

Estudante: _ Não, eu vivo no circo,….»

 

Existem, em Portugal e noutros países, encarregados de educação que optam por concretizar um ensino individualizado à sua criança, optando por realizar o ensino escolar em casa, ou seja, na modalidade de Ensino Doméstico salvaguardado, nos termos da alínea a) do nº 4 do artigo 3.º do Decreto-Lei n.º 553/80, de 21 de Novembro, que aprova o Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo – “aquele que é lecionado no domicílio do aluno, por um familiar ou por pessoa que com ele habite”.

«Os encarregados de educação que manifestam a intenção de integrar os seus filhos na modalidade de Ensino Doméstico estão a proceder de acordo com os direitos que lhe são conferidos, nomeadamente o da escolha de uma modalidade de ensino.» (in: educacaolivre.pt). Para tal, deve realizar todos os procedimentos legais exigidos e orientar todo o processo de ensino tendo como referência os programas nacionais e as Metas Curriculares de cada área curricular disciplinar e não disciplinar.

No final de cada ano letivo, o encarregado de educação deve ter em linha de conta que, os estudantes em regime de Ensino Doméstico estão sujeitos a avaliação no final de cada ciclo (de acordo com a legislação em vigor).

Sobre este tema surge-me apenas referir uma ressalva pessoal, lembrando que, é muito importante para quem cresce a interação contínua com crianças e jovens da mesma idade, promovendo-se assim um desenvolvimento emocional e social imprescindível a um crescimento saudável. Portanto, quando o estudante se encontra em regime de ensino doméstico, estas situações devem ser promovidas e geridas com especial cuidado. 

explicações_2018.jpg

 

Neurociência e Neuroeducação

Quando refletimos sobre as infinitas características e possibilidades cerebrais, apercebemo-nos do quanto a aprendizagem se torna um método complexo e diferente de pessoa para pessoa.

Atualmente, uma nova disciplina chamada Neuroeducação, procura na neurociência apoio para fundamentar e adaptar novas formas de ensino/aprendizagem dentro e fora das salas de aula.

A neuroeducação tenta usar os novos conhecimentos sobre aprendizagem, memória, linguagem e outras áreas da neurociência cognitiva para produzir  as melhores estratégias de ensino e aprendizagem. Cada vez mais, reconhecer o que é necessário  para que os estudantes aprendem e memorizam as informações ensinadas é um grande desafio e motivação para os Educadores.

Para além disso, o cérebro não se desenvolve em cada ser humano, no mesmo momento de vida, logo, algumas crianças apresentam capacidades diferentes ao longo do seu percurso escolar, situação que toda a comunidade educativa também deve ter em linha de conta.

Assim sendo, todos nós apresentamos capacidades e competências diferentes, que devem ser desenvolvidas e estimuladas como sendo dons especiais, que nos tornam pessoas únicas e especiais.

neuroeducação (1).jpg

 

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D