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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Ensinar a distinguir informação: não sejas ‘Maria vai com as outras’…

Lembro-me que, há poucos anos atrás, precisar de explicar a muitos estudantes que, a internet não iria acabar….  Eles ouviram tantas informações nas redes sociais sobre o dito ‘artigo 31’…. A maioria das informações partilhadas pretendiam apenas ter milhões de visualizações, nem que para isso ‘se deturpasse um pouco a realidade’ … e a grande maioria dos estudantes não percebeu isso, considerava de forma convicta a hipótese de ‘a internet acabar’…

Esta (in)capacidade de saber distinguir informações verdadeiras de informações falsas, no mundo virtual é uma virtude pouco existente na realidade dos nossos adolescentes e jovens…

Dificilmente sabem distinguir quais as fontes de informação mais fidedignas, ou filtrar até onde acaba a realidade e começa a ficção, num mundo onde os objetivos são apena as visualizações, as partilhas e os likes.

Para ajudar as crianças e jovens a tornarem-se sensíveis e atentos a tudo isto é necessário:

  • Explicar tais conceitos e desmistificar as verdades da internet;
  • Ensinar a pensar e a refletir sobre o mundo que nos rodeia;
  • Educar para a autonomia e para o livre pensamento;
  • Exemplificar formas de pesquisa e investigação que trarão informação correta;
  • Promover o espírito crítico e a criatividade…

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O desenvolvimento não acontece em todas as crianças em simultâneo, embora a escola trabalhe com base nesta ideia

Inquietude:

O crescimento e desenvolvimento das crianças está definido por etapas, vários foram os investigadores que as definiram e estádios, etapas, patamares. Mas estas formas que parecem estar bem enquadradas e definidas, não se enquadram em todas as crianças!

As crianças não estão todas ao mesmo nível de desenvolvimento, na mesma idade, embora nas escolas sejam tratadas destas forma. Isto trás implicações práticas no momento de ensino-aprendizagem, já que, em média teremos 20 alunos a aprenderem o mesmo, pois temos apenas um professor para elevado número de alunos, que não pode ensinar de outra forma que não a de ensinar a todos como se fossem um.

Esta é a realidade das nossas escolas, embora não seja a mais correta, é a que é oferecida à sociedade e, não pretendo explorar muito esta parte do tema.

Neste post prefiro direcionar-me mais às famílias que vêm as suas crianças a tentarem estar sempre ao mesmo nível de aprendizagens de toda a turma, para melhor conseguirem bons resultados e motivação.

No entanto, algumas crianças apresentam níveis de desenvolvimento diferentes o que implica mais dificuldades de abstração, de raciocínio ou de lógica, o que acarreta avaliações mais baixas e alguma desmotivação… outras crianças estão um pouco mais desenvolvidas o que torna a aprendizagem pouco aliciante e monótona.

Qualquer um dos casos deixa as famílias muito ansiosas e preocupadas, sem saberem quais as medidas certas a tomar, de forma a ajudarem os seus estudantes.

O meu maior conselho é manter a calma, muitas vezes as crianças precisam de tempos diferentes, mas não significa que, por exemplo, no ano seguinte venha a manter as mesmas dificuldades, pode não acontecer. Para além disso, pode sempre procurar apoio com um profissional, de acordo com a necessidade apresentada, os professores podem ajudar e orientar nessa decisão!  

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Educação sem férias!

Para quem segue este Blog desde o seu início, sabe que mesmo em tempo de férias escolares ele não deixa de apresentar dicas e reflexões educativas, estas não são para os dias de escola, mas para os dias de férias, em que as crianças e jovens desenvolvem outros saberes e outras competências, também pertinentes ao seu desenvolvimento e crescimento saudável.

Por esta razão, continuem a visitar este lugar cibernético, que terá propostas para férias e, próximo de setembro, terá também orientações para um novo ano letivo repleto de ambições…

 

Fiquem por aí!

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Educação Rodoviária: cuidados em bicicleta

Se, de um modo geral todos devemos ser educadores, neste vasto conceito de Educação Rodoviária, em situações mais concretas, essa educação pauta-se por atitudes de simples cuidados e atenções. Quase todas as crianças adoram ter uma bicicleta, um skate, ou uns patins para poderem andar e brincar, contudo o uso desses transportes exigem cuidados especiais particulares.

Ora vejamos:

  • Antes de utilizar o transporte, realizar uma revisão para verificar se nada está em mau estado;
  • Procurar jardins e parques fechados, evitando a proximidade de automóveis;
  • Usar capacete, joelheiras e cotoveleiras para proteção;
  • Não circular próximo de veículos estacionados, pois poderão abrir portas;
  • Manter a atenção a quem circula no mesmo espaço (pessoas e animais);
  • Evitar acrobacias ou fazer corridas;
  • Ter em atenção os pisos escolhidas, evitar folhagem, pedras ou água…

 

Que cuidados mais o leitor propõe que acrescentemos?

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(imagem retirada da internet)

Educação Rodoviária: andar pela rua

As crianças mais pequenas precisam de aprender conceitos básicos como andar na rua, atravessar uma rua ou ir a casa de outras pessoas. Assim sendo, as primeiras aprendizagens que devem ser incutidas às crianças são as seguintes:

  • Ensine-a a olhar para os dois lados da rua várias vezes antes de atravessar, atravessando apenas quando não existirem perigos;
  • Ensine-a a caminhar nas faixas de pedestres sempre que existirem;
  • Ensine-a a utilizar passadeiras e a caminhar pelos passeios, de frente para os automóveis;
  • Ensine-lhe os sinais de trânsito mais básicos;
  • Ensine-a a não correr nem brincar na estrada;
  • Ensine-a a tomar atenção aos carros que fazem manobras;
  • Ensine-a a andar em fila ou de mão dada quando estão na rua com mais crianças;
  • Avise-a que não deve entrar em quintais ou jardins privados;
  • Não permita que crianças com menos de 10 anos andem sozinhas na rua;
  • Mantenha a mão dada a crianças pequenas, na rua e nos estacionamentos;
  • Sempre que a criança sai sozinha, controle o tempo de trajeto…

 

Bons passeios em segurança!

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(Imagem retirada da internet)

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