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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Educação Rodoviária: cuidados em bicicleta

Se, de um modo geral todos devemos ser educadores, neste vasto conceito de Educação Rodoviária, em situações mais concretas, essa educação pauta-se por atitudes de simples cuidados e atenções. Quase todas as crianças adoram ter uma bicicleta, um skate, ou uns patins para poderem andar e brincar, contudo o uso desses transportes exigem cuidados especiais particulares.

Ora vejamos:

  • Antes de utilizar o transporte, realizar uma revisão para verificar se nada está em mau estado;
  • Procurar jardins e parques fechados, evitando a proximidade de automóveis;
  • Usar capacete, joelheiras e cotoveleiras para proteção;
  • Não circular próximo de veículos estacionados, pois poderão abrir portas;
  • Manter a atenção a quem circula no mesmo espaço (pessoas e animais);
  • Evitar acrobacias ou fazer corridas;
  • Ter em atenção os pisos escolhidas, evitar folhagem, pedras ou água…

 

Que cuidados mais o leitor propõe que acrescentemos?

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(imagem retirada da internet)

Educação Rodoviária: andar pela rua

As crianças mais pequenas precisam de aprender conceitos básicos como andar na rua, atravessar uma rua ou ir a casa de outras pessoas. Assim sendo, as primeiras aprendizagens que devem ser incutidas às crianças são as seguintes:

  • Ensine-a a olhar para os dois lados da rua várias vezes antes de atravessar, atravessando apenas quando não existirem perigos;
  • Ensine-a a caminhar nas faixas de pedestres sempre que existirem;
  • Ensine-a a utilizar passadeiras e a caminhar pelos passeios, de frente para os automóveis;
  • Ensine-lhe os sinais de trânsito mais básicos;
  • Ensine-a a não correr nem brincar na estrada;
  • Ensine-a a tomar atenção aos carros que fazem manobras;
  • Ensine-a a andar em fila ou de mão dada quando estão na rua com mais crianças;
  • Avise-a que não deve entrar em quintais ou jardins privados;
  • Não permita que crianças com menos de 10 anos andem sozinhas na rua;
  • Mantenha a mão dada a crianças pequenas, na rua e nos estacionamentos;
  • Sempre que a criança sai sozinha, controle o tempo de trajeto…

 

Bons passeios em segurança!

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(Imagem retirada da internet)

Educação Rodoviária: o conceito

Este tema parece bastante simples, começar ensinar as crianças a atravessar a rua, a identificarem os sinais, a caminharem pelos passeios… contudo, educar para a vida na rua é «um processo de formação ao longo da vida que envolve toda a sociedade num esforço conjunto. Tendo como finalidade a mudança dos comportamentos e a transformação de hábitos sociais, a Educação Rodoviária visa, numa perspetiva global, a melhoria da qualidade de vida e o bem- estar geral das populações. O comportamento em ambiente rodoviário é inseparável das relações sociais e a Educação Rodoviária indissociável da formação da pessoa, enquanto cidadão.» (Referencial de Educação Rodoviária para a Educação Pré-Escolar e o Ensino Básico: 2012).

Portanto, todos os educadores devem apresentarem-se sensibilizados para o tema e devem, cuidadosamente, contribuir para uma boa educação enquanto peão, passageiro e condutor, reconhecendo-se todas as regras e normas de segurança e proteção. Assim sendo, o papel das famílias é de grande importância e deverá ser bastante ativo, sendo que, em complemento, cabe às escolas definirem e aplicarem um plano de Educação Rodoviária que abranja os estudantes desde a Educação Pré-Escolar ao Ensino Secundário.

Tendo por base os objetivos que coloco em anexo:

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O Nosso Chão… a Nossa Terra… Educar para a Sustentabilidade

Porque nos sentimos bem no contacto com o natureza? Ao ver um pôr do sol…. Apreciar um jardim… o som do oceano… com os pés na areia ou com as mãos na terra????

A resposta é simples… nós pertencemos a esta Natureza, a este Chão… dela somos filhos… nela queremos estar… sentir… aproveitar… contemplar…

Se tudo isto é tão instintivo porquê prejudicar uma das nossas paixões? Porquê poluir, descuidar, estragar, sujar? Certamente já ponderou sobre estas questões ambientais… sobre a destruição do planeta, sobre a ignorância de alguns seres humanos perante uma situação tão urgente.

Tão importante quanto esta reflexão é a Educação de quem cresce, a sensibilização de toda a população, a (in)formação das atuais e novas gerações.

Por esta razão, escrevo sobre Preservação do Meio Ambiente… sobre Sustentabilidade… sobre a urgência em continuar a Educar para estas causas.

No próximo post deixarei dicas de apoio a esta educação…

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(imagem retirada da internet)

Inquietude: ‘Mas ele não quer…’

Por vezes deparo-me com conversas de encarregados de educação que me deixam inquieta, quando me respondem que a criança não quis, não escolheu, ou optou por.. tendo sido elas a tomarem decisões com as quais a família não concorda, mas aceitou por ser decisão da criança… com isto não quero dizer que, as crianças não possam tomar decisões e fazer escolhas… isso é saudável e faz parte do desenvolvimento integral de qualquer ser humano.

 Contudo, em muitas e determinadas situações não me parece que se deva ceder às escolhas de quem é ainda pequeno e não tem capacidade de escolher o que é melhor para si mesmo… essa responsabilidade e decisão cabe inteiramente a quem educa, a quem protege e orienta.

Portanto, a minha inquietação de hoje é um pedido de reflexão… diga ‘_Não!’ sempre que necessário ou, ‘_Sou eu que decido!’… sem muitas explicações ou definições, quando é importante…

Ou corremos o risco de não educar da melhor forma possível!

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(imagem retirada da internet)
 

Educar é ensinar a SER…

Porque existem muitas formas de educação que se devem transmitir de forma transversal, seja em dias de escola ou em dias de férias, hoje, em vez de escrever um texto sobre Saber Ser, deixo-vos uma imagem que retirei da internet, mas que considero serem excelentes dicas de educação para a igualdade e para o respeito!

Partilho convosco:

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Aprender a Estudar em 5 etapas…

Como afirmei no Post anterior, desenvolver técnicas e métodos de estudo não é um processo fácil para a maioria dos estudantes, nem de grande vontade para eles. Contudo manter rotinas de estudo torna-se processo necessário para obter os melhores resultados na aprendizagem escolar. Por esta razão proponho aqui algumas etapas, que poderão ser seguidas por qualquer educador e/ou educando:

 

1ª etapa: todo o ser humano gosta de saber mais sobre um tema que lhe desperte gosto, interesse e curiosidade, logo cabe ao educador despertar essa curiosidade natural do estudante, através dos seus interesses pessoais e experiências individuais e cabe ao educando aproveitar os seus gostos e interesses pessoais para desenvolver novos conhecimentos;

 

2ª etapa: cada estudante é diferente, aprende a ritmos diferentes, tem gostos e capacidades diferentes, é portanto importante conhecer e conhecer-se muito bem, seguir o seu ritmo próprio, incentivando e direcionando no momento mais adequado, o trabalho individualizado entre educador e educando aqui torna-se uma mais valia evidente;

 

3ª etapa: despertar constantemente o interesse por saber mais, conhecer melhor, aprofundar reflexões, em qualquer momento do dia e em qualquer situação, para tal o educador deve estar sensibilizado para aproveitar situações do dia a dia e refletir, questionar, explicar… despertando uma vontade natural de querer descobrir;

 

4ª etapa: a melhor forma de querer saber mais, descobrir, conhecer é tendo a oportunidade de experimentar, de vivenciar, sentir… para tal, o contacto, as visitas, o confronto, o usar dos cinco sentidos… será sempre uma forma muito eficaz de despertar curiosidade, interesse… todas as vivências para além dos muros da escola podem aproximar os saberes ensinados na escola;

 

5ª etapa: O ambiente físico é também algo a não descurar, definir em casa, um lugar sossegado, ausente de barulhos e distrações, com um conforto e luminosidade necessário a quem estuda irá incentivar o estudante a criar uma rotina de estudo mais agradável e confortável.     

 

Car@ leitor, encontra mais alguma etapa que sinta ser pertinente e que gostaria de acrescentar a estas propostas? Desde já agradeço a partilha…

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