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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Cautela com as fotos e vídeos das crianças nas redes sociais.

Bebés e crianças são muito fotogénicos e a alegria das família, as fotos são motivo de partilha no seu meio social, e ficam belas recordações, que permanecem ao longo dos anos.

No entanto, algumas famílias acabam por partilhá-las também nas redes socias, orgulhosamente e sem maldade… mas já sabemos que, qualquer coisa que exposto na internet nunca mais voltará a ser privado. Mesmo fotografias aparentemente inocentes, podem espoletar outras intenções ou outras utilizações, as quais as famílias nem sonham, mas que podem tornar-se grandes pesadelos.

A atenção deve ser para todas as pessoas, mesmo aquelas que consideram que as suas redes sociais são/estão muito fechadas, contemplando apenas um número muito restrito de ‘amizades’… o melhor é sempre prevenir!

É, também, importante que eduque as suas crianças nesse mesmo sentido. A partir do momento que a criança/adolescente cria uma qualquer conta nas redes sociais, tendencialmente, começa a publicar fotografias suas, com os seus amigos e família.

Fotografias que desvendam muito sobre o estudante, mesmo que não pareça:

  • Na foto está um familiar ou amigo, que ajuda a identificar o próprio;
  • A foto mostra onde foi tirada, onde o aluno estuda ou mora;
  • A foto foi tirada com a roupa do colégio que frequenta;
  • A foto mostra gostos e interesses pessoais;
  • A foto terá likes do seu núcleo de amigos e conhecidos;
  • A foto convida a comentários e conversas por parte de pessoas desconhecidas;
  • As publicações podem ser alvo de cyberbullying;

Estes alertas surgem, principalmente, da Polícia a quem chega, diariamente, muitos e difíceis problemas vindos destas exposições sociais.

Educar para este mundo que nos entra nas casas e nos quartos é, por isso, sempre importante!

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A (super) Função do Diretor de Turma!

O Diretor de Turma do seu filho apresenta-se como porta-voz de todos os outros professores e escola e torna-se um mediador entre a escola e as famílias, em traços muito gerais é esta a ideia que todos as famílias têm sobre este professor.

Sempre que surge uma necessidade especial para comunicar à escola, dúvidas e esclarecimentos o mais fácil é entrar em contacto com o diretor de turma, marcar uma reunião e expor o caso. O mesmo acontece entre os alunos, sempre que existem conflitos ou situações pontuais específicas em alunos, ou professor/alunos, o diretor de turma é informado.

Ele tem maior preocupação com a(s) sua(s) direção(ões) de turma, abre espaço de diálogo com os alunos, convoca reuniões de pais, ou outras, para resolver situações ou definir novas orientações… até tem o cuidado de ponderar sobre os lugares em que cada aluno se senta, de forma a proporcionar maior bem estar à turma e melhor atenção geral.

De uma forma mais particular, os alunos procuram neste professor um apoio constante, alguém capaz de mediar conflitos de forma bastante justa, que não demonstre maior apoio aos colegas professores do que aos alunos, que seja isento e muito atento aos alunos, tendo em conta as particularidades de cada um… os alunos que desenvolvem uma boa relações de proximidade com o seu Diretor de Turma vivem o ano letivo mais confiantes e integrados, o que pode ajudar na sua formação.

Os diretores de turma surgem nas escolas como super heróis… valorizem-nos!!!

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Estudar com os pais, resulta?

Quando as crianças vão para o 1º ano escolar, obrigam a que os pais tenham muita atenção a todas estas novas exigências, as crianças ainda não sabem memorizar recados e o contacto direto com o professor é uma necessidade constante. Para além disso, a realização dos trabalhos de casa são, a maioria das vezes, auxiliados pelos pais que ajudam e orientam.

Os anos vão passando e muitos pais continuam a dar apoio escolar aos filhos: tiram dúvidas nos TPC’s, ajudam a estudar para os testes e a fazer trabalhos escolares. Mas isto, que parece assim tão simples, nem sempre o é:

  • Muitos pais já estão longe dos conceitos escolares há muitos anos, os métodos de ensino já mudaram e têm, portanto, muita dificuldade em ajudar;
  • Os estudantes desleixam as orientações dos pais, não respeitam algumas ordens e os momentos de estudo tornam-se em terror;
  • Os pais já chegam exaustos a casa, depois de um difícil dia de trabalho e já não têm memória nem paciência para estarem mais umas horas a ensinar e a estudar;
  • Colocam o irmão/ã mais velho/a a explicar, mas ele também tem pouca vontade e motivação para o fazer;

Claro que, estudar com os pais nem sempre resulta… e, quando assim é, não me parece que faça sentido continuar a forçar algo que não corre bem, que não motiva a família nem o estudante… pode seguir outros caminhos, promova mais autonomia e responsabilidade, passando o estudante a desenvolver praticamente todo o seu estudo, sozinho.

Se for necessário procure um apoio ao estudo, em explicações ou centros de estudo, para este apoio escolar… não desespere, porque esta situação é bem mais comum do que possa imaginar!

 

filhos.jpg

 

O privilégio de ter Explicações!

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

 

«Eu: _ Então, o teste não correu bem?

Estudante: _ Estava a vir para aqui e falava com o meu pai: agora como vou dizer à explicadora que só tirei 10,5!!???»

 

Só quem frequenta explicações individuais, ou famílias que têm os seus estudantes a frequentar sabem o quanto esta ajuda é preciosa!

As razões e vantagens são inúmeras e tenho vindo a referi-las imensas vezes, no entanto, hoje gostaria de salientar as duas razões que, para mim, são fundamentais no apoio ao aluno:

 

Primeira: tal como se percebe pelo diálogo transcrito, a responsabilidade que o/a explicador/a exige ao aluno é diferente, porque lhe demonstrou confiança, facultou-lhe todas as ferramentas que conseguia e acreditou que ele iria conseguir. Quando o aluno obtém uma avaliação pela qual não lutaram juntos, a responsabilidade torna-se clara!

 

Segunda: o facto do aluno trabalhar com o/a explicador/a semanalmente, proporciona laços de confiança e segurança que, em plena aula e em momentos de avaliação se demonstram, como uma maior motivação para participar e menos receios em momentos de avaliação.  O estudante sabe que, naquelas horas com o/a explicador/a, pode expor dúvidas sem vergonha, colocar-se à prova as vezes que precisar e falar sempre abertamente!

  

Estas não lhe parecem ser razões mais do que suficientes para proporcionar à criança/jovem, tal oportunidade de aprendizagem?

 

Por isso concluo: não deixe para mais tarde a opção de procurar apoio escolar… este apoio deve ser iniciado em setembro de cada ano letivo e deve ser mantido, ou aumentado, ao longo dos anos escolares seguintes!

 

Não é uma oferta para alunos com dificuldades de aprendizagem, nem para alunos que precisam de ocupar os tempos livres, é um privilégio para qualquer aluno: sentir esta confiança e responsabilidade!

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