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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Que tarefas domésticas as crianças podem fazer?

Agora que começaram as férias da Páscoa escolares, de uma forma pouco atípica, as crianças e jovens não devem sair de suas casas, portanto, outras tarefas devem ser incutidas para viverem de forma harmoniosa e produtiva.

Os estudantes devem continuar a:

  • realizar algum estudo diário, com exercícios de fichas, leituras e revisão de matérias;
  • devem manter algum exercícios físico, existem muitas propostas de aulas online, basta escolher;
  • fazer alguns trabalhos manuais que possam ajudar na organização do espaço;
  • brincadeiras diferentes, que podem elaborar de forma muito original;
  • controlar os horários em frente aos ecrãs;
  • realizar as tarefas domésticas, para apoio à família.

Para ajudar na orientação e definição das tarefas domésticas, em anexo, deixo uma tabela que sugere alguns exemplos de tarefas, por idades.

Sendo que, as famílias têm a clara noção daquilo que a criança já é capaz de fazer e, neste momento, em que estão todos em casa, podem também optar por desfiar a criança a realizar tarefas mais responsáveis e complexas, motivando a novas competências e aprendizagens.

tarefasdomesticas.jpg

 

Mãe, posso cozinhar?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _ Hoje sou eu que vou fazer a sobremesa.

Eu: _Já sabes cozinhar?

Estudante: _Pouca coisa… mas já está na hora de eu começar a aprender mais alguma coisinha…»

 

Há alguns tempos atrás, a televisão portuguesa, mostrou-nos programas de grande audiência em que as crianças apresentavam os seus dotes culinários, na confeção de pratos e sobremesas, bastante elaboradas. Tenho a certeza que, aí por casa de muitas famílias se perguntavam como era possível crianças tão novas mexerem assim nas facas afiadas, nos fogões a altas temperaturas e em tantos perigos, tudo em simultâneo!?

Com isto, não quero dizer quais as atitudes mais certas ou erradas nas cozinhas dos portugueses, pretendo apenas, ajudar na indecisão de algumas famílias para definirem onde as crianças podem ajudar na cozinha, de acordo com a sua idade. Esta forma de educação é tão preciosa como todas as outras e portanto, não deve ser descurada!!

Aqui fica uma pequena orientação:

crianças_cozinha.jpg

 

Os Trabalhos de Grupo: começam no 5º ano e terminam na Universidade!

 A partir do 5º ano de escolaridade, os estudantes são confrontados com a solicitação dos professores para a execução de alguns trabalhos em grupo, sendo que a maioria destes não poderá ser realizada, na totalidade, em contexto de sala de aula. Assim, os estudantes têm de se organizar para, fora do horário letivo se encontrarem e produzirem trabalho.

Estes trabalhos de grupo irão repetir-se nos anos letivos futuros, por isso considero que, quanto mais rápido as crianças começarem a desenvolver estas capacidades, melhor.

Muitas vezes, os encarregados de educação ficam mais reticentes que as crianças nestas situações, porque os elementos do grupo moram longe, porque os horários extra escolares são complexos, porque juntos brincam mais do que trabalham. No entanto, estas contradições acabam por desaparecer e o trabalho lá se apresenta, com mais ou menos imperfeições.

Para este tema, gostaria de começar por referir que o trabalho de grupo deve ser estruturado em reunião, ao que pode acrescer alguma divisão tarefas mais individuais, ou então, o grupo não aprende na plenitude a matéria a desenvolver, não desenvolvem a capacidade de trabalhar em conjunto, discutindo e aceitando ideias  e, não raras vezes, uns trabalham mais do que os outros.

Quando as dificuldades se prendem com questões logísticas, o melhor é reunirem numa tarde/manhã sem aulas, na biblioteca da escola, têm todas as condições de trabalho, podem adquirir algum material necessário na papelaria e não necessitam de tanto apoio familiar.

Sobre este vasto tema, deixarei mais algumas sugestões, nos próximos dias… venham visitar!

trabalhos grupo.jpg

 

A janela para o isolamento: as novas tecnologias.

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

«Eu: Se passares a vida a ver TV os teus pais desligam-na.

Estudante: Já fizeram pior…

Eu: Então?

Estudante: Tiraram-me a ficha de alimentação do PC, porque eu estava a passar as minhas férias de verão todas em frente ao computador a jogar e minha mãe chateou-se…»

 

Cada vez mais, as férias de verão, ou as férias mais curtas, são mote para os estudantes deixarem um pouco os livros e dedicarem-se ao que mais gostam de fazer. O problema acontece quando aquilo que eles mais gostam de fazer é apenas uma coisa e remete-se simplesmente ao uso do computador ou tablet/telemóvel, para jogar, ver vídeos, redes sociais...

Os investigadores, entendidos nestas matérias, afirmam que um estudante deveria passar, apenas, duas horas por dia frente a estes ecrãs. No entanto, esta média está muito longe de ser cumprida e, cabe às família e a todos os educadores orientarem e limitarem a utilização destes equipamentos, de forma tão descontrolada e desregrada.

Cada vez mais é necessário:

  • Limitar os jogos tecnológicos apenas algumas horas, no final de semana;
  • Limitar o uso dos telemóveis e tablet diariamente;
  • controlar o acesso a páginas e sites;
  • Controlar a utilização das redes sociais;
  • Controlar a partilha de imagens e fotos;
  • Incentivar a comunicação interpessoal entre grupos e pares;
  • Incentivar a opção por variados jogos de mesa e ao ar livre;
  • Incentivar a leitura de livros e revistas e jornais…

propostas.jpg

 

Incentivos e Vales para crianças!

Mais uma vez, deixo aqui, alguns Incentivos e Vales, para oferecerem às vossas crianças… Isto porque, uma psicologia positiva, é imprescindível. Os mais pequenos sentem o reconhecimento dos adultos pelo seu esforço e empenho e ficam mais motivados e responsáveis.

Estes reconhecimentos não precisam de ser dispendiosos, muitas vezes, basta uma palavra de carinho e incentivo… se quiserem que essa palavra fique lembrada por mais tempo, então, podem imprimir os documentos, que aqui deixo em anexo, e entregam um dos incentivos, ou um dos Vales, que mais se adequam. Assim, tornam o momento mais especial e significativo!

Incentivos e Vales.pdf

palavras.jpg

 

Vais fazer um debate na escola? Umas dicas…

Quando os estudantes começam a ficar mais crescidos, alguns professores procuram desenvolver, um pouco mais, a capacidade reflexiva, crítica e argumentativa, através de momentos de debate, sobre temas controversos e socialmente importantes. Por exemplo, na disciplina de Filosofia do secundário, muitos dos professores optam por alguns destes momento como forma de aprendizagem/avaliação.

Os estudantes devem preparar-se para o debate, com um estudo e reflexão prévia sobre o assunto em questão. Quando este debate é em grupo, antes do confronto, os estudantes são orientados para a posição a tomar e são formados grupos de trabalho, deve seguir-se uma organização de ideias:

Cada grupos de trabalho deve fazer uma pesquisa sobre o tema, preparando a sua defesa e a sua acusação sobre o tema e, todos esses argumentos, devem reunir apontamentos de orientação ao grupo.

Para mais um apoio a estes debates, em anexo, deixo um documento com indicações de palavras-chave que poderão utilizar, no decorrer desta acesa troca de argumentos.

conetores.png

 

 

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