Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Em anos anteriores, festejar o Dia da Criança era algo muito aguardado pelos mais pequenos… eram os insufláveis para visitar, as pinturas faciais, os presentes, os avós, os doces e as brincadeiras partilhadas…
Hoje tudo é diferente, as crianças querem-se mais protegidas de um vírus que ameaça a população, poucas são aquelas que vão para as cresces e as escolas estão fechadas para elas. Deseja-se que o Dia Mundial da Criança seja, este ano, celebrado de forma única e que não exista mais nenhum ano semelhante, em que as crianças são privadas do contacto social, dos abraços e do carinho a que têm direito.
Hoje é importante lembrar que, muitas outras crianças ainda não têm os seus direitos assegurados, não têm direito digno a educação, saúde, segurança, proteção…. E nem uma pandemia pode parar esta luta pelos Direitos da Crianças!
Hoje, fica o desejo de que muito mude… nos nossos lares e na vida de muitas crianças espalhadas por este mundo… igualdade, liberdade, dignidade, justiça…. Tantas palavras para lembrar, refletir, exigir….
Feliz Dia da Criança, num desejo profundo de um mundo melhor para elas!!!
Porque estamos próximos do Dia da Criança, a escolha de brinquedos para as crianças deve ser algo importante e reflexivo. Os brinquedos devem levar as crianças a desenvolverem capacidades imaginativas, criativas e de grande fantasia. Para ajudar a comprar os brinquedos adaptados a cada idade, pode seguir por esta proposta padronizada, como orientação:
0 - 5 anos: o brinquedo deve ser um calmante. Pode optar por objetos coloridos com sons ou músicas.
6 meses - 1 ano: brinquedos que estimulam a curiosidade sobre o meio envolvente. Pode optar por brinquedos de encaixar, de empilhar, flutuantes, ou com sons.
1 - 2 anos: os brinquedos devem auxiliar no desenvolvimento da concentração e da motricidade fina. Brinquedos com diferentes texturas, ilustrações, puzzles, com botões para pressionar, ou com rodas.
2 - 3 anos: os brinquedos devem estimular a imaginação e a criatividade. Pode optar pelas pinturas, réplicas de objetos ou animais, bolas, baloiços.
3 - 4 anos: os brinquedos mais próximos dos desejos das crianças são os que representam o dia a dia das crianças. Para além das réplicas de objetos quotidianos, pessoas e animais, pode incluir triciclos, bicicletas, casas de bonecas, oficinas de ferramentas, jogos simples, plasticina e livros ilustrados.
4 - 6 anos: aumenta o estimulo da fantasia e da imaginação, que pode ser auxiliado com os brinquedos corretos. Os brinquedos podem ser, dinheiro de brincar, meios de transporte, caixa registadora, cidades de brincar, instrumentos musicais, jogos, etc.
6 - 9 anos: já em idade escolar, as crianças estão ainda muito dedicadas à brincadeiras de faz-de-conta e do imaginário. Pode optar por livros, jogos de tabuleiro, corda, patins, bicicleta, equipamentos desportivos, meios de transporte em peças para montar e legos.
9 – 12 anos: nesta idade as crianças entram na fase da adolescência e preferem ser elas a escolher as diversões, deve haver uma continuidade no despertar do raciocínio e da criatividade. Pode escolher entre livros, jogos de mesa, caixas científicas, equipamentos desportivos ou material eletrónico.
A grande maioria dos estudantes, ao longo dos anos escolares, deparou-se com os problemas práticos da construção de um Trabalho Escrito, para várias disciplinas.
Já por cá escrevi algumas dicas sobre a construção destes Trabalhos. Hoje, venho escrever sobre a última página desses Trabalhos, a Bibliografia.
A Bibliografia é algo imprescindível nestes Trabalhos, pois é importante realizarmos pesquisas sobre a informação que queremos apresentar, discutir e/ ou refletir.
Embora alguns estudantes procurem ignora-la ou simplesmente esquecem-se do quanto ela é importante, não o devem fazer. Torna-se necessário apresentar citações entre aspas, com o nome, mencionar lugares de onde foram retiradas informações importantes.
Assim, a Bibliografia deve:
Organizar-se por ordem alfabética;
Ter o último nome do Autor em primeiro lugar, em maiúsculas;
Ter o título da Obra (em itálico)
Local da publicação;
Editor;
Data;
Por exemplo:
ROSNAY, J. (1977) As Origens da Vida. Do Átomo à Cédula, Coimbra: Livraria Almedina.
Para os Trabalhos Universitários, a Bibliografia deve seguir os requisitos de forma rigorosa, para tal, podem consultar, por exemplo, as Normas da APA (American Psycological Association), como orientação.
Os estudantes de nível secundário já têm a obrigação de conseguirem realizar facilmente um estudo autónomo produtivo e eficaz. No entanto, muitos são os alunos que pretendem seguir os estudos académicos e entrarem na universidade, para isso precisam de lutar pela médias e por avaliações de excelência, logo precisam de apoio profissional constante.
Para estes alunos que, com toda esta situação, poderão ser os mais prejudicados, aqui ficam algumas dicas:
Cria o teu plano de estudos, com horários bem definidos e segue-o sempre;
Mantém as tuas explicações online;
Escolhe um colega com quem trabalhes de forma produtiva e estuda com ele online;
Faz resumos das matéria;
Adquire livros de exercícios extra, para as disciplinas que tenhas mais dificuldade;
Reflete e escolhe muito bem quais os exames nacionais que irás realizar, sendo que ocorreram alterações à lei, está tento;
Não estejas demasiado tempo em frente aos ecrãs, faz pausas para apanhar sol e para fazer exercício físico;
Continua empenhado e dedicado, tens de continuar a lutar pelo teu futuro;
Os estudantes de 1º ciclo precisam de muitas rotinas, para se sentirem seguros e conseguirem realizar boas aprendizagens. Como agora estão em casa, a dificuldade em conseguirem distinguir momentos de lazer de momentos de estudo será uma grande dificuldade e trará angústias acrescidas às famílias.
Outra das dificuldades prende-se com as formas e métodos de ensino, facilmente uma criança nesta idade, fica confusa quando se alteram as formas de explicar a matéria, o que pode facilmente acontecer, porque agora são as famílias que explicam, pessoas que realizaram aprendizagens de formas bem diferentes e que agora terão de mudar esses métodos, para os ensinar de forma mais apropriada.
Para além de tudo isto, o facto de que as crianças se sentem muito à vontade com a família, torna-se muito fácil confundirem os papeis de professor com os de pai/mãe, o que faz com que a criança acabe por se distrair mais facilmente.
Para tentar compensar estas dificuldades, aqui ficam algumas propostas:
Crie um horário semanal para o estudo e para toda a rotina familiar e exija o seu seguimento;
Antes de explicar a matéria reveja a explicação no manual escolar e explique de acordo com essa interpretação;
Procure o apoio e orientação do professor, sempre que sentir necessidade;
Tenha a sensibilidade de estar atento para perceber se está a deixar a criança confusa com a explicação, se acontecer não deve continuar a insistir;
As crianças que tinham explicações individuais, podem e devem continuar online, será um apoio muito importante;
Selecionem apenas um adulto para o maior apoio à criança, várias pessoas a ensinar o mesmo pode gerar confusão;
Quando a criança demonstrar mais dificuldade em entender determinada matéria, reformule alguns exercícios, quanto mais praticar mais fácil será a memorização;