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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Fazer exames nacionais como aluno externo… isso é?

Aquando dos Exames Nacionais, alguns estudantes deparam-se com novos conceitos, para os quais devem estar alerta e atentos, para definirem a melhor forma de realizar os seus exames nacionais.

Um novo conceito é o de aluno interno/externo, de forma muito geral, tentarei aqui explicar, de forma muito simples o conceito, mas se pretenderem informações mais detalhadas sobre este tema pode procurar em alguns sites ofeiciais, como este: http://www.dges.gov.pt/guiaexames/

Quando o aluno está matriculado e a frequentar as disciplinas, para as quais vai a exame nacional, então, é considerado anulo interno e propõe-se a exame como tal.

Se o aluno já não se encontra a frequentar a disciplina, ou não obteve avaliação positiva necessária para a conclusão desta, terá de se propor ao exame como aluno externo, de forma a que a avaliação deste exame fique como nota final à disciplina:

 

Vamos a um exemplo prático:

 

O aluno está a frequentar o 11º ano de uma qualquer área, no 10º ano obteve a nota final de 7 à disciplina de Filosofia… segue para o 11º ano e, pelas avaliações do período/semestre só consegue tirar 8 nesta disciplina. Apercebendo-se que, pela média dos dois anos, não conseguirá terminar a disciplina, já que esta termina no 11º ano. Então, deve anular a sua matrícula a Filosofia (de acordo com a data limite imposta pela escola).

De seguida inscreve-se para fazer exame nacional a Filosofia como aluno externo (uma vez que cancelou a matrícula)… Supomos que o aluno consegue tirar 12 neste exame, então, ficará com a nota final de 12 a Filosofia.

 

Existem também outras situações mais específicas, portanto, informem-se corretamente: aqui.

exames nacionais (2).jpg

 

Caderno diário: organização e orientação eficaz

A motivação e responsabilidade do aluno pela escola reflete-se prontamente através de uma análise dos seus cadernos diários. Em simultâneo são presságio para melhores avaliações e melhores resultados.

Cada caderno diário deve estar organizado, com os sumários em dia, a matéria que os professores propõe ser anotada deve estar correta, legível, de preferência devem-se usar cores diferentes ou sublinhadores.

Os trabalhos de casa devem estar realizados logo após as anotações e os sumários… todos os exercícios realizados devem ter a anotação da página de onde foram retirados e o número do exercício. Os cadernos devem estar sempre legíveis, quer para o próprio aluno, quer para os professores, família, ou mesmo para qualquer colega que tenha a necessidade de pedir emprestado.

Haverá necessidade de pedir um caderno emprestado quando o aluno faltou à disciplina e, portanto, não tirou os apontamentos necessários, o mais rapidamente que possa deve fazê-lo: copiar tudo, de forma organizada e  procurar as dúvidas referentes a essa matéria.

Esquecer de levar o caderno não deve acontecer, no entanto, no início do ano letivo, enquanto os estudantes não se adaptam às rotinas, também poderá surgir uma exceção, nesse caso deve utilizar um caderno de outra disciplina (últimas páginas) e quando chegar a casa deve acrescentar a matéria em falta.

A meio de cada Período, as famílias podem solicitar os cadernos diários, no sentido de perceberem se estão organizados e atualizados, incentivando aos cuidados na letra e nos métodos usados. Esta atenção e cuidado familiar deve ser adaptada a cada estudante, de acordo com a sua responsabilidade para a tarefa!

Por fim, mas também muito importante são os TPC’s que são propostos em aula e que devem ser anotados no caderno diário, ou em folha própria, porque já sabemos que, se o aluno procura apenas memorizar os trabalhos de casa a fazer, quando chegar a casa não se vai lembrar-se, ou é bem possível que confunda páginas e exercícios….  

disciplinas.jpg

 

 

Quanto vale a composição?

Quando os estudantes são avaliados nas disciplinas de línguas: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão… um dos critérios de avaliação constante é a Expressão Escrita, aquilo a que os alunos chamam banalmente de composição. Em, praticamente, todas as fichas de avaliação destas disciplinas, surge como proposta final, um texto escrito, com um número limitado de palavras.

Estas avaliações escritas exigem bastante concentração ao aluno, têm cotações de avaliação elevadas e compreendem um conjunto complexo de parâmetros a serem observados:

  • Uma estruturação correta e coerente ao longo de todo o texto;
  • Respeito pelas propostas e orientações dadas;
  • Produção de um discurso correto (planos lexical, morfológico, sintático, ortográfico, pontuação);
  • Criatividade e imaginação;
  • Domínio dos conceitos aprendidos em contexto de sala de aula;
  • Devido enquadramento nos limites de palavras sugerido;

Por serem avaliados tantos critérios, é obvio que esta proposta tenha tão elevada cotação e a minha constante sugestão, para os alunos, é: nunca deixem este exercício por realizar… mesmo que não consigam a cotação máxima, alguns valores podem sempre ser um ganho!

nesquecer.jpg

 

Vais para explicações escolares? O que precisas de levar:

Por vezes o estudo autónomo não produz os efeitos desejados e algumas famílias optam por definir algumas horas para explicações individuais ou em grupo. O melhor momento para definir esta opção deverá ser no início do ano escolar, de forma a que estas gerem os efeitos desejados, num trabalho contínuo e adaptado às características de cada aluno.

Se o estudante vai iniciar explicações a uma ou mais disciplinas deve:

  • Ter um caderno que o acompanhe sempre, onde irá fazer apontamentos, anotar informações e fazer exercícios que depois apoiaram o estudo;
  • Levar sempre o manual e o livro de exercícios para todas as explicações, para poder rever matéria e tirar dúvidas;
  • Levar o caderno diário da disciplina, para rever apontamentos e perceber qual a matéria já lecionada e sumariada;
  • Levar o material de escrita necessário e, sempre que se justifique algum material necessário, como máquina de calcular, régua, esquadro…
  • Outros materiais de escritório habituais, como sublinhadores, post its, que poderão ser utilizados com orientação do explicador;
  • Fichas de avaliação recebidas para serem analisadas em explicações;

 

Este apoio ficará sempre mais facilitado se o aluno estudar antes, anotar as suas dúvidas e levar para trabalhar com o explicador.

explicações.jpg

 

Para ti, aluno:

Porque baixei as notas?

Para responder a esta pergunta é necessário escolher um de dois caminhos:

A: Baixei a nota de uma disciplina?

ou

B: Baixei as notas à maioria das disciplinas?

 

A: Embora muitos alunos não se apercebam do facto, mas as disciplinas têm um encadear de matéria, ao longo do ano e ao longo dos anos, cada vez fica mais complexa e minuciosa, mas as bases não podem ser esquecidas… Se estás a piorar a tua avaliação provavelmente, perdeste ‘o fio à meada’ ou seja, esqueceste a base da disciplina, regras que já deveriam estar memorizadas através dos anos anteriores e que esqueceste, ou então, tiveste muita dificuldade em entender as últimas matérias lecionada. Volta a estudar a matéria, ou matérias anteriores, se não conseguires sozinho, é o momento de pedir ajuda.

 

B: Estás a ter avaliações mais baixas do que o habitual, na maioria das vezes, a situação reflete-se porque não estás a estudar com o melhor método e o empenho necessário. Deves refletir sobre a tua forma de estudar e adaptá-la. Provavelmente também não estás a estudar o tempo necessário, é preciso fazer resumos e exercícios semanalmente. Estás a fazê-lo? Se não conseguires reorganizar-te sozinho precisarás de ajuda.

 

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