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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Quando as notas baixam!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

Eu: _ Como andam as tuas notas neste período?

Estudante: _ Desci a quase tudo… de Bons passei para Suficientes…

Eu: _Porquê?

Estudante: Hummm… Não sei…»

 

Esta situação pode acontecer a qualquer estudante, a meio do ano letivo, as avaliações apresentam-se mais baixas, mas o estudante sente que continua a trabalhar com a mesma dedicação e empenho de sempre… No entanto, algumas explicações podemos sugerir como resposta às avaliações mais baixas:

 

  • O estudante pode estar a acusar algum cansaço;
  • Em anos de maior exigência, o estudante continua a estudar apenas no dia anterior às avaliações;
  • Pode estar com dificuldades em perceber a matéria atual, num momento em que estas se tornam mais complexas e aprofundadas, o que irá refletir-se na avaliação;
  • Acontecimentos fora da escola que influenciam a motivação e a concentração, mais direcionados a situações emocionais;
  • O processo de adolescência que acarreta imensas mudanças físicas e psicológicas;
  • A dificuldade em entender a importância da aprendizagem e conhecimentos escolares;
  • Desorientação relativamente ao futuro profissional/académico;

 

Quando estas situações acontecem, a família deve elevar um pouco mais a atenção, procurando perceber as causas da situação e desenvolver um diálogo sério e responsável com o estudante. Se, nos próximos testes, as avaliações se mantiverem mais baixas do que o habitual, o melhor é definir um plano de apoio ao estudante e redefinir metas e estratégias de estudo.

Muitas vezes, o desenvolver de novas estratégias e apoios ao estudante poderá passar por procurar outros profissionais: psicologia, explicações, orientação vocacional, … Cabe às famílias tomarem decisões atentas e concertadas!

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O que sai no teste de Português?

As fichas de avaliação de línguas, procuram avaliar a capacidade de interpretação, a gramática e o desenvolvimento da escrita. Por esta razão, as fichas de avaliação são sempre semelhantes, na sua estrutura. Portanto, posso assinalar umas pequenas dicas globais para o momento de realizares o teu teste:

Perguntas de interpretação:

Deves ler o texto, na integra, de forma bastante atenta. De seguida lê as perguntas associadas ao texto. Agora, volta a ler o texto, parágrafo a parágrafo, sublinhando o que te parece mais importante para responder às questões. Por fim, inicia a resposta às perguntas, tendo sempre em atenção que deves fazer respostas completas.

Exercícios de gramática:

Os exercícios que saem no teste, certamente, já os fizeste parecidos em sala de aula, portanto, só estarás preparado para os resolver se tiveres exercitado muito bem, em casa. Esta parte do teste revela muito o teu estudo e dedicação à disciplina.

Poderás ter exercícios de gramática com:

  • Sintaxe;
  • Classes e subclasses de palavras;
  • Tempos verbais;
  • Recursos Expressivos;
  • Tipos de Texto;

Escrita:

Escrever é algo que se aprimora com o treino, deves escrever textos livres sobre assuntos que gostes, de forma a melhorar essa capacidade. A leitura diária também te ajudará muito no aumento do vocabulário.

Nas fichas de avaliação o tema é sempre direcionado, portanto, fugir ao tema desconta valores. Utiliza frases curtas, tendo em atenção a pontuação e os tempos verbais. Tem sempre o cuidado de não repetir palavras.

Como é solicitado um número médio de palavras, para teres uma pequena orientação, considera  dez palavras por cada linha, depois, no final contas as palavras com mais calma.

Deixa uma linha em branco e no final da escrita colocas o título mais adequado ao teu texto.

Se tens dificuldade em ter ideias para a construção do texto, escreve primeiro, numa folha de rascunho, vários tópicos com o que deve ser dito e pela ordem de ideias, vai ajudar-te muito a elaborares o texto final.

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Vais fazer um debate na escola? Umas dicas…

Quando os estudantes começam a ficar mais crescidos, alguns professores procuram desenvolver, um pouco mais, a capacidade reflexiva, crítica e argumentativa, através de momentos de debate, sobre temas controversos e socialmente importantes. Por exemplo, na disciplina de Filosofia do secundário, muitos dos professores optam por alguns destes momento como forma de aprendizagem/avaliação.

Os estudantes devem preparar-se para o debate, com um estudo e reflexão prévia sobre o assunto em questão. Quando este debate é em grupo, antes do confronto, os estudantes são orientados para a posição a tomar e são formados grupos de trabalho, deve seguir-se uma organização de ideias:

Cada grupos de trabalho deve fazer uma pesquisa sobre o tema, preparando a sua defesa e a sua acusação sobre o tema e, todos esses argumentos, devem reunir apontamentos de orientação ao grupo.

Para mais um apoio a estes debates, em anexo, deixo um documento com indicações de palavras-chave que poderão utilizar, no decorrer desta acesa troca de argumentos.

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Prepara-te para uma Apresentação Oral com a Autoscopia!

Uma das práticas correntes das nossas escolas é solicitar aos estudantes que realizem uma apresentação oral sobre um determinado tema, por exemplo, um livro, um filme, um assunto…

Para tal, podem utilizar alguns materiais didáticos como os projetores, distribuir informação aos colegas, etc.

Para estas apresentações orais é necessário que o estudante tenha bons conhecimentos do que está a explicar e que tenha boa capacidade de comunicação, para enfrentar toda a turma e, simultaneamente, ser avaliado pelo professor.

Para os estudantes mais inseguros e com mais dificuldades, deixo a sugestão:

  • antes destas apresentações devem fazer, em casa, vários treinos em autoscopia. A autoscopia é uma metodologia que propõe uma simulação de apresentação oral filmada, para seguidamente ser analisado o vídeo, pelo próprio, ou por outros, para refletir e melhorar as competências em comportamento e verbalização, potenciando uma autoaprendizagem. Assim, o estudante pode avaliar-se e refletir com outras pessoas sobre a sua postura e situações a melhorar, tornando-se mais seguro no momento da Apresentação…

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Como fazer o teste?

Em sala de Aula!

Todos os estudantes convivem com o método mais comum de avaliação – os testes. No entanto, nunca é demais relembrar algumas pequenas dicas de realização das famosas Fichas de Avaliação, sempre com o objetivo de melhorar as qualificações finais.

 

Primeiro conselho e de máxima importância:

 

Todos os estudantes devem rever o teste, após receberem a avaliação, percebendo quais os erros e falhas, sempre com o objetivo de melhorar, tanto no conteúdo de escrita, como na forma de o fazer! Ou seja: Avalia-te!

 

Seguem-se mais algumas propostas:

 

  1. Quando o professor te entrega o teste, começa por lê-lo na totalidade, antes de escreveres, para te esclarecer melhor sobre as respostas gerais;
  2. Se preferires, começa pelas perguntas mais difíceis, ou mais demoradas, para não sentires a pressão do tempo;
  3. Se bloqueares em algum exercícios, não te distraias em consecutivas tentativas de resposta, avança para a pergunta seguinte;
  4. Depois segue para as perguntas mais fáceis e, quando acabares, volta a tentar resolver as que tinhas dúvidas;
  5. Antes de entregares o teste, relê-o na totalidade, corrige o que for necessário e verifica se não te esqueceste de nenhuma resposta.
  6. Procura não deixar perguntas em branco, mesmo com dificuldades tenta responder o melhor que conseguires, parte de uma resposta também tem valor;
  7. Quando o teste tem textos longos, lê-os várias vezes e com muita atenção, sublinha o que for necessário;
  8. Se tens dúvidas em alguma pergunta ou te parece confuso, pede o apoio do professor, é claro que ele não te dará respostas, mas poderá oferecer alguma orientação;
  9. Lembra-te que a pressa será sempre a tua inimiga;
  10. Não te distraías com os colegas e com pedidos de respostas;
  11. Mantém sempre a calma, porque se a matéria ficou bem estudada, o teste correrá bem!

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Boa sorte!

Livros que podem ajudar a organizar o estudo

Para além dos materiais que devem fazer parte de uma secretária de estudo, como referi no Post anterior, alguns livros devem também estar presentes no momento de estudo. Estes livros devem estar arrumados, mas prontos a serem consultados. Entre eles, é de destacar:

Dicionário de Língua Portuguesa: adaptado ao novo Acordo Ortográfico, deve ser um dicionário mais completo, para que o estudante encontre sinónimos e antónimos;

Dicionário de Língua Estrangeira: de acordo com as línguas estrangeiras que o estudante está a aprender, este poderá ser pequeno, mas com dupla tradução (ex.: Português-Inglês e Inglês-Português);

Gramáticas: é indispensável uma gramática de Língua Portuguesa com as novas regras gramaticais e, se conseguirem assumir financeiramente, das línguas estrangeiras também (à venda por ciclos de estudo);

Livros Complementares de Estudo: existem livros complementares, com resumos de matérias e exercícios, basta adquirir aquele(s) da(s) disciplina(s) com maiores dificuldades;

Livro de Preparação para Exames: para os estudantes que, neste ano letivo, tenham de realizar exame nacional, estes livros devem ser adquiridos, no máximo, no início do 2º Período, para começarem a preparação;

Livros do Plano Nacional de Leitura: para os estudantes que necessitam de realizar uma, ou várias, Apresentações de Obras Literárias em Português. Assim como, os livros obrigatórios no Plano de Estudos da disciplina. E porque ler é imprescindível!

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Usar a Vírgula – cuidados!

Embora todos nós saibamos que uma vírgula pode mudar todo um contexto, utilizá-la sempre de forma correta torna-se um desafio, para crianças e adultos. Para ensinar os estudantes o quanto a vírgula é importante pode-se propor alguns exercícios, para colocar corretamente a vírgula, ou para a irem mudando de lugar, percebendo assim as diferenças.

Para ajudar, aqui ficam dicas simples:

A fazer:

  • Utiliza-se depois do modificador de grupo verbal; ex: Naquele dia, o João acordou tarde.
  • Utiliza-se para enumerar ou separar repetições; ex: Boa, boa! Os primeiros, segundos, terceiros,…
  • Utiliza-se para separar orações independentes; ex: Eu gosto de dormir, mas tenho de acordar cedo.
  • Utiliza-se após a oração subordinada adverbial, principalmente quando está antes da subordinante; ex: Quando eu fui à escola, os professores já tinham saído.

 

A não fazer:

  • Não se separam sujeito de predicado;
  • Não se separam do verbo os complementos;
  • Geralmente, não está presente nas conjunções e, nem, ou.

 

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