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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Ensinar a conversar!

Nos primeiros anos escolares existem as crianças que contam muitas coisas sobre como foi o seu dia na escola e existem outras crianças que não têm essa espontaneidade. As mais reservadas, por vezes, são fonte de preocupação para a família, porque ficam com receio de que algo possa não estar a decorrer da melhor forma, porque desconhecem anseios, medos ou ficam com dúvidas sobre o comportamento escolar.

Para as famílias que pretendam ajudar as suas crianças a conversarem mais, a exporem mais ideias, sentimentos e opiniões, aqui ficam sugestões de inícios de diálogos que levam as crianças a exprimirem-se, como mais do que um simples ‘sim’ ou ‘não’.

Tenha o cuidado de reservar uma parte do final do dia para estas conversas, mostrando-se totalmente disponível e empenhado/a em escutar atentamente o que a criança tem a dizer!

Coloque questões como:

  • Hoje o meu dia correu/não correu muito bem, porque ….. O teu dia foi melhor que o meu? (Para que lhe conte como correu o dia)
  • O teu melhor amigo/a é muito …(característica simples), tens mais amigos assim? (Para que converse um pouco sobre as amizades)
  • A/O tua professora manda sempre TPC’s, nunca se esquece! Parece-me ser muito organizado, o que achas? (para falar sobre os professores)
  • Vi que o teu almoço era arroz com frango! Estava bom? (invente a pergunta para o levar a explicar mais sobre a alimentação da escola)
  • E se fizéssemos um lanche, no fim de semana, para os teus amigos? Quem querias convidar? (Para perceber como está o processo de sociabilização e para incentivar nesse sentido)
  • Quando tinha a tua idade adorava jogar ao elástico (escolha jogo)… Também jogam esse jogo, ou outros? Ensinas-me? (Para melhorar a capacidade de sistematização e de reprodução de ideias)
  • No outro dia encontrei a Auxiliar …(nome) ela disse-me que andas um bocado distraído na escola! Porquê? (Para uma autoavaliação do comportamento)

Por aí, que questões funcionam??? Têm mais, para além destas?

educação é.jpg

 

A quebrar rotinas neste Blog!

Por norma,  apresento-vos um pequeno diálogo entre mim e um/a estudante e utilizo-o como uma primeira contextualização do tema que vou abordar. Para que a rotina não se instale neste blogue, hoje deixo-vos apenas o diálogo e… a reflexão, a opinião, os comentários são vossos…

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _Se caíres a tua mãe ainda te bate de seguida.

Estudante: _ Não! As mães dizem que: se cairmos, ou assim, que nos batem mais ainda, mas depois, se a gente cai elas ficam mas é preocupadas a ver se estamos bem!»

 

Cá para mim: O que as mães andam há anos a esconder, os filhos já o sabem desde sempre….

love.jpg

 

INQUIETUDES: Trabalho Infantil…concorda?

Ficamos indignados sempre que ouvimos notícias de alguma criança que trabalhava ilegalmente numa qualquer empresa nacional ou internacional, mas todos os dias deparamo-nos com o trabalho infantil enquadrado em termos legais, na TV, nas revistas, no desporto, na música, na publicidade… valorizamos, sorrimos, aceitamos sem questionar… Ou estarei errada… e… já se questionou!?

 Permitiria que o seu filho trabalhasse e tivesse de conciliar isso com os estudos, sendo ele ainda uma criança? Considera de valor que uma criança experiencie momentos de tensão e ansiedade, nos concursos televisivos ou publicitários? Compreende que o trabalho é uma experiência de vida que ajuda no desenvolvimento, independentemente da idade? …

Os nossos avós e os nossos pais começaram a trabalhar, em média, após a conclusão da quarta classe, a maioria afastou-se dos bancos da escola, para ajudar no sustento da família, de si mesmos, ou seja, aos doze anos, já se responsabilizavam pelas rotinas profissionais e pelo salário obtido, não será isso de valorizar?

Atualmente, alguns educadores consideram de bastante importância para o desenvolvimento da responsabilização e da valorização financeira, o trabalho em part-time, em tempo de férias escolares, ou em algumas horas semanais, em pequenos trabalhos de empresas familiares.

Outros há que, incentivam crianças a fazerem parte dos ecrãs de televisão, seja em publicidade, atores, concursos, etc., onde a visibilidade é considerada de fama, os valores financeiros mais elevados e parece trazer um caminho para uma carreira profissional promissora…

Vários são os sentido de reflexão, certo é que, cada criança precisa de tempo para ser criança, para brincar, para estudar, para aprender, experimentar… ausente das ansiedades e dos stresses da vida adulta… essa sim, pode esperar!

Gostaria de receber opiniões, comentários, sobre o tema, para mim, tão complexo! Obrigada…  

Resultado de imagem para trabalho infantil(imagem retirada da internet)

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