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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

A autoestima pode influenciar resultados escolares…

Quando as crianças ou jovens sentem que não são capazes de superar determinado desafio, nem tentam faze-lo com grande empenho, logo, se isto se direcionar para os resultados escolares, o mais provável é que, se um estudante sente não conseguir melhorar resultados numa ou mais disciplinas, também não acontecerá o esforço e empenho necessários para que tal aconteça, pois a sensação de poder falhar e o sentimento de frustração inibirá maior empenho… sem confiança tudo se torna mais difícil!

Melhorar a autoestima de um estudante pode ser passo fundamental para um caminho de bons resultados escolares e melhor qualidade de vida pessoal e social. Portanto, lembro às famílias o quanto este conceito é importante para quem cresce, estejam atentos a esta situação, apoiem e fomentem este processo, tendo em linha de conta que, em casos especiais pode ser necessário recorrer a um profissional especializado que apoie tal desenvolvimento.

Como podem ajudar a melhorar a autoestima de um estudante:

 

  • Utilize palavras de incentivo e de motivação, bem mais que palavras de crítica e reprovação;
  • Relembre as competências e as boas capacidades em algumas áreas;
  • Explique que ninguém é perfeito em tudo o que diz e faz, errar faz parte de quem aprende;
  • Demonstre que acredita, que confia e também que reconhece o esforço;
  • Respeite as situações de angústia e tristeza, tentando torna-las menos relevantes;
  • Conte histórias, apresente exemplos (filmes/livros) de superação e de conquista.

 

Mais algumas propostas de ajuda? Ou testemunhos sobre este tema?

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Quando a sua criança é ansiosa!

Existem crianças que tornam-se muito ansiosas quando se aproxima o momento das avaliações… isto tem tendência para acontecer, logo nos primeiros anos de escola. Na maioria das vezes, com o crescimento e desenvolvimento essas ansiedades e aflições vão ficando para trás, deixando de existir.

Não são atitudes milagrosas, mas posso deixar algumas pequenas orientações, para melhor ajudarem a criança a controlar estes sentimentos ansiosos:

  • Estude com ela a matéria para o teste as vezes que sentir serem necessárias, no final confirme que está tudo percebido e memorizado e por isso está na hora de relaxar e brincar.
  • Controle o estudo, para que não haja bloqueios de memória pelo stress e ansiedade;
  • Não prive algumas situações, só para a poupar ao stress, porque faz parte do crescimento e desenvolvimento;
  • Não deixe que a sua ansiedade ou insegurança se reflita, as crianças têm sempre a intenção de copiar os hábitos, mesmo sem que vocês se apercebam disso;
  • Existem palavras que são mágicas, porque incentivam e dão segurança…há que explicar que até falhar faz parte da vida;
  • Nunca menospreze os sentimentos da criança e mantenha a atenção, em alguns casos poderá ser necessário a intervenção de um profissional.

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A importância das disciplinas pouco importantes.

Sabia que aprender a tocar um instrumento musical estimula diferentes regiões do cérebro, alterando a forma de comunicação e reação do cérebro a diferentes estímulos?

Sabia que o desporto contribui para o desenvolvimento da motricidade grossa, apoia três grandes domínios: físico, cognitivo e social e ajuda a manter uma vida saudável e equilibrada?

Sabia que aprender sobre arte, sobre desenho, escultura, pintura ajuda no desenvolvimento da motricidade fina, tem grande impacto no desenvolvimento cognitivo e aumenta a autoestima?

Sabia que é imprescindível para uma criança ser feliz ter a capacidade de definir valores morais, ter sentido ético e ter a capacidade de tomar decisões sobre a vida?

Pois é, mesmo que todos nós saibamos isso, esquecemo-nos que essas competências são ensinadas na escola, pelas disciplinas de Educação Musical, Educação Física, Educação Visual e Educação Religiosa e Moral… mas, mesmo assim, consideramos estas disciplinas de menor importância e que podem ter menor empenho. Não se esqueça da necessidade de uma educação transversal no momento de incentivar o seu educando no dia a dia escolar!!!

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JOGOS PEDAGÓGICOS: A Caixinha da Felicidade

Alguns jogos que podem ser divertidos e educativos em simultâneo, podem educar para as emoções, podem melhorar o desenvolvimento físico, podem exercitar capacidades intelectuais. Por estas razões, hoje traga-vos uma proposta de uma atividade pedagógica que pode ser realizada em famílias e/ou por educadores/as.

A Caixinha da Felicidade, pode ser feito com crianças, jovens e adultos, (os adultos devem participar). Esta Caixinha tem como objetivo educar o cérebro dos participantes para um pensamento positivo e para a resiliência. Esta atitude permitirá melhorar as capacidades de olhar o futuro de forma positiva e motivadora.

A realizar esta atividade, deve explicar-se que os momentos mais difíceis e menos bons da vida irão sempre surgir, mas ter uma atitude feliz e positiva perante estas situações será uma vantagem e uma defesa.

Como fazer:

  • Escolha uma caixa ao gosto e decorem-na com frases e desenhos de alegria e felicidade;
  • Tenham post’its ou folhinhas de cores variadas;
  • Definam uma cor para cada participante;
  • A cada final de dia, em conjunto, cada participante deve pensar no momento ou situação mais feliz daquele dia e registá-la na folhinha da sua cor;
  • O registo poderá ser com palavras, desenhos, ou colagens;
  • No final de um período de tempo podem abrir as folhinhas e dialogar sobre elas;
  • Podem repetir e adaptar…. 

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Ensinar a conversar!

Nos primeiros anos escolares existem as crianças que contam muitas coisas sobre como foi o seu dia na escola e existem outras crianças que não têm essa espontaneidade. As mais reservadas, por vezes, são fonte de preocupação para a família, porque ficam com receio de que algo possa não estar a decorrer da melhor forma, porque desconhecem anseios, medos ou ficam com dúvidas sobre o comportamento escolar.

Para as famílias que pretendam ajudar as suas crianças a conversarem mais, a exporem mais ideias, sentimentos e opiniões, aqui ficam sugestões de inícios de diálogos que levam as crianças a exprimirem-se, como mais do que um simples ‘sim’ ou ‘não’.

Tenha o cuidado de reservar uma parte do final do dia para estas conversas, mostrando-se totalmente disponível e empenhado/a em escutar atentamente o que a criança tem a dizer!

Coloque questões como:

  • Hoje o meu dia correu/não correu muito bem, porque ….. O teu dia foi melhor que o meu? (Para que lhe conte como correu o dia)
  • O teu melhor amigo/a é muito …(característica simples), tens mais amigos assim? (Para que converse um pouco sobre as amizades)
  • A/O tua professora manda sempre TPC’s, nunca se esquece! Parece-me ser muito organizado, o que achas? (para falar sobre os professores)
  • Vi que o teu almoço era arroz com frango! Estava bom? (invente a pergunta para o levar a explicar mais sobre a alimentação da escola)
  • E se fizéssemos um lanche, no fim de semana, para os teus amigos? Quem querias convidar? (Para perceber como está o processo de sociabilização e para incentivar nesse sentido)
  • Quando tinha a tua idade adorava jogar ao elástico (escolha jogo)… Também jogam esse jogo, ou outros? Ensinas-me? (Para melhorar a capacidade de sistematização e de reprodução de ideias)
  • No outro dia encontrei a Auxiliar …(nome) ela disse-me que andas um bocado distraído na escola! Porquê? (Para uma autoavaliação do comportamento)

Por aí, que questões funcionam??? Têm mais, para além destas?

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Falta cultura geral aos estudantes portugueses!

As Provas de Aferição transparecem existir falta de cultura geral nos alunos das escolas portuguesas, diz a opinião pública. Através das provas de aferição dos alunos de alguns anos de escolaridade, verifica-se que a grande maioria apresenta dificuldades em realizar exercícios físicos e de raciocínio e, de uma forma geral, o Governo Português, refere que estas dificuldades são fruto de uma falta de cultura geral dos alunos, nos diversos anos escolares.

Com este Post, a minha intenção não se prende com a crítica a estes dados ou com estas elações. O objetivo é deixar algumas sugestões que poderão aumentar o conhecimento geral, com isso aumentar a cultura e a capacidade racional e física.

É de notar que algumas destas sugestões terão preços mais elevados de que outras, até porque, como bem sabemos o acesso à cultura em Portugal é paga e tem poucos apoios financeiros.

Assim, ficam algumas sugestões para todos os ‘bolsos’ e que devem fazer com os estudantes:

  • Façam experiências químicas/físicas em casa, podem fazer uma breve pesquisa na internet, ou comprar kits previamente preparados;
  • Leiam diariamente, podem requisitar livros na biblioteca ou comprar;
  • Visitem mais museus, galerias e exposições;
  • Viagem mais…antes de viajar definam o que fazer, onde ir, através do mapa do local/nacional;
  • Assista a concertos de música (inclua vários géneros musicais);
  • Vá mais vezes o teatro;
  • Explique fenómenos naturais e converse sobre momentos históricos com a mesma naturalidade e frequência com que conversa sobre outros assuntos;
  • Defina o visionamento de alguns documentários, em família;
  • Selecione filmes que acrescentem reflexão moral e ética;
  • Crie curiosidade sobre algumas situações e façam uma investigação/pesquisa na internet em conjunto;
  • Inclua uma atividade extracurricular desportiva/cultural, etc;
  • Promova as brincadeiras e os passeios ao ar livre;
  • Explique conceitos políticos e de cidadania;
  • Promova a interação entre estudantes das mesmas idades;

Que mais acrescentariam a esta lista, com o intuito de melhorar a cultura geral de quem estuda (dos/as futuros cidadãos)?

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Educação Infantil: Palavras e atitudes mágicas!

Quando as crianças são pequenas, antes de entrarem para a escola, a preocupação de educar não se prende com as capacidades escolares, a educação informal deve ser direcionada para o desenvolvimento emocional e relacional.

A partir do momento que as crianças começam a ter consciência da existência do outro, como um ser igual a ela, devem-se estimular algumas aprendizagens:

  • A utilização de ‘palavras mágicas’, como (obrigada, bom dia, adeus);
  • O assumir dos erros e os pedidos de desculpa;
  • O respeito pelos gostos e vontades dos outros, mesmo diferentes dos seus;
  • O aceitar da palavra ‘Não’;
  • Cuidar e zelar pelos seus pertences e pelos pertences dos outros;
  • Ter a capacidade de esperar e de fazer silêncio;

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