Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

22
Jan 19

O confronto natural com as realidades diárias, na escola, nas amizades, em casa, permitem a construção desta autonomia, contudo, alguns autores referem que, neste mundo globalizado e com tantas pressas, se estejam a desenvolver crianças menos autónomas… Portanto, para ajudar no desenvolvimento da autonomia, aqui ficam algumas sugestões para realizar em família:

  • Conversar de forma reflexiva sobre temas estruturantes e importantes para as crianças/jovens;
  • Oferecer uma mesada e incutir hábitos de gestão financeira;
  • Realizar atividades domésticas: levar lixo à rua, arrumar quartos e cozinha;
  • Cozinhar acompanhado ou sozinho;
  • Responsabilizar-se pelo cuidado de um animal doméstico: higiene, alimentação, carinho, etc;
  • Ir à rua realizar recados ou realizar compras simples, sendo um caminho próximo e com bons acessos;
  • Permitir algumas escolhas, como roupas que vai vestir ou comprar,
  • Escolher os amigos a convidar para uma festa ou visita e escolher presentes;
  • Estabelecimento de rotinas diárias e hábitos com responsabilidade e critérios de justiça…

Para concretizar estas atividades tenha sempre em consideração a idade do seu estudante e as suas capacidades específicas, com o passar dos anos poderá incluir novas atividades e responsabilidades.

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publicado por Maribel Maia às 10:45

16
Out 18

Para os psicólogos as brincadeiras do ‘Faz de Conta’ (Jogo Simbólico) permitem um melhor desenvolvimento infantil, no que diz respeito à evolução: afetiva, cognitiva, motora e social.

Resumidamente o Jogo simbólico promove:

  • A capacidade de planear e de imaginar situações lúdicas;
  • A comunicação com o mundo do adulto, no qual adquire controle interior, autoestima e confiança em si mesma,
  • O exercício da sua imaginação;
  • A construção do mundo real, com os seus valores e ideias;
  • A capacidade de imitar, imaginar, representar sem medo da imposição do adulto;
  • A possibilidades de entrar no mundo adulto;
  • A capacidade de resolver problemas do presente e do passado;
  • Projeções para o futuro;

Estas brincadeiras de ‘Faz de conta’ podem ser uma forma de promover um contacto mais próximo do adulto com a criança que, de forma pedagógica, o educador poderá ajudar a reorganizar estruturas mentais e emocionais com tais Jogos.

É de sublinhar que ao brincar, a criança pode reviver situações que lhe causem algum desequilíbrio emocional, possibilitando a compreensão da situação em que vive e a reorganização de suas estruturas mentais.

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(imagem retirada da Internet)

publicado por Maribel Maia às 11:00

15
Out 18

Se por cá, muito escrevo sobre o estudo e a escola, também devo assumir que as brincadeiras fazem parte do desenvolvimento harmonioso das crianças e deve ser incentivado e promovido, pelos educadores, nas variadas etapas de desenvolvimento.

Quando vemos uma criança a brincar ao ‘Faz de Conta’ raramente nos lembramos que todos os estímulos que surgem dessas brincadeiras, em momentos solitários ou em companhia de outras crianças com a mesma idade, são imprescindíveis para o desenvolvimento da capacidade de imitar, imaginar, internalizar regras, enfrentar seus medos e angústias.

A esta brincadeira chamada de Jogo Simbólico é assumido por vários autores como uma atividade infantil que estimula o desenvolvimento psicomotor, cognitivo, social, emocional e cultural da criança que cresce. Portanto, deve estar presente no quotidiano das crianças diariamente.

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:27

24
Mai 18

Os vossos filhos são daqueles que ficam muito ansiosos e aflitos nos dias que antecedem às variadas formas de avaliação?

Se existem aqueles estudantes que se apresentam nervosos perante um teste porque consideram não ter estudado o suficiente, existem aqueles que mesmo tendo estudado toda a matéria muito bem, continuam a passar por horas de aflição e ansiedade, a quais nos parecem desnecessárias e pouco adequadas.

Contudo, esta ansiedade, sincera e verdadeira, poderá trazer um problema acrescido aos estudantes, principalmente quendo, após muito estudo o stress acaba por perturbar e condicionar o momento de concentração e execução do teste ou de qualquer outra forma de avaliação!

Deixo-vos algumas dicas que poderão ajudar a minorar estes níveis de ansiedade, aos pequenos estudantes, em dias próximos às avaliações:

  • Evitem o estudo no dia da avaliação;
  • Realizem todas as tarefas diárias com tempo e sem atrasos;
  • Criem momentos de relaxamento no dia anterior, (música… atividade física… etc);
  • Procurem orientar a mente para pensamentos positivos;
  • Relembrem os bons resultados já alcançados;
  • Procurem retirar todas as dúvidas da matéria, aquando do estudo;
  • Mantenham um bom descanso e uma boa alimentação.

 

 Tal como em todas as outras situações, o diálogo é sempre um bom aliado, embora muitas vezes as crianças tenham alguma tendência para esconder estes sentimentos de ansiedade, promover as conversas e a expressão de sentimentos é sempre um passo positivo para a adaptação a estes novos momentos de stress.

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(Imagem retirada da net)

 

publicado por Maribel Maia às 10:44

07
Ago 17

Como as férias podem ser momentos de diversão, aquisição de conhecimento e desenvolvimento pessoal e social, as crianças devem estar com a família alargada, estar com amigos e vizinhos, viajar e brincar. Contudo, as formas de aprendizagem não se esgotam aqui, a leitura em tempo de férias pode ser um momento prazeroso e de elevada aquisição de conhecimento e desenvolvimento de capacidades.

Por todas estas razões, incluir momentos de leitura, na rotina dos estudantes em férias é uma necessidade e uma motivação. Mesmo para as crianças que referem, constantemente, que não gostam de ler devem também dedicar-se às leituras, basta escolher o livro certo para cada um e todos gostamos de ler.

Podem optar por comprar alguns livros novos, podem optar por requisitar na biblioteca ou pedir emprestado… tudo vale a pena por um bom livro!

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publicado por Maribel Maia às 13:38

08
Dez 16

Embora para muitos pais e educadores o termo Disgrafia possa não ser totalmente conhecido, estão sensibilizados para quando estas características se apresentam e criem alguma desconfiança e estranheza na forma de escrita/caligrafia de uma criança. Quando tal acontece o mais indicado é procurar especialistas nesta área, sejam psicopedagogos, psicólogos ou profissionais de ensino especial que possam realizar o rastreio correto para identificar e intervir numa possível perturbação. O passo seguinte será seguir todas as indicações profissionais para que melhor se possa auxiliar a colmatar esta necessidade especial.

Para além disso relembro que para aperfeiçoamento da caligrafia, tenha ou não a criança Disgrafia, podem ser utilizados vários exercícios que desenvolvem a motricidade fina, sejam eles trabalhos manuais (desenhar, pintar, recortar, colar, sublinhar, copiar, jogos de simetrias, de diferenças, de labirintos, etc) e que podem melhorar capacidades e motivação.

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publicado por Maribel Maia às 11:06

01
Dez 16

Quando as crianças vão para o 1ºciclo (1ºano) tudo é novidade para crianças e pais, o material a comprar, as disciplinas a estudar, os trabalhos de casa, tudo são novidades diárias.

Estas novidades podem deixar a família apreensiva no apoio ao estudo e a questionar-se sobre a matéria lecionada na escola, o que é, sem dúvida, uma preocupação legítima e fundamentada, pelo facto de que o 1ºciclo (primeiros quatro anos escolares) é base fundamental para consolidar conhecimentos essenciais para todo o percurso escolar seguinte.

No 1º ciclo há que aprender a ler correta e fluentemente, desenvolver conhecimentos de cálculos e resolver problemas naturalmente, alargar conhecimentos da sociedade, do meio ambiente e da saúde, elementares para toda a vida pessoal e escolar, futura.

No auxílio desta aprendizagem está a grande capacidade de memorização e concentração das crianças, nestas idades, aliado à vontade de aprender e desejo de saber. Por conseguinte, cabe aos educadores estimular e incentivar esta aprendizagem, de forma a construir, ao longo destes primeiros quatro anos, uma boa preparação para a transição para o 2ºciclo, onde a criança se depara com uma escola diferente e métodos de ensino diferentes e, quanto mais sólidos forem os conhecimentos já adquiridos mais fácil será a assimilação de novas aprendizagens. 

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publicado por Maribel Maia às 14:08

22
Ago 16

Se para as crianças, as festas de anos, as noites em casa do amiguinho/a já são muito importantes, para os jovens a importância da amizade conquista total relevância, são os melhores amigos, os primeiros namoros, as confidências, as partilhas e as novas experiências… tudo isto toma proporções maiores nas férias de verão… ao descanso juntasse a diversão, os passeios, as  conversas… nada disto deve ser criticado ou proibido, contudo a balança de ver constantemente doseada, os alertas, vindos dos mais velhos, devem ser formativos e apelar à responsabilidade.

Algum estudo e as tarefa domésticas não devem ser abandonadas em prol das saídas, contudo, se isso acontecer, eles devem ser repreendidos e punidos.

Ter amigos faz parte de um  autêntico desenvolvimento pessoal!

 

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publicado por Maribel Maia às 10:47

25
Jul 16

Na vida, grandes aprendizagens foram realizadas através do contacto, da experiência e da concretização de ações, mesmo das mais quotidianas.

Hoje, a minha propostas prende-se com isso mesmo, com atitudes que nos fazem crescer, sejamos nós crianças, jovens ou adultos. Assim, aqui ficam as atividades para férias de verão… todas elas podem ser concretizadas por todas as idades:

  • Limpeza da natureza: seja na praia, ou depois de um piquenique na floresta, dedicar algum do nosso tempo a cuidar da nossa natureza é um ato nobre que enriquece quem experimenta;
  • Seleção e entrega de roupa ou brinquedos já não utilizados: cada vez mais o espaço em casa é pouco para podermos guardar objetos que já não valorizamos, contudo se estiverem em bom estado podem fazer outras pessoas felizes (crianças ou adultos) portanto, basta escolher o que já não faz falta, selecionar uma instituição que precise e realizar este gesto grandioso;
  • Criação de um Postal para oferecer a alguém que precise de carinho (avós, ou familiar doente): principalmente as crianças apresentam-se sempre muito sensíveis no momento de apoiar alguém que precisa e alimentar esse gosto por ajudar deve ser uma constante, portanto, em colaboração com todos de casa, podem preparar um Postal com palavras e desenhos para entregar aquando de uma visita a alguém especial, fará bem ao coração de todos;
  • Um dia de super limpeza: quantas vezes encontramos a casa a precisar de arrumação e sem tempo para o fazer. Se a tarefa for dividida por toda a família poderá ser bem mais divertido e de responsabilização mutua. A seleção das tarefas para os estudantes devem ser definidas de acordo com a idade e capacidades individuais. Saber cuidar o que é nosso é também saber valorizar e responsabilizar;
  • A hora do conto: se o estudante já conseguir ler sozinho, poderá ficar responsável por ler um livro ao longo de um a dois dias. Depois, numa hora, perante toda a família, voltará a contar a história por suas próprias palavras e de acordo com a sua própria recreação, vestindo o papel de contador de histórias ou de ator de teatro.

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publicado por Maribel Maia às 15:39

18
Jul 16

As férias de verão são mais de dois meses sem contato com os conteúdos escolares. Alguns especialistas assumem que tal situação poderá ser prejudicial para o desenvolvimento escolar de cada criança. Se pretender que o seu estudante mantenha um contacto continuado com as matérias escolares, poderá optar com adquirir alguns livros de fichas à venda nas livrarias.

Para o 1º ciclo existem livros direcionados para as férias.

Para o 2º e 3º ciclo existem livros de exercícios de cada disciplina, com resumos e preparação para exames.

No Secundário a escolha dos livros deve ser realizada de acordo com as disciplinas específicas. 

 

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publicado por Maribel Maia às 14:07

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