Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Os jogos podem ser mais preocupantes/perigosos do que os filmes??… e a questão das idades aconselhadas…???
Há uns tempos atrás alguém debatia, nos meios de comunicação, as idades aconselhadas para alguns filmes e séries, numa preocupação de permitir, ou não, a visualização de algo específico por idades mais novas.
Na minha opinião, torna-se mais preocupante refletir e definir as idades para os jogos que circulam entre adolescentes e jovens.
Passo a explicar o meu ponto de vista: os filmes ou séries por norma têm uma mensagem a passar, com moralidade explicita ou implícita… e levam o espectador no caminho da reflexão e do questionamento acerca de valores, mesmo nos filmes com maior violência! Para além disso são muito claros nas orientações da idade aconselhada, os cinemas apenas permitem algumas entradas com a presença de adultos.
Em contrário, estão os jogos, que nem sempre apresentam uma história ou moralidade, por exemplo, os jogos mais violentes podem até ter uma história de base, grande maioria em língua estrangeira, que os jogadores não entendem e nem estão interessados, porque querem é jogar. Para além disso, quando os adolescentes ou jovens pensam sobre o jogo é apenas para passar níveis e obter melhores resultados, daí não advém nenhuma forma de moralidade ou ética… até porque se pode morrer e regressar à vida sempre… muito longe da vida real!
Nota: esta é apenas a minha opinião pessoal, não me baseei em qualquer estudo científico sobre o assunto, apenas na realidade que surge em meu redor. Por isso, deixo aqui espaço à partilha de opiniões, com todo o respeito e disponibilidade! Basta abrir a caixa de comentários…
Relativamente a estes exames, em momentos de pandemia, como este ano letivo, os exames têm sofrido algumas alterações:
_ Exames nacionais de 9º ano: serão realizados a Português e Matemática, muito embora sejam entendidos como Provas de Aferição, não contarão para a nota final, mas os alunos irão receber uma cotação/avaliação.
_ Exames nacionais de ensino secundário: não são obrigatórios, os alunos apenas escolhem e inscrevem-se àqueles que pretendem, para apoiar a entrada no ensino superior, de acordo com a área de interesse e os requisitos de cada faculdade.
No entanto, de forma geral, sem estas exceções devido à pandemia, os exames acontecem desta forma:
_ Exames nacionais de 9º ano: devem fazer exame às disciplinas de Português e de Matemática, sendo que estes exames influenciam o valor da nota final a estas disciplinas.
_ Exames nacionais de ensino secundário: No 11º ano devem fazer-se dois exames que podem ser escolhidos, de acordo com a área a frequentar e, de acordo com os requisitos de entrada para o ensino superior. No 12º ano, da mesma forma serão concretizados mais dois exames, que também podem ser selecionados pelo aluno, de entre um pequeno leque de opções, com os mesmos objetivos.
Notas a acrescentar:
Estes exames contemplam matérias de dois ou três anos consecutivos. No 9ºano a matéria a estudar deverá ser de todo o 3º ciclo, (7º, 8º e 9º). No 11º ano a matéria a estudar contempla o 10º e 11º anos. Aquando do 12º ano, volta a contemplar os três anos de estudo, 10º, 11º e 12º ano.
Esta situação que exige muita atenção, estudo e empenho, para que os bons resultados aparecem e não influenciem, negativamente, os resultados destes anos letivos de estudo, já que estes exames, em anos ditos ‘normais’, têm um ‘grande peso’ nas avaliações finais, através dos cálculos de médias.
Quando os estudantes são avaliados nas disciplinas de línguas: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão… um dos critérios de avaliação constante é a Expressão Escrita, aquilo a que os alunos chamam banalmente de composição. Em, praticamente, todas as fichas de avaliação destas disciplinas, surge como proposta final, um texto escrito, com um número limitado de palavras.
Estas avaliações escritas exigem bastante concentração ao aluno, têm cotações de avaliação elevadas e compreendem um conjunto complexo de parâmetros a serem observados:
Uma estruturação correta e coerente ao longo de todo o texto;
Respeito pelas propostas e orientações dadas;
Produção de um discurso correto (planos lexical, morfológico, sintático, ortográfico, pontuação);
Criatividade e imaginação;
Domínio dos conceitos aprendidos em contexto de sala de aula;
Devido enquadramento nos limites de palavras sugerido;
Por serem avaliados tantos critérios, é obvio que esta proposta tenha tão elevada cotação e a minha constante sugestão, para os alunos, é: nunca deixem este exercício por realizar… mesmo que não consigam a cotação máxima, alguns valores podem sempre ser um ganho!