Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

19
Set 18

Por várias vezes, neste blogue, partilhei pequenas imagens com incentivos para as crianças.

A psicologia positiva, a atitude motivacional de quem educa apresenta-se como sendo muito importante para tornar crianças e jovens mais confiantes e conscientes de si, o apoio nas dificuldades, as demonstrações de confiança e o reconhecimento do esforço é muito importante no crescimento e na aprendizagem!

Para ajudar nestas atitudes positivas e de alento deixo, em anexo, novos incentivos… basta imprimirem e oferecerem ao estudante, de acordo com a intenção ou com o reconhecimento que pretende realizar!

Depois de experimentar verá que, muitas vezes, bastam pequenas atitudes para a mudança, não é necessário dispendiosas prendas ou grandes negociações…. E tudo isto também faz parte da Educação!

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(Com imagens retiradas da ineternet)

 

publicado por Maribel Maia às 10:21

20
Ago 18

Abriu este ano as suas portas cá em Portugal, no entanto, eu ainda não tive a oportunidade de o ir visitar, mas confesso que estou com grande curiosidade:

«O Dino Parque é  o maior museu ao ar livre de Portugal, inserido numa área de 10 hectares, incluindo 4 percursos correspondentes a algumas das mais importantes épocas da história da terra: O fim do PaleozóicoO TriásicoO Jurássico e O Cretácico.

Ao longo desses percursos os visitantes podem observar mais de 120 modelos de dinossauros e outros animais à escala real. O Parque foi especialmente concebido para ser uma experiência “Edutainment” (Educação + Entretenimento), aliando a parte de conhecimento da evolução da Terra e também a parte de diversão para toda a família.» (In: www.dinoparque.pt)

 

Fica a proposta para este verão ou para um fim de semana! Algumas crianças e jovens têm um grande fascínio pelos dinossauros e aqui poderão deliciar-se com este Parque. Para além disso, faz parte da aprendizagem curricular, no 3º ciclo, esta área de conhecimento e esta será uma forma divertida de adquirir saberes escolares…

Boa visita!!!!

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publicado por Maribel Maia às 10:58

13
Ago 18

Estamos em pleno verão e ficar em casa com crianças ou adolescentes não é a melhor solução, vamos procurar a sombra de uma árvore num jardim, ou um lugar para estender a toalha na praia. Contemplar a natureza é palavra de ordem… lembrem-se apenas destas pequenas coisas antes de saírem de casa:

  • Protetor solar;
  • Pequeno kit de primeiros socorros;
  • Óculos de sol;
  • Roupa confortável;
  • Garrafa de água;
  • Pequeno lanche;
  • Um livro/revista;
  • Um brinquedo;
  • Uma manta ou toalha;
  • Um jogo;
  • Desligar o telemóvel;
  • …. (o que mais levam sempre?)

Divirtam-se!!!

 

Resultado de imagem para crianças no parque(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 10:34

06
Ago 18

Certamente já existe há muito tempo, mas só a alguns meses atrás me começou a inquietar e hoje optei por partilhar… as crianças e adolescentes categorizam e ordenam as amizades…. “o meu primeiro melhor amigo…o meu segundo melhor amigo…” seguindo-se, não sei quantos mais números!

Claramente que a maioria das crianças e jovens tem o seu melhor amigo/a, aquele com quem mais facilmente partilha confidências e que mais tempo lhe dedica, mas haverá a necessidade dos segundos, terceiros, quartos, etc… melhores amigos!!?!? 

Na vossa adolescência faziam esta hierarquia? Essa definição era uma necessidade?

Não é que considere algo de grave ou errado com esta situação, mas não vejo esta obrigação de elevação numérica de uma pessoa pela qual se tem grande estima e carinho. O importante é que tenhamos um núcleo de amizades em quem confiamos e que preservamos… e é importante explicar a quem cresce a importância destas relações que devemos cuidar e preservar, apenas isso!!!

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:40

01
Ago 18

Já lhe começa a parecer uma boa ideia, esta de adotar um animal de estimação, contudo está a questionar se será a idade certa para que o seu filho(a) tenha um… posso referir que, a maioria dos especialistas apontam para que, a partir dos 3 ou 4 anos, a criança já tenha capacidade para conviver com animais como um cão, gato ou roedor, contudo isto depende muito do animal que pretende escolher, se optar por um pássaro, por exemplo, este já não apresenta limite mínimo de idade.

O importante será permitir que a criança conviva com o animal e, acima de tudo, apoie nos cuidados a ter, seja com mimos, alimentação e/ou cuidados de higiene, até mesmo levar ao veterinário… incentivando-se para os cuidados a ter com horários e rotinas…

Entre os 12 e os 14 anos os estudantes já têm a capacidade de cuidar quase autonomamente do seu animal de estimação, sendo que os adultos apenas devem supervisionar essas tarefas.

Com bom senso e reflexão a sua família ficará mais feliz ao partilhar o lar com um agradecido ‘bichinho’… e nunca se esqueça, terá de ser ‘Para Toda a Vida!’

 

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publicado por Maribel Maia às 10:51

30
Jul 18

Já aqui referi os benefícios que os animais de estimação podem proporcionar às famílias e em especial às crianças. Contudo, quando pensamos nestes animais, pensamos em muito de bom que eles nos oferecem, mas também na grande atenção de que necessitam e nas condições indispensáveis ao seu conforto… tais situações condicionam muito a escolha de quem opta pela adoção de um destes animais. 

Hoje em dia, basta entrarmos numa Loja de Animais para percebermos as variadas opções de bichinhos prontos a levar para casa, assim como, todos os materiais e comida de que ele irá necessitar.

Apresento aqui, algumas das opções de aquisição:

  • Cão: pode optar por comprar, ou adotar num canil… escolha de acordo com as caraterísticas da raça, tendo em conta o caracter do animal e o tamanho deste relativamente ao espaço aí em casa. O cão precisa de alguma liberdade no jardim mais próximo ou de pequenos passeios diários.
  • Gato: para além do gatil, algumas lojas de animais também oferecem o animal… por norma são brincalhões, independentes e asseados.
  • Peixe: vendem-se a preços ‘simpáticos’, precisam de comida um vez por dia e, de quando em vez, mudança de água… trazem um ambiente tranquilo à casa.
  • Hámster: por norma é um animal simpático e fofinho, mais ativo durante a noite, basta alimentar, limpar o seu espaço.
  • Pássaro(s): desde os mais exóticos e maiores aos mais banais e pequenos, basta escolher de acordo com o seu cantar, coloração e valor financeiro… alguns com mais necessidades de cuidados que outros, basta questionar no momento da aquisição.
  • Iguana: animal que apaixona os miúdos mais radicais pela sua estranheza, ela é sensível à temperatura e bastante calma.
  • Coelho: Animal dócil e mais calmo do que um cão ou gato, necessita de cuidados aproximados a estes. 
  • Tartaruga: existem variadas espécies, contudo as mais vendidas nas lojas são as ‘tartarugas de orelha vermelha’ bem pequeninas e sossegadas, como andam em terra e em água necessitam de um pequeno aquário específico.  

 

Estas são apenas algumas propostas sugeridas, com base nas conversas que tive com estudantes sobre os animais que eles têm e de que cuidam responsavelmente. Deixem cá também as vossas experiências sobre este tema.  

 

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publicado por Maribel Maia às 10:42

26
Jul 18

Hoje é dia dos Avós, aquelas pessoas de sabedoria intemporal que educam as crianças com a calma de quem sabe que demorará a crescer…. Com o carinho de amor incondicional…. E com a alegria de quem volta a reconhecer o valor de ser criança!

Quem de nós adulto, não guarda na memória o/s seu/s avós…. Os melhores cozinheiros/as, os melhores contadores/as de histórias e os melhores nas brincadeiras!

Por tudo isto, hoje é dia de festa, de convidar os avós para um lanche/jantar, de lhe dar muitos mimos, um postal repleto de palavras amorosas e um abraço delicioso!

Bom Dia dos Avós!!!

 

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 09:20

28
Mai 18

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Eu: _ Isso é uma chávena de chá.

Estudante: _ Eu adoro chá… de manhã bebo quase sempre chá…»

 

Inicio este Post por assumir claramente que, irei escrever um pouco sobre a alimentação em crianças de idade escolar. Quero, contudo, sublinhar que, esta não é, de todo a minha área profissional, portanto, o que aqui escreverei terá como objetivo ser apenas um mote de reflexão para pais e educadores, sensibilizando para uma questão primordial na saúde de quem cresce.

Cada vez mais, questões como obesidade infantil, má alimentação e vida sedentária se tornam motivo de reflexão e dedicação de toda a comunidade escolar. Isto porque, uma alimentação saudável é determinante para um bom desenvolvimento físico e intelectual, além de promover a saúde e o bem-estar geral.

Como nos dizem os especialistas, «os hábitos alimentares aprendidos durante a infância determinam os comportamentos alimentares na idade adulta. Os pais, a família e os educadores em geral desempenham um papel muito importante na aprendizagem do “saber comer” porque, à semelhança do que acontece noutras áreas do saber, as crianças não estão dotadas de conhecimentos para escolher os alimentos em função do seu benefício e valor nutricional. As crianças apreendem os hábitos alimentares através da observação dos adultos, vivenciando a escolha, preparação e confeção dos alimentos.» (Guia Educadores Alimentação: 2013).

Concordo em pleno com estas afirmações, porque pela minha experiência, já vi crianças a comerem, ao lanche, bolos e batatas fritas e crianças a comerem cenouras e fruta, com o mesmo prazer e gosto.

Quando as crianças têm, por hábito, gastar dinheiro em guloseimas, constantemente, devem ser controladas com brevidade. As conversas e reflexões sobre este tema deve também ser uma constante, seja em casa, seja na escola.

Devo recordar que uma criança que não se sinta bem com o seu próprio corpo corre mais riscos de sofrer rejeição por parte dos colegas, tornando-se mais frágil.

Portanto, não considere estes assuntos menores, sempre que for necessário recorra a especialistas (nutricionistas, psicólogos) para melhor apoiar o estudante!

 

 

Para escrever sobre este tema socorri-me do Guia para Educadores de Alimentação  em Idade Escolar, e que deixo em anexo, para quem estiver interessado em ler mais sobre o assunto, de forma profissionalmente fundamentada.

 

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:54

12
Abr 18

É, principalmente, nos primeiros anos de escola que as crianças se confrontam com vários sentimentos de frustração, tristeza, injustiça e muitas outras emoções negativas, as quais ela deve aprender a gerir e a lidar, de forma positiva e emocionalmente inteligente. Para tal é necessário que lhes sejam ensinadas estratégias que auxiliem esta aprendizagem.

Aqui ficam algumas sugestões que qualquer educador pode realizar com o(s) seu(s) educandos:

  • Explicar que as mudanças na vida são situações extremamente naturais e que podem ser muito boas;
  • Elaborar diálogos com perspetivas positivas sobre a vida onde a felicidade é presença inquestionável;
  • Nunca se esqueça que será sempre O exemplo, portanto mantenha sempre a alegria e o pensamento positivo;
  • Crie uma rede familiar e de amigos que proporcionam momentos de pleno conforto, apoio e confiança;
  • Quebre as rotinas com momentos de brincadeira, alegria e muitos sorrisos, desvalorizando algumas situações mais negativas;
  • Explique-lhe que os erros a os momentos menos bons ensinam-nos muitas coisas boas;
  • Implique-os na ajuda aos outros, para que eles percebam que mais tarde poderá ser o contrário;
  • Incuta objetivos e desafios valorizando, sempre, os bons resultados e sucessos conseguidos.

Por fim, nunca se esqueça que o desenvolvimento emocional é tão importante para a vida de crianças e adultos como a inteligência da razão…. A felicidade precisa de ambos os complementos! 

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publicado por Maribel Maia às 10:44

09
Abr 18

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Estudante: _Porque é que ele está a chorar?

Eu: _ Porque é muito pequenino…

Estudante: Que idade é que ele tem?

Eu: _ Tem 5 anos.

Estudante: Ah… eu sei como é… eu já tive essa idade!»

 

Hoje trago para reflexão um conceito que pode enquadrar-se nem vasto mundo educativo – a resiliência. O termo surge na física e define como resiliente um material que tem a capacidade de resistir a impactos ou pressões sem alterar as suas características iniciais. Recentemente o conceito foi agarrado pelas ciências sociais e humanas, para caracterizar um ser humano que, após ter vivido momentos de stress ou pressão, consiga superar estas adversidades e aprender com estes momentos de vida.

Ao olharmos para a Resiliência como um conceito humano, podemos constatar que este pode surgir em qualquer momento da vida, seja na vida adulto como na infância, daí a importância da educação, ou seja, do ensinar/aprender a ser capaz de ultrapassar dificuldades e momentos difíceis mantendo sempre um pensamento positivo e um desejo de um futuro feliz. 

Este ensino/aprendizagem deve iniciar-se com crianças que, bem cedo, começam a confrontar-se com os mais variados desafios que a vida promove…

No próximo Post leia algumas sugestões para incentivar as crianças a serem Resilientes e a enfrentarem, de forma positiva, as variadas dificuldades da vida.

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publicado por Maribel Maia às 10:56

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