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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O amigo imaginário: quando e porquê?

Por cá já escrevi sobre a importância do brincar para as crianças, pois dessa forma elas aprendem a conviver e a lidar com situações reais diárias, desenvolvendo novas conexões cerebrais, novos comportamentos e diferentes emoções.

Em paralelo com estas brincadeiras de faz de conta, pode surgir a existência de um amigo imaginário, ou seja, alguém presente na imaginação da criança que não existe verdadeiramente, mas que nestas brincadeiras participa e está presente muitas vezes, este amigo imaginário poderá ser uma, ou mais pessoas, ou até um animal.

A presença deste amigo imaginário pode ocorrer pelos 3 anos e desaparecer, naturalmente, pelos 6 anos de idade, esta forma de imaginação surge como um apoio à criança, no combate ao stress e à solidão, uma vez que, este se torna uma presença segura, em momentos de maior medo, fazendo a criança sentir mais segurança e conforto, em algumas situações.

Por estas razões as famílias não devem ficar preocupadas com tal situação, podem até utilizar este amigo imaginário para melhorar a comunicação de sentimentos e ansiedades, perguntando o que o amigo diz ou sente… para além disso, não se deve ridicularizar ou desmentir a existência, devem respeitar o tempo para que tal existência se desvaneça…

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A autoestima pode influenciar resultados escolares…

Quando as crianças ou jovens sentem que não são capazes de superar determinado desafio, nem tentam faze-lo com grande empenho, logo, se isto se direcionar para os resultados escolares, o mais provável é que, se um estudante sente não conseguir melhorar resultados numa ou mais disciplinas, também não acontecerá o esforço e empenho necessários para que tal aconteça, pois a sensação de poder falhar e o sentimento de frustração inibirá maior empenho… sem confiança tudo se torna mais difícil!

Melhorar a autoestima de um estudante pode ser passo fundamental para um caminho de bons resultados escolares e melhor qualidade de vida pessoal e social. Portanto, lembro às famílias o quanto este conceito é importante para quem cresce, estejam atentos a esta situação, apoiem e fomentem este processo, tendo em linha de conta que, em casos especiais pode ser necessário recorrer a um profissional especializado que apoie tal desenvolvimento.

Como podem ajudar a melhorar a autoestima de um estudante:

 

  • Utilize palavras de incentivo e de motivação, bem mais que palavras de crítica e reprovação;
  • Relembre as competências e as boas capacidades em algumas áreas;
  • Explique que ninguém é perfeito em tudo o que diz e faz, errar faz parte de quem aprende;
  • Demonstre que acredita, que confia e também que reconhece o esforço;
  • Respeite as situações de angústia e tristeza, tentando torna-las menos relevantes;
  • Conte histórias, apresente exemplos (filmes/livros) de superação e de conquista.

 

Mais algumas propostas de ajuda? Ou testemunhos sobre este tema?

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Inquietude:

Lembrem aos vosso filhos!!!

Estamos sempre a perguntar às crianças e aos jovens “O que queres ser quando fores grande?” e dessa pergunta estamos apenas à espera de uma resposta simples: uma qualquer profissão… No entanto, nós adultos sabemos muito bem que a nossa vida não se resumo a uma profissão, temos tantas outras escolhas na nossa identidade… já tivemos mais que uma profissão, já fizemos muitas escolhas familiares, temos outros objetivos particulares que ultrapassam uma profissão e que nos deixam tão realizados, individualmente… Aprendemos tanto com a vida, em paralelo com a formação académica e profissional!

Pois bem… lembrem aos vossos filhos/educandos que a vida trará mais do que uma decisão profissional. Expliquem-lhe que existem valores imprescindíveis para qualquer ser humano! Que ser feliz é ter vários sonhos e conseguir concretizá-los… e que nem todos os sonhos se compram… Recordem-lhe que, quando ele pensar no que “quer ser quando for grande” tem de pensar com carinho nas imensas possibilidades, para escolher com a responsabilidade de ser proprietário da sua própria vida!

Hoje, é apenas isto…

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Quando começa o namoro…?! Desenvolvimento Emocional

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: Namoras? Não sabia…

Estudante: Sim…

Eu: Há quanto tempo?

Estudante: Mais ou menos um mês…

Eu: Que idade têm?

Estudante: Dez e eu Onze…»

 

Existem os pais que estão constantemente a perguntar se ‘Tens namorado/a?’ E os que nunca fazem tal pergunta… pela minha convivência com crianças e jovens estudantes, posso afirmar que poucas foram as vezes que realizei essa pergunta, mas muitas foram as vezes que quiseram falar dessa resposta… quando assim é, converso sobre tal confidência, seguindo pelo ‘caminho’ que me apresentam, respeitando sempre a confiança que depositam em mim.

Nestas conversas e noutras confidências, percebo que estes estudantes procuram um adulto que, sobre estes assuntos, fale de forma séria e adaptada à sua idade, que respeite as suas experiências, sem julgar, mas que aconselhe com naturalidade.

Assim sendo, não me parece que deva existir uma idade certa para experimentar um relacionamento (amizade, namoro), parece-me apenas que estes relacionamentos devem adaptar-se à idade, para que, o desenvolvimento afetivo e emocional tenha o seu percurso natural, de acordo com a saudável consciência de cada criança ou jovem.

Neste percurso, o mais importante é que, cada estudante encontre um confidente em quem possa procurar apoio, orientações e conselhos, sem vergonhas nem preconceitos. E como refiro inúmeras vezes, o desenvolvimento emocional é de extrema importância no crescimento individual.

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(imagem retirada da inernet)

Será próprio desta idade?

Quantas vezes as crianças tomam atitudes que, à luz dos adultos, parecem demasiado infantis para a idade, desenquadradas, ou graves faltas de educação… quando são apenas próprios da idade e uma fase que passará em alguns meses?!

Nas minhas pesquisas, aqui pela internet, encontrei uma tabela muito interessante e que pode orientar as famílias em algumas destas dúvidas. Decidi, então, partilhá-la:

proprioidade.jpg

 Aqui fica o documento para baixarem e arquivarem, ou imprimirem:   proprioidade (1).jpg

 

 

Motricidade Global pode ser melhorada…

 A atividade física e a prática desportiva assume primordial importância no desenvolvimento da motricidade global assim como, apoia um quotidiano de vida mais saudável física e mentalmente. Portanto, nunca é demais lembrar os benefícios essenciais de quem está a crescer com a prática do desporto:

  • Melhora a saúde;
  • Aprendizagem de regras de cooperação e de competição saudáveis;
  • Desenvolve capacidades físicas e cognitivas;
  • Promove o contacto e a criação de vínculos com outras crianças e jovens;
  • Desenvolve a capacidade de reflexão e de tomada de decisão.

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(imagem retirada da net)

Dicas que desenvolvem a Motricidade infantil e juvenil

Para o desenvolvimento da motricidade, os educadores poderão ter um papel fundamental no incentivo e na promoção de tais capacidades. Antes mesmo da criança entrar na idade escolar, os infantários desenvolvem variadas atividades para promoção de ambas as formas de motricidade, que depois serão continuadas na escola através da escrita (motricidade fina) ou da educação física (motricidade global).

Contudo, em casa, as famílias poderão também auxiliar este trabalho, realizando com as crianças atividades simples e facultando tarefas simples que desafiem estas capacidades motoras:

  • Brincadeiras ao Ar livre, que permitam correr, saltar, brincar ao Faz de Conta e de forma descontraída, apoia também uma relação de confiança consigo própria e com a família; (Motricidade Global)

 

  • Tarefas diárias, permitindo que a criança procure ser autónoma nas tarefas simples, como alimentação, higiene, arrumação e organização; (Motricidade Fina)

 

  • Participação em atividades desportivas, sejam atividades individuais ou coletivas, desde que motivadoras para a criança, promove maior coordenação motora e também estimula um estilo de vida mais saudável; (Motricidade Global)

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