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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Não podes ir ver às Soluções?!

Existem os livros escolares que trazem as soluções, os que não trazem soluções e existem os pais que retiram as soluções e os que as deixam permanecer nos livros e cadernos de atividades… existem os professores que as mandam retirar e os que afirmam que estão erradas...
Não quero, aqui julgar qual o caminho mais correto, nem realizar críticas a editoras ou a pais… gostaria de deixar apenas a minha opinião sobre estas folhinhas que se encontram no fim de cada livro escolar e que os estudantes procuram, nem que seja para saber se estão lá e se poderão recorrer a elas mais tarde!
Assim sendo, na minha opinião, as soluções não devem ser retiradas e é até importante que os estudantes aprendam a utiliza-las, porque se, por exemplo, no final de um exercício de matemática ele está com dúvidas se o resultado está correto, deve consultar as soluções e rever os cálculos se efetivamente o resultado está diferente nas soluções. Contudo, é necessário perceber que, em alguns casos existe mais do que uma solução correta e portanto, sempre que se recorrem às soluções deve-se apenas refletir sobre o que se respondeu e não simplesmente corrigir, até porque algumas soluções podem ter um ou outro erro.
Para os estudantes que gostam de ‘fazer batota’ e copiar tudo o que está nas soluções, sempre que surgem trabalhos de casa, para o Educador/Explicador/Pais, torna-se bastante fácil perceber que esta foi a estratégia utilizada, porque nenhuma resposta está errada, ou diferente, porque se voltarem a pedir para responder facilmente erram a resposta, se este caso foi detetado basta voltarem a refazer o TPC, sem recurso a tal e portanto com a supervisão deste educador.
E vocês, como tratam as soluções dos cadernos escolares???

 

Copiaste no teste?!?!….

«_ Diz-me, Aimeé. Desde que vieste para a nossa escola, já tinhas visto anteriormente outros casos de ‘copianço’?

Assenti com a cabeça, sim….» (Oates, Terra Amarga: 2014)

 

Pensei em escrever sobre o Fazer Cábulas/Copianços e, tal como faço muitas vezes, antes de começar a escrita vou pesquisar sobre o tema em livros ou on-line… na pesquisa on-line reparei na quantidade de informação sobre como fazer cábulas/copianços de fácil acesso… percebi, ainda melhor, o quanto é tentador para os estudantes tentarem seguir este caminho na concretização de fichas de avaliação.

Os estudantes raramente assumem que levaram cábulas para os testes, mais facilmente assumem que perguntou ou copiou do colega, durante a realização deste. Contudo e após uma maior confiança, alguns estudantes já me confirmaram que utilizaram ou têm essa motivação em alguns momentos, principalmente quando existem partes da matéria que é necessário decorar… seja por receio de não o conseguirem fazer na totalidade, seja por não terem vontade alguma de o fazer!

Nestes momentos procuro de imediato faze-los perceber e decorar essas matérias, por vezes recorrendo a mnemónicas, procurando dissuadir, assim, este desejo inicial.

Para além disso, sempre que o estudante me propõe conversar sobre o tema, procuro explicar-lhe a gravidade da situação de ser apanhado a copiar e a injustiça para com os colegas…  além disso existem matérias que voltaram a ser necessárias novamente para outros estudos e, portanto, quanto mais rápido a aprendizagem melhor.

Muito mais ainda poderia referir sobre este tema, tão ‘tabu’ na comunidade escolar, contudo, e por esta razão, questiono-me se será um tema que interesse ao leitor ler e refletir!?

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