Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
A palavra para designar o conjunto de pessoas que vivem com o estudante foi muito refletida, antes de a usar aqui no blogue. Optei pela palavra: Família, em vez de utilizar a palavra: Pais. Porque, ao longo destes anos de experiência, percebi que o conceito de Família para uma criança/adolescente é muito mais do que os Pais… hoje em dia, os estudantes vivem em famílias monoparentais, vivem em famílias com madrasta/padrasto, vivem com avós, ou em casas de acolhimento… e isso não faz destes estudantes diferentes, muito menos inferiores.
A Família são aquelas pessoas que moram no coração de quem cresce, quem dá carinho, atenção, cuida, protege e, para mim só isso importa. Quem acolhe e constrói felicidade!
Portanto, quando encontrarem este conceito, aqui no Educa(Com)Vida, sintam todas as famílias incluídas, basta terem esses belos adjetivos… é para essas pessoas que escrevo, que dou dicas, orientações e propostas, para todas elas, sem exceções nem curtas definições...
Família é amor…ou então não é família, é parentesco!!!
Será que o/a leitor/a já se questionou sobre o quanto as formações que parecem diferentes no seu processo, podem resultar numa mesma finalidade aprendida…??
A forma de ensinar e os currículos são diferentes, de país para país, de continente para continente, no entanto, formam-se excelentes profissionais em qualquer escola/universidade… Porquê?
Porque o importante é que as escolas, os professores e toda a comunidade educativa têm a capacidade de abrir as mentes de quem estuda e de proporcionar a vontade de querer conhecer e de construir saberes, dando técnicas para desenvolver conhecimento, seja em que área for. Esta é chave para o sucesso da formação, que ultrapassa culturas, tradições e mentalidades.
Hoje venho escrever sobre um assunto mais específico, dentro deste tão vasto tema intitulado de Educação. Venho explicar, em traços muitos simples, de que se trata, quando ouvimos falar sobre as salas Snoezelen. Este conceito inclui duas palavras SNUFFELEN = cheirar, com DOEZELEN = relaxar, (vindas dos Países Baixos).
Na prática, trata-se de «uma sala equipada com material para estimulação sensorial. É um local feito de luz, sons, cores, texturas e aromas, onde os objetos são coloridos e disponibilizados para serem tocados e admirados. Os sentidos primários são estimulados, dando a sensação de prazer…» (Amcip: 2009).
Estas salas são construídas e direcionadas para um público muito específico, como pessoas idosas, pessoas portadoras de deficiências metais, crianças com necessidades educativas especiais, etc, que possam usufruir do espaço e assim receberem novos estímulos sensoriais muito importantes para desenvolver algumas competências e capacidades.
Assim, o Snoezelen é um complemento aos estímulos sensoriais que pode contribuir, de forma muito positiva para:
A promoção de relaxamento e bem estar;
A prevenção e alívio da dor;
Um facilitador da descoberta de reações e emoções;
Um acrescento de estímulos;
Múltiplos estímulos cerebrais;
Uma promoção de maior qualidade de vida…
O apresentar deste conceito, de forma tão simples, tem apenas como objetivo, lembrar a importâncias e a existência destas Salas, quem sabe existam pessoas interessadas em saber mais sobre o assunto, no sentido de apoiarem algum dos seus familiares concebendo esta opção nas suas terapias.
Pelo que tenho pesquisado, existem várias ofertas e propostas sobre este tema, tanto para crianças, como para adultos. Se não sabe bem o que é o mindfulness, pode ler um pouco mais sobre o assunto no meu Post anterior, onde deixo uma breve contextualização.
Esta técnica, utilizada em crianças e jovens, pretende atingir os seguintes objetivos:
Melhorar a atenção e a aprendizagem;
Apoiar numa melhor concentração;
Ajudar a regular emoções e sentimentos;
Promover segurança e autocontrole;
Aumentar a introspeção e autoanálise;
Diminuir ansiedade e outros sentimentos negativos;
Desenvolver a inteligência emocional…
Para atingir tais objetivos é necessário o desenvolvimento de variadas práticas de forma quotidiana. Se pretender experimentar com as crianças, existem vários sites onde pode retirar ideias e exercícios simples, adaptados às idades, que não exigem grandes objetos ou espaços, apenas será necessário despender do seu tempo para o fazer com a/s criança/s.
Se tiver interesse em algo mais aprofundado, dentro deste conceito, pode contactar alguns centros e especialistas portugueses que, há vários anos, promovem estes ensinamentos por cá… assim poderá inteirar-se melhor do conceito, tirar dúvidas específicas e colocar esta teoria em prática.
Aquando dos Exames Nacionais, alguns estudantes deparam-se com novos conceitos, para os quais devem estar alerta e atentos, para definirem a melhor forma de realizar os seus exames nacionais.
Um novo conceito é o de aluno interno/externo, de forma muito geral, tentarei aqui explicar, de forma muito simples o conceito, mas se pretenderem informações mais detalhadas sobre este tema pode procurar em alguns sites ofeiciais, como este: http://www.dges.gov.pt/guiaexames/
Quando o aluno está matriculado e a frequentar as disciplinas, para as quais vai a exame nacional, então, é considerado anulo interno e propõe-se a exame como tal.
Se o aluno já não se encontra a frequentar a disciplina, ou não obteve avaliação positiva necessária para a conclusão desta, terá de se propor ao exame como aluno externo, de forma a que a avaliação deste exame fique como nota final à disciplina:
Vamos a um exemplo prático:
O aluno está a frequentar o 11º ano de uma qualquer área, no 10º ano obteve a nota final de 7 à disciplina de Filosofia… segue para o 11º ano e, pelas avaliações do período/semestre só consegue tirar 8 nesta disciplina. Apercebendo-se que, pela média dos dois anos, não conseguirá terminar a disciplina, já que esta termina no 11º ano. Então, deve anular a sua matrícula a Filosofia (de acordo com a data limite imposta pela escola).
De seguida inscreve-se para fazer exame nacional a Filosofia como aluno externo (uma vez que cancelou a matrícula)… Supomos que o aluno consegue tirar 12 neste exame, então, ficará com a nota final de 12 a Filosofia.
Existem também outras situações mais específicas, portanto, informem-se corretamente: aqui.