Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

As Salas Snoezelen, já ouviu falar?

Hoje venho escrever sobre um assunto mais específico, dentro deste tão vasto tema intitulado  de Educação. Venho explicar, em traços muitos simples, de que se trata, quando ouvimos falar sobre as salas Snoezelen. Este conceito inclui duas palavras SNUFFELEN = cheirar, com DOEZELEN = relaxar, (vindas dos Países Baixos).

Na prática, trata-se de «uma sala equipada com material para estimulação sensorial. É um local feito de luz, sons, cores, texturas e aromas, onde os objetos são coloridos e disponibilizados para serem tocados e admirados. Os sentidos primários são estimulados, dando a sensação de prazer…» (Amcip: 2009).

Estas salas são construídas e direcionadas para um público muito específico, como pessoas idosas, pessoas portadoras de deficiências metais, crianças com necessidades educativas especiais, etc, que possam usufruir do espaço e assim receberem novos estímulos sensoriais muito importantes para desenvolver algumas competências e capacidades.

Assim, o Snoezelen é um complemento aos estímulos sensoriais que pode contribuir, de forma muito positiva para:

  • A promoção de relaxamento e bem estar;
  • A prevenção e alívio da dor;
  • Um facilitador da descoberta de reações e emoções;
  • Um acrescento de estímulos;
  • Múltiplos estímulos cerebrais;
  • Uma promoção de maior qualidade de vida…

O apresentar deste conceito, de forma tão simples, tem apenas como objetivo, lembrar a importâncias e a existência destas Salas, quem sabe existam pessoas interessadas em saber mais sobre o assunto, no sentido de apoiarem algum dos seus familiares concebendo esta opção nas suas terapias.

sala snoezelen1.jpg

 

Mindfulness: que objetivos pretende atingir em crianças e jovens?

Pelo que tenho pesquisado, existem várias ofertas e propostas sobre este tema, tanto para crianças, como para adultos. Se não sabe bem o que é o mindfulness, pode ler um pouco mais sobre o assunto no meu Post anterior, onde deixo uma breve contextualização.

Esta técnica, utilizada em crianças e jovens, pretende atingir os seguintes objetivos:

 

  • Melhorar a atenção e a aprendizagem;
  • Apoiar numa melhor concentração;
  • Ajudar a regular emoções e sentimentos;
  • Promover segurança e autocontrole;
  • Aumentar a introspeção e autoanálise;
  • Diminuir ansiedade e outros sentimentos negativos;
  • Desenvolver a inteligência emocional…

 

Para atingir tais objetivos é necessário o desenvolvimento de variadas práticas de forma quotidiana. Se pretender experimentar com as crianças, existem vários sites onde pode retirar ideias e exercícios simples, adaptados às idades, que não exigem grandes objetos ou espaços, apenas será necessário despender do seu tempo para o fazer com a/s criança/s.

Se tiver interesse em algo mais aprofundado, dentro deste conceito, pode contactar alguns centros e especialistas portugueses que, há vários anos, promovem estes ensinamentos por cá… assim poderá inteirar-se melhor do conceito, tirar dúvidas específicas e colocar esta teoria em prática.

desenvolvimento (2).jpg

 

Fazer exames nacionais como aluno externo… isso é?

Aquando dos Exames Nacionais, alguns estudantes deparam-se com novos conceitos, para os quais devem estar alerta e atentos, para definirem a melhor forma de realizar os seus exames nacionais.

Um novo conceito é o de aluno interno/externo, de forma muito geral, tentarei aqui explicar, de forma muito simples o conceito, mas se pretenderem informações mais detalhadas sobre este tema pode procurar em alguns sites ofeiciais, como este: http://www.dges.gov.pt/guiaexames/

Quando o aluno está matriculado e a frequentar as disciplinas, para as quais vai a exame nacional, então, é considerado anulo interno e propõe-se a exame como tal.

Se o aluno já não se encontra a frequentar a disciplina, ou não obteve avaliação positiva necessária para a conclusão desta, terá de se propor ao exame como aluno externo, de forma a que a avaliação deste exame fique como nota final à disciplina:

 

Vamos a um exemplo prático:

 

O aluno está a frequentar o 11º ano de uma qualquer área, no 10º ano obteve a nota final de 7 à disciplina de Filosofia… segue para o 11º ano e, pelas avaliações do período/semestre só consegue tirar 8 nesta disciplina. Apercebendo-se que, pela média dos dois anos, não conseguirá terminar a disciplina, já que esta termina no 11º ano. Então, deve anular a sua matrícula a Filosofia (de acordo com a data limite imposta pela escola).

De seguida inscreve-se para fazer exame nacional a Filosofia como aluno externo (uma vez que cancelou a matrícula)… Supomos que o aluno consegue tirar 12 neste exame, então, ficará com a nota final de 12 a Filosofia.

 

Existem também outras situações mais específicas, portanto, informem-se corretamente: aqui.

exames nacionais (2).jpg

 

Mutismo seletivo em crianças

Acredito que, nem todos os leitores deste blogue saibam de que se trata este Mutismo Seletivo, algo que pode afetar crianças, jovens e adultos sendo que, em adultos, é designado por Fobia Social.

Para que as famílias possam estar alerta, deixo aqui um pequeno esclarecimento sobre o conceito:

Mutismo Seletivo enquadra-se nas questões de distúrbio psicológico e carateriza-se pela recusa da criança em falar em algumas situações ou com algumas pessoas, no entanto, apresenta estas mesmas capacidades em outras situações diferentes. Estas criança demostram capacidades em conversar com os elementos da família mais chegados, com outras crianças e até com os animais de estimação. Este conceito está associado, principalmente, a crianças mais tímidas, mais ansiosas ou introvertidas.

 

Para além destas características, as crianças podem apresentar as seguintes dificuldades:

  • Dificuldade em manter contato visual;
  • Não costumam sorrir em público ou permanecem com expressões vazias;
  • Movimentam-se de forma rígida;
  • Não são capazes de lidar com situações nas quais deveriam falar normalmente, como saudações, despedida ou agradecimentos;
  • Tendem a ter uma preocupação mais exagerada com as coisas quando em comparação com o população em geral;
  • Costumam ser mais sensíveis ao ruído e a locais com muitas pessoas;
  • Apresentam dificuldade em falar sobre si ou em expressar sentimentos.

(In: https://www.infoescola.com)

Este Mutismo Seletivo pode ser tratado por psicólogos, através da terapia cognitivo-comportamental, ou por outros profissionais adequados. No entanto, para melhor recuperação as famílias devem estar alerta e não confundirem estes casos com simples situações de timidez.

Por tudo isto, vale a pena lembrar!!!

mundo.jpg

 

Educação Rodoviária: o conceito

Este tema parece bastante simples, começar ensinar as crianças a atravessar a rua, a identificarem os sinais, a caminharem pelos passeios… contudo, educar para a vida na rua é «um processo de formação ao longo da vida que envolve toda a sociedade num esforço conjunto. Tendo como finalidade a mudança dos comportamentos e a transformação de hábitos sociais, a Educação Rodoviária visa, numa perspetiva global, a melhoria da qualidade de vida e o bem- estar geral das populações. O comportamento em ambiente rodoviário é inseparável das relações sociais e a Educação Rodoviária indissociável da formação da pessoa, enquanto cidadão.» (Referencial de Educação Rodoviária para a Educação Pré-Escolar e o Ensino Básico: 2012).

Portanto, todos os educadores devem apresentarem-se sensibilizados para o tema e devem, cuidadosamente, contribuir para uma boa educação enquanto peão, passageiro e condutor, reconhecendo-se todas as regras e normas de segurança e proteção. Assim sendo, o papel das famílias é de grande importância e deverá ser bastante ativo, sendo que, em complemento, cabe às escolas definirem e aplicarem um plano de Educação Rodoviária que abranja os estudantes desde a Educação Pré-Escolar ao Ensino Secundário.

Tendo por base os objetivos que coloco em anexo:

Ed_Rodoviaria.jpg

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Vencedor:

Arquivo

  1. 2024
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2023
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2022
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2021
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2020
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2019
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2018
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2017
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2016
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2015
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
Blogs Portugal