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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Notas para Composições: Escreve, passo a passo…

Quando o professor te pede para escreveres uma composição, deves ter em consideração tudo aquilo que já referi nas publicações anteriores, ou seja, que Tipo de Texto que te é solicitado e qual o tema que deves desenvolver. Depois, para o escreveres segue os seguintes passos gerais:

  1. Vamos imaginar que a proposta é para um texto de 100 a 150 palavras. Então, considera, no geral que: cada linha contém, em média, 10 palavras.

 

  1. Escreve um parágrafo de 3 a 4 linhas, onde fazes a introdução ao tema que irás desenvolver, para que, quem esteja a ler compreenda de que se irá tratar.

(40 palavras)

  1. Escreve dois ou três parágrafos, com o desenvolvimentos da tua intenção de escrita, aqui podes desenrolar o tema ou a história com muita imaginação e criatividade, utiliza recursos expressivos, adjetivos e enriquece com ideias e contextos. Podes desenvolver o tema, conforme o limite de palavras que te for imposto.

(70/80 palavras)

  1. Escreve um parágrafo de 3 a 4 linhas, onde realizes uma conclusão final sobre o que escreveste, por exemplo, acaba a história que contaste, conclui a tua opinião final, ou despede-te caso estejas a escrever uma carta.

(30 palavras)

portugues.jpg

 

Notas para a Composições: texto literário VS texto não literário

Um dos assuntos mais pesquisados, aqui no blogue, são temas sobre textos e composições. Os alunos procuram apoio para realizar as suas composições de Português e em simultâneo procuram, também tirar algumas dúvidas sobre a execução de tais tarefas.

Para ajudar, um pouco mais, as próximas publicações irão tentar auxiliar, neste sentido.

Primeiro é necessário fazer uma clara distinção:

Texto não literário: tem por base um nível de língua padrão e procura a objetividade na informação que oferece.

Texto literário: Pelo contrário, pretende uma visão original e criativa e sugere a utilização de recursos expressivos numa linguagem subjetiva e expressiva.

O mais habitual é que o teu professor de Português te sugira que escrevas um texto literário, onde usas a tua criatividade para escrever.

Nos Post’s seguintes, haverá mais informação sobre o assunto….

portugues.jpg

 

Qual é o número de palavras exigida em composições?

Quando aprendemos uma língua, uma das formas de melhor desenvolver competências nela é ter a capacidade de escrever textos, claramente, começamos por conseguir escrever pequenas frases e, com o aprofundar de vocabulário e gramática conseguimos produzir textos cada vez maiores, mais coerentes e com menos erros ortográficos.

Para o professor avaliar esta evolução, na grande maioria das fichas de avaliação inclui uma proposta de texto final com um número balizado de palavras, que vai aumentando conforme o grau de estudo onde está o aluno.

Assim, de forma geral, os textos devem conter o seguinte número de palavras:

textos.jpg

 

Quanto vale a composição?

Quando os estudantes são avaliados nas disciplinas de línguas: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão… um dos critérios de avaliação constante é a Expressão Escrita, aquilo a que os alunos chamam banalmente de composição. Em, praticamente, todas as fichas de avaliação destas disciplinas, surge como proposta final, um texto escrito, com um número limitado de palavras.

Estas avaliações escritas exigem bastante concentração ao aluno, têm cotações de avaliação elevadas e compreendem um conjunto complexo de parâmetros a serem observados:

  • Uma estruturação correta e coerente ao longo de todo o texto;
  • Respeito pelas propostas e orientações dadas;
  • Produção de um discurso correto (planos lexical, morfológico, sintático, ortográfico, pontuação);
  • Criatividade e imaginação;
  • Domínio dos conceitos aprendidos em contexto de sala de aula;
  • Devido enquadramento nos limites de palavras sugerido;

Por serem avaliados tantos critérios, é obvio que esta proposta tenha tão elevada cotação e a minha constante sugestão, para os alunos, é: nunca deixem este exercício por realizar… mesmo que não consigam a cotação máxima, alguns valores podem sempre ser um ganho!

nesquecer.jpg

 

As composições de Português: ‘Não tenho ideias…’

Principalmente na disciplina de Língua Portuguesa, os estudantes são confrontados com a necessidade de, em cada ficha de avaliação, realizarem uma composição sobre um tema pré-definido, tendo de escrever uma média de 90 a 120 palavras. Se para alguns estudantes a imaginação é o ponto de partida para a escrita, para a maioria é a primeira dificuldade… imaginarem o início e o desenlace da história, de forma criativa e bem estruturada torna-se tarefa difícil.

Antes de referir alguns tópicos de apoio a esta temática, afirmo o princípio fundamental para desenvolver tais competências: escrever….escrever…(re)escrever…e ler…ler….muito! O treino constante de leitura e de escrita é imprescindível para melhorar, significativamente, esta capacidade!

Para além desta primeira orientação, proponho:

- Usar o dicionário sempre que, na leitura, não se entenda determinada palavra;

- Usar as palavras novas sempre que possível, quando se descobrem novas palavras deve-se tentar utiliza-las nas conversas e na escrita, de forma a memoriza-las;

- Não é obrigatório escrever verdades… nos livros de histórias existem fadas, duendes, dragões e feiticeiros, portanto, quando escrevemos as nossas composições podemos criar a nossa história encantada de príncipes e princesas;

- Ter em conta o que é pedido no enunciado da composição, se solicita a escrita de uma carta, de um poema, de uma notícia… todas elas obedecem a regras de base que devem ser seguidas;

- Deixar a escrita do título para o final para que este concorde do todo o texto;

- Procurar não fugir ao tema solicitado no decorrer da escrita e manter a lógica de: introdução/desenvolvimento/conclusão;

- Podem recorrer primeiro ao desenho, como organização mental da construção histórica e de seguida, com o apoio do desenho, escrever…

 

Acredito que, para os leitores que gostem de escrever e ler, seja muito mais fácil produzir os seus próprios textos e incentivar, os mais pequenos, a fazê-lo também… contem-me as vossas experiências!

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