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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Testes com escolhas múltiplas! Dicas para escolher melhor…

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

Eu: _Como correu o exame nacional?

Estudante: _Mais ou menos, errei muitas escolhas múltiplas… tanto para mim, como para a maioria dos meus colegas, elas pareciam que estavam todas certas, era muito difícil escolher…»

 

Nas mais variadas avaliações, sejam fichas sejam exames, as escolhas múltiplas apresentam-se como algo aparentemente simples, que depois se transforma numa dificuldade de escolha e numa enorme exigência de tempo e de reflexão.

Para te ajudar a perceber melhor como escolher entre quatro ou cinco hipóteses, o melhor é teres em atenção estes seguintes itens:

 

  • Lê com muita atenção o enunciado da pergunta, as respostas até podem estar todas certas, mas existe uma que mais se adequa aquela pergunta, em específico;
  • Começa por excluir as que estão, obviamente erradas, eliminando hipóteses e ajudando à eleição da correta;
  • Atenção que, a maioria das vezes, se começares a ponderar muito e a assinalar/riscar/assinalar…, provavelmente vais baralhar-te e vais escolher a errada;
  • Não faças ‘à sorte’ vais falhar, certamente;
  • Cuidado com o tempo que despendes a pensar sobre uma resposta, se estiveres muito indeciso segue a prova e no final voltas à pergunta, podes não ter tempo para tudo;
  • Se estás a preparar-te para um exame nacional, resolve várias escolhas múltiplas de exames anteriores, vai ajudar-te a compreender a forma de resposta;
  • Muito cuidado com a leitura e correção no final da ficha, muitas vezes, é vais alterar as certas…

 

Deixo uma nota final: mesmo a avaliações que sejam apenas de escolha múltipla, é necessário estudar bastante… não assumas que será fácil!

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Tenho um trabalho para entregar no final do mês, não preciso de o fazer agora….

Em praticamente todas as disciplinas, a partir do 2º ciclo, vão surgindo propostas de trabalhos escolares para serem realizados, em grupo, ou individualmente… isto acontece ao longo de todo o ano letivo e, muitas vezes, exige uma grande organização do estudante para definir tempos de estudo e tempos dedicados ao(s) trabalho(s).

Assim, quando o professor solicita um trabalho, deixa sempre uma margem de alguns dias, ou semanas, para que o aluno tenho tempo de pesquisar, organizar-se e entregar. Mas, algumas vezes, mesmo com tempo suficiente o aluno vai protelando no tempo, deixando este afazer para segundo ou terceiro plano e, no dia anterior, lembra-se que precisa de entregar um trabalho e fá-lo da forma mais rápida e menos empenhada possível, vai copiar a informação a um site qualquer da internet… o que não irá trazer melhor avaliação…

Sempre que o aluno recebe a proposta de um trabalho deve, no mesmo dia, definir as horas em que vai fazer a pesquisa e organizar a informação, deve fazê-lo o mais rápido possível porque, entretanto, irão chegar outras avaliações e será necessário tempo para estudar, assim,  o trabalho já deve estar pronto a entregar, não descurando nem o estudo, nem o trabalho.

É claro que precisas de fazer agora!!!!

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Quanto vale a composição?

Quando os estudantes são avaliados nas disciplinas de línguas: Português, Inglês, Espanhol, Francês, Alemão… um dos critérios de avaliação constante é a Expressão Escrita, aquilo a que os alunos chamam banalmente de composição. Em, praticamente, todas as fichas de avaliação destas disciplinas, surge como proposta final, um texto escrito, com um número limitado de palavras.

Estas avaliações escritas exigem bastante concentração ao aluno, têm cotações de avaliação elevadas e compreendem um conjunto complexo de parâmetros a serem observados:

  • Uma estruturação correta e coerente ao longo de todo o texto;
  • Respeito pelas propostas e orientações dadas;
  • Produção de um discurso correto (planos lexical, morfológico, sintático, ortográfico, pontuação);
  • Criatividade e imaginação;
  • Domínio dos conceitos aprendidos em contexto de sala de aula;
  • Devido enquadramento nos limites de palavras sugerido;

Por serem avaliados tantos critérios, é obvio que esta proposta tenha tão elevada cotação e a minha constante sugestão, para os alunos, é: nunca deixem este exercício por realizar… mesmo que não consigam a cotação máxima, alguns valores podem sempre ser um ganho!

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Avaliar não é só fazer testes!

Na escola os estudantes valorizam as fichas formativas como único método de avaliação em sala de aula, no entanto, esquecem que diariamente estão a ser avaliados pelos professores das mais variadas formas e que, essa avaliação terá um peso nas notas de final de período/semestre e de final de ano.

Para relembrar que a avaliação tem muito mais que um teste, aqui ficam algumas informações vindas de um Documento Orientador de Avaliação de Escola:

«O conceito de avaliação contínua prevê que a mesma represente a evolução dos conhecimentos adquiridos pelos alunos (…). A sua operacionalização só se consegue com a utilização diversificada de instrumentos de avaliação, (…) Fichas sumativas individuais, em grupo, comunicações escritas e orais de trabalhos, trabalhos individuais e de grupo, respetivos debates, e (…) grelhas de registo de atitudes e comportamento na sala de aula, entre outras.»

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Nunca se esqueçam disso em todas as aulas, todos os dias!!!

 

Dicas para fazeres o teu Melhor Teste!

A avaliação a cada disciplina tem como finalidade principal apreciar os conhecimentos adquiridos, após a explicação de cada matéria, e das competência adquiridas através dos processos de aprendizagem realizados.

Uma das formas mais comuns de avaliação são as fichas, com vários exercícios e perguntas, onde está incluída a maior parte da matéria lecionada.

Estas fichas de avaliação que os alunos chamam de Testes têm grande peso na avaliação final, o que exige muita atenção na sua concretização.

 

Ficam aqui algumas dicas

  • Presta atenção aos diferentes tipos de perguntas:
  • Perguntas que recorrem à memorização dos conhecimentos;
  • Perguntas dirigidas à compreensão de textos ou enunciados;
  • Perguntas que exigem a adaptação dos conhecimentos a novas situações;
  • Perguntas dirigidas à análise e decomposição de informação;
  • Perguntas que exigem síntese e critica sobre conteúdos;

 

  • Presta atenção à extensão das respostas:
  • Irão surgir perguntas de resposta curta e outras que exigem respostas mais longas, deves responder de acordo com essa exigência, para não apresentares informação insuficientemente ou descreveres mais do que o necessário.

 

  • Presta atenção aos verbos das perguntas:
  • os verbos ou expressões das perguntas são a chave da interpretarão e da intenção e do que é pretendido na resposta.

 

  • Presta atenção às cotações das perguntas:
  • Algumas escolas têm como prática colocar as cotações em todas as fichas de avaliação e os exames nacionais trazem também todas as cotações explicitas, pela cotação se depreende também o nível de exigência e de desenvolvimento pretendido.

 

  • Presta atenção ao que estão a solicitar:
  • Se apresentam um pequeno texto de apoio à pergunta deves lê-lo com a máxima atenção e fundamentar a tua resposta com um ou mais citações do texto facultado.
  • Existem perguntas com mais do que uma questão, não podes responder apenas a uma delas, porque não receberás toda a cotação.
  • Uma pergunta pode solicitar uma análise complexa de vários conceitos o que exige uma capacidade redobrada na construção da resposta.

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Quando a sua criança é ansiosa!

Existem crianças que tornam-se muito ansiosas quando se aproxima o momento das avaliações… isto tem tendência para acontecer, logo nos primeiros anos de escola. Na maioria das vezes, com o crescimento e desenvolvimento essas ansiedades e aflições vão ficando para trás, deixando de existir.

Não são atitudes milagrosas, mas posso deixar algumas pequenas orientações, para melhor ajudarem a criança a controlar estes sentimentos ansiosos:

  • Estude com ela a matéria para o teste as vezes que sentir serem necessárias, no final confirme que está tudo percebido e memorizado e por isso está na hora de relaxar e brincar.
  • Controle o estudo, para que não haja bloqueios de memória pelo stress e ansiedade;
  • Não prive algumas situações, só para a poupar ao stress, porque faz parte do crescimento e desenvolvimento;
  • Não deixe que a sua ansiedade ou insegurança se reflita, as crianças têm sempre a intenção de copiar os hábitos, mesmo sem que vocês se apercebam disso;
  • Existem palavras que são mágicas, porque incentivam e dão segurança…há que explicar que até falhar faz parte da vida;
  • Nunca menospreze os sentimentos da criança e mantenha a atenção, em alguns casos poderá ser necessário a intervenção de um profissional.

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Cuidados com o teu trabalho escrito

Sempre que o estudante tem de apresentar um trabalho escrito como forma de avaliação para a disciplina, vários são os pontos em que serão avaliados. Existem situações que devem ser totalmente evitadas e pontos de grande importância que devem estar presentes. De forma muito geral o trabalho escrito, seja individual ou em grupo, será avaliado da seguinte forma:

 

Pontos a serem seguidos:

  • regras gerais de qualquer trabalho, com índice, introdução, desenvolvimento, conclusão e bibliografia;
  • Rigor na escrita e na interpretação dos dados pesquisados;
  • Capacidade de selecionar apenas informação importante e que enriquece o trabalho;
  • Clareza nas ideias e na escrita, com ideias e opiniões claras e precisas;
  • Originalidade e criatividade na apresentação e explicação das informações apresentadas;
  • Apresentar opinião e avaliação pessoal apenas se esta for solicitada pelo professor para ser incluída no trabalho.

 

Pontos a serem evitados:

  • Não copiar as informações diretamente das fontes sem alterações ao texto;
  • Evitar as repetições de informação ao longo do trabalho;
  • Não entrar em contradições de forma a tornar o trabalho coerente na sua totalidade;
  • Não fazer plágios de trabalhos encontrados na internet ou facultados por terceiros;
  • Evitar a deformação ou pensamento do autor a estudar;

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