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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

JOGOS PEDAGÓGICOS: O Cofre dos Medos

Alguns jogos que podem ser divertidos e educativos em simultâneo, podem educar para as emoções, podem melhorar o desenvolvimento físico, podem exercitar capacidades intelectuais. Por estas razões, hoje traga-vos uma proposta de uma atividade pedagógica que pode ser realizada em famílias e/ou por educadores/as.

O Cofre dos Medos poderá ser concretizado em qualquer momento por qualquer criança/jovem, no entanto, é mais direcionado para períodos de adaptação ou de situações mais complexas que tragam momentos de stress, ansiedades e medos. Este Cofre tem como objetivo trabalhar o “empowerment” e apoiar momentos de resiliência, em que é necessário vencer os próprios medos e barreiras psicológicas.

Deve ser explicado que, o Cofre do Medo nunca abre e todos os Medos que lá forem colocados ficarão guardados… e presos para sempre!

Como fazer:

  • Escolha uma caixa a gosto, faça apenas uma ranhura (como um mealheiro) e feche-a com cola, de forma a que não se possa abrir;
  • Decore-a a gosto, de forma a parecer um cofre;
  • Selecione pequenos papeis, onde se poderão escrever os medos de cada participante;
  • Sempre que o participante esteja em momentos de maior stress, ansiedade ou medo, pode recorrer ao Cofre dos Medos;
  • O participante irá escrever o seu medo/receio e colocá-lo no Cofre, através da ranhura feita.

Antes de se fechar o medo ‘para sempre’, deve existir uma conversa, ou um momento de reflexão, para que haja uma tentativa de superação e assim aconteça este “empowerment”.

jogos pedagogicos (5).jpg

 

Proposta de tarefas...

Agosto vai ser fixe!

Tal como em anos anteriores, partilho uma atividade diferente para cada dia, deste próximo mês de agosto.

Para que as crianças e adolescentes já não digam mais: "não tenho nada para fazer!"

Para além disso, assim as férias não se resumem apenas: a jogar no telemóvel!

agosto.jpg

Em formato pdf (para imprimirem): 

Agosto vai ser fixe.pdf

 

 

Os esquecidos livros de fichas!

Diálogo entre mim e estudante de 3º ciclo:

“Eu: _ Tens usado o livro de fichas da disciplina?

Estudante: _Não…

Eu: _ Então fazes em casa… para estudar.

Estudante: _ Eu acho que perdi esse livro, como não o uso…”

 

No início do ano letivo, quando as famílias vão comprar os manuais, junto com estes acrescentam-se uns livrinhos com muitas fichas, referentes às matérias do manual e as famílias adquirem porque não sabem ao certo se o professor da disciplina o irá solicitar, ou não, ao longo do ano letivo.

Com o decorrer dos meses, alguns desses livrinhos ficam esquecidos nas prateleiras lá de casa, os professores não os usam na escola, ou raramente mandam os exercícios para trabalho de casa, então os alunos assumem como se aquele pequeno livro não tivesse nenhuma utilização…. Este torna-se tão insignificante que, por vezes, fica perdido pela casa.

Pois bem, a minha opinião é bem diferente sobre esses pequenos livros, mas importantes, sempre que se aproxima a data da ficha de avaliação eu solicito que o estudante, depois de estudar bem a matéria, realize as fichas lá contidas que correspondem à matéria lecionada.

Por norma, esses livros trazem exercícios parecidos às fichas de avaliação e funcionam como um treino extra e uma forma de se perceber se a matéria está, de facto, apreendida.

Portanto, caras famílias, vamos revalorizar estes livros de fichas, utilizá-los antes das avaliações e em tempo de férias, etc., como um verdadeiro apoio ao estudo!

disciplinas.jpg

 

Atividades para a Inclusão

Tal como referi no Post anterior, a Inclusão precisa de ser ensinada e entendida desde terna idade. Para tal deixo aqui algumas dicas de atividades que promovam uma educação para a inclusão:

  • Contem pequenas histórias de situação concretas;
  • Façam grupos de crianças através de sorteio;
  • Promovam brincadeiras com várias crianças, para além da escola;
  • Conversem sobre as diferentes capacidades de cada criança, como sendo normal essa diferença;
  • Façam trabalhos coletivos e individuais, onde cada criança tem um contributo diferente, de acordo com a sua capacidade;
  • Expliquem que as dificuldades são desafios e que podem sempre ser superados;
  • Nunca seja exemplo de uma atitude de discriminação ou exclusão;
  • Se assistiu a uma atitude discriminatória com ou do seu filho/educando converse individualmente com ele e calmamente esclareça as atitudes certas e erradas;
  • Procure na internet jogos direcionados para a inclusão.

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Que tarefas domésticas as crianças podem fazer?

Agora que começaram as férias da Páscoa escolares, de uma forma pouco atípica, as crianças e jovens não devem sair de suas casas, portanto, outras tarefas devem ser incutidas para viverem de forma harmoniosa e produtiva.

Os estudantes devem continuar a:

  • realizar algum estudo diário, com exercícios de fichas, leituras e revisão de matérias;
  • devem manter algum exercícios físico, existem muitas propostas de aulas online, basta escolher;
  • fazer alguns trabalhos manuais que possam ajudar na organização do espaço;
  • brincadeiras diferentes, que podem elaborar de forma muito original;
  • controlar os horários em frente aos ecrãs;
  • realizar as tarefas domésticas, para apoio à família.

Para ajudar na orientação e definição das tarefas domésticas, em anexo, deixo uma tabela que sugere alguns exemplos de tarefas, por idades.

Sendo que, as famílias têm a clara noção daquilo que a criança já é capaz de fazer e, neste momento, em que estão todos em casa, podem também optar por desfiar a criança a realizar tarefas mais responsáveis e complexas, motivando a novas competências e aprendizagens.

tarefasdomesticas.jpg

 

Estás de Quarentena, não tens aulas…. O que fazer?

Já não se fala sobre outro assunto, o COVID-19 preocupa famílias em todos os países. Uma das medidas de precaução e prevenção tem passado pelo fecho de escolas e universidades.

No entanto, reter os estudantes em casa, não é tarefa fácil, nem motivadora, quer para eles, quer para a família. Neste sentido, é importante manter algumas rotinas de horários e de estudo, para além disso, é necessário criar momentos prazerosos num ambiente muito caseiro.

Para apoiar estas opções e decisões diárias, deixo em anexo, uma proposta de organização da rotina diária e que poderá ser repetida, semana após semana, conforme seja a necessidade de permanência em casa, sem atividades coletivas.

Este horário é apenas uma sugestão, pode e deve ser adaptado às especificidades de cada família e às originalidades das mesmas.

Relembro que, ao cuidarmos de nós e dos nossos, estamos a cuidar de todos/as, sempre com a esperança que tudo fique melhor!

Cuidem-se!

Em Quarentena.pdf

 

quarentena.jpg

 

 

Estudar com o irmão… rotina ou impossibilidade?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _A tua irmã é mais nova do que tu! Já anda na escola?

Estudante: _Sim….

Eu: E tu ajudas a tua irmã a fazer os TPC’s?

Estudante: _Não, como ela não anda em Explicações/ATL e eu ando… ela quando chega a casa vai fazer os trabalhos de casa e eu vou brincar, porque já os fiz e também preciso de brincar…»

 

Deste diálogo posso retirar duas informações muito importantes para reflexão:

1ª – muitos são os irmão que ajudam os mais novos a realizarem os trabalhos da escola, ou a tirarem dúvidas, mas penso que, a maioria não tem muita disponibilidade e paciência para fazer os seus trabalhos e, ainda, dedicar tempo aos trabalhos do(s) irmão(s)… ficando esse apoio para outros elementos da família ou para os Explicadores/ATL’s.

2ª – a necessidade das crianças e a ansia pelos momentos de brincadeira e pelo tempo livre é sempre muito grande, principalmente, depois de um longo dia de escola, aos quais se acrescentam outras atividades extracurriculares e que, em muito, ocupam o tempo diário da criança… claramente, é de lembrar que brincar também é saudável e importante para o desenvolvimento. Destas brincadeiras não estou a incluir jogos de consolas, nem horas em frente aos ecrãs.

 

3ª – explicar a matéria e orientar nos TPC’s, de forma geral, são planos difíceis para toda a família (pais, irmãos)… todos já estão cansados das suas rotinas diárias e, no final de um dia atarefado, o à vontade com o familiar, pode despoletar zangas e birras. Por norma, ou são rotinas muito bem estruturadas em família, ou nem sempre decorre da melhor forma.

Com qual das três reflexões mais se identificam? Por aí, os irmãos ajudam ao estudo?

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