Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

O que as crianças podem fazer para aprenderem fora da escola?

Muitas vezes, quando pensamos em educação pensamos apenas nesta parte formal da educação, em que para obter conhecimento são necessários livros, estudo, leitura e escrita… mas esquecemo-nos, frequentemente, que a educação não-formal, aquela que se aprende no dia a dia, é também fundamental para vivermos em respeito e comunidade.

Precisamos aprender conceitos básicos de vida, que mais tarde nos orientará nas escolhas e que até podem apoiar aprendizagem em contexto escolar.

Vejamos alguns exemplos:

 

_ Fazer pedidos no café, ou nas lojas… e cuidar do pagamento/troco;

Não só ensina quem cresce conceitos financeiros, demonstra o valor da poupança e a necessidade de aprender a gerir, como também auxilia na abstração de cálculos matemáticos.

_ Ser responsável pelo animal de estimação;

Algo que muitas crianças sonham: ter um animal de estimação. Exige também a responsabilidade por um ser vivo, a empatia que se desenvolve por outros seres e também a importância de cuidar da natureza, para além de tudo isso traz saberes importantes para a disciplina de Ciências Naturais.

_ Ajudar nas tarefas domésticas;

Embora as crianças e jovens dispensem estas atividades, aprender a cozinhar, a limpar, a cuidar da roupa, são ferramentas indispensáveis para serem futuramente adultos independentes, para poder viver sozinho, algo que naturalmente acontece. Podemos também perceber que estes saberes trazem conhecimentos de física, de química e de tantas outras disciplinas.

 

_ selecionar livros para ler, na biblioteca;

Este hábito promove o gosto pessoal, a criatividade e a motivação pelo conhecimento. Para além disso, relembra quem cresce, que nem tudo é preciso comprar, pedir emprestado na Biblioteca é uma atitude muito amiga do ambiente. E é inegável o poder e o conhecimento que cada livro pode trazer à vida de uma criança, jovem ou adulto.

_ apoiar na seleção do destino de férias;

Algo que todos nós adoramos fazer: planear férias… para quem cresce não é diferente, se pode refletir sobre as férias como um momento de diversão, também pode aprender a planear, organizar e decidir. Além disso, melhora-se os conhecimentos de história e de geografia.

crescer em família.jpg

 

Vales para Troca - entre crianças e adultos

Para incentivar quem cresce a realizar as melhores atitudes, ou a aceitar novos desafios de crescimento, deixo aqui outras formas de incentivo.

Sempre que considere que a criança mereça receber algo de especial pela sua atitude e empenho, não precisa de optar por algo de grande valor financeiro… pode optar por mais originalidade e menos gastos… as crianças ficam muito felizes, da mesma forma, e passam a valorizar algo que é mais importante do que objetos.

Para ajudar na sua criatividade proponho que, sempre que quiser oferecer uma recompensa, ofereça um Vale (igual aos que aqui partilho) que as crianças poderão trocar quando desejarem.

Assim, para além de ficarem orgulhosas pela sua ação, irão aprender a gerir o que recebem!

em PDF:

Vales.pdf

 

vales troca.jpg

 

Quer ajudar no estudo, mas não sabe como!

A maioria das famílias procura apoio, no momento de ajudar as suas crianças e jovens na escola, procuram explicações, ATL’s, que orientem para o estudo e para o apoio aos trabalhos de casa. Tornando assim um pouco mais leve as rotinas diárias em família, com menos horas de estudo em casa e com menos dúvidas para apresentar aos pais.

Contudo, muitos são os estudantes que continuam a pedir/precisar de algum apoio escolar, seja para controlar as horas e tarefas de estudo, seja para esclarecer algumas dúvidas pontuais. Tudo isto deixa, muitas vezes, as famílias receosas sem saberem se estão a facultar o apoio correto, ou se estão a tomar as melhores atitudes de apoio.

Para ajudar, nestas inseguranças, deixo aqui um conjunto de atitudes que, as famílias, poderão seguir nas suas rotinas de apoio ao estudo:

  • Revejam as fichas de avaliação em conjunto, converse sobre as notas e sobre os erros;
  • Antes dos testes faça perguntas sobre a matéria, seguindo o manual;
  • Copiei exercícios já corrigidos e peça que os volte a resolver, assim terá forma de os corrigir, sem erros;
  • Quando o estudante refere que aprendeu na escola ‘de outra maneira’ não insista muito em ensinar de forma diferente, vai confundir mais do que ajudar;
  • Analise os cadernos diários e exija organização;
  • Controle o tempo efetivo de estudo, sem interrupções ou distrações, existem aplicações no telemóvel que podem ajudar;
  • Adquira livros de fichas, com explicações da matéria, para as disciplinas de maior dificuldade para o aluno;
  • Ensine a procurar informação e a tirar dúvidas, não dê respostas prontas;

dicas sugestões.jpg

 

Não satisfaz – motivo de alarme?

Existem estudantes que, ao apresentarem uma avaliação de Satisfaz (50%) torna-se motivo de preocupação, já que as avaliações são sempre bem mais elevadas; outros estudantes deixam a família preocupada quando apresentam uma avaliação de Não Satisfaz (<50%).

Seja qual for a situação, a família deve sempre conversar com o estudante, ver a ficha de avaliação e procurar entender a justificação para tal ter acontecido. Para além disso, deve estar atenta, porque se estes resultados se mantiverem, se surgirem mais avaliações negativas é porque algo deve ser corrigido e melhorado.

Para alterar esta situação, algumas atitudes podem ser necessárias:

  • Mudar métodos de estudo;
  • Aumentar o tempo de estudo;
  • Adquirir livros/fichas de apoio ao estudo;
  • Recorrer a explicações à disciplina;

É necessário refletir sobre esta situação, sem permitir a continuidade destas avaliações baixas, porque as matérias têm um fio condutor que apoiam a compreensão, ao longo de todo o ano letivo, e quanto mais tempo decorrer sem entender grande parte da disciplina, maior será o tempo necessário e o empenho despendido para uma recuperação sólida!

suficiente.jpg

 

Mais sobre mim

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Vencedor:

Arquivo

  1. 2025
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2024
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2023
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2022
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2021
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2020
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2019
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2018
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2017
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D
  118. 2016
  119. J
  120. F
  121. M
  122. A
  123. M
  124. J
  125. J
  126. A
  127. S
  128. O
  129. N
  130. D
  131. 2015
  132. J
  133. F
  134. M
  135. A
  136. M
  137. J
  138. J
  139. A
  140. S
  141. O
  142. N
  143. D