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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Mãe, posso cozinhar?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _ Hoje sou eu que vou fazer a sobremesa.

Eu: _Já sabes cozinhar?

Estudante: _Pouca coisa… mas já está na hora de eu começar a aprender mais alguma coisinha…»

 

Há alguns tempos atrás, a televisão portuguesa, mostrou-nos programas de grande audiência em que as crianças apresentavam os seus dotes culinários, na confeção de pratos e sobremesas, bastante elaboradas. Tenho a certeza que, aí por casa de muitas famílias se perguntavam como era possível crianças tão novas mexerem assim nas facas afiadas, nos fogões a altas temperaturas e em tantos perigos, tudo em simultâneo!?

Com isto, não quero dizer quais as atitudes mais certas ou erradas nas cozinhas dos portugueses, pretendo apenas, ajudar na indecisão de algumas famílias para definirem onde as crianças podem ajudar na cozinha, de acordo com a sua idade. Esta forma de educação é tão preciosa como todas as outras e portanto, não deve ser descurada!!

Aqui fica uma pequena orientação:

crianças_cozinha.jpg

 

Para um apoio ao Estudo, em casa!

Manter crianças e jovens em casa, ao longo de vários dias, em quarentena é, de facto, muito desafiante para as famílias. O hábito de manter relações sociais, a falta de contacto com o exterior, pode gerar birras e aborrecimentos para quem cresce. 

Para além disso, este distanciamento forçado do sistema de ensino poderá trazer também uma desmotivação pelo estudo. 

Aqui, neste blogue, ao longo dos anos, tenho deixado materiais que poderão ser úteis neste momento, como complemento ao estudo.

 

Assim, deixo aqui os links, de forma organizada… basta escolherem o que precisam:

 

_ Fichas de estudo de Inglês

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/pequenas-fichas-em-ingles-188627

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/fichinhas-de-ingles-para-ferias-120238

 

_ Desenhos para colorir, jogos de palavras …

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/partilha-de-fichas-para-ferias-163909

 

_ Fichas de leitura

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/as-fichas-de-leitura-e-as-apresentacoes-130823

 

_Histórias para leitura

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/tag/historias&contos

 

_ Incentivos e Vales 

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/tag/incentivos

 

_ Fichas para os mais pequeninos

https://educarcomvida.blogs.sapo.pt/trabalhar-e-divertir-para-a-pequenada-116401

 

Captura de ecrã 2019-07-02, às 19.32.59.png

 

Estás de Quarentena, não tens aulas…. O que fazer?

Já não se fala sobre outro assunto, o COVID-19 preocupa famílias em todos os países. Uma das medidas de precaução e prevenção tem passado pelo fecho de escolas e universidades.

No entanto, reter os estudantes em casa, não é tarefa fácil, nem motivadora, quer para eles, quer para a família. Neste sentido, é importante manter algumas rotinas de horários e de estudo, para além disso, é necessário criar momentos prazerosos num ambiente muito caseiro.

Para apoiar estas opções e decisões diárias, deixo em anexo, uma proposta de organização da rotina diária e que poderá ser repetida, semana após semana, conforme seja a necessidade de permanência em casa, sem atividades coletivas.

Este horário é apenas uma sugestão, pode e deve ser adaptado às especificidades de cada família e às originalidades das mesmas.

Relembro que, ao cuidarmos de nós e dos nossos, estamos a cuidar de todos/as, sempre com a esperança que tudo fique melhor!

Cuidem-se!

Em Quarentena.pdf

 

quarentena.jpg

 

 

A janela para o isolamento: as novas tecnologias.

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

«Eu: Se passares a vida a ver TV os teus pais desligam-na.

Estudante: Já fizeram pior…

Eu: Então?

Estudante: Tiraram-me a ficha de alimentação do PC, porque eu estava a passar as minhas férias de verão todas em frente ao computador a jogar e minha mãe chateou-se…»

 

Cada vez mais, as férias de verão, ou as férias mais curtas, são mote para os estudantes deixarem um pouco os livros e dedicarem-se ao que mais gostam de fazer. O problema acontece quando aquilo que eles mais gostam de fazer é apenas uma coisa e remete-se simplesmente ao uso do computador ou tablet/telemóvel, para jogar, ver vídeos, redes sociais...

Os investigadores, entendidos nestas matérias, afirmam que um estudante deveria passar, apenas, duas horas por dia frente a estes ecrãs. No entanto, esta média está muito longe de ser cumprida e, cabe às família e a todos os educadores orientarem e limitarem a utilização destes equipamentos, de forma tão descontrolada e desregrada.

Cada vez mais é necessário:

  • Limitar os jogos tecnológicos apenas algumas horas, no final de semana;
  • Limitar o uso dos telemóveis e tablet diariamente;
  • controlar o acesso a páginas e sites;
  • Controlar a utilização das redes sociais;
  • Controlar a partilha de imagens e fotos;
  • Incentivar a comunicação interpessoal entre grupos e pares;
  • Incentivar a opção por variados jogos de mesa e ao ar livre;
  • Incentivar a leitura de livros e revistas e jornais…

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Quando as notas baixam!

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

Eu: _ Como andam as tuas notas neste período?

Estudante: _ Desci a quase tudo… de Bons passei para Suficientes…

Eu: _Porquê?

Estudante: Hummm… Não sei…»

 

Esta situação pode acontecer a qualquer estudante, a meio do ano letivo, as avaliações apresentam-se mais baixas, mas o estudante sente que continua a trabalhar com a mesma dedicação e empenho de sempre… No entanto, algumas explicações podemos sugerir como resposta às avaliações mais baixas:

 

  • O estudante pode estar a acusar algum cansaço;
  • Em anos de maior exigência, o estudante continua a estudar apenas no dia anterior às avaliações;
  • Pode estar com dificuldades em perceber a matéria atual, num momento em que estas se tornam mais complexas e aprofundadas, o que irá refletir-se na avaliação;
  • Acontecimentos fora da escola que influenciam a motivação e a concentração, mais direcionados a situações emocionais;
  • O processo de adolescência que acarreta imensas mudanças físicas e psicológicas;
  • A dificuldade em entender a importância da aprendizagem e conhecimentos escolares;
  • Desorientação relativamente ao futuro profissional/académico;

 

Quando estas situações acontecem, a família deve elevar um pouco mais a atenção, procurando perceber as causas da situação e desenvolver um diálogo sério e responsável com o estudante. Se, nos próximos testes, as avaliações se mantiverem mais baixas do que o habitual, o melhor é definir um plano de apoio ao estudante e redefinir metas e estratégias de estudo.

Muitas vezes, o desenvolver de novas estratégias e apoios ao estudante poderá passar por procurar outros profissionais: psicologia, explicações, orientação vocacional, … Cabe às famílias tomarem decisões atentas e concertadas!

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Estudar com o irmão… rotina ou impossibilidade?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Eu: _A tua irmã é mais nova do que tu! Já anda na escola?

Estudante: _Sim….

Eu: E tu ajudas a tua irmã a fazer os TPC’s?

Estudante: _Não, como ela não anda em Explicações/ATL e eu ando… ela quando chega a casa vai fazer os trabalhos de casa e eu vou brincar, porque já os fiz e também preciso de brincar…»

 

Deste diálogo posso retirar duas informações muito importantes para reflexão:

1ª – muitos são os irmão que ajudam os mais novos a realizarem os trabalhos da escola, ou a tirarem dúvidas, mas penso que, a maioria não tem muita disponibilidade e paciência para fazer os seus trabalhos e, ainda, dedicar tempo aos trabalhos do(s) irmão(s)… ficando esse apoio para outros elementos da família ou para os Explicadores/ATL’s.

2ª – a necessidade das crianças e a ansia pelos momentos de brincadeira e pelo tempo livre é sempre muito grande, principalmente, depois de um longo dia de escola, aos quais se acrescentam outras atividades extracurriculares e que, em muito, ocupam o tempo diário da criança… claramente, é de lembrar que brincar também é saudável e importante para o desenvolvimento. Destas brincadeiras não estou a incluir jogos de consolas, nem horas em frente aos ecrãs.

 

3ª – explicar a matéria e orientar nos TPC’s, de forma geral, são planos difíceis para toda a família (pais, irmãos)… todos já estão cansados das suas rotinas diárias e, no final de um dia atarefado, o à vontade com o familiar, pode despoletar zangas e birras. Por norma, ou são rotinas muito bem estruturadas em família, ou nem sempre decorre da melhor forma.

Com qual das três reflexões mais se identificam? Por aí, os irmãos ajudam ao estudo?

tpc.jpg

 

Dicas para começar bem o novo Ano Letivo!

Os estudantes viveram intensamente estes últimos meses de férias de verão, com muita diversão, muita preguiça e pouco estudo, certamente!

Mas este mês já começa a solicitar novas rotinas e um novo contacto com o ensino formal. No iniciar deste setembro, os manuais escolares já devem estar em casa, o material escolar já deve estar em lista para aquisição, ou mesmo já comprado, é sempre conveniente perceber que material ainda está útil para iniciar um novo ano letivo.

Como sabemos, o ano letivo só começa a meio deste mês, mas será importante começar com novas rotinas, já nestes primeiros dias de setembro. Neste sentido, aqui ficam as minhas cinco propostas para começar bem o novo Ano Letivo:

 

Defina horários mais restritos de deitar e levantar

A grande maioria dos estudantes, ao longo das férias, desenvolveu o novo hábito de deitar tarde e levantar próximo da hora de almoço. Estes horários não se adequam aos dias de aulas, onde deve ser precisamente o contrário, portanto, como esta nova rotina é difícil para eles, convém começar rapidamente. Comece por definir horários para refeições, para deitar e levantar e exija que sejam cumpridos. Assim, quando chegarem os primeiros dias de aulas não terão estudantes mal humorados e ensonados pela casa e pela escola.

 

Defina horas de estudo

Alguns estudantes, no decorrer destas férias, já têm dúvidas se ainda sabem escrever e contar corretamente… é de grande importância que comecem a estudar algumas horas por semana, antes mesmo do início do ano letivo. Portanto, crie um horário de estudo para o estudante, pode optar por imprimir algumas fichas da internet, ou selecionar exercícios dos manuais do ano anterior. As propostas de estudo podem também passar pela leitura e pelo relembrar de algumas matérias em que o aluno tenha mais dificuldade.

Exercícios que serão sempre importantes: gramática de Português e língua estrangeira; matemática (cálculos e resolução de problemas), composições e leitura…

 

Restrinja a utilização de ecrãs

Eles passam horas entre telemóveis, tablets, TV… são as conversas nas redes sociais, os vídeos do youtube e as séries e filmes consumidos até à exaustão…

Para além de não ser muito benéfico passar muitas horas em frente a estes ecrãs, também contribui para a sedentarização e a falta de motivação para outros desafios diários. Se, ao longo destas férias, não controlou tanto esta utilização, agora terá mesmo de ser. Defina horários mais restritos e supervisione atentamente. Com a inclusão dos pontos que referi anteriormente, também não haverá tanto tempo disponível para esse uso pouco controlado.

 

Oriente para a finalização dos TPC’s de férias

Esta proposta direciona-se, principalmente, para os estudantes de 1º ciclo que, normalmente trazem orientações dos professores para a realização de fichas e trabalhos que devem ser realizados em tempo de férias. Alguns alunos tendem a deixar um pouco para depois e acabam por se esquecerem de os realizar. Agora é a altura indicada para rever estes trabalhos, corrigir e verificar o que ainda não foi feito, de forma a que fiquem prontos antes do início do novo ano letivo.

 

Repense, reflita e organize as atividades extra curriculares

A maioria dos estudantes tem atividades de educação/formação que ocorrem fora dos tempos escolares. Agora é o momento indicado para refletirem, em família, sobre elas. É importante questionarem quais as que devem acabar/começar, se estão adequadas, se não serão sobrecarga para o estudante… para além disso, é importante organizar horários e definir estratégias de organização familiar. Assim o estudante começará o ano letivo mais confiante nas suas rotinas e motivado para todas as atividades, dentro e fora da escola.

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