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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Proposta de tarefas...

Agosto vai ser fixe!

Tal como em anos anteriores, partilho uma atividade diferente para cada dia, deste próximo mês de agosto.

Para que as crianças e adolescentes já não digam mais: "não tenho nada para fazer!"

Para além disso, assim as férias não se resumem apenas: a jogar no telemóvel!

agosto.jpg

Em formato pdf (para imprimirem): 

Agosto vai ser fixe.pdf

 

 

O que estudar nas férias?

Por anos letivos...

Reconheço que os alunos não têm vontade nenhuma de estudar em tempo de férias! Contudo, recordo que o tempo livre é imenso, nas férias de verão e, não serão duas ou três horas, por semana, que irão destruir todo um plano de descanso!!!

Se gostariam de receber orientações, mais concretas, do que se pode estudar nestas férias, basta analisar a tabela seguinte:

estudar_férias.jpg

 

 

Fatores condicionantes/impulsionadores da aprendizagem

Aprender significa desenvolver competência físicas e mentais para responder a situações e resolver problemas, significa criar novas conexões mentais que auxiliem a capacidade de raciocínio e de reflexão. Aprender e saber mais sobre o Eu, o Nós e o mundo, é saber ser, estar, conhecer e aprender… aprendizagem significa evolução…

Mas para o ser humano poder evoluir precisa de condições que propiciem e melhorem esta competência.

 

No entanto, estamos rodeados de algumas situações que podem condicionar a nossa evolução e limitar a nossa aprendizagem. De uma forma generalizada, alguns fatores que condicionam a aprendizagem são:

 

  • Fatores físicos: quando pensamos em aprender pensamos em algo apenas intelectual, mas a aprendizagem não está limitada a tal, termos uma boa saúde e uma boa capacidade motora pode ser algo influenciador neste processo, quando uma destas situações apresentam-se um pouco mais débil pode condicionar a aquisição de novos saberes;

 

  • Fatores psicológicos: a motivação para aprender, o gosto pelo conhecimento, pode influenciar positivamente novos conhecimentos, a timidez, a falta de confiança ou de autoestima pode, por exemplo, funcionar de forma oposta;

 

  • Fatores culturais: num mundo de culturas tão diferentes, nem em todas o direito à educação e à formação é assumida como uma necessidade básica e fundamental para a vida humana. A cultura pode permitir olhar novos horizontes, ou oprimir pensamentos;

 

  • Fatores ambientais: privilegiados são todas aquelas pessoas que têm boas escolas públicas, acesso igualitário à educação e onde todos valorizam este conceito…numa sociedade e política que considera a educação fator primordial para a evolução do ser humano.

 

  • Fator familiar: uma família que apoia e orienta de forma cuidada e contínua o estudo e educação de quem cresce, pode ser um grande motor para o desenvolvimento de aprendizagens. A estabilidade emocional de quem cresce no ceio de um grupo de pessoas empenhadas a educar para o carinho, mas também para o conceito da palavra ‘não’, é mais um fator positivo…   

educarA.jpg

 

Falta cultura geral aos estudantes portugueses!

As Provas de Aferição transparecem existir falta de cultura geral nos alunos das escolas portuguesas, diz a opinião pública. Através das provas de aferição dos alunos de alguns anos de escolaridade, verifica-se que a grande maioria apresenta dificuldades em realizar exercícios físicos e de raciocínio e, de uma forma geral, o Governo Português, refere que estas dificuldades são fruto de uma falta de cultura geral dos alunos, nos diversos anos escolares.

Com este Post, a minha intenção não se prende com a crítica a estes dados ou com estas elações. O objetivo é deixar algumas sugestões que poderão aumentar o conhecimento geral, com isso aumentar a cultura e a capacidade racional e física.

É de notar que algumas destas sugestões terão preços mais elevados de que outras, até porque, como bem sabemos o acesso à cultura em Portugal é paga e tem poucos apoios financeiros.

Assim, ficam algumas sugestões para todos os ‘bolsos’ e que devem fazer com os estudantes:

  • Façam experiências químicas/físicas em casa, podem fazer uma breve pesquisa na internet, ou comprar kits previamente preparados;
  • Leiam diariamente, podem requisitar livros na biblioteca ou comprar;
  • Visitem mais museus, galerias e exposições;
  • Viagem mais…antes de viajar definam o que fazer, onde ir, através do mapa do local/nacional;
  • Assista a concertos de música (inclua vários géneros musicais);
  • Vá mais vezes o teatro;
  • Explique fenómenos naturais e converse sobre momentos históricos com a mesma naturalidade e frequência com que conversa sobre outros assuntos;
  • Defina o visionamento de alguns documentários, em família;
  • Selecione filmes que acrescentem reflexão moral e ética;
  • Crie curiosidade sobre algumas situações e façam uma investigação/pesquisa na internet em conjunto;
  • Inclua uma atividade extracurricular desportiva/cultural, etc;
  • Promova as brincadeiras e os passeios ao ar livre;
  • Explique conceitos políticos e de cidadania;
  • Promova a interação entre estudantes das mesmas idades;

Que mais acrescentariam a esta lista, com o intuito de melhorar a cultura geral de quem estuda (dos/as futuros cidadãos)?

vida ensina (1).jpg

 

O peso do conhecimento - a mochila!

Quando se inicia a escola ficamos ligados às mochilas para muitos e muitos anos, elas levam os livros, os cadernos, o material escolar, os lanches, a roupa de desporto e tanto quanto mais couber. Estes objetos andam sempre às costas de segunda da sexta a todas as horas e em todos os intervalos. Por isso deve ser motivo de reflexão e atenção.

Muitas escolas têm cacifos de apoio aos alunos, para guardarem os seus pertences e deixarem assim as mochilas mais leves. No entanto, todos os anos letivos ficamos preocupados com o peso que esses sacos têm de levar… Penso que isso é bastante visível no 7º ano de escolaridade, quando as disciplinas aumentam e por consequência livros e cadernos também.

Na procura de um alívio, neste sentido, alguns manuais estão divididos em dois ou três volumes, para que o aluno possa ter menos umas páginas para carregar. As famílias, às vezes, optam pelo formato trolley para que se tenha apenas de puxar, mas a postura continua a não ser a mais correta e as escadarias são sempre uma realidade.

Contudo, não podemos, simplesmente, deixar os estudantes terem falta de material porque não podem com todos os livros escolares às costas.

De forma a melhorar essa situação relembro alguns conselhos:

  • Junto dos professores assuntem quais os livros dispensáveis em alguns dias;
  • Utilizem um caderno para duas disciplinas;
  • Separem a roupa de desporto noutro saco;
  • Lembrem que os livros de fichas nem sempre são necessários;
  • Adquiram material leve;
  • Usem um porta-lápis extra para Educação Visual;
  • Arquivem fichas e testes, em casa, quando já não são necessários;
  • Revejam a mochila e pertences em cada período, retirando o que já não é necessário;
  • Recordem que é necessário uma limpeza e organização constante de mochilas, malas e estojos;

mochila.jpg

(imagem retirada da internet)

Tarefas e responsabilidades.

Para além de serem bons alunos, quem estuda deve também ajudar nas tarefas de casa, mesmo as crianças mais pequenas devem desenvolver hábitos de arrumação e responsabilidade pelos objetos e atitudes em casa. Para estimular e melhorar tais atitudes sugiro mais uma pequena atividade a desenvolver.

Podem imprimir a página, que deixo em anexo, para ser preenchida em família, orientando assim para a melhoria de comportamentos e atitudes e aumentando o grau de responsabilidade, em casa.

Sempre que considerarem adequado, podem oferecer um estimulo ou recompensa extra… fica para a imaginação de cada família!!!

tarefas_2020 (1).pdf

desenvolvimento.jpg

 

Mãe, posso cozinhar?

Diálogo entre mim e um/a estudante de 2º ciclo:

«Estudante: _ Hoje sou eu que vou fazer a sobremesa.

Eu: _Já sabes cozinhar?

Estudante: _Pouca coisa… mas já está na hora de eu começar a aprender mais alguma coisinha…»

 

Há alguns tempos atrás, a televisão portuguesa, mostrou-nos programas de grande audiência em que as crianças apresentavam os seus dotes culinários, na confeção de pratos e sobremesas, bastante elaboradas. Tenho a certeza que, aí por casa de muitas famílias se perguntavam como era possível crianças tão novas mexerem assim nas facas afiadas, nos fogões a altas temperaturas e em tantos perigos, tudo em simultâneo!?

Com isto, não quero dizer quais as atitudes mais certas ou erradas nas cozinhas dos portugueses, pretendo apenas, ajudar na indecisão de algumas famílias para definirem onde as crianças podem ajudar na cozinha, de acordo com a sua idade. Esta forma de educação é tão preciosa como todas as outras e portanto, não deve ser descurada!!

Aqui fica uma pequena orientação:

crianças_cozinha.jpg

 

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