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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

JOGOS PEDAGÓGICOS: A Caixinha da Felicidade

Alguns jogos que podem ser divertidos e educativos em simultâneo, podem educar para as emoções, podem melhorar o desenvolvimento físico, podem exercitar capacidades intelectuais. Por estas razões, hoje traga-vos uma proposta de uma atividade pedagógica que pode ser realizada em famílias e/ou por educadores/as.

A Caixinha da Felicidade, pode ser feito com crianças, jovens e adultos, (os adultos devem participar). Esta Caixinha tem como objetivo educar o cérebro dos participantes para um pensamento positivo e para a resiliência. Esta atitude permitirá melhorar as capacidades de olhar o futuro de forma positiva e motivadora.

A realizar esta atividade, deve explicar-se que os momentos mais difíceis e menos bons da vida irão sempre surgir, mas ter uma atitude feliz e positiva perante estas situações será uma vantagem e uma defesa.

Como fazer:

  • Escolha uma caixa ao gosto e decorem-na com frases e desenhos de alegria e felicidade;
  • Tenham post’its ou folhinhas de cores variadas;
  • Definam uma cor para cada participante;
  • A cada final de dia, em conjunto, cada participante deve pensar no momento ou situação mais feliz daquele dia e registá-la na folhinha da sua cor;
  • O registo poderá ser com palavras, desenhos, ou colagens;
  • No final de um período de tempo podem abrir as folhinhas e dialogar sobre elas;
  • Podem repetir e adaptar…. 

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Inquietude: ‘Pensar ao Contrário’

Numa das minhas leituras sobre Educação, dei por mim a refletir sobre um texto, do qual partilho a citação final:

«podemos dizer hoje que a tarefa fundamental dos educadores e dos interventores sociais continua a ser a de fazer recuar as fronteiras do possível, recusando a resignação e o fatalismo. Para isso, como propõe Gorz, precisamos aprender a ‘pensar ao contrário’» (Rui Canário: 1999, Construir Uma Escola Inclusiva).

 

Para aprender a ‘pensar ao contrário’ é necessário ensinar a ‘pensar ao contrário’ ou como digo aos jovens, com que me cruzo, ‘é preciso pensar fora da caixa’, ou seja, libertarmo-nos dos estereótipos e das fronteiras de pensamento que fomos adquirindo…

Só levantando a reflexão e abrindo os nossos horizontes podemos realmente aprender e ensinar, em conceitos que nos fazem crescer, enquanto ser humanos e cidadãos, são eles a tolerância, a paz, o respeito, a ajuda, a solidariedade, ….

Só sentindo sem fronteiras ensinaremos para além dos horizontes!

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Quais os anos letivos que trazem mais dificuldades!

Este Post, não tem nada de científico, baseia-se apenas nas experiências partilhadas e nas conversas, entre mim e os estudantes dos vários anos escolares.

Os anos em que se notam algumas dificuldades acrescidas são os que irei referir, junto com as explicações para tal, segunda a minha opinião empírica:

1º ano: muitas vezes é mais difícil para os pais do que para as crianças…. a necessidade de desenvolver hábitos de estudo e o gosto pela aprendizagem é o maior desafio…

5º ano: as crianças terão de mudar de escola, recebem apoio de vários professores e têm menos laços afetivos do que com o professor do 1º ciclo. Tudo é novidade e as disciplinas mais que duplicam, o difícil é a organização…

7º ano: se até aqui, não era necessário estudar muito, agora quem não tem um método mais definido e um hábito de estudo mais diário começa a baixar nas avaliações e a sentir mais dificuldades… as disciplinas voltam a aumentar…

9º ano: é o primeiro confronto com os exames nacionais e a maior dificuldade é escolher o caminho para o secundário… deixa numa ansiedade estudantes e pais.

11º ano: a exigência é bastante elevada, no que diz respeito a organização de tempos de estudo para testes, trabalhos e exames nacionais… o cálculo da média é uma exigência para quem pretende o ensino superior e cada décima conta….

 

Qual é a nossa experiência…pessoal ou com os filhos!? Concordam??? Lembram-se de outras dificuldades????

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Inquietude:

Lembrem aos vosso filhos!!!

Estamos sempre a perguntar às crianças e aos jovens “O que queres ser quando fores grande?” e dessa pergunta estamos apenas à espera de uma resposta simples: uma qualquer profissão… No entanto, nós adultos sabemos muito bem que a nossa vida não se resumo a uma profissão, temos tantas outras escolhas na nossa identidade… já tivemos mais que uma profissão, já fizemos muitas escolhas familiares, temos outros objetivos particulares que ultrapassam uma profissão e que nos deixam tão realizados, individualmente… Aprendemos tanto com a vida, em paralelo com a formação académica e profissional!

Pois bem… lembrem aos vossos filhos/educandos que a vida trará mais do que uma decisão profissional. Expliquem-lhe que existem valores imprescindíveis para qualquer ser humano! Que ser feliz é ter vários sonhos e conseguir concretizá-los… e que nem todos os sonhos se compram… Recordem-lhe que, quando ele pensar no que “quer ser quando for grande” tem de pensar com carinho nas imensas possibilidades, para escolher com a responsabilidade de ser proprietário da sua própria vida!

Hoje, é apenas isto…

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Mutismo seletivo em crianças

Acredito que, nem todos os leitores deste blogue saibam de que se trata este Mutismo Seletivo, algo que pode afetar crianças, jovens e adultos sendo que, em adultos, é designado por Fobia Social.

Para que as famílias possam estar alerta, deixo aqui um pequeno esclarecimento sobre o conceito:

Mutismo Seletivo enquadra-se nas questões de distúrbio psicológico e carateriza-se pela recusa da criança em falar em algumas situações ou com algumas pessoas, no entanto, apresenta estas mesmas capacidades em outras situações diferentes. Estas criança demostram capacidades em conversar com os elementos da família mais chegados, com outras crianças e até com os animais de estimação. Este conceito está associado, principalmente, a crianças mais tímidas, mais ansiosas ou introvertidas.

 

Para além destas características, as crianças podem apresentar as seguintes dificuldades:

  • Dificuldade em manter contato visual;
  • Não costumam sorrir em público ou permanecem com expressões vazias;
  • Movimentam-se de forma rígida;
  • Não são capazes de lidar com situações nas quais deveriam falar normalmente, como saudações, despedida ou agradecimentos;
  • Tendem a ter uma preocupação mais exagerada com as coisas quando em comparação com o população em geral;
  • Costumam ser mais sensíveis ao ruído e a locais com muitas pessoas;
  • Apresentam dificuldade em falar sobre si ou em expressar sentimentos.

(In: https://www.infoescola.com)

Este Mutismo Seletivo pode ser tratado por psicólogos, através da terapia cognitivo-comportamental, ou por outros profissionais adequados. No entanto, para melhor recuperação as famílias devem estar alerta e não confundirem estes casos com simples situações de timidez.

Por tudo isto, vale a pena lembrar!!!

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JOGOS PEDAGÓGICOS: O jarro da gratidão

Alguns jogos que podem ser divertidos e educativos em simultâneo, podem educar para as emoções, podem melhorar o desenvolvimento físico, podem exercitar capacidades intelectuais. Por estas razões, hoje traga-vos uma proposta de uma atividade pedagógica que pode ser realizada em famílias e/ou por educadores/as.

O Jarro da Gratidão pode ser realizado em qualquer idade e tem como objetivo lembrar aos participantes que o simples gesto de agradecer o dom da vida e os gestos agradáveis que recebemos dos outros torna-nos mais conscientes, mais capazes e respeitadores. Para além disso lembra que nós somos responsáveis pelas escolhas e decisões próprias e que devemos analisar tudo isto.

Deve ser explicado aos participantes a beleza do gesto de agradecer, a importância da humildade e de reconhecer o que nos deixou feliz!

Como fazer:

  • Selecione um jarro à escolha e decorem-no a gosto;
  • Tenham post’its ou folhinhas de cores variadas;
  • Cada elemento diariamente/semanalmente, escreverá sobre o que quer agradecer, pode ser um momento, uma situação, uma pessoa…..
  • Ao colocarem a folhinha no jarro criem uma frase para dizer de forma individual, por exemplo, Hoje quero agradecer!

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Outubro:

O mês do comportamento: dentro e fora da escola!

Neste mês já as rotinas se interiorizaram e já tudo está normalizado. No entanto, deve ter especial atenção aos comportamentos dos estudantes, principalmente, de idades mais novas. Podem surgir as fobias escolares, ou as situações de bullying…. Pode denotar-se desmotivação no estudo ou alguma incapacidade de desenvolver métodos de estudo.

Para alguns estudantes é necessário ensinar responsabilidades na realização dos TPC’s, na calendarização das fichas de avaliação e na organização do estudo… em tudo isto é imprescindível uma adaptação às características de cada estudante.

Este é também o mês em que surgem as primeiras avaliações, tanto em fichas como em trabalhos… portanto, o estudo tem de começar a bom ritmo!

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