Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

03
Jan 19

Todos os encarregados de educação e todos os estudantes ouvem falar sobre o conceito de Rendimento Escolar muitas vezes e por razões, até, diferentes. Mas, quando nos referimos a rendimento escolar ou académico, estaremos todos conscientes do seu significado e definição? Claro está que, falar sobre este conceito implica reflexão, análise e discussão.

Nas escolas portuguesas o rendimento escolar espelha-se pelas avaliações dadas no final de cada período letivo, definem o aluno, implicam a passagem ou retenção de ano e limitam a entrada nas faculdades…

O Rendimento Escolar prende-se com a obtenção de resultados positivos na avaliação escolar de cada estudante, ao longo de um ano letivo. Assim, este conceito aponta para uma medida de análise sobre as capacidades do estudante, em adquirir e aprender os conteúdos escolares lecionados, medindo capacidades, competências, aptidões e estímulos educativos.

 

«São vários os fatores que incidem sobre o rendimento escolar. Desde a dificuldade própria de algumas disciplinas (ou cadeiras) até à grande quantidade de exames que podem coincidir nas mesmas datas, passando pela ampla extensão de certos programas educativos, são muitos os motivos que podem levar um aluno a apresentar um fraco rendimento escolar/académico». (In: http://conceito.de/rendimento-escolar: 2016).

 

São, por isso, múltiplos os fatores que podem desencadear alterações no rendimento escolar de crianças, jovens ou adultos e tornar difícil o apoio ao estudante!

Por estas variadas razões, os especialistas assumem que, para se manter um bom rendimento escolar, o estudante deve manter hábitos de estudo contínuos e uma elevada motivação na procura de novo conhecimento, mantendo o foco nos objetivos predefinidos.

 

E porque é bom refletir em conjunto, aqui fica o convite para escreverem o que entendem e como entendem este tema!!!???

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 15:09

27
Dez 18

Viver é aprender, seja nos bancos da escola ou nos caminhos da vida, por essa razão o provérbio “Burro velho não aprende línguas” está completamente ultrapassado! Nunca devemos virar as costas ao saber, nem inibir a vontade de conhecer que todos temos.

Por isso devemos lembrar a importância do conceito: Aprender ao Longo da Vida… Assumir que a educação não se pauta apenas pelos primeiros anos de vida, e que a educação ao longo da vida é uma realidade, não apenas confinada à educação formal, mas também presente na educação não-formal e informal, sublinha-se a ideia de que todos os contextos da vida adulta, pessoal, social e profissional contribuem para desenvolvimento integral do ser humano. O proporcionar e refletir sobre momentos de educação e formação de adultos torna-se, por esta razão, cada vez mais, uma motivação para os entendidos na área da educação.

Na sociedade atual podemos assistir a mudanças aceleradas em vários sectores, principalmente ao nível das tecnologias, colocando os indivíduos perante uma grande diversidade de novos problemas e de novas complexidades que exigem, a jovens e adultos, novas competências e novos saberes para uma adaptação constante ao mundo, estas exigências e tantas outras, que a sociedade nos empele devem ser olhadas como desafiantes e motivadoras, das quais conseguiremos retirar-lhes o melhor partido, uma vez que cultivamos o nosso espírito crítico e uma análise reflexiva permanente.

Imagem relacionada(Imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:40

05
Dez 18

Quantos jovens ou adultos gostariam de realizar um sonho de escrever o seu próprio livro. Para além do especial jeito para a escrita, de um conhecimento sobre gramática e uma grande  imaginação, é necessário saber também que um livro, normalmente, contém:

 

  • Dedicatória: o autor dedica a sua obra a outra(s) pessoa(s), por razões afetivas ou intelectuais;
  • Prefácio: apresentação do livro onde inclui esclarecimentos prévios sobre a obra. Pode ser feito pelo próprio autor (prefácio autorial) ou por outra pessoa (prefácio alógrafo).
  • Posfácio: Palavra de esclarecimento ou de justificação colocadas no final da obra;
  • Epígrafe: citação breve, geralmente de outro autor, colocada antes do texto da obra ou à cabeça de partes ou de capítulos;
  • Notas: observações ao texto, da responsabilidade do autor, do tradutor, ou do editor; aparecem na margem inferior ou no rodapé, no fim da página, do capítulo ou da obra;
  • Índices: listas ordenadas de termos referentes ao livro, colocadas no início ou no fim da obra. Podem ser: alfabéticos; remissivos (ideográficos ou onomásticos); de gravuras; de extratextos; ou de locais referenciados;
  • Errata: índice que surge apenas quando a obra contém erros ou gralhas não detetadas antes da impressão. Aparece numa folha avulsa.

 

Agora… já se sente mais preparado para escrever o livro da sua vida? Ou mesmo pequenos textos repletos de ti?

Boa escrita!

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(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 10:52

29
Nov 18

Quantas vezes os estudantes assumem não participarem nas aulas porque têm vergonha de responder erradamente, de serem criticados pelos colegas, ou de demonstrarem conhecimento.

Mas, sabemos também que, uma das formas de avaliação escolar é a participação e a tenção na sala de aula, portanto, alguns estudantes sentem-se traídos pela sua própria timidez escolar, que os pode prejudicar no momento em que os professores ponderam resultados e avaliações.

Assim sendo, muitas vezes os educadores questionam se será possível alterar este estado psicológico. Eu considero que sim, porque as crianças vão mudando muito com a idade e porque já assisti à superação desta timidez.

Penso que a maior força que desencadeia a mudança é a vontade do estudante de querer superar e as tentativas diárias para que aconteça… perdendo assim receios e anseios.

Para ajudar a tal mudança, deixo algumas propostas:

 

  • Nunca as cataloguem como estudantes tímidos, isso pode ficar como rótulo ou acomodação;
  • Brincar e conviver mais com estudantes da mesma idade;
  • Incentivar à conversa de circunstância com pessoas menos próximas;
  • Converse com o estudante incentivando sempre a pequenas atitudes de mudança;
  • Frequentar outros ambientes sociais que propiciem o contato direto com várias pessoas.

Por fim, não se esqueça que a timidez não é doença nem se mantém ao longo de toda a vida, contudo se sentir que esse estado prejudica bastante a vida do estudante procure a ajuda de um profissional.

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(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 09:28

09
Nov 18

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publicado por Maribel Maia às 10:18

25
Out 18

Cuidar de seres vivos traz a qualquer criança um sentido maior de responsabilidade, pois o cuidado tem de ser constante, e as falhas ou esqucimentos podem colocar a vida desse ser vivo em risco. Contudo, nem todas as crianças têm o privilégio de viver em casas com jardim, com quintal e nem sempre podem ter, em casa, uma animal de estimação.

Para hoje o meu desafio passa pelo cultivo de plantas, que podem ser alimentos, de forma a que as crianças experienciem todo o processo de cultivo e no final possam também valorizar o ‘fruto do seu trabalho’ saboreando aquilo que cultivaram.

Certo é que, nem todas as famílias têm grande espaço para cultivo, no entanto, até mesmo na varanda se pode ter alguns vazos para plantar ou semear uns legumes ou umas ervas aromáticas e todo este processo deve ser realizado com a ajuda das crianças lá de casa, em momentos de lazer, com explicação e experimentação divertida.

Para auxiliar todo este processo procure nos hortos, ou até mesmo nas pessoas mais velhas que tenham pequenas hortas, pois em muito poderão apoiar nesta aventura.

 

Deixo algumas propostas de fácil cultivo:

- Legumes:  cenoura;  alface;  feijão;

- Fruta: tomate, pimento, morango;

- Ervas aromáticas: salsa, coentros, alecrim, mangerico…

 

Este pode ser também um caminho para o insentivo à comida saudável e à aquisição do gosto pelos legumes.

 

Imagem relacionada

 

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:42

10
Out 18

Se por aqui escrevo sobre os benefícios de dormir bem, para crianças e adultos, também devo lembrar o quanto é importante para um estudante ter sempre uma boa noite de sono, dormindo as horas apropriadas à sua idade, isto porque o cérebro e a memória obtêm assim o descanso merecido para desenvolverem as suas funções correta e rapidamente.

Então vejamos:

  • durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelas conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizagem;
  • durante a noite, o cérebro faz uma distinção entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixa assim, as lições que aprendemos ao longo do dia.
  • Dormir as horas corretas previne as depressões e aumenta a qualidade de vida;
  • Dormir bem melhora a capacidade de concentração nas mais variadas tarefas diárias.

 

Não se esqueça que as crianças agem de acordo com os exemplos próximos, portanto cuide do seu sono e do sono delas!

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 (imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:43

01
Out 18

Diálogo entre mim e um/ estudante de 2º ciclo:

«Eu: _ Os jogos e os telemóveis têm muita importância??!!!

Estudante: _ Para nós adolescentes, ou melhor, pré-adolescentes têm…» 

 

E se educar uma criança, dizem os pais que é difícil, então quando eles passam pela fase da adolescência tudo se torna uma completa aventura. É nestas idades que os estudantes procuram ter uma identidade própria, para isso questionando tudo e todos em confrontos duros e pouco fáceis de controlar. 

Muitos chamam de idade do armário: «em que os pais assistem impotentes às transformações físicas e comportamentais dos seus filhos, que mais lhes parecem seres extraterrestres vindos de um planeta distante. A sua única vontade: enfiá-los num armário e só os deixar sair quando esta estranha fase tiver passado. Na verdade, a puberdade é uma etapa difícil para os pais que muitas vezes não sabem como lidar com as transformações que estão a ocorrer à sua frente, dentro de sua casa. É fácil surgirem dificuldades de comunicação entre pais e filhos, que originam conflitos e afastamento… » (Vilar e Abreu, A Idade do Armário: 2011).

Embora todos tenham consciência do que está a acontecer, a aprendizagem não ocorre apenas nos adolescentes, ocorre também nos adultos que acabam por desenvolver novas capacidades e competências para lidar com o dia a dia tumultuoso desta fase.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a adolescência define sendo o período da vida que começa aos 10 anos e termina aos 19 anos completos. Para a OMS, a adolescência é dividida em três fases:

  • Pré-adolescência – dos 10 aos 14 anos,
  • Adolescência – dos 15 aos 19 anos completos
  • Juventude – dos 15 aos 24 anos.

 

Este Post e o próximo, procuram sensibilizar para a Educação nesta fase da vida socialmente tão complexa mas, para além disso, o objetivo é que todos os leitores com mais, ou menos, experiência partilhem as suas opiniões ajudando e orientando quem assim o desejar…. 

 

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publicado por Maribel Maia às 10:24

28
Set 18

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publicado por Maribel Maia às 10:51

26
Set 18

Chegamos ao final deste mês de setembro e as famílias já têm, praticamente, a agenda repleta de anotações e lembretes sobre a escola e algumas sobre as atividades extraescolares. Hoje lembro que, não é apenas a vocês que a agenda auxilia, o(s) vosso(s) estudante(s) também devem ter uma agenda escolar.

Se ainda não compraram a agenda escolar para o estudante, ainda vão a tempo dessa aquisição. As agendas escolares organizam-se de acordo com o ano letivo e por isso têm o seu início em setembro, portanto encontram-se disponíveis, por estas alturas, com os mais variados formatos.

A agenda do estudante deve ser organizada e atualizada pelo próprio, pode calendarizar avaliações, trabalhos… pode organizar horas de estudo e pode conter informações e datas mais pessoais. Esta é uma rotina que, para algumas crianças, pode começar já no 1ºciclo, mas imperativo no 3º ciclo.

Cabe ao encarregado de educação/família, apoiar e incentivar a esta responsabilização por toda a organização de estudo!

 

Este ano letivo tive a oportunidade de fazer uma análise à agenda da Porto Editora – Este é o Teu Ano… Claro que tenho sempre uma apreciação crítica… partilho convosco:

Esta Agenda apresenta-se de forma atraente, principalmente, para os estudantes de  1º, 2º e 3º ciclos… é mais do que uma agenda porque contempla outras anotações e propostas, que a torna diferente. 

No final tem um pequeno resumo das matérias escolares o que poderá ser de boa ajuda. Na minha opinião, estes resumos deveriam estar mais definidos de acordo com o ciclo estudado… no meu ideal poderia ser uma agenda para cada ciclo de estudo, mais adaptada às idades e às matérias escolares!

 

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Boas anotações!!! 

 

 

publicado por Maribel Maia às 10:35

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