Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

11
Mar 19

Quando as crianças e jovens se veem confrontados com a necessidade de participar em grupo, ou em sala de aula, surge também a necessidade de um à vontade, com a utilização do discurso e a necessidade de apresentar elevada capacidade de expressão oral, só assim, estes estudantes serão bem sucedidos no momento de apresentarem as suas próprias ideias e opiniões.

Para desenvolver estas competências aqui ficam algumas estratégias a serem desencadeadas, seja individualmente ou em grupo:

 

Individualmente:

  • Relato dos acontecimentos em sala de aula;
  • Síntese de uma atividade realizada;
  • Relato de um acontecimento quotidiano ou especial;
  • Exposição oral da matéria dada;
  • Reconto de livros ou filmes;
  • Síntese de experiências;

 

Grupo:

  • Criação de debates;
  • Exposição de ideias em grupo;
  • Realização de entrevistas;
  • Construção de alguns ‘Brainstorming’ (chuva de ideias);
  • Representação de teatros/musicais/danças;

Estas estratégias realizadas dentro ou fora da sala de aula facultam novas capacidades de expressão oral, diminuindo os níveis de ansiedade e stress, quando o estudante é confrontado com a necessidade de se exprimir perante uma plateia ou audiência maior do que o habitual.

Resultado de imagem para teatro infantil

(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 11:00

08
Mar 19

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publicado por Maribel Maia às 12:05

04
Mar 19

Numa das minhas contínuas pesquisas para refletir e escrever neste Blog, encontrei estes dez ‘Direitos essenciais do Leitor’, apresentados na Obra de Daniel Pennac: Como um romance.

  1. Direito de não ler
  2. Direito de saltar páginas
  3. Direito de reler
  4. Direito a não acabar um livro
  5. Direito de ler seja o que for
  6. Direito à emoção (doença textualmente transmissível)
  7. Direito a ler onde quer que seja
  8. Direito a ler apenas algumas passagens dos livros
  9. Direito a ler em voz alta
  10. Direito a ficar em silêncio após a leitura

 

 

Estes ‘Direitos’ devem ser apresentados e refletidos com os jovens leitores, de forma a motivá-los para uma leitura recreativa, de prazer e gosto. Só assim se estimulam novos leitores assíduos!

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publicado por Maribel Maia às 11:00

18
Fev 19

Ao longo do crescimento, desde bebé até jovem, vamos aprendendo novas capacidades motoras, vamos melhorando a coordenação, o equilíbrio, a forma de manuseamento de objetos, etc. Estas capacidades são parte integrante de um desenvolvimento saudável e não devem ser esquecidas ou descuradas pelos educadores.

Para melhor introduzir este tema, aqui ficam umas globais características do desenvolvimento físico, de acordo do as faixas etárias:

 

Dos 0 aos 6 meses

  • Processo de fortalecimento gradual dos músculos e do sistema nervoso,
  • Controle completo da cabeça por volta dos 4 meses,
  • Pelos 4 meses o controle das mãos é mais fino, sendo capaz de segurar num brinquedo, 

 

Dos 6 aos 12 meses

  • Capaz de se sentar direito sem apoio e de fazer as primeiras tentativas de se pôr de pé,
  • A partir dos 8 meses, consegue arrastar-se ou gatinhar,
    • A partir dos 9 meses poderá começar a dar os primeiros passos,

 

Do 1 aos 2 anos

  • Começa a andar, sobe e desce escadas, sobe os móveis, mas com o equilíbrio bastante instável,
  • Melhoria da motricidade fina devido à prática - capacidade de manipular um objeto,

 

Dos 2 aos 3 anos

  • Capaz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar,
    • É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha; 

 

Dos 3 aos 4 anos

  • Grande atividade motora: corre, salta, começa a subir escadas, pode começar a andar de triciclo;
  • É capaz de comer sozinho, 

 

Dos 4 aos 5 anos

  • Grande atividade motora, com maior controle dos movimentos; 
    • Consegue escovar os dentes, pentear-se e vestir-se com pouca ajuda; 

 

Dos 5 aos 6 anos

  • A preferência manual está estabelecida; 
    • É capaz de se vestir e despir sozinho; 
    • Assegura sua higiene com autonomia;

 

Nos próximos artigos iremos continuar a refletir sobre este tema: a motricidade.

moticidade global.jpg

(imegem retirada da net)

 

publicado por Maribel Maia às 10:40

13
Fev 19

Alguns pais conhecem já o conceito de Autismo, no entanto, quando de fala sobre Síndrome de Asperger, nem todas as pessoas conseguem perceber as especificidades desta perturbação.

Assim, de forma ligeira explicarei em que consiste o Asperger, para poder retirar algumas dúvidas iniciais, sendo que, um profissional qualificado poderá realizar uma explicação mais pormenorizada e centrada em cada caso específico.

O Síndrome de Asperger é identificado como uma perturbação neurocomportamental que poderá ter um conjunto de fatores neurobiológicos que afetam o desenvolvimento cerebral. Este Síndrome presenta-se com algumas proximidades ao Autismo, no sentido em que influencia as interações sociais, o nível comunicacional e também o comportamento.

 

Os primeiro sinais de alerta poderão surgir, de forma mais clara, a partir dos 3 anos e podem ser reconhecidos em algumas situações, tais como: «dificuldades em estabelecer contacto ocular; interpretação literal da linguagem; sentido de humor apurado; dificuldades em entender e expressar emoções; falta de coordenação motora; ilhas de talento em áreas de interesse específico, entre outros.» (in: Prevenir:2016). Mais características deste Síndrome na imagem, em anexo.

O diagnóstico precoce será uma mais valia para um futuro tratamento e baseia-se na avaliação de um conjunto de critérios comportamentais definidos pelos profissionais especializados.

asperger sintomas.jpg

 

 

Para quem desejar saber mais sobre este assunto poderá visitar a página: www.apsa.org.pt/

publicado por Maribel Maia às 11:51

11
Fev 19

E passa-se um mês após o período letivo e os estudantes começam a olhar para o calendário a contabilizar os dias que têm testes… ou os dias em que não têm testes, já que estes apresentam-se todos quase em simultâneo.

Depois são dias e noites de estudo em contagem decrescente, para mais umas semanas sem avaliações.

Na minha opinião, parece-me pouco produtivo quando existem mais de dois testes por semana. Compreendo que os professores têm as suas limitações nesta área, passando-se a exigência totalmente para o aluno que deve trabalhar arduamente em algumas semanas.

Para minimizar esses stresses, lembro que é muito importante organizar o estudo antecipadamente, utilizando uma agenda constantemente atualizada.

Para além disso, os resumos da matéria devem ser realizados ao longo das semanas de estudo, porque não se estuda apenas um a dois dias antes do teste!

Por aí, opiniões sobre este tema?

HPIM2135.JPG

 

publicado por Maribel Maia às 12:06

04
Fev 19

«Em dois anos, o Governo pretende que os atuais 240 centros de formação para adultos passem a ser 300 e com o nome “Centro Qualifica”. O aumento da oferta, um projeto conjunto dos ministérios da Educação e do Trabalho e Solidariedade Social, pretende aumentar a escolaridade dos adultos, fazendo com que metade da população ativa consiga concluir o Ensino Secundário, avança a agência Lusa.

"Portugal tem uma das populações ativas com menos qualificações”, referiu o secretário de Estado da Educação, João Costa, sublinhando que existem três milhões de adultos que não concluíram o Ensino Secundário: “Não são apenas adultos em idade avançada, também existem muitos jovens adultos que, há 15 anos, deixaram a escola.”

O Governo vai lançar um concurso para abrir mais 30 Centros Qualifica até ao final deste ano e outros 32 centros em 2017.» (In: A página agosto de 2016).

 

Sem querer me direcionar para cores ou ideias partidárias… tudo que seja um apoio a quem pretende continuar a estudar e a desenvolver os seus conhecimentos é do meu inteiro agrado! Fico, portanto, no desejo que seja uma mais valia, concreta, para os adultos do nosso país e que se continue a investir na Educação de Adultos!

No entanto, parece-me que, a maioria da formação desejada/procurada por adultos implica empresas de formação privada, com outras e mais variadas ofertas??!!!

Que experiência relatam??? 

Imagem relacionada(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:42

03
Jan 19

Todos os encarregados de educação e todos os estudantes ouvem falar sobre o conceito de Rendimento Escolar muitas vezes e por razões, até, diferentes. Mas, quando nos referimos a rendimento escolar ou académico, estaremos todos conscientes do seu significado e definição? Claro está que, falar sobre este conceito implica reflexão, análise e discussão.

Nas escolas portuguesas o rendimento escolar espelha-se pelas avaliações dadas no final de cada período letivo, definem o aluno, implicam a passagem ou retenção de ano e limitam a entrada nas faculdades…

O Rendimento Escolar prende-se com a obtenção de resultados positivos na avaliação escolar de cada estudante, ao longo de um ano letivo. Assim, este conceito aponta para uma medida de análise sobre as capacidades do estudante, em adquirir e aprender os conteúdos escolares lecionados, medindo capacidades, competências, aptidões e estímulos educativos.

 

«São vários os fatores que incidem sobre o rendimento escolar. Desde a dificuldade própria de algumas disciplinas (ou cadeiras) até à grande quantidade de exames que podem coincidir nas mesmas datas, passando pela ampla extensão de certos programas educativos, são muitos os motivos que podem levar um aluno a apresentar um fraco rendimento escolar/académico». (In: http://conceito.de/rendimento-escolar: 2016).

 

São, por isso, múltiplos os fatores que podem desencadear alterações no rendimento escolar de crianças, jovens ou adultos e tornar difícil o apoio ao estudante!

Por estas variadas razões, os especialistas assumem que, para se manter um bom rendimento escolar, o estudante deve manter hábitos de estudo contínuos e uma elevada motivação na procura de novo conhecimento, mantendo o foco nos objetivos predefinidos.

 

E porque é bom refletir em conjunto, aqui fica o convite para escreverem o que entendem e como entendem este tema!!!???

Imagem relacionada

(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 15:09

27
Dez 18

Viver é aprender, seja nos bancos da escola ou nos caminhos da vida, por essa razão o provérbio “Burro velho não aprende línguas” está completamente ultrapassado! Nunca devemos virar as costas ao saber, nem inibir a vontade de conhecer que todos temos.

Por isso devemos lembrar a importância do conceito: Aprender ao Longo da Vida… Assumir que a educação não se pauta apenas pelos primeiros anos de vida, e que a educação ao longo da vida é uma realidade, não apenas confinada à educação formal, mas também presente na educação não-formal e informal, sublinha-se a ideia de que todos os contextos da vida adulta, pessoal, social e profissional contribuem para desenvolvimento integral do ser humano. O proporcionar e refletir sobre momentos de educação e formação de adultos torna-se, por esta razão, cada vez mais, uma motivação para os entendidos na área da educação.

Na sociedade atual podemos assistir a mudanças aceleradas em vários sectores, principalmente ao nível das tecnologias, colocando os indivíduos perante uma grande diversidade de novos problemas e de novas complexidades que exigem, a jovens e adultos, novas competências e novos saberes para uma adaptação constante ao mundo, estas exigências e tantas outras, que a sociedade nos empele devem ser olhadas como desafiantes e motivadoras, das quais conseguiremos retirar-lhes o melhor partido, uma vez que cultivamos o nosso espírito crítico e uma análise reflexiva permanente.

Imagem relacionada(Imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 10:40

05
Dez 18

Quantos jovens ou adultos gostariam de realizar um sonho de escrever o seu próprio livro. Para além do especial jeito para a escrita, de um conhecimento sobre gramática e uma grande  imaginação, é necessário saber também que um livro, normalmente, contém:

 

  • Dedicatória: o autor dedica a sua obra a outra(s) pessoa(s), por razões afetivas ou intelectuais;
  • Prefácio: apresentação do livro onde inclui esclarecimentos prévios sobre a obra. Pode ser feito pelo próprio autor (prefácio autorial) ou por outra pessoa (prefácio alógrafo).
  • Posfácio: Palavra de esclarecimento ou de justificação colocadas no final da obra;
  • Epígrafe: citação breve, geralmente de outro autor, colocada antes do texto da obra ou à cabeça de partes ou de capítulos;
  • Notas: observações ao texto, da responsabilidade do autor, do tradutor, ou do editor; aparecem na margem inferior ou no rodapé, no fim da página, do capítulo ou da obra;
  • Índices: listas ordenadas de termos referentes ao livro, colocadas no início ou no fim da obra. Podem ser: alfabéticos; remissivos (ideográficos ou onomásticos); de gravuras; de extratextos; ou de locais referenciados;
  • Errata: índice que surge apenas quando a obra contém erros ou gralhas não detetadas antes da impressão. Aparece numa folha avulsa.

 

Agora… já se sente mais preparado para escrever o livro da sua vida? Ou mesmo pequenos textos repletos de ti?

Boa escrita!

book.jpg

(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 10:52

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