Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

20
Ago 18

Abriu este ano as suas portas cá em Portugal, no entanto, eu ainda não tive a oportunidade de o ir visitar, mas confesso que estou com grande curiosidade:

«O Dino Parque é  o maior museu ao ar livre de Portugal, inserido numa área de 10 hectares, incluindo 4 percursos correspondentes a algumas das mais importantes épocas da história da terra: O fim do PaleozóicoO TriásicoO Jurássico e O Cretácico.

Ao longo desses percursos os visitantes podem observar mais de 120 modelos de dinossauros e outros animais à escala real. O Parque foi especialmente concebido para ser uma experiência “Edutainment” (Educação + Entretenimento), aliando a parte de conhecimento da evolução da Terra e também a parte de diversão para toda a família.» (In: www.dinoparque.pt)

 

Fica a proposta para este verão ou para um fim de semana! Algumas crianças e jovens têm um grande fascínio pelos dinossauros e aqui poderão deliciar-se com este Parque. Para além disso, faz parte da aprendizagem curricular, no 3º ciclo, esta área de conhecimento e esta será uma forma divertida de adquirir saberes escolares…

Boa visita!!!!

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publicado por Maribel Maia às 10:58

01
Ago 18

Já lhe começa a parecer uma boa ideia, esta de adotar um animal de estimação, contudo está a questionar se será a idade certa para que o seu filho(a) tenha um… posso referir que, a maioria dos especialistas apontam para que, a partir dos 3 ou 4 anos, a criança já tenha capacidade para conviver com animais como um cão, gato ou roedor, contudo isto depende muito do animal que pretende escolher, se optar por um pássaro, por exemplo, este já não apresenta limite mínimo de idade.

O importante será permitir que a criança conviva com o animal e, acima de tudo, apoie nos cuidados a ter, seja com mimos, alimentação e/ou cuidados de higiene, até mesmo levar ao veterinário… incentivando-se para os cuidados a ter com horários e rotinas…

Entre os 12 e os 14 anos os estudantes já têm a capacidade de cuidar quase autonomamente do seu animal de estimação, sendo que os adultos apenas devem supervisionar essas tarefas.

Com bom senso e reflexão a sua família ficará mais feliz ao partilhar o lar com um agradecido ‘bichinho’… e nunca se esqueça, terá de ser ‘Para Toda a Vida!’

 

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publicado por Maribel Maia às 10:51

30
Jul 18

Já aqui referi os benefícios que os animais de estimação podem proporcionar às famílias e em especial às crianças. Contudo, quando pensamos nestes animais, pensamos em muito de bom que eles nos oferecem, mas também na grande atenção de que necessitam e nas condições indispensáveis ao seu conforto… tais situações condicionam muito a escolha de quem opta pela adoção de um destes animais. 

Hoje em dia, basta entrarmos numa Loja de Animais para percebermos as variadas opções de bichinhos prontos a levar para casa, assim como, todos os materiais e comida de que ele irá necessitar.

Apresento aqui, algumas das opções de aquisição:

  • Cão: pode optar por comprar, ou adotar num canil… escolha de acordo com as caraterísticas da raça, tendo em conta o caracter do animal e o tamanho deste relativamente ao espaço aí em casa. O cão precisa de alguma liberdade no jardim mais próximo ou de pequenos passeios diários.
  • Gato: para além do gatil, algumas lojas de animais também oferecem o animal… por norma são brincalhões, independentes e asseados.
  • Peixe: vendem-se a preços ‘simpáticos’, precisam de comida um vez por dia e, de quando em vez, mudança de água… trazem um ambiente tranquilo à casa.
  • Hámster: por norma é um animal simpático e fofinho, mais ativo durante a noite, basta alimentar, limpar o seu espaço.
  • Pássaro(s): desde os mais exóticos e maiores aos mais banais e pequenos, basta escolher de acordo com o seu cantar, coloração e valor financeiro… alguns com mais necessidades de cuidados que outros, basta questionar no momento da aquisição.
  • Iguana: animal que apaixona os miúdos mais radicais pela sua estranheza, ela é sensível à temperatura e bastante calma.
  • Coelho: Animal dócil e mais calmo do que um cão ou gato, necessita de cuidados aproximados a estes. 
  • Tartaruga: existem variadas espécies, contudo as mais vendidas nas lojas são as ‘tartarugas de orelha vermelha’ bem pequeninas e sossegadas, como andam em terra e em água necessitam de um pequeno aquário específico.  

 

Estas são apenas algumas propostas sugeridas, com base nas conversas que tive com estudantes sobre os animais que eles têm e de que cuidam responsavelmente. Deixem cá também as vossas experiências sobre este tema.  

 

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publicado por Maribel Maia às 10:42

14
Jun 18

Segundo Piaget, as crianças apresentam um desenvolvimento cognitivo contínuo, de acordo com cada idade. Assim sendo, de segundo o autor, podemos perceber melhor atitudes e comportamentos de cada criança, de acordo com a etapa do desenvolvimento em que se encontra.

Ao delimitar etapas de crescimento e desenvolvimento por fases, poderá ajudar-se os educadores a apoiarem o desenvolvimento de cada criança de forma mais individualizada, podendo adaptar estratégias que melhorem as capacidades apresentadas em cada fase.

Mas, é necessário lembrar que, existem algumas nuances no que concerne às etapas pré-estabelecidas, até porque nem todos os autores concordam plenamente com Piaget e nem todas as crianças se desenvolvem de forma tão linear. No entanto, deixo-vos aqui a tabela das etapas para analisarem, poderá ser algum apoio em determinado momento, seja em delinear tarefas e atividades, sensibilizar para situações, alertas para possíveis problemas de desenvolvimento.…

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 09:27

11
Jun 18

Hoje em dia muito se conversa e reflete sobre ter acesso a boas escolas e bons professores, assumindo-se isso como pilar para uma boa educação formal. Todos nós, através das nossas experiências práticas enquanto estudantes que somos ou fomos, identificamos aspetos que muito apoiaram a nossa aprendizagens e nomeamos situações que deveriam ser melhoradas e ajustadas.

Este meu Post, hoje, chega como um desafio a cada leitor, gostaria que me respondessem à pergunta: o que consideram ser um bom professor/a?

Todos nós temos a recordação do(s) professor(es) que mais marcou o nosso percurso escolar, que nos fez apaixonar por uma disciplina, que nos orientou no momento mais importante, que nos olhou, carinhosamente, como pessoa, que nos motivou e nos incentivou….

Ler as vossas opiniões refletidas, será, para mim, refletir e aprender… reconhecer e melhorar a minha prática, portanto, desde já  meu obrigada pela partilha!

 

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publicado por Maribel Maia às 12:48

12
Abr 18

É, principalmente, nos primeiros anos de escola que as crianças se confrontam com vários sentimentos de frustração, tristeza, injustiça e muitas outras emoções negativas, as quais ela deve aprender a gerir e a lidar, de forma positiva e emocionalmente inteligente. Para tal é necessário que lhes sejam ensinadas estratégias que auxiliem esta aprendizagem.

Aqui ficam algumas sugestões que qualquer educador pode realizar com o(s) seu(s) educandos:

  • Explicar que as mudanças na vida são situações extremamente naturais e que podem ser muito boas;
  • Elaborar diálogos com perspetivas positivas sobre a vida onde a felicidade é presença inquestionável;
  • Nunca se esqueça que será sempre O exemplo, portanto mantenha sempre a alegria e o pensamento positivo;
  • Crie uma rede familiar e de amigos que proporcionam momentos de pleno conforto, apoio e confiança;
  • Quebre as rotinas com momentos de brincadeira, alegria e muitos sorrisos, desvalorizando algumas situações mais negativas;
  • Explique-lhe que os erros a os momentos menos bons ensinam-nos muitas coisas boas;
  • Implique-os na ajuda aos outros, para que eles percebam que mais tarde poderá ser o contrário;
  • Incuta objetivos e desafios valorizando, sempre, os bons resultados e sucessos conseguidos.

Por fim, nunca se esqueça que o desenvolvimento emocional é tão importante para a vida de crianças e adultos como a inteligência da razão…. A felicidade precisa de ambos os complementos! 

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publicado por Maribel Maia às 10:44

09
Abr 18

Diálogo entre mim e um/a estudante de 1º ciclo:

«Estudante: _Porque é que ele está a chorar?

Eu: _ Porque é muito pequenino…

Estudante: Que idade é que ele tem?

Eu: _ Tem 5 anos.

Estudante: Ah… eu sei como é… eu já tive essa idade!»

 

Hoje trago para reflexão um conceito que pode enquadrar-se nem vasto mundo educativo – a resiliência. O termo surge na física e define como resiliente um material que tem a capacidade de resistir a impactos ou pressões sem alterar as suas características iniciais. Recentemente o conceito foi agarrado pelas ciências sociais e humanas, para caracterizar um ser humano que, após ter vivido momentos de stress ou pressão, consiga superar estas adversidades e aprender com estes momentos de vida.

Ao olharmos para a Resiliência como um conceito humano, podemos constatar que este pode surgir em qualquer momento da vida, seja na vida adulto como na infância, daí a importância da educação, ou seja, do ensinar/aprender a ser capaz de ultrapassar dificuldades e momentos difíceis mantendo sempre um pensamento positivo e um desejo de um futuro feliz. 

Este ensino/aprendizagem deve iniciar-se com crianças que, bem cedo, começam a confrontar-se com os mais variados desafios que a vida promove…

No próximo Post leia algumas sugestões para incentivar as crianças a serem Resilientes e a enfrentarem, de forma positiva, as variadas dificuldades da vida.

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publicado por Maribel Maia às 10:56

06
Abr 18

Cada vez mais, os adultos são confrontados com a necessidade de seguirem o caminho da formação contínua, seja por desejo de saber mais, seja também, pelas exigências profissionais. Por esta razão, jovens e adultos frequentam de quando em vez, uma pequena formação, de algumas horas por dia, em determinada área específica.

Para estudar para uma formação, assim, bastante limitada no tempo e nos conteúdos, aqui ficam algumas sugestões, que poderão orientar para o estudo.

  • No final do dia da formação ou logo no dia seguinte, guarde uma hora para rever o que aprendeu, tentando memorizar e resumindo a informação mais relevante. Repita o procedimento em todos os dias da formação;
  • Em momento de formação, coloque sempre as dúvidas e esclareça reflexões, de forma a conseguir evoluir, no conhecimento, ao ritmo de ensino estipulado;
  • Em momento de formação, realize o máximo de apontamentos que conseguir, de forma a poder relembrar mais tarde;
  • Em casa, procure mais algumas informações sobre o tema, que lhe despertem mais interesse e curiosidade, utilize literatura e internet como fontes de pesquisa;
  • A grande maioria destas formações apresenta uma, ou mais, formas de avaliação. Se esta for um teste, alguns dias antes prepare-se, recorrendo aos resumos e apontamentos realizados de forma a memorizar e adquirir toda a informação.

Mesmo para aqueles que se sentem mais inseguros, porque já abandonaram os bancos de escola há vários anos, não se esqueçam que aprender é um processo contínuo, do qual todos somos capazes, em qualquer momento da vida….

Estudar exige apenas concentração, gosto e dedicação…

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publicado por Maribel Maia às 10:04

30
Nov 17

Quando refletimos sobre as infinitas características e possibilidades cerebrais, apercebemo-nos do quanto a aprendizagem se torna um método complexo e diferente de pessoa para pessoa.

Atualmente, uma nova disciplina chamada Neuroeducação, procura na neurociência apoio para fundamentar e adaptar novas formas de ensino/aprendizagem dentro e fora das salas de aula.

A neuroeducação tenta usar os novos conhecimentos sobre aprendizagem, memória, linguagem e outras áreas da neurociência cognitiva para produzir  as melhores estratégias de ensino e aprendizagem. Cada vez mais, reconhecer o que é necessário  para que os estudantes aprendem e memorizam as informações ensinadas é um grande desafio e motivação para os Educadores.

Para além disso, o cérebro não se desenvolve em cada ser humano, no mesmo momento de vida, logo, algumas crianças apresentam capacidades diferentes ao longo do seu percurso escolar, situação que toda a comunidade educativa também deve ter em linha de conta.

Assim sendo, todos nós apresentamos capacidades e competências diferentes, que devem ser desenvolvidas e estimuladas como sendo dons especiais, que nos tornam pessoas únicas e especiais.

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publicado por Maribel Maia às 14:11

27
Nov 17

A neurociência é algo que me desperta necessidade de continuar a aprender e a conhecer… pois, não nos podemos esquecer o quanto o cérebro é imprescindível no processo de aprendizagem.

O cérebro é capaz de processar as informações recebidas, analisá-las com base  nas experiências de uma vida inteira e avalia-las, apresentando respostas em apenas alguns segundos.

Para o autor Buzan as principais funções do cérebro são:

 

Receção: O cérebro recebe a informação através dos sentidos.

Armazenamento: O cérebro armazena a informação de forma a conseguir ter-lhe acesso, mais tarde.

Análise: O cérebro reconhece padrões e organiza informações de modo a que façam sentido através de interligações.

Saída: O cérebro acede às informações e transmite-as de diferentes formas: pensamento, escrita, oral, desenho, movimento, etc.

 

Para auxiliar todas estas funções, as conexões criadas entre as várias partes do cérebro facilitam o processo.

A existência dos dois hemisférios e as suas interligações são também peça chave na compreensão de como a capacidade cerebral funciona.

O hemisfério esquerdo é caracterizado por ter áreas responsáveis pelo raciocínio lógico, como a fala, a matemática, etc. Alguns autores intitulam-no de “cérebro académico”.

O hemisfério direito possui áreas responsáveis pelo gosto e pela emoção, como por exemplo capacidade musical, arte, dança, criatividade, etc. Alguns autores intitulam-no de “cérebro artístico”.

Assim sendo, quanto maior forem as ligações entre os dois hemisférios, maior capacidade existe em raciocinar rapidamente e mais facilmente acontece a memorização.

 

(continua no próximo Post...)

 

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publicado por Maribel Maia às 11:16

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