Com um olhar pluridimensional sobre a EDUCAÇÃO, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida... este é um convite para conversar sobre educação.

15
Mai 19

Quantas pessoas ouvimos, em conversa de café, que afirmam não se interessarem por política nem perceberem muito sobre o assunto. Contudo, em minha opinião, todos nós devemos estar conscientes e conhecer os conceitos Políticos atuais, nacionais e mundiais… é um direito e um dever, participar numa sociedade partilhada, que se rege por leis e normas assumidas em Assembleias ditas Democráticas. Neste sentido, todos nós devemos formar opiniões e construir ideologias Sociais e Políticas…

Apenas escrevo sobre este tema porque gostaria de ver os jovens, que aos 18 anos, já têm expressão política, através do voto (pelo menos) e que, nem sempre estão sensibilizados para refletir, analisar, observar, questionar, sobre assuntos políticos de forma interessada e consciente. Penso ser necessário que, para além dos jovens perceberem a História vivida ao longo da humanidade, haja conhecimento claro sobre a História atual, seja política, económica, social ou cultural num pleno sentimento de pertença e de individualidade de quem desta História faz parte… de quem, neste mundo, pode fazer diferente…

Portanto, se pouco é oferecido pelas escolas, neste sentido, cabe às famílias sensibilizarem e explicarem tais conceitos, oferecendo assim uma consciência política motivada e interessada, preparando o jovem para uma inclusão social plena…

 

Em casa pode:

  • Conversar sobre democracia, comunismo, ditaduras, extremismo e outros conceitos relacionados;
  • Explicar as diferenças políticas entre direita e esquerda;
  • Ler, com os jovens, os programas propostos pelos Partidos Políticos, sempre que surgem eleições;
  • Distinguir as diferentes formas de votações;
  • Apoiar nesta curiosidade pelo tema e realizarem pesquisas em conjunto;
  • Ler jornais ou analisar notícias, incutindo isto como prática diária;
  • Criar momentos de diálogo sobre notícias atuais do país e do mundo;
publicado por Maribel Maia às 11:24

15
Abr 19

Quando se fala sobre Trabalho Infantil, associamos mais rapidamente a um flagelo existente, principalmente, em países mais pobres, subdesenvolvidos, com muitas carências sociais e financeiras. Contudo, o trabalho infantil afeta praticamente o mundo inteiro, até mesmo o nosso país, de forma ilegal, com baixos salários e muitas vezes em atividades perigosas, crianças pequenas submetem-se a trabalhar incentivadas pela família e pelos baixos recursos.

Atualmente, em Portugal, o Código de Trabalho, legislação n.º 07/2009, de 12 de fevereiro, assume expressamente que, para prestar trabalho o jovem terá de completar 16 anos e finalizar a escolaridade obrigatória, para além disso, deve apresentar capacidades físicas e psíquicas adequadas ao exercício da função.

Certo é que, diariamente vemos crianças bem pequenas a trabalhar, passam-nos em frente aos olhos, nas televisões… ouvem-se nas rádios… encontramo-las em cartazes, em concursos… e em tantas formas de publicidade. Este é um trabalho legal, que nos últimos anos, tem vindo a apresentar grande expressão, tem também legislação específica e a função exercida pela criança deve enquadrar-se no Trabalho Infantil Artístico, Cultural ou Publicitário.

A entidade competente que faculta esta autorização é a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) que solicita os documentos e contratos devidamente esclarecedores sobre o número de horas de trabalho e a função a desempenhar, de forma a que esta não prejudique o desenvolvimento integral da criança.

Na minha opinião este tema torna-se de imperativa reflexão, não é de todo unanime nem consensual… se encontramos vantagens, encontraremos também desvantagens… proponho-me a enveredar por esta reflexão, em jeito de Inquietude, no Post seguinte! Vamos conversando sobre este tema...

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(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 13:44

12
Abr 19

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publicado por Maribel Maia às 10:16

10
Abr 19

Como o Autismo foi recentemente diagnosticado, ainda são poucas as ofertas terapêuticas e dispendiosas para os pais destas crianças. Contudo, em Portugal, começam a existir mais ofertas inovadoras e pertinentes que, em muito poderão ajudar estas crianças e encarregados de educação, através de orientação, apoio e formação para famílias e crianças.

Hoje, apresento A Cooperativa Focus que oferece uma terapia para Autistas completamente inovadora ao nível mundial e que pretende oferecer práticas de intervenção ao nível do desenvolvimento,  do comportamento e lúdicas, apresentando um grande nível sucesso.

 A Focus tem por base num novo Modelo de Intervenção: O Modelo de Denver de Intervenção Precoce (ESDM),  defende uma terapia concertada através de uma equipa multidisciplinar que articula todos os momentos da vida de uma criança, seja em casa, na escola, na terapia, etc.

Para conhecer melhor estas estratégias visite: www.cooperativafocus.pt, apresentam-se sediados em Macieira de Cambra.    

Todos os Centros de Apoio, nesta área, são de louvar e felicitar!

E assim, fica o meu contributo neste mês de sensibilização para o Autismo!!!

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(imagem retirada da internet) 

publicado por Maribel Maia às 11:03

05
Abr 19

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publicado por Maribel Maia às 11:56

25
Mar 19

Ter uma atitude responsável perante a vida é, sem dúvida, um processo imprescindível, que demora muitos anos a adquirir e aperfeiçoar, trazendo consigo vivências, tentativas e inseguranças.

As primeiras instituições sociais a incutirem esta responsabilidade são as famílias, que diariamente devem educar para uma autonomia responsável e consequente.

Quando um estudante se torna responsável e esforça-se, constantemente, neste sentido receberá bons resultados deste empenho, pois isso reflete-se diretamente nos resultados escolares, e na confiança que os outros adultos e colegas lhe oferecem.

Certamente, a família terá várias estratégias para tentar incutir este conceito fundamental. No entanto, como nunca é demais orientar, aqui ficam mais uma dicas para refletir:

  1. Utilize o diálogo como forma de explicação sobre a importância deste conceito para a vida e para situações atuais;
  2. Defina que a confiança da família, professores, amigos tem de ser conquistada através destas atitudes de respeito e de responsabilidade;
  3. Nunca se esqueça que vocês é exemplo imprescindível, certamente será imitado/a nas atitudes;
  4. Exija o cuidado com tarefas e objetos, com penalizações para incumprimentos, descuidos e esquecimentos;
  5. Ensine a importância do respeito, por nós, pelos outros e pela Natureza;
  6. Ensine que os sentimentos dos outros são de muita importância;
  7. Defina tarefas e funções, partilhando as tarefas domésticos;
  8. Mostre confiança nesta responsabilidade sempre que o mereça;
  9. Use agendas ou tabelas de orientação sempre que necessário;
  10. Faculte tarefas com maior exigência e explique o grau de responsabilidade implícito…

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(imagem retirada da internet)

publicado por Maribel Maia às 11:01

11
Mar 19

Quando as crianças e jovens se veem confrontados com a necessidade de participar em grupo, ou em sala de aula, surge também a necessidade de um à vontade, com a utilização do discurso e a necessidade de apresentar elevada capacidade de expressão oral, só assim, estes estudantes serão bem sucedidos no momento de apresentarem as suas próprias ideias e opiniões.

Para desenvolver estas competências aqui ficam algumas estratégias a serem desencadeadas, seja individualmente ou em grupo:

 

Individualmente:

  • Relato dos acontecimentos em sala de aula;
  • Síntese de uma atividade realizada;
  • Relato de um acontecimento quotidiano ou especial;
  • Exposição oral da matéria dada;
  • Reconto de livros ou filmes;
  • Síntese de experiências;

 

Grupo:

  • Criação de debates;
  • Exposição de ideias em grupo;
  • Realização de entrevistas;
  • Construção de alguns ‘Brainstorming’ (chuva de ideias);
  • Representação de teatros/musicais/danças;

Estas estratégias realizadas dentro ou fora da sala de aula facultam novas capacidades de expressão oral, diminuindo os níveis de ansiedade e stress, quando o estudante é confrontado com a necessidade de se exprimir perante uma plateia ou audiência maior do que o habitual.

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(imagem retirada da internet)

 

publicado por Maribel Maia às 11:00

08
Mar 19

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publicado por Maribel Maia às 12:05

04
Mar 19

Numa das minhas contínuas pesquisas para refletir e escrever neste Blog, encontrei estes dez ‘Direitos essenciais do Leitor’, apresentados na Obra de Daniel Pennac: Como um romance.

  1. Direito de não ler
  2. Direito de saltar páginas
  3. Direito de reler
  4. Direito a não acabar um livro
  5. Direito de ler seja o que for
  6. Direito à emoção (doença textualmente transmissível)
  7. Direito a ler onde quer que seja
  8. Direito a ler apenas algumas passagens dos livros
  9. Direito a ler em voz alta
  10. Direito a ficar em silêncio após a leitura

 

 

Estes ‘Direitos’ devem ser apresentados e refletidos com os jovens leitores, de forma a motivá-los para uma leitura recreativa, de prazer e gosto. Só assim se estimulam novos leitores assíduos!

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publicado por Maribel Maia às 11:00

18
Fev 19

Ao longo do crescimento, desde bebé até jovem, vamos aprendendo novas capacidades motoras, vamos melhorando a coordenação, o equilíbrio, a forma de manuseamento de objetos, etc. Estas capacidades são parte integrante de um desenvolvimento saudável e não devem ser esquecidas ou descuradas pelos educadores.

Para melhor introduzir este tema, aqui ficam umas globais características do desenvolvimento físico, de acordo do as faixas etárias:

 

Dos 0 aos 6 meses

  • Processo de fortalecimento gradual dos músculos e do sistema nervoso,
  • Controle completo da cabeça por volta dos 4 meses,
  • Pelos 4 meses o controle das mãos é mais fino, sendo capaz de segurar num brinquedo, 

 

Dos 6 aos 12 meses

  • Capaz de se sentar direito sem apoio e de fazer as primeiras tentativas de se pôr de pé,
  • A partir dos 8 meses, consegue arrastar-se ou gatinhar,
    • A partir dos 9 meses poderá começar a dar os primeiros passos,

 

Do 1 aos 2 anos

  • Começa a andar, sobe e desce escadas, sobe os móveis, mas com o equilíbrio bastante instável,
  • Melhoria da motricidade fina devido à prática - capacidade de manipular um objeto,

 

Dos 2 aos 3 anos

  • Capaz de saltar ou saltar de um pé para o outro quando está a correr ou a andar,
    • É mais fácil manipular e utilizar objetos com as mãos, como um lápis de cor para desenhar ou uma colher para comer sozinha; 

 

Dos 3 aos 4 anos

  • Grande atividade motora: corre, salta, começa a subir escadas, pode começar a andar de triciclo;
  • É capaz de comer sozinho, 

 

Dos 4 aos 5 anos

  • Grande atividade motora, com maior controle dos movimentos; 
    • Consegue escovar os dentes, pentear-se e vestir-se com pouca ajuda; 

 

Dos 5 aos 6 anos

  • A preferência manual está estabelecida; 
    • É capaz de se vestir e despir sozinho; 
    • Assegura sua higiene com autonomia;

 

Nos próximos artigos iremos continuar a refletir sobre este tema: a motricidade.

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(imegem retirada da net)

 

publicado por Maribel Maia às 10:40

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