Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.
Sabemos bem que é mais uma tradição… pouco tradicional… uma importação deste mundo global! Mas não tem problema, se os mais pequenos divertem-se a conversar com os vizinhos e aproveitam para perder alguma vergonha social, já vale bem a pena!!!
Se é já uma aflição para a família escolher o pré-escolar das crianças, já percebemos que estes receios e ensaios não acabam, nem na escolha da universidade.
Esta é uma preocupação muito justa e muito válida, se por um lado, as famílias pretendem escolher escolas próximas da área de residência, também pretendem ver as suas crianças bem acolhidas e com todas as condições necessárias a uma aprendizagem concreta.
Mas isto, não tarefa fácil… o poder financeiro é, desde logo, um ponto chave em tudo isto, pelo acesso aos colégios privados, apresentam-se com bons resultados escolares e com as mais variadas ofertas extracurriculares…
Depois, na zona de residência a família pode ter a sorte de existir muita oferta formativa pública, como pode apenas existir uma escola, num raio de muitos quilómetros, tal é a disparidade urbanística, do nosso país.
Finalmente, algumas decisões tornam-se mais simples… “vou para a escola do meu irmão’; aquela escola não tem ‘Espanhol/Francês’; ‘não tem o curso de secundário que quero, por isso vou mudar’…
Na minha opinião, não existem escolhas certas, nem acertadas, a escola onde aquela criança/ jovem é feliz, o outro estudante pode não o ser… aquela estratégia de formação que uma família aprecia, não é a mesma que outra idealizará…
E, neste sentido, deve ser algo em constante reflexão e adaptação, com muito diálogo e avaliação constante e sempre existirão prós e contras!
Algumas famílias têm a oportunidade de passar alguns dias de férias fora de casa, seja nacional ou internacionalmente. Para os que podem proporcionar esta experiência a quem cresce, relembro que os mais pequenos (dependendo da idade) podem sempre contribuir para este momento e, em simultâneo concretizar várias outras aprendizagens não formais, que a escola não consegue facultar. Portanto:
Ajuda a crescer:
_ comunicar em inglês, ou noutra língua local: é a forma mais fácil de aprender novas línguas;
_ escolher os lugares prévios a visitar e fazer uma contextualização cultural;
_ fazer as malas e definir o que realmente é necessário;
_ apoiar na gestão financeira (antes e durante a viagem);
_ aprender a respeitar a diferença e conhecer novas culturas;
_ sentir-se responsável pelo meio ambiente e pelo outro;
_ conviver com pessoas novas e criar outras amizades;
_ desenvolver novas capacidades de orientação;
_ experimentar climas, costumes, tradições e alimentação diferentes;
Estava prometido, neste blogue, uma lista de outros afazeres para as férias, que tornem o momento dos estudantes mais motivante, criativo e que deixe as famílias mais despreocupadas. Cá ficam algumas propostas… mas se estas não agradarem, ou forem insuficientes, procurem em Post’s mais antigos, neste Educar(Com)Vida, andam por aqui imensas ideias originais.
Para hoje, cá fica:
Fazer voluntariado;
Trabalhar em part-time;
Fazer um curso intensivo (em artes, desporto, línguas, …)