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Educar (Com)Vida

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Com um olhar pluridimensional, pretendo orientar educadores e estudantes neste caminho vivido tão intensamente... um caminho onde se ensina e se aprende em cada momento de vida...este é um convite para conversar sobre educação.

Ensino à distância… a minha (pouca) experiência…

Em tempos de confinamento social, o meu afastamento dos alunos está a ser apenas físico, porque as explicações online permanecem e, como sempre o fiz, são de forma individual, portanto não denoto grandes diferenças… confesso que sinto mais falta das aventuras relatadas em tempos de escola, que agora não existem e que tanto motivava quem cresce.

Ao manter esta proximidade, continuo a receber o feedback de toda esta nova forma de estudo, das dificuldades e dos anseios, tanto dos estudantes como das famílias.

Com esta pequena experiência de algumas semanas de aulas em casa, percebo que a motivação não é muita e perde-se a cada dia que passa. Os alunos não sentem tanta motivação pela aprendizagem, tendem a desleixar-se na realização dos trabalhos e nas tarefas. Para além disso, têm muitas dificuldades em aprender novas matérias, principalmente, nas línguas e na matemática.

No entanto, não existem apenas situações menos boas, a grande maioria dos alunos procura assistir a todas as aulas, sejam elas a telescola sejam as vídeo aulas e fazem todos os trabalhos recomendados, mesmo que algumas escolas tenham optado por não confirmar a realização dos mesmos.

Os alunos continuam a criar estratégias para manterem-se em contato social com os amigos e colegas, através das redes sociais e dos jogos online e procuram estar ocupados. Os mais velhos procuram também manter uma atividade física regular, o que demonstra uma enorme procura de adaptação à situação atual.

Como ajuda, a grande maioria das outras atividades extra curriculares também se mantém à distância, através das plataformas que permitem reunião de grupos, o que incentiva ao desenvolvimentos de outras competências.

Desejo que esta minha experiência de ensino-aprendizagem à distância não se prolongue por muito mais tempo e que, em setembro, as crianças e jovens voltem a invadir as escolas, com os sorrisos de sempre e com as aventuras pessoais e sociais que muito as fazem crescer!

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O que devo saber sobre a gramática portuguesa?

Em todos os anos letivos aprende-se um pouco mais sobre a gramática da língua portuguesa, portanto, quanto mais rapidamente os estudantes e começarem a entender a gramática melhor, ajudá-los-á em todos os anos letivos.

O que se deve aprender sobre a gramática:

  • Palavras: relação entre palavras; neologismos; arcaísmos; formação de palavras; expressões idiomáticas.
  • Subclasses de palavras: nomes; determinantes; quantificadores; pronomes; adjetivos; verbos; advérbios; preposições; conjunções; interjeições.
  • Sintaxe: constituintes da frase; funções sintáticas; concordância; forma ativa e passiva; frases simples e frases complexas (coordenação e subordinação).
  • Língua e Comunicação: grafia; registo formal e informal; discurso direto e indireto;
  • Recursos Expressivos: onomatopeia; repetição; comparação, metáfora, etc…
  • Tipos de Texto: textos literários e não literários; géneros literários.

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Estás de Quarentena, não tens aulas…. O que fazer?

Já não se fala sobre outro assunto, o COVID-19 preocupa famílias em todos os países. Uma das medidas de precaução e prevenção tem passado pelo fecho de escolas e universidades.

No entanto, reter os estudantes em casa, não é tarefa fácil, nem motivadora, quer para eles, quer para a família. Neste sentido, é importante manter algumas rotinas de horários e de estudo, para além disso, é necessário criar momentos prazerosos num ambiente muito caseiro.

Para apoiar estas opções e decisões diárias, deixo em anexo, uma proposta de organização da rotina diária e que poderá ser repetida, semana após semana, conforme seja a necessidade de permanência em casa, sem atividades coletivas.

Este horário é apenas uma sugestão, pode e deve ser adaptado às especificidades de cada família e às originalidades das mesmas.

Relembro que, ao cuidarmos de nós e dos nossos, estamos a cuidar de todos/as, sempre com a esperança que tudo fique melhor!

Cuidem-se!

Em Quarentena.pdf

 

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Fugir à matemática, é seguir Humanidades…

Diálogo entre mim e um/a estudante de secundário:

_Eu: Qual é a tua área de estudos?

_Estudante: É humanidades?

_Eu: Porque escolheste essa área? O que queres seguir?

_Estudante: Eu não tirava boas notas a matemática e por isso, no secundário, fugi da matemática, por isso é que escolhi as humanidades, não tem matemática…»

(continua…)

 

Nota introdutória: Este diálogo está dividido entre este Post e o que irei publicar futuramente. Este tem origem numa conversa entre um/a estudante de secundário e da conversa surgiram-me duas reflexões, quando o transcrevia dos meus apontamento para aqui, poderão ler a sua continuação brevemente…

 

A primeira reflexão espelha-se nesta parte do diálogo, pois reflete a realidade de muitos alunos atualmente quando, no 9ºano, são confrontados com a obrigatoriedade de escolherem uma área de estudo, nem pensam muito nas saídas profissionais, ou nas suas ambições, decidem apenas pelo: ‘fugir da matemática’ ou ‘fugir das línguas’… e assim, optam pelas humanidades ou pelas ciências.

Esta decisão mostra a procura do facilitismo académico e a indecisão pessoal do estudante. Muito embora estas decisões possam ser sempre alteradas, no secundário, é necessário ter objetivos de cursos, formações, profissões e vocações, ou os estudantes irão esquecer da importância das médias ou desmotivarem-se pelos estudos.

Se a situação for similar ao caso que apresento, as explicações em tempo de férias e depois ao longo das aulas, para além do empenho do estudante, podem ajudar a superar dificuldades e não se tornar impeditivo de uma determinada saída profissional. Desistir nunca será solução… sobre tal assunto, virá o próximo Post

Certamente conhecem situações semelhantes a estas!? Querem partilhar situações e opiniões?

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Uma história para a adolescência!

O Diário de uma Vitória

De forma a dar continuidade ao novo espaço, dedicado a Histórias e Contos, hoje partilho

O Diário de uma Vitória.

Esta história é dirigira, principalmente, ao público adolescente e apresenta-se escrito em forma de diário, tornando a leitura mais simples e leve!

Se querem conhecer a vida, nem sempre fácil, de uma adolescente comum…. Basta descarregar a História e ler com motivação!!!

Ficarei a aguardar o vosso feedback e agradeço, desde já, a partilha…. estas histórias são para ler, reler e contar!!! 

Diário de uma Vitória_VF.pdf

contos histórias.jpg

 

 

Vais fazer um debate na escola? Umas dicas…

Quando os estudantes começam a ficar mais crescidos, alguns professores procuram desenvolver, um pouco mais, a capacidade reflexiva, crítica e argumentativa, através de momentos de debate, sobre temas controversos e socialmente importantes. Por exemplo, na disciplina de Filosofia do secundário, muitos dos professores optam por alguns destes momento como forma de aprendizagem/avaliação.

Os estudantes devem preparar-se para o debate, com um estudo e reflexão prévia sobre o assunto em questão. Quando este debate é em grupo, antes do confronto, os estudantes são orientados para a posição a tomar e são formados grupos de trabalho, deve seguir-se uma organização de ideias:

Cada grupos de trabalho deve fazer uma pesquisa sobre o tema, preparando a sua defesa e a sua acusação sobre o tema e, todos esses argumentos, devem reunir apontamentos de orientação ao grupo.

Para mais um apoio a estes debates, em anexo, deixo um documento com indicações de palavras-chave que poderão utilizar, no decorrer desta acesa troca de argumentos.

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FlashCards: memoriza a brincar!

Já os dias de estudo vão longos e os estudantes continuam a necessitar de memorizar vários conceitos e definições.

Para que esta forma de memorização se torne mais divertida e eficaz, podem optar pela técnica do FlashCards, em termos educativos significa aprendizagem rápida, que se baseia na repetição e na associação.

Quem pretender optar por esta estratégia, basta cortar pedaços de cartolina do mesmo tamanho, tipo Cartas de Uno, de seguida escrever uma pergunta de um lado e no inverso a resposta, podendo-se associar imagens, desenhos, cálculos, etc…

Agora com este jogo simples já preparado, basta começar a jogar: o estudante irá procurar responder às perguntas corretamente, vai eliminando as cartas às quais consegue responder e mantendo as que tem errado, até que tudo fique memorizado… pode treinar vários dias até sentir a assimilação completa.

Outros jogos didáticos podem ser utilizados com estes simples cartões de cartolina, basta imaginação!

Por vezes, tornar o estudo mais divertido pode ajudar o estudante a sentir-se mais capaz e mais motivado para o estudo!

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